sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

"Santo" Mandela: terrorista marxista e assassino confesso.

"Muitas das vítimas estão mutiladas de forma tão grave que ainda não foi possível identificá-las." - General Mike Gedenhuys, a um jornalista da BBC no rescaldo do ataque terrorista de Church Street

O burburim «midiático» em torno do recente falecimento de Nelson Mandela é por si só um exemplo demonstrativo da época delirante em que vivemos. Os exércitos bem pensantes do politicamente correcto têm neste momento as suas máquinas de propaganda a trabalhar em velocidade máxima, coadjuvadas por «comentadores» e «analistas» que em muitos casos nunca deram um tiro na vida nem ouviram uma explosão a sério, mas que agora tentam dar lições a todos sobre a «resistência armada» ao regime do apartheid encetada pelo Congresso Nacional Africano (CNA) e por Nelson Mandela durante décadas.

O "santo" Nelson Mandela e o CNA mataram inocentes e não foram poucos. Um dos exemplos mais tristes desta matança foi o infame ataque terrorista de Church Street em Pretoria a 20 de Maio de 1983, cometido pelo braço armado do CNA, o Umkhonto we Sizew e do qual resultaram 19 mortos e mais de 200 feridos, a maioria dos quais civis inocentes. Este ataque foi levado a cabo por um carro-bomba que detonou por volta das 16:30 de uma sexta-feira em Church Street. O alvo do ataque foi o quartel-general da Força Aérea Sul-Africana, um alvo militar portanto, algo legítimo numa luta de resistência armada. O que não foi, não é, nem pode ser legítimo e viola as próprias leis da guerra é o facto do CNA ter ordenado que o ataque fosse executado em plena hora de ponta, quando a rua estava apinhada de civis inocentes, brancos e negros. Esta reportagem da BBC emitida na altura descreve o horror do mesmo:

«Uma grande coluna de fumo ergueu-se centenas de metros no ar enquanto os estilhaços e os corpos ficaram espalhados à volta dolocal da explosão.

Sabe-se que a bomba foi colocada num Alfa Romeo azul, à porta do prédio de vários andares que alberga o quartel-general da Força Aérea.

Explodiu no auge da hora de ponta da cidade enquanto centenas de pessoas estavam a sair do trabalho para irem de fim-de-semana.

Vidro e metal foram catapultados no ar enquanto as montras das lojas e as janelas rebentaram.

Muitos dos que estavam nas imediações do local tiveram membros amputados pelos estilhaços. Outros sangraram até à morte.»[1]

Não será terrorismo colocar um carro-bomba numa rua apinhada de civis em hora de ponta, sabendo-se que muitos eventualmente serão colhidos pela explosão e mortos ou mutilados pela mesma? Não constitui isto um crime de guerra? Os moralistas bem pensantes do politicamente correcto que tanto defendem Mandela e o CNA poderiam explicar isto?

Então e a profunda amizade e o compadrio existente entre Nelson Mandela e Robert Mugabe, Muammar Gaddafi, Fidel Castro, entre outros escroques do mesmo género, isso também constitui um exemplo do tal «humanismo exemplar» e «democrático» que tanto apontam a Mandela? Ficam aqui estas questões para que as cabeças bem pensantes dos idiotas úteis que tropeçarem neste texto possam reflectir um pouco.
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Notas:
[1] 1983: Car Bomb in South Africa Kills 16, BBC, 1983/05/20. Link: http://news.bbc.co.uk/onthisday/hi/dates/stories/may/20/newsid_4326000/4326975.stm

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