sexta-feira, 13 de julho de 2012

Neomalthusianismo, superpopulação, controle da natalidade e outros mitos espalhados pela imprensa.

Superpopulação: Mitos, Fatos e Políticas
Por Abid Ullah Jan



A ONU está planejando observar o Dia da População Mundial em 11 de Julho de 2003. Nos países em desenvolvimento, o dia é observado com grande fanfarra e os altos funcionários do governo publicam fortes opiniões em favor de programas de redução da população. Um exército de jornalistas na imprensa e na mídia eletrônica, além disto, apóiam-nos sem prestar qualquer atenção às realidades não declaradas.

Para facilitar a compreensão, alguém precisa descobrir se a superpopulação é uma realidade e se isso é a verdadeira razão para a pobreza e o subdesenvolvimento. Se nós descobrirmos que não é verdade o que a mídia, livros textos e outros meios de comunicação nos contam, nós então precisamos ponderar o que, de fato, são os verdadeiros objetivos dos patrocinadores da redução da população.

A superpopulação é uma realidade?

Por anos vários pesquisadores têm autenticamente provado que o problema, de nenhuma maneira, é de tantos seres humanos. Ao contrário do clamor dos planejadores de famílias e especialistas em controle da população, o aumento da população mundial está em rápido declínio. Os cálculos da ONU mostram que os 79 países que compreendem 40% da população mundial têm hoje taxas de fertilidade demasiado baixas para prevenir o declínio da população. A taxa na Ásia diminuiu de 2.4 em 1965-70 à 1.5 em 1990-95. Na América Latina e Caribe, a taxa caiu de 2.75 em 1960-65 à 1.70 em 1990-95. Na Europa, a taxa caiu para 0.16 – que é, efetivamente zero – em 1990-95. E a taxa anual de variação na população mundial caiu de 2% em 1965-70 para menos de 1.5 por cento em 1990-95. Projeções oficiais de tamanho da população está em constate queda. Em 1992-93, o Banco Mundial previu que a população mundial excederia 10 bilhões pelo ano de 2050. Em 1996, a ONU profetizou que seriam 9 milhões por volta de 2050. Se a tendência continuar, a próxima estimativa será ainda menor.

Superpopulação é um termo relativo. Em excesso para quê? Comida? Recursos? Espaço vital? Os dados mostram que nenhum julgamento pode ser feito sobre superpopulação com respeito a todas três variáveis. Dr. Osterfeld, Professor de Ciência Política na Faculdade Saint Joseph em Rensselaer, Indiana, conclui que embora haja hoje mais gente no mundo do que em algum tempo atrás, "por qualquer medida significante o mundo está realmente tornando-se relativamente menos povoado”.

De 1900 a 2000, a população mundial aumentou de 1.6 bilhões para 6.1 bilhões. Porém, enquanto a população mundial aumentou próximo de 4 vezes, o produto real mundial bruto aumentou de 20 a 40 vezes.

É verdade que o mundo experimentou um aumento populacional que começou no século dezoito. A população aumentou seis vezes nos 200 anos seguintes. Mas isso é um aumento, não uma explosão, porque tem sido acompanhado, e em grande parte feito possível, por uma explosão de produtividade, uma explosão de recursos, uma explosão de comida, uma explosão de informação, uma explosão de comunicações, uma explosão científica, e uma explosão médica. O resultado é que o aumento de seis vezes na população mundial é definhado pelo de oito vezes na produtividade mundial durante o mesmo período de 200 anos.

A corrente histérica da superpopulação começou nos anos sessenta, quando o cientista de Stanford, chamado Paul Ehrlich, escreveu um livro chamado “The Population Bomb” (A bomba populacional). Quase que como tubarões, assustando milhões de pessoas nadando no oceano, esse livro teve sucesso em amedrontar pessoas com suas profecias de fome, morte e destruição. Ele predisse massivos aumentos na fome, diminuição e encarecimento de recursos naturais, pilhas de lixo e dejetos, e destruição comportamental. O exato oposto tem ocorrido. Menos que metade das pessoas morrem de fome a cada ano agora do que um século atrás, mesmo que nossa população tenha quadruplicado. Muitas dessas mortes hoje são resultado de ação política por cruéis ditadores e não um falta de comida. Gente de países do Terceiro Mundo consome mais calorias de comida em sua dieta diária do que em qualquer tempo na história. E o número de calorias está aumentando todo ano.

