domingo, 6 de novembro de 2011

Intercessão dos Santos.


E as objeções contra a intercessão dos santos?


Se há uma doutrina atacada pela subjetividade dos nossos irmãos separados essa é a intercessão dos santos. Segundo eles, a Igreja passou a crer na intercessão por influência do Paganismo.

Todavia, ao contrário do que pensam os irmãos separados, essa santa doutrina não se baseia num princípio pagão, mas sim num princípio cristão, o da comunhão dos santos, o qual nos garante que somos enxertados em Cristo. Segundo o próprio Jesus (Jo 15,5), Ele é a videira e nós os ramos. Se nós somos os ramos, como de fato o somos, isso significa dizer que em todos nós cristãos corre a seiva do mesmo sangue derramado por Cristo na cruz. Somos, portanto, todos irmãos e todos precisamos nos preocupar com o outro. São Paulo reforça essa noção em 1Cor 12, em que ele compara-nos aos membros de um corpo e em Rom 12,5 em que ele diz que somos membros do corpo de Cristo e, por isso, todos nós cristãos estamos ligados uns aos outros. Por isso, em 1Tm 2,1-3, por exemplo, o apóstolo dos gentios recomenda que intercedamos uns pelos outros e acrescenta: “porque isto é bom e agradável aos olhos de Deus.” (veja também Mt 5,44; Ef 6,18.19; Col 1,9; Hb 13,18). Com base nisso, o Cristianismo, guiado pelo Espírito Santo, sempre entendeu que há um profundo laço que une todos os cristãos e que nem mesmo a morte pode rompê-lo. Portanto, desde o seu início o Cristianismo entendeu que a comunhão dos santos existe na terra e se estende para o além da vida. Essa comunhão de forma alguma pode limitar-se apenas a esta vida. E não há nada na Sagrada Escritura que afirme o contrário. Então, não há nada de Paganismo nessa santa doutrina católica.

Não conformados com isso, os irmãos separados erguem um falso castelo com os seguintes argumentos:

1- a Bíblia não fala na intercessão dos santos;

2- eles não intercedem porque senão seriam infelizes, uma vez que estariam preocupados com os problemas da terra;

3- há um só mediador (2Tm 2,5), logo, só Cristo é o intercessor, e sendo assim, nenhum santo pode interceder;

4- Jesus disse que toda oração deve ser feita em nome dEle (Jo 16,23), não em nome dos santos;

5- os santos não sabem de nada do que acontece na terra. (e alguns deles fundamentam essa assertiva apelando para textos como Sl 6,6; Ecle 9,5 e Is 38,18.19);

6- Não podemos dirigir nossa orações aos santos porque isso caracteriza evocação dos
mortos, que é condenada na Bíblia (Lv 20, 6 – 27; Dt 18, 9-14)..

7- os santos não são oniscientes. Logo, não podem atender aos pedidos que lhes são feitos.

8- Os mortos estão no tempo Chronos. Só Deus trabalha no tempo Kairos. Kairos é o “tempo de Deus”, enquanto o Chronos é o “tempo dos homens”. Só Deus trabalha no Kairos porque só Ele tem o atributo da Onisciência, um atributo que pertence unicamente aquele que não tem início e nem fim, àquele que existe de eternidade em eternidade. Mesmo no Paraíso, os mortos (incluindo os tais “santos”) continuam “presos” no tempo Chronos. Isto significa que eles não têm tempo para ficar rezando por todo mundo que pede a intercessão deles. Não é coincidência que, no Céu, a Bíblia relata apenas dois intercessores nossos (Jesus e o Espírito Santo), e ambos trabalham no tempo Kairos.

9- A intercessão de Cristo não se trata de uma oração que ele faz, mas da abertura do livre acesso ao Pai, realizada por ele na cruz (ver 1Tm 2,5). Mt 27,51 esclarece-nos isso: o véu rasgado e mencionado aí em Mateus, separava o Lugar Santo do Santo dos santos, no templo de Jerusalém. Mas com a morte de Cristo na cruz, o véu foi rasgado ao meio, significando que um novo e vivo caminho para a presença de Deus estava aberto. Nada mais nos impede de chegarmos ao Pai! Temos livre acesso a Ele mediante a morte redentora de Cristo!!! Não precisamos passar por santo nenhum para isso! O véu que separava já não separa mais!!! (ver também Hb 10,19-20). Em Jo 16,26.27, Cristo diz uma coisa curiosa: “Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai. Porque o mesmo Pai vos ama... ” Ora, se nem o próprio Cristo ora por nós, como é que os santos mortos podem fazer isso? Isso significa dizer que agora, depois da morte de Cristo, ele sai de cena e nos permite o livre acesso ao Pai. Portanto, para chegar a chegar a Deus ninguém precisa pedir algo aos santos.

