sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Falta de pai produz criminosos e vadias (desmascarando o mito de que pobreza gera a criminalidade)..

Criminalidade e feminismo

Médico especializado em Psiquiatria do Adolescente pela Universidade de Paris XI
Ninguém nasce gostando de trabalhar. O gosto pelo trabalho só nasce depois que o adolescente é “obrigado” a trabalhar.  Mas, hoje, por causa da legislação de inspiração feminista (“contra os homens truculentos”), não se pode mais colocar os adolescentes para trabalhar.  Também não se pode mais corrigi-los, tudo em nome do feminismo “anti-macho-truculento” (“acho um absurdo aqueles pais, homens,  que batem nos filhos”). Então, por causa deste feminismo, não podemos mais corrigir os adolescentes truculentos ou preguiçosos (como  quase todo adolescente é durante determinada fase de sua vida ).
Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente -  ou seja, uma mente que só quer “curtir”, festas, sexo, agitação, aventura, experimentar novas sensações,  gangues, “disputa por quem faz mais coisa errada”,  comportamento sem compromisso, sem respeito à hierarquia, etc.
Esta historiazinha feminista de que “esporte” corrige isto, capoeira, “discussão sobre sexo e drogas”, “diálogo com os pais”, etc, é pura balela. O que modifica , de facto, uma mente adolescente, é a obrigação de trabalhar ou ocupar-se com algo útil, obrigação de aceitar ordens, obedecer hierarquias, disciplinar seus impulsos agressivos, aventureiros, sexuais. 
Esta “obrigação” é contrabalanceada,  nas famílias saudáveis (que quase não existem mais ), pelo amor ao pai (outro cuja autoridade e presença é descartada na família feminista de hoje). É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”. Já as mulheres modernas de hoje, as feministas, trabalham o tempo todo para tirar esta “autoridade” do homem, julgando-a machista e truculenta.
As mães, de modo geral, não conseguem instalar este mecanismo “disciplinar-laboral” na mente do adolescente. No máximo, uma mãe diz : “meu filho, vá trabalhar, vá estudar”. Aí o adolescente retruca : “não vou não, mãe; não quero, não gosto”. E aí a mãe responde : “então tá; mas fica aqui em casa, não saia não, vá ver TV, vá jogar videogame”. A mãe não tem autoridade ou energia máscula para corrigir este adolescente; para ela, se ele ficar em casa, vendo TV e videogame já está bom demais.
O problema é que, diferentemente de sua mãe, o adolescente ou a adolescente gostam  mesmo é de rua, e aí a coisa degringola.  Já aquele que tem um pai amoroso e rígido, depois que é “forçado” a trabalhar, ocupar-se, começa a gostar, pois a maioria dos seres humanos têm um “instinto obsessivo” que os faz gostar de realizar coisas, construir, fazer coisas certinhas, ver o resultado do próprio trabalho, etc.
É um “instinto laboral” que nos faz, enquanto seres humanos, termos gosto pela realização própria. Mas só descobre isto quem é obrigado a trabalhar. Se a pessoa não é jogada no trabalho, nunca vai descobrir este “prazer de realizar”, prazer de ser útil, prazer de construir, prazer de fazer a diferença para algo ou para alguém.
Nossos adolescentes de hoje, premidos pelo feminismo, pela ideologia e pelas leis feministas, já não têm mais contacto com este tipo de prazer, pois são deixados a seu bel-prazer. Deixados por conta própria, só buscam o próprio prazer, e a busca do próprio prazer, além de ser destrutiva a médio prazo, é algo que não alimenta a alma e não gera a verdadeira felicidade.
Infelizes, lá no fundo, entram numa busca cada vez mais frenética e arriscada pelo prazer, pela aventura, mas nunca alcançarão a verdadeira paz e a verdadeira felicidade com isto.
Sem ter o que fazer, os adolescentes enveredam-se pelo crime e a sociedade, sem vislumbrar solução para isto, parte para a correção na base da bala (sabe que “consultórios de psicologia” não resolvem isto; sabe que “centros  e programas governamentais para o adolescente” não resolvem isto; sabe que “aulas de capoeira”, de sexo, de drogas,  não resolvem isto; sabe que “juízes de menores e assistentes sociais passando a mão na cabeça deles e dizendo : “não faça isto , é errado, é feio”, não resolve isto; sabem que este tal de Estatuto do Adolescente não resolve isto ).
Daí surgem os grupos de extermínio, aumento de homicídios, para “corrigir” a invasão de zumbis (drogados) e adolescentes criminosos para todo  lado.   
* * * * * * *
Uma comentadora feminista, provavelmente perturbada pelo facto da ciência psicológica mostrar que as crianças geradas segundo o modelo feminista são mais  susceptíveis de ter problemas sociais (tal como era suposto acontecer), deixou na caixa de comentários o tradicional rol de mentiras feministas que eu gostaria de comentar a seguir.
Para maior comodidade, aconselho que se leia o comentário dela por inteiro antes de avançar com as minhas respostas.