Comida: O relato da divisão de população da ONU de 2001, World Population Monitoring 2001, estudou o relacionamento entre o crescimento e o desenvolvimento. Ao contrário das predições apocalípticas malthusianas, esse relatório da ONU declarou: “De 1900 a 2000, a população mundial subiu de 1.6 bilhões a 6.1 bilhões de pessoas. Porém, enquanto a população do mundo aumentou próximo de 4 vezes, o produto doméstico bruto mundial (GDP) [produtividade real de bens e serviços] aumentou de 20 à 40 vezes, permitindo o mundo não apenas sustentar um aumento quadruplicado de população mas também fazer isso tão amplamente os padrões mais altos de vida."

Em 1990, o Relatório da FAO sobre a Situação da Comida e Agricultura estimou que com as tecnologias presentes amplamente empregadas, o mundo poderia alimentar de 30 a 35 bilhões de pessoas. Roger Revelle, Diretor do Harvard Centre for Population Studies, estima que os recursos agrícolas mundiais são capazes de sustentar 40 bilhões de pessoas. O economista indiano Raj Krishna estima que a Índia sozinha é capaz de aumentar suas safras a ponto de prover o suprimento de comida do mundo inteiro. A Índia é de notável importância por ter quatro vezes terra arável por pessoa mais que o Japão e duas vezes mais que a Grã-Bretanha.

Recursos Naturais: A inflação ajustada ao preço de mercado de todos maiores recursos naturais tem constantemente diminuído pelo último século, e continua a se reduzir. Devido ao desenvolvimento em gestão de desperdícios, o gasto projetado com refugos para os EEUU (um relativamente massivo produtor de desperdício) para o próximo século inteiro podia ser armazenado em uma área de refugos só 18 milhas em cada lado. O "World Population Monitoring 2001," enfatiza que muitas das principais previsões a respeito das conseqüências de crescimento população têm se provado infundadas, e permanecem não razoáveis a ocorrerem mesmo se a população mundial aumentar para 8.9 bilhões pelo ano de 2050.

Os defensores do controle populacional argumentam que o crescimento esvaziará o universo de recursos não renováveis como petróleo e minerais, relacionado a economias projetadas à desordem. Mas, o relato da Divisão de População diz que, "Durante recentes décadas novas reservas têm sido descobertas, produzindo o aparente paradoxo que mesmo que o consumo de muitos minerais tenha aumentado, da mesma forma tem a quantidade estimada de recursos que até agora não foi aproveitada."

Então a superpopulação ficará na mesma medida que um mito no século 21, assim como foi no século 20 e que o New York Times corretamente listou como “um dos mitos do século 20”, em sua edição do Milênio de 1º de janeiro de 2000.

A superpopulação é a causa da pobreza e do subdesenvolvimento?

Vários estudos têm provado que a pobreza e o subdesenvolvimento não têm vínculo direto ao crescimento populacional por si. As causas do subdesenvolvimento podem ser tanto internas quanto externas. Causas internas podem incluir débil administração política e econômica, corrupção freqüente, excessivo orçamento militar combinado com inadequado gasto com educação e saúde, guerras civis, falhas de mercados, liberdade empresarial entendida erroneamente como o direito à busca desordenada do lucro, violações do princípio da subsidiariedade, fatores históricos e culturais que definem normas de comportamento desfavoráveis à perseguição de desenvolvimento integral. Para pôr isso de modo mais simples, a fome é fome porque eles estão excluídos da terra ou não podem ganhar o suficiente para sobreviver e não por causa de um limite natural de quantidade de comida que pode ser produzido. Na América Latina, por exemplo, 11% da população estava sem terra em 1961, por volta de 1975 esses eram 40%. Aproximadamente 80% de toda terra agrícola do Terceiro Mundo é controlada por 3% de latifundiários.[1]