Enfim, fica provado que:

a) Cristo não ora por nós;
b) O sentido da intercessão de Cristo é a OBRA de mediação (ou abertura do livre acesso) que ele fez beneficiando a humanidade;
c) Cristo é o ÚNICO que pode fazer isso;
d) Cristo é o nosso ÚNICO e SUFICIENTE intercessor;
e) Logo, santo nenhum pode interceder por nós.

Analisemos cada argumento desse e vejamos a sustentabilidade desse castelo doutrinal protestante:

1) A Bíblia não fala na intercessão dos santos.

R: Começamos nossa resposta a esse argumento, perguntando: Será mesmo que a Bíblia não fala em intercessão dos santos? A primeira observação que fazemos antes de entrarmos nos textos bíblicos é: em lugar algum da Santa Bíblia se diz que os santos não intercedem por nós. Creio que isso basta para desmontar todo o castelo protestante contra a intercessão dos servos féis do Senhor, pois se para eles a Bíblia é mesmo a única regra de fé, como garantem, por que, então, eles creem em algo que a Bíblia jamais negou? Onde está na Bíblia Deus condenando a intercessão dos santos? Onde a Bíblia diz que os santos não intercedem por nós? A crença protestante da negação dessa realidade é fruto tão somente da subjetividade extrabíblica deles e não tem o menor apoio na sagrada palavra escrita de Deus. E os textos citados nos outros argumentos, como veremos, não afirmam nada disso do que pretendem.
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Em diversos momentos da Sagrada Escritura Deus nos mostra o valor da intercessão dos seus servos, os santos. Veja, por exemplo: em Gn 18,23-33, Abraão consegue até aplacar a fúria do Senhor. No entanto, Deus em nenhum momento rejeita a sua intercessão. Ao contrário, vai cedendo ao pedido do patriarca.
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Em 1Rs 2,13-21, mostra-nos a Sagrada Escritura que Adonias foi pedir a intercessão da mãe do rei Salomão. Embora não pensasse ser impossível chegar ao rei, no entanto, contando com a petição de sua mãe, ele notou que ficaria ainda mais fácil.
Em Caná da Galileia, Cristo aceitou a intercessão de Maria e atendeu o seu pedido (Jo 2,1-12); em Mt 15, 21-28, aceitou a intercessão da Cananeia pagã em favor de sua filha ausente e realizou o seu pedido; aceitou a intercessão do centurião romano (em Lc 7,7) em favor de um empregado e atendeu o seu pedido. Os chefes judeus intercederam em favor do centurião e o Mestre de Nazaré simplesmente acatou a solicitação em vez de rejeitar. A verdade é que em algumas dessas passagens, o Senhor até elogiou os intermediários por causa da fé.
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No livro de Jó, no capítulo 42, Deus diz a Elifaz, o temanita, que está irado com o erro dele e solicita-o que vá a Jó para que Jó INTERCEDA por ele. Ora, estava diante de Elifaz o próprio Deus, mas por que, então, o Senhor pede para que Elifaz vá a Jó em vez de perdoá-lo diretamente?
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É claro que Deus pode agir diretamente, e muitas vezes Ele fez e faz isso. Só que muitas outras vezes Ele também age através de intermediários. São Paulo e São Pedro, por exemplo, não só intercediam pelos outros como também conseguiam de Deus favores para os outros. São Lucas relata nos Atos dos apóstolos diversos casos de Deus curando por intermédio dos seus apóstolos (basta vermos At 3,1; 5,15; 19,11.12). É claro que não vamos concluir daí que Deus só pode agir por intermediários. É claro que não. Mas isso significa que o Senhor quer nos favorecer em alguns casos pela ajuda dos irmãos. Tudo isso para cada vez mais nos unir no único corpo, que é a Igreja. A questão é que o Senhor deseja que todos, sem exceção, mesmo pós-morte, estejamos unidos, isto é, em comunhão entre nós na maravilhosa cabeça, que é Cristo.
E não há nenhum versículo da Sagrada Escritura que afirme que após a morte dos servos fieis do Senhor, a comunhão é rompida. Ao invés disso, em 1 Cor 13,8, São Paulo dirá que o amor nunca acaba. Em Romanos 8,38.39, o mesmo apóstolo dirá que nada nos separará do amor de Cristo, nem mesmo a morte. Ora, se a morte não consegue romper o amor, é porque ele ultrapassa as suas barreiras. Portanto, a morte não é capaz de eliminar o laço de comunhão que une todos os cristãos na videira, que é Cristo. Sendo assim, mesmo após a morte continuaremos como ramos da videira, que é Jesus, e obviamente continuaremos nos preocupando uns com os outros e, evidentemente, intercedendo uns pelos outros.
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Uma outra coisa inconteste na Sagrada Escritura é que ainda que todos tenhamos a autoridade de interceder uns pelos outros, a retidão e a santidade do intercessor aumenta o seu poder de súplica. (Confirmamos isso, por exemplo, em 2Cron 6,29.30; Sl 31(32),6; Prov 15,8.29; 28,9; Dn 9,21-23; 1Pd 3,12). Em Tg 5,16, Deus chega a dizer que a oração do justo tem grande poder, grande eficácia.
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Sei que os irmãos protestantes argumentarão que esses textos mencionam a intercessão na terra e nos cobrarão passagens em que se fale da intercessão no além, pós-morte. Mas aqui convém perguntarmos: será que a Bíblia não fala mesmo em intercessão pós-morte? Será que após a morte a comunhão é rompida? Já vimos que não, a morte não rompe a comunhão que une os fiéis.

