terça-feira, 1 de abril de 2014

Código Da Vinci, a Farsa.

Para ler em dez minutos: tudo sobre “O código Da Vinci”
Por José Miguel Cejas

Um livro fácil de ler. Um filme linear, com vilões e heróis bem estereotipados. Uma história ferozmente anticatólica. Uma trama repleta de erros e absurdos propostos como “verídicos”. Uma gigantesca campanha publicitária. A ignorância histórica, religiosa, artística e cultural de muitas pessoas. Esses são os ingredientes do “fenômeno Da Vinci”.
1. O que é o Código Da Vinci?

O livro é um best-seller norte-americano que alcançou enorme difusão graças a um marketing bem conduzido e aos pesados investimentos que nele foram feitos.

O filme, que estréia em 19 de maio de 2006 no mundo todo, é uma superprodução baseada no livro e que conserva os seus principais pontos.

2. Como foi feita a promoção do livro e, agora, a do filme?

O livro:

O livro foi alvo de extraordinários e custosos esforços publicitários – a frase não é exagerada – que incluíram:

– Entrevistas do autor nos principais meios de comunicação.

– Difusão privilegiada da obra nas livrarias (as vendas já ultrapassam a casa dos 40 milhões de exemplares e Dan Brown já embolsou 250 milhões de dólares).

– Tradução do texto para 44 idiomas.

– Sites na Internet sobre o livro e sobre o autor.

– Jogos de perguntas na Internet sobre os temas do livro.

– Fóruns de discussão na Internet bastante freqüentados.

– Promoção de novas rotas turísticas que passam pelos lugares citados no livro. Em Paris, um passeio monitorado pode custar até 100 euros.

– Realização de um filme baseado no livro.

O filme:

– Segundo as revistas especializadas, a Sony pagou cinco milhões de dólares pelos direitos da história, mais uma quantia adicional desconhecida a ser paga após a estréia do filme.

– Assim como o livro, o filme conta também com ampla e potente promoção publicitária, tendo em vista os filmes que futuramente poderão ser feitos a partir de outras obras de Brown.

– As filmagens começaram em Paris a dia 29 de junho de 2005, prosseguiram em Londres, nos estúdios Shepperton, e em diversos outros lugares da Europa. Segundo diversas fontes, a abadia de Westminister não permitiu filmagens no seu interior por considerar que o texto que serve de base para o roteiro é “teologicamente ridículo”. O mesmo foi feito pelas igrejas parisienses de São Sulpício e Nossa Senhora das Graças. Nenhuma catedral, católica ou protestante, permitiu rodagens nas suas instalações.

– Um dos elementos dessa operação comercial em larga escala – que espera obter uma arrecadação astronômica – é gerar uma conveniente polêmica religiosa. Quanto mais se fale e se discuta sobre o filme, mais publicidade gratuita ele ganhará. “Se você quer que falem do seu filme” – afirmava Baran, encarregado de relações públicas de vários filmes escandalosos – “deve permitir que se diga de tudo”.

– Mas nem toda a controvérsia é útil: especialmente se for uma controvérsia que mostre como O Código Da Vinci é radicalmente anticristão e, particularmente, anticatólico.

– O ideal da promoção seria criar um clima de expectativa, de “filme que é preciso ver”, apresentando o produto como “moderado”, e assim poder “fisgar” os católicos mais desavisados.

– Com seus ataques ao catolicismo, Dan Brown provocou muitas e intensas reações de repúdio, e os promotores do filme parecem estar bem conscientes disso. Por isso, o que é preciso fazer perante certos setores da opinião pública é “maquiar” o tom agressivamente anticatólico, tentando fazer cair no esquecimento a agressão à sensibilidade religiosa de milhões de pessoas que o livro cometeu.

– Trata-se de uma estratégia difícil, pois os produtores da Sony não deram a menor atenção aos pedidos de diversas organizações cristãs para que o roteiro respeitasse a história real do cristianismo e a boa fama de diversas instituições da Igreja.