A resposta da Rosalmos23 é a típica resposta feminista a um problema sério e grave: a propositada destruição da família por parte das feminazis. Vejamos os seus "argumentos":
Um médico 'especializado' em psiquiatria do adolescente, que não tendo nada de útil, nenhuma proposta para a juventude se apoia na misoginia e no sexismo para denegrir o feminismo.
O texto diz: "Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente". Se isto não é uma proposta útil, então o que é? E também não deixa de ser curioso que a Rosalmos23 coloque "especializado" entre parentes quando ele é mesmo isso que ela coloca entre parentes. Ou será que ele perde a sua autoridade profissional mal aponta o seu dedo profissional aos males sociais que o feminismo causa?
Segundo: pelo que se sabe, não é crime "denegrir o feminismo" portanto não se entende de que forma é que esta linha de pensamento invalida o que o profissional alega.
Terceiro: enumerar as consequências lógicas da agenda feminista não é "misoginia" (ódio às mulheres) e nem "sexismo" (seja lá o que isso for na cabeça da Rosalmos23). Associar o feminismo com as mulheres é análogo a confundir nazis com os alemães, ou os brancos com o KKK. Atacar o nazismo não é um ataque aos alemães, da mesma forma que atacar o KKK não é um ataque aos brancos, e atacar o feminismo não é atacar as mulheres.
Naturalmente o 'especialista' baliza seu modelo de psiquiatria do adolescente nos ultrapassados moldes hierárquico-patriarcal, onde a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal.
Ele baseia-se na realidade empírica que uma família sem a figura paterna é mais susceptível de gerar filhos disfuncionais. Isto ou é verdade ou é mentira.




O Dr. Marcelo afirma que a figura paterna é importante para os filhos na medida em que uma má relação com ele (ou uma não-existente relação) torna a criança mais susceptível de olhar com desconfiança para outras figuras de autoridade. Como diz o Dr Marcelo, "É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”." Em lugar algum o Dr. Marcelo afirma que "a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal".
E é claro, que justificar o seu modelo, a figura da mãe (da mulher) é apresentada como frágil e sem autoridade e o feminismo a causa de todos os males.
Não é que a mãe não tenha autoridade, mas sim que os adolescentes são mais susceptíveis de desobedecer às mães do que aos pais. A partir duma certa idade qualquer criança sabe que basta apelar às emoções e à chantagem emocional para obter da mãe aquilo que não conseque obter do pai. Isto não é "fraqueza" ou "fragilidade" da mãe, mas sim 1) a percepção que o adolescente tem da mãe e do pai, e 2) a natural empatia das mães pelos filhos que lhes tornam menos dispostas a discipliná-los.
mas Mães vem criando filhos sózinhas por esse mundo afora e tem formado cidadãos de bem.
Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.
Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o factor das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.
Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.
Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.
Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.
Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.

A tradicional resposta feminista à estes factos é pegar num exemplo da sua vida pessoal, onde uma mãe solteira conseguiu educar uma ou mais crianças de modo que estas se tenham tornado cidadãos produtivos dentro da sociedade (graças a Deus), e extrapolar isso para o resto do  mundo. O que as Rosalmos23 deste mundo não entendem é que os exemplos das suas vidas pessoais, embora válidos para elas, são irrelevantes para o grande esquema social.
Para se ver o ridículo do argumento "ah, mas eu conheço uma pessoa que..", veja-se a seguinte alegação: se eu disser que a classe média de Lisboa está a passar por dificuldades económicas devido às medidas de austeridade, será que este argumento é falsificado se alguém responder "eu conheço alguém da classe média de Lisboa que não está a passar dificuldade"?
Do mesmo modo, mesmo que a Rosalmos23 conheça 100 pessoas que tenham sido educadas por uma mãe solteira, e que posteriormente se tenham tornado indivíduos sem problemas emocionais ou problemas com a lei, isso não invalida o argumento base: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de ter problemas legais, sociais e psicológicos.
Famílias patriarcais tem criado filhos e muitos deles se desviam do caminho do bem.
Ninguém alegou que todas as famílias onde existe uma figura paterna geram filhos com uma forma de pensar normal e aconselhável (a evidência disso é o facto de muitas feministas terem sido educadas dentro duma família natural, mas pensarem as asneiras que pensam). A alegação do Dr Marcelo é que a falta duma figura paterna aumenta as probabilidades dos adolescentes de envolverem em actividades criminosas.
Nem as mães, nem as mulheres e nem o feminismo são culpados pela violência
Sem dúvida que o feminismo é responsável pelo aumento da violência visto que o feminismo promove a dissolução das famílias (remoção da figura paterna), o que aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em actividades marginais:
"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)
"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).
Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais.