Vejamos alguns textos que ajudam a confirmar essa nossa assertiva:
Dois textos destacam-se quanto a esse assunto: um é de Lucas 16,19-31 e outro é de Apocalipse 6,9-11:
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Pois bem:

Quanto à história do rico e Lázaro em Lc 16, 19-31 observemos que:

- Abraão, o rico e Lázaro estão conscientes pós-morte (v.22, 24 e 25);

- o rico pede a Pai Abraão, não diretamente a Deus (v.24);

- o rico intercede por ele mesmo (v.24);

- o rico se lembra de todos os seus irmãos (ainda vivos na terra) e intercede por eles (v.27 e 28);

- o rico sabe que seus irmãos ainda não se converteram (v.28);

- Abraão sabe como era a vida do rico e de Lázaro quando estavam na terra e também sabe de Moisés e dos profetas (recordemos que Moisés e os profetas só surgiram séculos depois da morte de Abraão). Tudo isso demonstra que ele sabe do que acontece na terra mesmo após a sua morte (v.25 e 29);

- se o rico no inferno intercede, por que razão Lázaro no seio de Abraão não poderia interceder? Será um salvo mais egoísta e miserável que um réprobo?
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Analisando esse episódio do rico e Lázaro, diz o site protestante Cacp:

As Almas ativas e Conscientes: Vejam as atitudes volitivas e cognitivas da alma do rico: Viu: "Levantou os olhos e viu"(vs. 23); Clamou: "Pai Abraão..."; Requereu: "Manda a Lázaro..."; Sentiu: "Estou atormentado"; Intercedeu: "Imploro que o mandes à minha casa paterna; Altercou com Deus: "Não, Pai Abraão; se alguém dos mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Quer uma alma mais consciente e ativa que essa? O rico, certamente, preferiria o "sono", mas isto não lhe foi possível.O grifo é nosso.
Ver o artigo DORMÊNCIA DA ALMA (PSICOPANIQUIA) no site protestante Cacp sobre o Adventismo.

Quanto ao texto de Apc 6,9-11, notemos que:

- as almas estão conscientes ( v.9);

- lembram-se das pessoas da terra (v.10);

- clamam justiça, intercedendo por eles mesmos, uma vez que querem que Deus vingue a morte deles (v.10);

- Sabiam que a história na terra ainda não tinha chegado ao fim, pois sabiam que Deus ainda não fizera justiça (v. 10).