– Pelo contrário: “A minha maior preocupação” – disse Geoffrey Ammer, presidente de marketing da Sony Pictures – “é que o filme seja interessante, e tão fiel ao livro quanto possível”.

– Segundo Barbara Nicolosi, diretora de uma organização de cristãos em Hollywood, eles estão tentando fazer com que o mesmo público de A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, passe pelas catracas para assistir a O código Da Vinci.

– Nesse sentido, os diretores da companhia de relações públicas Grace Hill Media também parecem estar seguindo o procedimento habitual: oferecer sessões prévias exclusivas para representantes de organizações cristãs, solicitando-lhes uma “assessoria” (assessoria de efeito nulo), a fim de evitar controvérsias que, nessa primeira fase de promoção comercial, prejudicariam a estratégia de divulgação.

– Trata-se de dar a impressão (e nada mais do que isso) de que os realizadores “estão dispostos a ouvir”. Há muito dinheiro em jogo: segundo a revista Forbes, o orçamento do filme foi de 100 milhões de dólares e espera-se uma arrecadação total de 450 milhões.

– No trailler, aparecem frases-isca do tipo: “Não importa o que você tenha lido, não importa no que você acredita: a viagem está apenas começando”; “O que aconteceria se as obras de arte mais importantes escondessem um segredo capaz de mudar para sempre a História da Humanidade?”.

– Isso explicaria porque John Calley, co-produtor do filme, chegou a apresentar O Código Da Vinci como uma obra “moderadamente anti-católica”(!), e a fazer afirmações do tipo: “Como livro de História, é extraordinário. E como exploração da evolução de uma religião em concreto, também o é”.

– A data de estréia do filme já estava prevista desde agosto de 2005: será no dia 19 de maio de 2006.

– Segundo informes publicitários, John Calley firmou um polpudo acordo com os representantes de Dan Brown, ficando acertada a contratação Ron Howard, Brian Grazer e Goulds para a execução do projeto cinematográfico.

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Ficha técnica do filme

Produção: Columbia Pictures (EUA)
Diretor: Ron Howard
Atores:

Robert Langdon (o professor americano): Tom Hanks
Sophie Neveu (sua ajudante nas investigações): Audrey Tautou
Bezu Fache (o policial): Jean Reno
Bispo Aringarosa: Alfred Molina
Silas (o assassino): Paul Bettany

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– Em algumas páginas da Internet aparecem sinopses do filme que citam nomes de pessoas e de instituições da Igreja apenas para fins comerciais. Um exemplo: “O curador do Louvre é assassinado, mas antes de morrer deixa para a sua neta uma série de pistas que a levarão ao Santo Graal, a fim de evitar que caia nas mãos do Opus Dei”.

3. Qual é a postura ideológica do Código?

– Explícita e fortemente anticatólica. É precisamente essa postura que explica, em grande parte, o sucesso comercial do livro.

– A realidade da Igreja Católica é deliberadamente deformada, a ponto de ficar irreconhecível.

4. Qual é o “grande argumento, a grande tese” de Dan Brown?

– Brown afirma que toda a História do Cristianismo foi manipulada e “escrita pelos vencedores”; concretamente, pelo “partido de Pedro” (São Pedro), que eliminou o “feminino sagrado” da mensagem de Jesus.

– Para demonstrar a sua tese, o autor manipula a História e a mensagem de Jesus Cristo.

5. A que gênero pertence o Código?

– O romance é um produto híbrido, com elementos de ação, de suspense, de terror, de investigação policial e de manifesto ideológico. O filme é anunciado como sendo um thriller.

– O código da Vinci não é um romance histórico, já que não se baseia na História nem em fatos documentados: Brown vai inventando fatos, imaginando teorias e desfigurando os dados ao sabor das teses que mais lhe convêm ou que pretende defender em cada momento.

– Mistura acontecimentos imaginados com outros parcialmente reais e apresenta o resultado como sendo verídico, fruto de “sérias pesquisas históricas”.