Externamente, as nações menos desenvolvidas podem ser as vítimas de uma distribuição desigual dos recursos do mundo assim como do mercado internacional e arranjos financeiros, que trabalham contra eles. O FMI e o Banco Mundial, que reclamam estarem trabalhando para aliviar a pobreza e assistir os mais pobres dos pobres, estão realmente fazendo suas vidas miseráveis. Países pobres estão freqüentemente sobrecarregados por débitos estrangeiros e sem capacidade para ganhar acesso a recursos às tecnologias que eles precisam para dar prosseguimento ao processo de desenvolvimento. Problemas tais como esses podem ser erradicados apenas através da perseguição de justiça social, que disponibilizará desenvolvimento integral.

A Academia Nacional de Ciências (NAS) nos EEUU concluiu em seu relatório de 1986 que é equivocado equacionar a pobreza com crescimento populacional por si.

Uma proponente liderança desta visão do nexo de população/desenvolvimento foi o demográfo econômico Professor Colin Clark, a quem é creditado o desenvolvimento do conceito de Produto Nacional Bruto (GNP). Enfatizando a função positiva do crescimento populacional no processo de desenvolvimento, Clarke costumava detalhar comparações estatísticas entre nações em desenvolvimento para demonstrar uma relação positiva entre taxa de crescimento populacional e taxa de crescimento de produto per capita. Quando ele morreu em setembro de 1989, o London Times pagou um tributo ao trabalho de Clark dizendo: “Foi o fruto de uma mente independente dedicada à perfeição e apresentação de fatos mensuráveis... Ele nunca aceitou a visão pessimista de crescimento populacional, e em um simpósio internacional em 1963, com um número de autoridades eminentes presentes, a contribuição de Clark para o assunto primeiro atraiu mais fogo; mais depois, as críticas foram aceitando sua estimativa como a base para uma discussão racional."

Um outro pioneiro dessa posição foi Lord Peter Bauer da Escola de Economia de Londres. Esse ano ele foi premiado com o Prêmio Milton Friedman “pelo avanço da liberdade” mas ele morreu de repente na idade de 85, antes que pudesse recebê-lo. Ele assegurou que a assim chamada “explosão populacional” dos século vinte “deveria ser vista como uma benção ao invés de um desastre, porque isso decorre de uma queda na mortalidade, uma aparente evidência do aprimoramento do bem-estar do povo."

A Academia Nacional de Ciências (NAS) nos EEUU concluiu em seu relatório de 1986, intitulado Crescimento Populacional e Desenvolvimento Econômico, que é equivocado equacionar a pobreza com crescimento populacional por si. Achou que a afirmação que crescimento populacional conduz à exaustão de recursos era errada e apontou para uma grande extensão de problemas ambientais, podia ser resolvido por apropriadas políticas governamentais designadas para corrigir as falhas de mercado. Esse estudo foi confirmado posteriormente pelo Independent Inquiry Report in to Population and Development (IIRPD) comissionado pelo Governo Australiano em 1994. Reconheceu uma correlação positiva entre crescimento populacional e desenvolvimento sustentável.

Bangladesh: Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998, argumentou convincentemente que a fome no Terceiro Mundo não é causada pela carência real de comida, mas por falência institucional. Por exemplo, ele demonstrou que a fome de Bangladesh de 1974 "ocorreu em um ano de maior disponibilidade de comida por cabeça do que em qualquer outro ano entre 1971 e 1976." Defensores de controle populacional culpam a “superpopulação” pela pobreza em Bangladesh. Mas o governo domina a compra e processamento de juta, a maior quantia em safra, de forma que os fazendeiros recebem menos pelos seus esforços do que eles receberiam em um mercado livre. Fazendeiros empobrecidos correm paras as cidades, mas o governo domina 40 por cento da indústria e regular o resto com controles de preço, altas taxas e não publicadas práticas administradas por uma gigante, corrupta e dependente de ajuda externa burocracia. Empregos são difíceis de encontrar e a pobreza é excessiva. Esse tumulto leva a problemas tais como distribuição de comida esporádica ou ineficiente, mas esse problema é causado pelas defeituosas políticas domésticas.