- são informados de que aguardem o número dos que irão morrer (prova de que são informados sobre o que acontece na terra - mesmo do que acontece depois da morte deles - v.11).

- Tais almas se preocupam com a realidade da terra e se envolvem com ela (v.10).
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Se os mortos são capazes de tudo isso, negar a intercessão dos santos pós-morte é simplesmente atentar contra a Sagrada Escritura.
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O livros dos Macabeus (15,12-16) também nos registra, já no Judaísmo ANTES DE CRISTO, a crença na intercessão pós-morte. E não adianta os caros protestantes ficarem de cara feia porque citamos o livro dos Macabeus. Não adianta por 3 motivos:

I- Os 66 livros da Bíblia protestante NUNCA condenaram tal livro, considerando-o apócrifo nem herético. Portanto, tais afirmações protestantes não têm o menor respaldo bíblico;

II- Macabeus não é um livro pagão, mas JUDEU. Logo, o que é afirmado nele não tem nada de Paganismo. Sendo assim, a intercessão dos santos no além não é pagã.

III- Lembremos que Macabeus foi escrito lá pelo século II A.C., portanto, MUITO ANTES da falsa data mencionada pelos protestantes como o início da crença na intercessão pós-morte. E o pior de tudo para os amigos protestantes é que em momento algum vemos Cristo nem seus apóstolos questionando essa história narrada nos Macabeus. Por quê? Ao contrário, o que vemos é Jesus dando vazão para crermos nisso em Lc 16,19-31, como já vimos.

No livro de Jó (33,23-26) e no livro de Zacarias (1,12), narram-se a intercessão de anjos. Ora, se um anjo pode interceder, mesmo sendo da outra vida, por que os santos não podem? E se os anjos fazem isso sem minimizar o poder de Deus, por que, então, a intercessão dos santos minimizaria? Além disso, notemos que a intercessão do anjo em nada prejudica a felicidade dele, logo, é falso aquele 2º argumento de que a felicidade dos santos ficaria comprometida com a intercessão deles. Se os anjos não perdem a felicidade, embora intercedam, por que os santos perderiam?
3- há um só mediador (2Tm 2,5), logo, só Cristo é o intercessor, e sendo assim, nenhum santo pode interceder.

R: Esse argumento, porém, gera um enorme problema para os irmãos separados resolverem: É que Cristo é o único mediador desde sempre e não somente na outra vida, mas também aqui na terra. Logo, se a única mediação do Senhor impedisse a intercessão dos santos na outra vida, certamente também impediria a intercessão aqui na terra. Mas esta última os protestantes não irão querer aceitar. Portanto, constitui CONTRADIÇÂO aceitar intercessão na terra e negar a intercessão no céu com base nessa afirmação de que Cristo é o único mediador. E se a Bíblia Sagrada afirmasse mesmo isso que os protestantes pretendem, ela também estaria se contradizendo. Só que Deus não se contradiz, e a sua santa palavra escrita também não pode se contradizer. Então, precisamos entender em que sentido Cristo é chamado aí de único mediador para que possamos harmonizar as coisas e perceber a perfeita concatenação que há na Escritura Sagrada. De fato, se não isolarmos o texto do contexto, como fazem os inimigos da intercessão dos santos, tudo ficará claro, e aí perceberemos que na verdade a Escritura não diz que Cristo é o único mediador no sentido de único intercessor, mas sim no sentido de ÚNICO SALVADOR. É só irmos um versículo à frente, o versículo 6, e veremos o apóstolo dizer; “o qual se deu em resgate por todos.” Assim sendo, ficam assim as palavras do apóstolo do versículo quinto ao sexto: “Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo homem. O qual se deu em resgate por todos. Tal é o fato atestado em seu tempo.” Ficou claro agora, caro leitor? Por que Cristo é o único mediador? Porque se deu em resgate por todos. Veja que o apóstolo não diz que Cristo é o único mediador porque é o único a interceder, mas sim porque Ele se deu na cruz por nós. Logo, único mediador significa único salvador, não único intercessor.
E ainda que significasse único intercessor significaria apenas a fonte de intercessão, aquele que é por natureza o único que pode pedir por nós. Os outros, são intercessores nele e a partir dele, que é a grande e única fonte de onde emana toda a intercessão. Tanto isso é verdade, que novamente o contexto vai lacrar o assunto com chave de ouro. Com efeito, no versículo 1 São Paulo insta-nos a intercedermos por todos. Não seria agora no versículo 5 que iria contradizer o primeiro versículo afirmando que Cristo é o único intercessor no sentido de que mais ninguém pode interceder. Isso seria um contra-senso jamais admitido num livro que simplesmente é palavra infalível de Deus. É claro que os protestantes objetarão que é porque os santos já morreram. Mas um fato terão que encarar: é que o texto de 1Tm 2,5 JAMAIS disse que a única mediação de Cristo só serve para os vivos do além. Ao contrário, como já dissemos inicialmente, a única mediação do Senhor vale no céu, mas vale também aqui na terra. Portanto, se for verdade que a única mediação de Cristo invalida a intercessão dos santos na outra vida, então, invalida também qualquer intercessão aqui na terra. Se a interpretação protestante fosse verdadeira, a Bíblia e eles estariam se contradizendo, pois no versículo 1 do mesmo capítulo a orientação é que oremos por todos. E como é que agora, quatro versículos depois, estaria essa mesma Bíblia dizendo que Cristo é o único que pode interceder? Como se vê, ESSA INTERPRETAÇÃO PROTESTANTE É SIMPLESMENTE INCABÍVEL no texto em análise. Logo, não procede e o argumento protestante não consegue minar a grande verdade que é a intercessão dos santos.