6. Como o livro foi recebido pela crítica literária?

– Não houve nenhum crítico literário de prestígio que avaliasse positivamente o livro. A crítica culta foi demolidora para com esse produto.

7. Quais são as principais idéias defendidas pelo livro?

– O autor afirma – sem dados – que durante vinte séculos a Igreja Católica enganou toda a Humanidade a respeito de Cristo.

– Apenas os membros de uma influente ordem secreta fundada em 1099 – o Priorado de Sião – conhecem a verdadeira história de Cristo. Brown afirma que diversos gênios da humanidade foram membros do Priorado, entre eles Leonardo Da Vinci, que deixou nas suas obras a chave para a descoberta do segredo. (O único problema é que o Priorado de Sião foi, na verdade, fundado por Pierre Plantard e mais três companheiros na França a 20 de julho de 1956, séculos depois da morte de Da Vinci e dos outros supostos membros da seita. Para dar autenticidade às suas teses, Plantard e seus companheiros redigiram dois “pergaminhos” codificados. Estes pergaminhos serviriam, juntamente com uma resenha de documentos forjados depositada na Biblioteca Nacional de Paris entre 1964 e 1977 – que inclui os famosos Dossiês Secretos–, para tentar legitimar Plantard como descendente merovíngio e herdeiro do trono de França. Pierre Plantard confessou a sua fraude perante a Justiça Francesa em 1993).

– Jesus não é Deus. É um simples homem, que foi proclamado Deus, por votação, no Concílio de Nicéia (325 d.C.).

– Jesus teve uma mulher: Maria Madalena (que, segundo o autor, não foi uma pecadora: isso teria sido uma invenção da Igreja Católica).

– O Santo Graal seria Maria Madalena e não o cálice usado por Cristo na Última Ceia. A expressão “santo graal” teria a sua origem na expressão francesa sang real, “sangue real”.

– Jesus e Maria Madalena representavam a dualidade masculino-femenina (como Marte e Vênus, Ísis e Osíris).

– Afirma (sem nenhum tipo de prova: nunca cita os Evangelhos) que há evidências “reais” dessa adoração do feminino por parte dos primeiros cristãos. Dan Brown proclama que, graças ao seu livro, o mundo inteiro finalmente começa a descobrir a verdade sobre Jesus Cristo, que foi o primeiro feminista (!).

8. Qual é a trama da história?

– Começa com um assassinato. A vítima, um curador do Louvre, deixa as pistas do “Grande Segredo”.

– O simpaticíssimo casal formado por um professor americano e uma bela jovem francesa vai descobrindo as pistas do Grande Segredo, contrariando os interesses do arquivilão da história: a Igreja Católica e, dentro dela, o odioso e perverso assassino Silas (um albino, monge numerário do Opus Dei).

– No final, os dois descobrem – rapidamente, é claro – que a bela francesa é uma descendente direta de Jesus, que Jesus se casara com... Maria Madalena, e que a linhagem se foi misturando, ao longo dos séculos, com... os merovíngios (!).

– A história termina com a descoberta dos restos de Maria Madalena, enterrados precisamente embaixo da pirâmide do Louvre, no coração de Paris.

9. Em que fontes se apóia o livro?

– O livro mistura fontes conhecidas: a literatura New Age, a literatura fantástica, o livro O Enigma Sagrado (que também “casa” Jesus com Maria Madalena), etc.

– As teorias do “Sagrado Feminino” de Margaret Starbird aparecem mescladas com outras teorias gnósticas.

10. O autor fundamenta rigorosamente o que afirma, ou pelo menos cita algum estudo científico?

– Não cita nenhum estudo sério: nem científico, nem histórico, nem teológico.

– Tampouco cita fontes dignas de crédito. Suas afirmações contundentes não têm qualquer base histórica: de nenhum tipo.

11. Então por que o livro teve tanto êxito junto ao grande público?

Algumas das possíveis razões podem ser as seguintes:

– O autor consegue fazer com que os leitores – que na grande maioria sabem pouco de História – acreditem que ele está contando a verdadeira história do cristianismo.

