segunda-feira, 16 de abril de 2012

Detecte uma mulher perigosa para a família e a sociedade, a inimiga pública número 01: a feminista!


O que é uma feminista patológica?

- Quer 100% do poder mas 0% da responsabilidade.

- Revolta-se contra todos os deveres de género das mulheres mas espera que os homens sejam fiéis aos seus.

- Gaba-se de não ser capaz de cozinhar ou limpar a casa (sem dúvida, um "feito notável").

- Orgulha-se mais do que não consegue fazer do que o que consegue fazer.

- Acredita que os homens e as mulheres deveriam receber exactamente o mesmo, embora os níveis de produtividade sejam distintos.

- Orgulha-se em adoptar estereótipos chauvinistas masculinos e comportamento javardo.

- Acredita que todos nós somos naturalmente andróginos.

- Acredita que o mundo seria melhor se houvessem mais mulheres nos lugares de chefia.

- Devido à insegurança que possui em torno da sua feminidade, nega todos os comportamentos de género e identifica-os como "construções sociais".

- Todos os seus relacionamentos são disfuncionais e condenados ao fracasso devido ao facto das teorias académicas entrarem em conflito com a natureza dos dois sexos.

- Equivale a feminidade com a fraqueza e a masculinidade com a força.

- Acredita que ser "forte" significa ser dominadora, inflexível, inconsiderada e pouco indulgente.

- Acredita que dedicar-se a sua carreira (escravatura do salário) é mais nobre e realizador que de dedicar-se à família (esposa/mãe).

- Valoriza mais o prestígio profissional do que o amor pessoal.

- Adia a maternidade durante anos - até a altura em que pensa "estar pronta" - só para descobrir que já não pode mais ter filhos.

- Vive para trabalhar; não trabalha para viver.

- Tem inveja das mulheres bonitas e tenta a todo o custo envergonhá-las.

- Tenta arrastar todas as mulheres para o buraco emocional que é a sua vida.

- É tipicamente lésbica ou perpétuamente solteira.

- Tenta preencher o vazio criado pelo ódio aos homens com compras, animais de estimação, doces, drogas, anti-depressivos, programas como "Sex And The City", fofoca, auto-actividades sem fim e equipamentos mecânicos para auto-gratificação sexual.

- Valoriza mais a independência solitária do que a dependência mútua.

- Nega a sua solidão ao mesmo tempo que tem a casa de banho cheia de comprimidos.

- Nunca está satisfeita, mas está sempre amarga e hostil com os homens.

- Foca-se apenas no pior que há nos homens - ao mesmo tempo que ignora tudo o que eles possuem de bom - como forma de racionalizar a sua misandria (ódio aos homens).

- Recusa ter qualquer tipo de responsabilidade pessoal e culpa os homens por todas as suas falhas.

- É extremamente egoísta, egocêntrica e auto-absorta.

- Quando se envolve nas forças militares, nos bombeiros ou nas forças policiais, exige receber a mesma remuneração que os homens recebem, embora faça testes físicos menos exigentes, seja salvaguardada de locais de maior perigo, trabalhe menos que os homens nos horários de maior criminalidade e seja mantida longe dos palcos de guerra mais sangrentos.

- Apercebe-se que os homens ocidentais estão a rejeitar as mulheres ocidentais, mas em vez de modificar o seu comportamento, tenta impedir que os homens tenham acesso a mulheres de outros países.

- O seu ego é maior que o seu coração.

- Coloca sempre as suas necessidades à frente das necessidades alheias.

- Acredita que a mulher pode ser tão promiscua como os homens, mas depois descobre chocada que os homens não gostam de mulheres promiscuas.

- Nunca se questiona sobre o que ela pode fazer pelos outros, mas sim o que os outros podem fazer por ela.

- Acredita que "o que é meu, é meu, o que é teu, é nosso".

- É sempre uma tomadora e nunca uma doadora.

- Acredita sempre que "a galinha da minha vizinha é melhor que a minha"

- Acredita que tu és responsável pela sua felicidade.

- Nega que as mulheres tenham uma atracção por homens violentos embora isso seja um facto auto-evidente.

- É uma queixinhas profissional, com licenciatura em misandria e bacharelato em complexo de vítima (mania da perseguição).

- Apela à "imunidade de vítima" sempre que possível como forma de negar ou rejeitar qualquer tipo de má conduta.

- Varia entre "forte e independente" e "vítima fraca e vulnerável" quando lhe é conveniente. A primeira é usada quando tenta justificar promoções ou acréscimo de poder. A segunda forma de pensar é usada quando alega ter sido "violada", ou vítima de "violência doméstica" ou como forma de justificar o seu comportamento criminoso.

- Não se importa em usar dualidade de critérios ideológicos, hipocrisia, inversões de lógica e contradições desde que isso jogue em seu favor e benefício.

- Combina os piores aspectos do estereótipo do comportamento masculino e feminino.

- Não quer igualdade de género mas sim supremacia feminina.

- Enquanto é jovem e bonita fica feliz por ter atenção masculina, mas quando os anos avançam e perde a sua beleza, fica chocada por descobrir que os homens continuam a gostar de mulheres jovens e bonitas.

- Os seus relacionamentos estão condenados ao fracasso desde o princípio.

- Acredita que impedir o acesso do pai aos seus próprios filhos é bom, desde que sirva os seus interesses egoístas.

- Envergonhada com o passado criminoso, violento, discriminatório e assassino do movimento feminista, inventa um novo termo ("femismo") para se distanciar das criadoras do movimento.

