sexta-feira, 6 de junho de 2014

História do Protestantismo.

A História do Protestantismo

Autor: Fernando Nascimento

Hoje vamos revelar
o que é o Protestantismo,
de onde vem, quem o fundou,
e o que foi escondido,
restaurando a verdade
que a má fé tem distorcido.

Foi no século 16
que essa fé apareceu,
em terras da Alemanha
onde cresce o povo ateu,
que fez duas grandes guerras
e matou muito judeu.

Lutero, monge católico
antes de se rebelar,
viu que um monge safado
cobrava pra perdoar
desobedecendo ao Papa,
querendo avacalhar.

Lutero fez umas teses
para o Papa defender,
o cobrador foi punido,
de desgosto foi morrer,
Lutero ficou famoso,
começou aparecer.

Juntou-se com os burgueses,
ia pra devassidão,
pegou doença venérea,
bebia que só o Cão.
Começou zombar do Papa
fazendo agitação.

Por dois anos foi chamado
pra disso ter o perdão,
mas queimou em arruaça
toda essa convocação
e fundou por conta própria
a sua religião.

Era o Protestantismo
a fé que ele inventou,
pra dividir a de Cristo
que numa cruz suspirou.
Era a vez de um cachaceiro
se passar por redentor.

Dizia, nessa eu mato
quantas pessoas quiser,
mesmo assim eu estou salvo
porque só basta ter fé.
Quem quiser se batizar
luterano agora é.

Dos mandamentos de Deus
tirou o “não matarás”.
Só falava em matar
à espada seus rivais,
sempre a pronunciar
o nome do Satanás.

Foi Lutero quem botou
na cuca dos alemães
que judeu tem que morrer,
lhe tomar as possessões.
Mais tarde veio o Nazismo
dizimando seis milhões.

Aliado a devassos
príncipes da região,
Lutero roubou igrejas
para fazer pregação
e casou-se com uma freira
que não valia um tostão.

Tanto insultou o Papa
que findou excomungado.
Insuflou os camponeses,
fez um fuzuê danado,
que os burgueses seus amigos
ficaram desconfiados.

Ele então pra corrigir
a confusão que criou,
ordenou que dizimassem
quem de trabalhar parou,
mataram mais de 100 mil
porque Lutero mandou.

A Bíblia ele pegou
e fez a sua versão,
distorceu três mil palavras,
em meio a profanação,
ele afastou sete livros
negando a inspiração.

Já a carta de Tiago
ele cogitou tirar,
o livro de Apocalipse
vivia à criticar,
até pros dez Mandamentos
ele disse é bom cegar.

Vez em quando ele pensava:
“Será que tenho razão?
Ou será que tô levando
pro inferno a multidão?”
E seguiu plantando ódio
e fazendo divisão.

E já tendo seis esposas
começou ser visitado,
Satanás aparecia
sempre lhe dando recado,
para que tirasse a Missa
da fé que tinha fundado.

Num debate teológico
Johann Eck o derrotou;
Erasmo de Roterdã
de falsário lhe tachou;
seus escritos, disse Zwinglio,
foi Satanás que ditou.

Certa vez ele cansado
de escrever tanta instrução
jogou o vidro de tinta
justo na cara do Cão,
a parede foi melada
guardando a comprovação.

Ele chamava “Reforma”
a igreja que inventou.
Se reforma o que existe,
no seu caso ele criou.
Com esse papo malandro
muito tolo ele enganou.

Chamou Cristo de “adultero”
e de Deus fez gozação.
Disse que Deus era “estúpido”
e Jesus um beberrão.
Ansiava morrer logo
para viver com o Cão.

Lutero, Melanchton,
e Bucero, protestantes,
só para satisfazer
príncipes simpatizantes
pregaram a poligamia
que Jesus proibira antes.

O jurista Carpzov
que era seu seguidor,
pegou vinte mil mulheres
e na fogueira queimou
dizendo que eram bruxas
e disso se orgulhou.

O Zwinglio e Calvino
começaram se afastar
pra fundar suas igrejas
e cada vez dispersar.
O líder anabatista
Lutero mandou matar.

Luteranos incitados
pela sua pregação
fizeram um saque a Roma
matando a população,
estupraram, esfaquearam
de criança a ancião.

Quando o rei Henrique oitavo
quis de novo se casar
mesmo já sendo casado
viu o Papa lhe barrar,
correu pra ser protestante,
outra igreja foi fundar.

E mandou matar os padres
na fogueira ou enforcado,
obrigou todo católico
ser protestante forçado,
se apoderou das igrejas
sobre o sangue derramado.

Um milhão morreu de fome
no exílio que ele impôs;
na Escócia quem foi padre
não podia ser depois
e os bispos da Suécia
mandou degolar os dois.

Calvino matou quinhentos
em Genebra, cozinhados.
O Dr. Miguel Servet
por ele morreu tostado
e proibiu jogo e dança
dizendo que era pecado.

A fogueira protestante
não teve comparação,
na Inglaterra queimaram
as bruxas de multidão.
Na Suécia até criança
queimaram sem dar perdão.

No Brasil, os Calvinistas
chegando pra esse lado,
encontrando os Jesuítas
matou tudo degolado,
Inácio de Azevedo
morreu rezando espetado.

Também em Canguaretama
e São Gonçalo do Amarante,
houve uma grande chacina
feita pelos protestantes,
dizimaram cem católicos,
dois padres e seus orantes.

Zwinglio disse que Lutero
é boca de Satanás.
Lutero odiava Zwinglio,
a Calvino e tem mais:
o rei Henrique oitavo
os via como rivais.

Lutero desesperado
vendo a coisa desandar
previu que cada cabeça
uma igreja ia fundar.
Vendo a sua esvaziar-se
começou a praguejar.

E a fraqueza de Lutero
começava dar sinais,
sua igreja de areia
caía nos vendavais,
a vida de excomungado
já não agradava mais.

Após se embriagar
lamentando seu destino,
Lutero morreu botando
pra fora os intestinos,
foi assim que teve fim
esse blasfemo assassino.

Os protestantes herdaram
dele a dissimulação,
hoje vendem suas mortes
como da Inquisição,
pondo a culpa na Igreja
fazendo uma distorção.

Inquisição não é morte,
era uma indagação
feita somente a católico
com fé em contradição.
A Igreja ou perdoava
ou lhe dava excomunhão.

Hoje o Protestantismo
é quem mais produz ateu.
Onde ele liderava
A Igreja o bateu.
Os países miseráveis
por enquanto é ninho seu.

Durkheim diz: entre os credos
do mundo e por região,
na taxa de suicídio
o protestante é campeão.
O cordel aqui termina
com essa revelação.
Fim.





Fontes pesquisadas:

1. Funk Brentano,Conversas a Mesa Martim Lutero, Casa Editora Vecchi - 1956 - R.J.- Propôs de Tables - no. 1472, ed. De Weimar II.107

2. Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)

3. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
Partes Divisão, Wittenberg, 1635.

4. ( Westminster Review, Tomo LIV, p. 453 )

5. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther's Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

6. A Reforma Protestante, Pgna 203, 7ª edição, em IRC. 1958.

7. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.

8. Pfanneri. Hist. Pacis Westph. Tomo I e seguintes, 42 apud Doellinger Kirche und Kirchen, p. 55.

9. Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pg 224, 1978.

10. “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.

11. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.

12. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.

13. Durkheim, 1982:115http://www.webartigos.com/articles/3752/1/suicidio/pagina1.html
http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/04/historia-do-protestantismo.html

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