– Para que acreditem, oferece uma mistura de: poucos dados verdadeiros, alguns dados em parte verdadeiros e em parte falsos, e outros dados completamente falsos e inventados.

– Por fim, apresenta essa mescla como sendo a História “unanimemente aceita” por todos os historiadores (que não cita, como é óbvio).

– Toda a leitura do livro baseia-se nessa confusão, tirando proveito da ignorância de numerosos leitores em assuntos históricos e religiosos.

– O livro pretende ser mais do que uma obra de ficção, pretende ser uma fonte de conhecimentos históricos. Logo no começo do livro, o autor afirma: “Todas as descrições de obras de arte, arquitetura, documentos e rituais secretos descritos neste romance correspondem rigorosamente à realidade”.

– Parte do seu êxito talvez se deva a uma insinuação que faz – sempre muito dissimulada – no sentido de que o uso libertário e desordenado do sexo é algo místico e elevado.

12. Quer dizer então que o livro não vale nada?

– Do ponto de vista literário, histórico, etc... não vale nada mesmo. E são muitos os críticos e leitores que dizem isso.

– Como romance de ação, também não tem lá muita qualidade...

– No entanto, “atrai” um amplo universo de leitores, porque reflete nas suas páginas o estado mental de dúvida em que vivem. Dan Brown sabe oferecer-lhes um menu de raciocínios bem simples e acessíveis, que lhes permitem fingir altas especulações.

– Aos poucos, conforme a trama se desenvolve, procura convencer o leitor de que, se duvidar da sua fé (sobretudo se for a fé católica) e acreditar no que o autor lhe diz, acabará descobrindo os grandes segredos que a Igreja ocultou durante muitos séculos.

– O estilo de vida que Brown propõe aos seus leitores – sobretudo leitoras, já que o livro se dirige especialmente ao público feminino – é politicamente correto e muito de acordo com uma certa mentalidade atual: não se trata de livrar-se de Jesus, mas simplesmente de “reinventá-lo”.

– Uma das suas grandes propostas é a de que é preciso libertar-se da moral que a Igreja Católica ensina. (É curioso: as outras igrejas cristãs parecem não existir...)

13. Como se estabelece, no caso do Código, o chamado “pacto entre o livro e o leitor”?

– Uma pessoa medianamente culta não consegue estabelecer nenhum pacto de leitura com um livro como esse: não pode aceitar que o autor invente uma História à sua maneira, para depois tirar conclusões “históricas”, por mais interessantes que sejam. Isso é caçoar da História.

– Além disso, o livro está repleto de erros históricos, geográficos, culturais, artísticos e de muitos outros tipos. Mas para uma grande massa de leitores isso não tem a menor importância, pois desconhecem grande parte da História e da Geografia, e ignoram também muitos aspectos da sua própria cultura.

– O livro alimenta o leitor com preconceitos anticatólicos, dando-lhe assim uma reconfortante sensação de superioridade: reforça os preconceitos que já tem e o induz a achar que, quanto mais duvide, mais sábio será..., contanto que acredite piamente no que Dan Brown diz (e só porque é Dan Brown quem o diz).

14. Quais são os outros pontos do livro que podem ter ajudado nas vendas?

– O texto fomenta o receio perante as religiões em geral, em sintonia com a atual “cultura da suspeita e da denúncia”. A proposta é a seguinte: se uma instituição qualquer se apresenta como boa e parece dedicar-se a fazer o bem, então necessariamente deve ser má; vejamos o que há por trás dela, descubramos toda a corrupção que está escondendo, porque não tem outra saída senão encobrir.

– O autor propõe um repúdio frontal à Igreja Católica e à sua autoridade.

– É um livro fácil de ler: tem 105 capítulos curtos, com se fossem cenas prontas para serem adaptadas ao cinema.

– Tanto a ambientação como a trama são elementares: é isso o que a grande massa de leitores quer.