A fome de Bangladesh de 1974 “ocorreu em um ano de maior disponibilidade de comida por cabeça do que em qualquer outro ano entre 1971 e 1976.”

Etiópia: Jornalistas ocidentais culparam a “superpopulação” pela fome etíope, o que simplesmente não era verdade. O Governo Etíope causou-a pelo confisco de estoques de comida de mercadores e fazendeiros e exportando-os para comprar armas. Esse regime de esquerda do país, não sua população, causou a tragédia.

De fato, a África, cerca-se de problemas freqüentes culpando a “superpopulação”. Tendo apenas um quinto da densidade populacional da Europa, tem um inexplorado potencial de crescimento de comida que poderia alimentar duas vezes a população atual do mundo, de acordo com estimativas de Roger Revelle da Universidade de Harvard e de San Diego.

O governo da Filipinas conta com a ajuda estrangeira para controlar o crescimento populacional, mas protege monopólios que compram produtos dos fazendeiros em preços artificialmente baixos, e vendem-nos com preços artificialmente altos, causando a expansão da pobreza.

China: É freqüente invocado que a pobreza na China é resultado da “superpopulação”. Mas Taiwan, com uma densidade populacional cinco vezes maior que a China continental, produz muitas vezes mais per capita. A República da Coréia, com uma densidade populacional 3,6 vezes maior que a China, tem uma produtividade per capita quase que 16 vezes maior. O governo malaio abandonou o controle populacional em 1984, conduzindo um excelente crescimento econômico sob as reformas de livre mercado, enquanto Equador, Uruguai, Bulgária e outros países queixaram-se na International Conference on Population and Development em Cairo, apesar deles terem reduzido seu crescimento populacional, que ainda tinham economias deterioradas.

Os mitos de superpopulação são cômodos para os exploradores, dando-nos uma desculpa “científica” para a miséria que eles causam de modo que eles possam curtir seus dinheiros cheios de sangue sem remorso. A menos que uma transformação de valores ocorra, a fim de que se reconheça a importância de viver ao invés de consumir, a crise de desigualdade e pobreza irá piorar. Como Murray Bookchin argumenta, “Se nós vivemos em um “cresça ou morra”, a sociedade capitalista em que a acumulação é literalmente uma lei de sobrevivência econômica e a competição o motor do “progresso”, qualquer coisa que nós temos a dizer sobre população, que causa crises ecológicas, é basicamente sem sentido. Sob tal sociedade, a biosfera no final das contas será destruída com cinco bilhões ou cinqüenta milhões de pessoas vivas no planeta.

Motivos reais

Como vimos acima, a superpopulação é um mito e não tem nenhum vínculo direto com a pobreza, desenvolvimento, escassez de comida ou meio-ambiente, a questão que aparece então é: qual a força motriz por detrás da campanha do controle da população?

Para uma resposta, nós podemos voltar a um artigo do London Times de 07, 2002, intitulado "A Inglaterra está perdendo ingleses." O medo é que a migração do Terceiro Mundo quadruplique a taxa de crescimento populacional inglesa e crie uma cidade de imigrantes do tamanho de Cambridge a cada seis meses. Isso, The Times diz, que está transformando a Grã-Bretanha em “uma terra estrangeira, contra os desejos da maioria da população, causando perdas de qualidade de vida e coesão social, exacerbando a crise de moradia e congestão, e sobrecarregando o serviço de saúde até o ponto de quebrar." O editor do The Times escreve que o "silêncio não é mais uma opção." A Grã-Bretanha está literalmente desaparecendo. Em muitas cidades britânicas, “você pode errar ao redor de horas sem ver um único rosto branco, uma monocultura sendo substituída por outra."[2]


Paul Craig Roberts ecoou os sentimentos no Washington Times: "Demografia é o destino. Em 1960, o povo da Europa armazenava um quarto da população mundial. Hoje, o povo branco constitui um sexto da população mundial. Por volta de 2050, a população da Europa compreenderá apenas um décimo da população mundial.