- Entra nos grupos de discussão masculinos como forma de encontrar homens que afirmam coisas que são rapidamente condenadas pelo resto do grupo e usa esses incidentes como representativos de todos os MRA ("Men's Rights Activists").

- Acha perfeitamente justo o ensino da misandria nas escolas públicas.

- Qualifica de "liberdade de expressão" os apelos à violência feitos pelas mulheres em relação aos homens, mas depois nega que esses apelos tenham sido feitos. Quando se confirma que os mesmos foram feitos, nega que os mesmos tenham alguma coisa a ver com o feminismo.

- Auto-qualifica-se de "defensora das mulheres", mas não condena o aborto selectivo - que mata mais mulheres o que homens - e nem defende mulheres conservadoras quando elas são vítimas de ataques provenientes de esquerdistas.

- Qualifica a civilização ocidental de "brutal" mas poucos ou nenhuns esforços faz para aliviar a genuína brutalidade a que está submetida a mulher muçulmana - e nem demonstra vontade em ir viver para outro tipo de civilização.
- Não vê problemas nenhuns em voltar os filhos contra o pai.

- Quando engravida de outro homem que não o marido, faz todos os esforços para não fazer o teste de paternidade.

- Quando o teste revela que o marido não é o pai, usa o sistema judicial para forçar o marido a suportar a criança de outro homem.

- Divorcia-se do marido - ficando com os filhos e com compensações financeiras provenientes do bolso do marido - pensando que os homens que lhe lançavam piropos no trabalho farão filas para ter encontros românticos com ela. Descobre - horrorizada - que os homens não estão interessados em mulheres que já demonstraram não ter vergonha em usar os violadores judiciais para abusar do marido.

- Depois de divorciada, vagueia de relacionamento em relacionamento (cada um mais problemático que outro), expondo as crianças a homens potencialmente perigosos e a um estilo de vida nada condigno duma mãe.

- Questiona-se se o divórcio foi uma decisão acertada, mas lembra-se que nada pode fazer em relação a isso porque o ex-marido já a trocou por outra mulher - mais nova e mais bonita que ela.

- Está destinada a morrer miserável, sem amor, sozinha (porque mais cedo ou mais tarde, os filhos apercebem-se que a mãe feminista não "joga com o baralho todo") e cheia de remorsos em relação às escolhas de vida.

FONTE: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2012/02/o-que-e-uma-feminista-patologica.html

Debate com feministas: cuidado ao argumentar com elas!

Elas dirão que você generaliza. Responda que pesquisas são feitas basicamente de generalizações, onde amostras (as maiores possíveis) são utilizadas para conclusões lógicas seguindo o método científico.

Diga que afirmações usando de Eupirismo com exemplos pessoais distorcidos por interesses próprios é que são a verdadeira generalização falha.

Derrube o mito de que as mulheres algum dia já foram oprimidas pelos homens.
Elas sempre viveram mais e melhor do que homens.

Não faziam trabalhos braçais em lavouras, minas, ou fábricas fétidas, nem muito menos morriam em guerras.

Em situações de risco, era de se esperar que homens se sacrificassem por elas.
Que opressão seria essa onde o oprimido vive mais e melhor do que o opressor, onde esse suposto opressor tinha o dever de se sacrificar pelo oprimido, e onde essas "mulheres oprimidas" eram cultuadas como belas e perfeitas por todas as formas de expressão artística (poesia, música, pintura,etc...)?

Quando elas usarem exemplos do Oriente médio, diga que vocês não vivem no meio do deserto sobre um regime teocrático. E que a referência delas está geograficamente incoerente. Diga que o povo dos camêlos perdido no meio do nada não representa absolutamente a sociedade.

Acuse-as de estarem generalizando discrepantemente (use a mesma arma delas).

Sugiro que você vá ao site do Ministério da Saúde e faça uma pesquisa por lá.
http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2010...z.htm#mort
De atenção especial aos seguintes dados:

Imprima todos os resultados e leve-os com você como prova.

Eles são referentes a 2009.

Você verá que homens que morrem de câncer de próstata (neoplasia malígna) é de 12.274 contra 11.968 de mulheres com câncer de mama. Pergunte então porque quase não há campanhas nos meios de comunicação para salvar esses homens já que o número de óbito é maior (é porque mulher não tem próstata).

Mostre que o número de mortes por homicídio de homens é mais de dez vezes superior ao de mulheres, 47.713 contra 4.265. Pergunte porque não há campanhas para proteger esses homens.

Continue com o número de óbitos por acidentes de trabalho, 2.427 homens mortos por ano contra 133 mulheres (quase vinte vezes mais), e pergunte porque será que eles são melhor remunerados.

Jogue as mazelas do sistema legal com as leis de pensão que obrigam o homem a pagar 30% da sua renda para a ex. Diga que pensão alimentícia é ajuda de custo meio-a-meio, e não aposentadoria de uma mulher que está totalmente apta para o trabalho. Quando elas se revoltarem que as mulheres devem ser protegidas, seja sarcástico "Ué! Mas o feminismo não prega total independência financeira da mulher? Porque então o homem deve sustentá-la mesmo depois do fim do casamento?"

Quando elas agirem com histeria, e elas vão fazer isso, diga calmamente em voz firme e monotônica que aquilo é um debate sério e não há espaço para xiliques histéricos.
Se elas não pararem e te atacarem com ofensas pessoais, e elas vão fazer isso, você diz que agressão verbal é prova de cabal de total falta de argumentação e ameace se retirar. Se a situação realmente ficar histérica. Se levante calmamente e vá embora.
Você ganhou a discussão.

Pois elas nunca irão ceder, e seu objetivo não era convencê-las mas expô-las como uma farsa estúpida para a audiência.

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