– A caracterização das situações também é simples, elementar e convencional.

– A ambientação é mínima – trata-se de um produto de consumo – e contém numerosos erros geográficos, e não somente no que se refere à Espanha (país que aliás não parece ser dos mais simpáticos para Brown, que em outro livro vitupera a cidade de Sevilha). Muitos críticos perguntam: o que a Espanha terá feito a Brown para que ficasse assim tão bravo?

– Há personagens maus e super-maus, que enfrentam os super-bons e os super-espertos (o casal convencional formado pelo americano esperto e pela francesa bonita); há também alguns – poucos – personagens mais ou menos neutros.

– A grande vilã é a Igreja Católica em geral.

– O pior dos maus – o super-perverso, a besta negra – é Silas, um monge numerário do Opus Dei (não existem monges no Opus Dei, mas Brown parece não ligar para isso, dado o seu habitual desinteresse pela exatidão e pela verdade).

– Silas é um albino com olhos avermelhados e com um passado sujo: seu pai era um bem-nutrido estivador que lhe batia quando era pequeno; como era de prever com o passar dos anos, Silas um dia torceu o pescoço de um estivador que lhe lembrava o pai, e por isso foi parar numa cadeia... em Andorra.

– Saiu da cadeia graças a um oportuno terremoto (em Andorra!), e depois ficou vagando pelo mundo. Mais tarde tornou-se bom, e depois mau, e recomeçou a matar, matar e matar...

15. Que conclusões o leitor é induzido a tirar sobre a Igreja Católica depois de ler o livro?

Muitos leitores que não conhecem a verdadeira História da Igreja podem vir a tirar as seguintes conclusões:

– Todos os homens lúcidos da História não crêem no que as suas respectivas religiões lhes ensinam.

– A pérfida e hipermalvada Igreja Católica – a quem o autor atribui milhares de crimes de todo tipo – está totalmente corrompida, como aliás esteve desde o princípio.

– A Igreja Católica é uma grande assassina – afirma o livro –, que matou incessantemente para ocultar as suas origens.

– A Igreja Católica é um grande aparelho histórico de repressão antifeminista: não passa de uma montagem do Imperador Constantino.

16. Existe alguma coisa positiva no fenômeno Código Da Vinci?

– O romance não teria muita importância se não fosse pelo barulho que provocou, graças à poderosa campanha comercial e publicitária criada em torno dele. Também ficou claro que há muitas pessoas que se interessam por Jesus Cristo, pelos primeiros cristãos, pela Igreja, pelo sentido da vida, etc.

– Esse fenômeno manifesta de forma patente a grande ignorância religiosa de um grande número de cristãos, fruto de décadas de catequese muito deficiente.

– Até agora, muitos católicos – os que vão à Missa regularmente, por exemplo – tendiam a pensar que seus contemporâneos sabiam pelo menos alguma coisa do Evangelho, apesar de esse tema nunca (ou quase nunca) ser citado nos meios de comunicação.

– Mas como poderiam saber? Ressoa aqui o eco das palavras de São Paulo: ninguém pode conhecer a Cristo se não houver alguém que lhe fale de Cristo.

– É justamente por causa dessa ignorância generalizada que muitas pessoas hoje em dia aceitam – de um modo ou de outro – inverdades históricas, artísticas, religiosas e culturais do tipo das propaladas por Dan Brown, e que servem de base para o filme.

– Para todos os que amam a verdade – e de modo especial para os cristãos –, esse livro mostra como é grave e urgente a necessidade de que as verdades históricas e as verdades da fé sejam transmitidas de uma forma amena, simples e atraente (a mesma que usou Brown para transmitir o seu pobre conteúdo).

– Este episódio todo recorda aos cristãos qual deve ser uma das prioridades na Nova Evangelização: falar de Cristo e da mensagem evangélica de um modo compreensível para todos, com uma doutrina solidamente fundamentada na História e na Teologia, e sem supor que já saibam muita coisa.


Fonte: Biblioteca Almudí
Tradução: Quadrante

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