O governo malaio abandonou o controle populacional em 1984, conduzindo um excelente crescimento econômico sob reformas de livre mercado.

Os brancos estão contraindo-se em uma minoria mesmo no interior de seus próprios países. A imigração massiva descontrolada legal e ilegal, junto com o colapso das taxas de fertilidade dos brancos em todo lugar, prognostica uma raça em extinção."

Patrick J. Buchanan contou no NPQ em uma entrevista que, de acordo com sua pesquisa, “não há uma única nação ocidental que tenha uma taxa de natalidade hoje que permitirá continuar viva em sua presente forma depois de meio século." Ele expressou seu medo com franqueza nas seguintes palavras: "Os povos islâmicos do Norte da África e do Oriente Médio estão se mudando em centenas de milhares para a Europa a cada ano."

A edição de 25 de julho de 1994 do Executive Intelligence Report (EIR) publicou um artigo por Hassan Ahmed e Joseph Brewda, intitulado "Genocidas da ONU miram o Islam." Esse artigo cita Jean-Claude Chesnais, um diretor do Instituto Nacional para Estudos Demográficos em Paris, que escreve em seus artigos de 1990: "A Europa encara uma islamização ou africanização como a lacuna demográfica e econômica entre as duas margens da expansão do Mar Mediterrâneo, e os povos movem-se do sul ao norte. Poderes “verdes” emergirão, baseando-se na força em grande parte do tamanho de sua população e do estímulo que ela cria, e velhos poderes desaparecerão à medida que suas populações declinarem.''

A alegação que poder e tamanho da população sempre andam junto é discutível. Em termos absolutos, a população do Ocidente quando estava em seu pico foi muito menor do que é hoje. Uns poucos milhares de ingleses correram para a Índia por mais de 100 anos. Brancos correram para a África do Sul por mais de três séculos e assim por diante. Sua organização, concentração e riqueza ajudou-os a dominar a despeito de suas populações. Buchanan mesmo admite que “a correlação entre poder e população não é absoluta”.

Todavia, isso não é suficiente para confortar seu medo mórbido ao Islam. Buchanan não está satisfeito com a bravura militar dos EEUU e de seus aliados quando vem a confrontar-se com o número de muçulmanos. Ele diz que: "alguns países europeus costumavam ter exércitos de milhões de homens quando suas populações eram muito menores do que hoje. Hoje, a União Européia está tendo o tempo do diabo de botar em campo uma Força de Reação Rápida de 60.000 homens!" Ele esquece que esses dias os EEUU e seus aliados não lutam com homens tanto quanto lutam com mísseis e bombas. Afeganistão e Iraque são os exemplos recentes. É um outro assunto se Buchanan quer manter a população muçulmana sob botas militares para sempre.

Fluindo dessa análise defeituosa é a política de planejamento da população com o objetivo de controlar a crescente população muçulmana. A evidência é o relatório de Anisa Abd el Fattah do Afeganistão. Ela diz que: "A medida que as nações do mundo se alinham com os EEUU em sua “guerra contra o terrorismo”, uma outra guerra já começou. A “outra” guerra é contra mulheres e crianças afegãs, e está sendo travada pela infame Agência de Planejamento Familiar da ONU (UNFPA). Liderada por Olivier Brasseur, e fiscalizada pelo diretor executivo da UNFPA, Thoraya Obaid, a campanha da UNFPA opera sob o pretexto de “cuidados com a saúde reprodutiva” e mira as mulheres afegãs no Paquistão, Irã, Tajikistão, Turcomenistão e Uzbequistão”. Seu objetivo de longo prazo é estabelecer uma permanente presença no Afeganistão. Os planos da UNFPA são gastar cerca de $20 milhões em serviços de aborto no Afeganistão.