A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social
.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ou seja, o movimento feminista é usado pelo aparelho de Estado para destruir a família, de modo a que a mesma entidade que financia o feminismo possa ocupar o papel paterno dentro da família, e "resolver" os problemas que ele mesmo criou. O feminismo é portanto co-responsável pelo aumento da criminalidade e delinquência.
isso é uma análise frívola das verdadeiras causas: o capitalismo selvagem,
Não sei o que é o "capitalismo selvagem", mas provavelmente deve ser a nova versão de "capitalismo", consequência directa das actividades esquerdistas levadas a cabo nos últimos 30/40 anos. Essencialmente, o que aconteceu é que os esquerdistas aperceberam-se que nunca conseguiriam destruir o capitalismo - por diversas razões, uma delas sendo o facto deste estar fortemente impregnado e estabelecido no mundo ocidental. Incapazes de destruí-lo, os esquerdistas infiltraram-se dentro do sistema e perverteram-no a partir do seu interior. Este novo "capitalismo" tornou-se, de facto, selvagem, desumano, violento e brutal. O que os esquerdistas não aceitam é que este novo capitalismo seja invenção sua.
a corrupção das classes dominantes
Rockefeller? George Soros? Ford Foundation? A família Rothschild? Bilderberg? Certamente que esta feminista nunca citará nenhuma destas organizações como "classe dominante corrupta" porque muitos deles são firmes apoiantes da agenda feminista.
Representantes da Igreja Católica afirmaram recentemente perante o governo que organizações estrangeiras com uma agenda aborcionista estão a pressionar os países sul-americanos de modo a que estes possam legalizar a práctica mortífera. Numa iniciativa inspirada na agenda de controle populacional da Fundação Rockefeller, e em outras organizações abastadas, o Senado está a considerar uma proposta de lei que visa eliminar as penais criminais impostas sobre o aborto. Uma representante da "Family and Life Ministry" da "Uruguayan Episcopal Conference", Gabriela Lopez, afirmou o seguinte perante o comité senatorial em torno da Saúde Pública:
Hoje em dia, muito poucas pessoas continuam na ignorância em torno da existência de interesses internacionais que visam impor o aborto nos países. Existem fundações internacionais por trás destas pressões - tais como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e muitas outras . . . que olham para o crescimento populacional como um problema de segurança.
A raiva feminista contra a "corrupção das classes dominates" é uma raiva selectiva; só é válida para os grandes grupos ou as grandes correntes sociais que não se alinham com a agenda marxista cultural.
a cultura de violencia
Como esta?
e do individualismo nas mídias, o sucesso a qualquer preço, a impunidade na justiça, o culto à 'lei de gerson' e etc, são os males que afligem esse mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue.
Resumindo, os responsáveis pela destruição da família não são as pessoas que têm dinheiro e autoridade estatal para fazer isso mesmo (feministas), mas sim o  "mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder", etc.  O problema, obviamente, é que se as famílias fossem de facto patriarcais, hierárquicas e onde houvesse autoridade paterna, este texto nem deveria existir visto não ocorreriam os problemas que originaram as palavras do Dr Marcelo.
Portanto, seguindo a Rosalmos23, os responsáveis pela remoção da figura paterna das famílias, e consequente aumento da criminalidade, são as instituições que lutam pela presença da figura paterna dentro das família. O feminismo, que abertamente milita para a destruição da família ("A família nuclear tem que ser destruída" Linda Gordon - Feminista) não pode ser de maneira nenhuma responsabilizado por aquilo que fez e diz que quer fazer.
Isto é clássico pensamento feminista: não assumir a responsabilidade pelas suas acções.
O feminismo questiona isso e luta pelos direitos das mulheres e por uma sociedade mais justa para todos.
Este argumento é também um argumento clássico entre as feministas. Logicamente falando, ninguém são e honesto quer lutar contra a "justiça" (dentro daquilo que as pessoas normais qualificam de "justiça"). Todos nós queremos que as pessoas sejam tratadas de forma justa e honesta. Conhecedoras desta forma de pensar presente na maioria das pessoas, as feministas usam este argumento ad nauseum sempre que alguém mais informado começa a listar os vários incidentes históricos onde as feministas agiram de forma que contradiz a sua alegada busca pela igualdade.
Essencialmente, o que elas querem é definir à priori que "feminismo" = "igualdade" ou "feminismo" = "justiça, e desde logo, invalidar as feministas que abertamente lutam pela supremacia feminina. Isto, obviamente, é análogo ao argumento do genuíno escocês, aludido por Antony Flew:
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas." No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
O problema para a Rosalmos23 é que o mundo já tem informação suficiente para saber que o feminismo não luta pela "igualdade" ou pela "justiça" mas - entre outras coisas - para separar a mulher das consequências dos seus actos. As feministas não querem igualdade; as feministas querem tratamento preferencial sempre que possível (por virtude de serem mulheres), e igualdade quando lhes interessa. 
Nenhuma feminista luta pela igualdade no dinheiro investido nas doenças que afectam cada um dos sexos porque isso não lhe interessa. (Nota: a Medicina investa muito mais dinheiro na pesquisa das doenças que afectam exclusivamente as mulheres do que naquelas que afectam exclusivamente os homens. Isto, note-se, numa sociedade "feita para os homens").
Semelhantemente, nenhuma feminista luta para que sejam criadas quotas universitárias de modo a que o número de homens e mulheres seja proporcional à sua presença na sociedade uma vez que elas estão perfeitamente satisfeitas com o facto das universidades terem mais mulheres que homens (e todos sabemos o porquê disso ocorrer).
Por fim, e em mais um exemplo claro de que as feministas não querem igualdade mas sim supremacia e tratamento preferencial, nós temos informação de que existem grupos feministas que lutam para um tratamento prisional distinto para as mulheres.
Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres)
Feminismo = movimento politico criado como arma de dessestabilização social.
Mulher = condição biológica inata moralmente neutra.
Mãe = aquela que tem filhos
Das três, em lado algum vimos o Dr Marcelo a culpar as últimas duas; todos os seus argumentos dirigiram-se exclusivamente ao movimento politico com o nome de feminismo.
Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres) pela sociedade violenta, individualista em que vivemos só demonstra que o machismo está vivo e tem seus defensores entre aqueles que deveriam trabalhar pela saúde mental dos jovens
Ou seja, segundo esta feminista, quando o Dr Marcelo revela que a falta duma figura paterna - algo que o feminismo quer - aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em problemas com a lei, isso não é "trabalhar pela saúde mental dos jovens". Para a Rosalmos23, é perfeitametne aceitável identificar as causas das criminalidade juvenil, desde que essas causas não estejam minimamente relacionadas com o feminismo.
Aparentemente, só é "trabalhar pela saúde mental dos jovens" quando as causas da delinquência juvenil podem ser - de alguma forma ou outra - associadas aos "valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue."
mas só conseguem enxergar as mulheres e mulheres feministas como culpadas por esse estado de coisas e não conseguem analisar a situação da sociedade de maneira isenta
Mas foi exactamente isso que o Dr Marcelo fez: ele identificou o problema (criminalidade) e listou uma causa provável (ausência da figura paterna). Depois disso, ele fez ligação entre a ausência do pai e as ideologias que abertamente militam para a remoção do pai da família. A análise do Dr Marcelo não só está correcta, como está de acordo com o que outros pesquisadores de outros países já apuraram: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolverem em problemas com a lei.
Outra coisa a levar em conta é o entendimento do termo "isenta"; dentro do feminismo, por "isenta" entenda-se "de forma que não culpe as feministas". Segundo se sabe, quem culpa as feministas de algo (mesmo que se cite uma feminisita para demonstrar a veracidade dessa alegação) não está a ser "isento".
apenas procura um culpado e esse 'culpado' é claro, para os machistas, são as mães e as feministas.
Não são só os machistas que identificam o feminismo (e não as mães) como uma das causas do aumento da criminalidade; são vários estudos sociais levados a cabo por todo o mundo.
O feminismo nunca matou ninguem, o machismo mata todo dia.
Será?


Conclusão:

A resposta histérica da Rosalmos23 é a resposta clássica das feministas. Ela não oferece qualquer tipo de refutação aos argumentos do Dr Marcelo mas em lugar disso usa a tradicional histeria do "machismo" e do "patriarcado" para silenciar as vozes que criticam o feminismo.

O Dr Marcelo tem toda a razão no que diz: verdadeiramente, a ausência duma figura paterna pode ser o factor com mais peso no desenvolvimento emocional das crianças. Jovens rapazes que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolver em actividades criminosas.

Sabendo-se disto, e como o feminismo tem sido bem sucedido na destruição da familia natural, é perfeitamente lógico associar o feminismo com o aumento dos homicídios.

As feministas podem não gostar das conclusões, mas elas não tem como disputar os factos.
 
FONTE: 
 http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/01/criminalidade-e-feminismo.html#comment-form

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