Um manual de atividades de população internacional publicado pelas ONU lista um programa para “revisar documentos fonte sobre Islã e planejamento familiar para teólogos e professores." O índice da ONU revela que o programa, mirando a Nigéria, teve um orçamento de $30,000 em um ano, em meados da década de 80. Em 1986, a Universidade Johns Hopkins em Baltimore recebeu $35 milhões em fundos de ajuda para conduzir uma campanha de mídia de massa desenhada para aumentar o uso de contraceptivos na África, mirando especialmente as populações muçulmanas. Obviamente, isso é apenas um dos incontáveis exemplos. Um típico projeto fundado pela universidade em benefício daquele programa foi realizado em Gâmbia, cuja população é 90% muçulmana.

Se nós dividirmos 6 bilhões de pessoas em famílias médias de quatro e dermos a cada uma delas um acre de terra para cultivar comida para suas famílias, você poderá ver que os EEUU poderiam facilmente sustentar todos povos no mundo com espaços de reserva (Ralph Epperson em seu livro The Unseen Hand)

A equipe de pesquisa também concluiu que o programa de rádio tinha que “dar evidências convincentes que os ensinamentos islâmicos apóiam o uso de moderno planejamento familiar.” “Mensagens deveriam contar a crença que crianças são um presente de Deus,” eles escreveram, e deveriam sugerir ao invés que “Deus tem nos dado o planejamento familiar, para assim nós podermos escolher em dar à luz a apenas aquelas crianças que nós formos cuidar." A mensagem deveria também ser feita, a equipe escreveu, que enquanto “o profeta Maomé (PBUH) disse para ter tantas crianças quanto possível em um tempo quando a população do mundo era pequena," que isso não mais se aplica. Porque o islã “proíbe gravidez durante a lactação,” o relatório reclama que deveria ser dito que o “islã apóia o planejamento familiar.” [O islã não proíbe a gravidez durante a lactação. Ed.]

Hassan Ahmed e Joseph Brewda revelam que um índice da ONU de 1986-87 que lista um outro projeto com intento de pesquisar os escritos islâmicos para “aspectos positivos de espaço para a prole e planejamento familiar." Ambos projetos foram realizados pelo Pathfinder Fund of Boston, fundado por um herdeiro da fortuna da Procter and Gamble. Um memorando interno do fundo, de 27 de junho de 1986, intitulado "Grupo de Trabalho no Islã e Planejamento Familiar," descreve os projetos cujo objetivo é “explorar a possibilidade de trabalhar com organizações envolvidas em planejamento familiar onde a atitude e opinião islâmicas são importantes para programar o desenvolvimento e operações."

Sem levar em consideração como você observar as variações demográficas, a maioria dos homens e mulheres com qualquer senso de moralidade achará impossível justificar uma guerra à população baseada em tais temores. Mas de acordo com Stanley K. Monteith, M.D. há realmente aqueles que tenham publicamente defendido a eliminação de "ervas daninhas humanas" e "a limpeza da sociedade." Ele se refere a organizações, tais como a Planned Parenthood fundada por Margaret Sanger. Durante os anos 30, Margaret Sanger apoiou abertamente o plano nazista de engenharia genética da população germânica, e a propagação de uma “super raça”. No “Relatório Anual” do Planned Parenthood de 1985, líderes dessa organização proclamaram que eles eram “Orgulhosos de nosso passado, e planejando para nosso futuro".

Bem vindo ao Dia Mundial da População!

[1] O problema da concentração excessiva de propriedade fundiária pode até existir, mas está distante de ser causado o problema da fome. Mesmo depois de uma Reforma Agrária que compreendeu o assentamento de centenas de milhares de famílias em quase 20 milhões de hectares, o Brasil persiste como um modelo de sub-desenvolvimentismo. Questões agrárias e agrícolas devem ser analisadas minuciosamente, levando-se em conta a capacidade técnica do agricultor e a produtividade de seu empreendimento. Do contrário, uma tal distribuição de terras ou incentivos como projeto social não fixaria o homem no campo, mas apenas acarretaria o desperdício de dinheiro público e a proliferação de favelas rurais.

[2] O artigo pode ser visto em http://www.timesonline.co.uk/article/0%2C%2C7-376133%2C00.html

FONTE: http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br

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