4- Jesus disse que toda oração deve ser feita em nome dEle (Jo 16,23), não em nome dos santos.

R: Mas quem disse aos caros protestantes que os nossos pedidos são feitos em nome dos santos? Quem disse que ao pedirmos a intercessão aos santos estamos pedindo em nome deles? Onde está isso? Quando os protestantes pedem a alguém para interceder por ele, está por isso pedindo em nome daquela pessoa? Claro que não, pedir a intercessão de alguém JAMAIS foi pedir no nome dela. Pedir a intercessão dos santos é pedir a eles que roguem por nós em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. De fato, tanto isso é verdade que ao terminarmos as nossas preces sempre dizemos: “EM NOME DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO.” Portanto, é em nome de Jesus que pedimos, ou seja, no nome do Deus que se constitui em três pessoas, entre elas JESUS, o Filho. Logo, estamos diante de mais um argumento simplesmente falho.
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Sobre essa verdade bem a esclarece o CATECISMO DA IGREJA: Pelo fato que os do céu estão mais intimamente unidos com Cristo, consolidam mais firmemente a toda a Igreja na santidade... Não deixam de interceder por nós ante o Pai. APRESENTAM POR MEIO DO ÚNICO MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS, Cristo Jesus, os méritos que adquiriram na terra... Sua solicitude fraterna ajuda, pois, muito a nossa debilidade.(CIC 956)- O grifo é nosso.

5- os santos não sabem de nada do que acontece na terra. (e alguns deles fundamentam essa assertiva apelando para textos como Sl 6,6; Ecle 9,5 e Is 38,18.19).
R: Os que citam esses textos variam o tipo de argumento. Para uns, tais textos provam que não há vida após a morte, logo não há intercessão; para outros, tais textos não negam a vida pós-morte, mas negam qualquer relação dos mortos com os vivos. Alegam, então, que se os mortos não louvam o Senhor (Is 38,18), certamente não intercedem. Com Ecl 9,5, eles vão ainda mais longe: dizem que o texto nega que os mortos saibam de algo aqui na terra, embora mantenham-se vivos lá no além (o texto diz: “os mortos não sabem mais nada”). Como se vê, este argumento, mesmo admitindo a vida pós-morte, pretende apenas negar que os mortos saibam de algo que acontece na terra depois da morte deles.Logo, não podem interceder.
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Vejamos:
Todos nós sabemos que a noção de vida póstuma foi evoluindo no Judaísmo. Qualquer estudante da religião Judaica sabe muito bem disso. Os autores dos Salmos, do Eclesiastes e de Isaias escreveram esses livros num período em que a noção do que acontecia depois da morte ainda estava nesse processo de desenvolvimento. Logo, querer usar tais textos contra a intercessão dos santos é simplesmente retroceder no tempo e no conhecimento religioso do povo de Deus. Querer usar tais textos contra a intercessão é montar uma camisa de força contra a clara evidência de atividade consciente após a morte no NT, como já ficou demonstrada acima.
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Sobre a questão da vida após a morte, e uma análise desses textos, leia estes artigos:

A ALMA É IMORTAL?
http://www.veritatis.com.br/article/6060/a-alma-e-imortal
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DEZ PERGUNTAS SOBRE A IMORTALIDADE DA ALMA
http://www.veritatis.com.br/article/2740

Quanto à objeção que pretende negar não a vida pós-morte, mas sim a intercessão com base na afirmação de que se os mortos não louvam (Is 38,18) não intercedem e da outra “os mortos não sabem mais de nada” (Ecl 9,5), também não procede. De fato, se tais ideias fossem verdadeiras, então, até a ressurreição perderia a credibilidade, pois o mesmo Is 38,18 e Ecl 9,4.5 dizem que os mortos não esperam mais na bondade de Deus e que eles não têm mais esperança alguma. No Ecle 9,2 se diz que justos e injustos têm o mesmo destino e Ecl 9,10 diz que eles perdem até a inteligência. Ora, os defensores deste argumento não concordam com nada disso. O que deixa claro que eles não absolutizam as afirmações desses textos. Como, então, poderão usar tais passagens contra a intercessão dos santos? Se tais afirmações forem verdadeiras, então Cristo errou mostrando em Lc 16,19-31 que Abraão e o rico sabem de fatos ocorridos mesmo após a morte deles, como também o autor do Apocalipse 6,9.10 errou ao mostrar que as almas dos mortos conhecem o que acontecia na terra mesmo depois de mortos, como já mostramos. Percebam a diferença de conceito sobre o que acontece depois da morte na época de Jesus e na época em que esses livros foram escritos. A verdade é que quando os Salmos e o livro de Isaias dizem que os mortos não louvam ao Senhor, estão apenas mostrando o conceito que tinham na época sobre o que ocorria pós-morte. Estão se limitando a descrever a vida do além segundo as ideias de seu tempo. Como na época desses livros ainda não se tinha um amplo conhecimento da vida póstuma, os seus autores falam da existência no CHEOL (palavra hebraica para a MANSÃO DOS MORTOS) como um lugar de inatividade, até mesmo de ausência de louvor a Deus (como mostra o Sl 6,6).

Mas, a partir do século II A.C., a noção do que ocorria no CHEOL já tinha se desenvolvido, e justamente daí para cá entenderam melhor o que há lá no além. Um livro que foi escrito nesse período é o da Sabedoria, o qual já nos mostra no capítulo 3,1 uma ideia diferente. Chegado o período de Jesus, já havia no Judaísmo toda uma noção clara do que havia ali. E é justamente essa noção que Jesus reforça na história do rico e de Lázaro, em que o rico está vivo, consciente e intercede por seus irmãos da terra no HADES (palavra grega correspondente ao CHEOL no hebraico). Diferente das afirmações dos Salmos e de Isaias, São Paulo mostra em Fl 2,10 e São João no Apocalipse 5,13 que até DEBAIXO DA TERRA (isto é, no CHEOL) Jesus é adorado. Diferente das afirmações dos Salmos, o texto do Apc 6,9-11, já analisado acima, mostra que os mortos reconhecem o Senhor (“Até quando, SENHOR”). E é claro que não estamos querendo dizer que a Escritura se contradiz. DE FORMA ALGUMA. Estamos querendo dizer a verdade: que o conhecimento acerca de certas realidades foi sendo paulatinamente desenvolvido no meio do povo de Deus.

Vários exemplos nós temos para mostrar. A circuncisão, por exemplo, foi abolida no NT sem implicar contradição entre o AT e o NT. Ocorreu apenas que o tempo da circuncisão JÁ PASSARA. O conceito de ESPÍRITO, da PALAVRA e da SABEDORIA, por exemplo, também foi desenvolvido. Os três elementos aí mencionados eram tratados no AT apenas como coisas, não como pessoas (Jz 13,25; 14,6; Is 11,1-2; Jl 3,1-3; Gn 1,3.6.9.11.14; Sl 9,1; Is 55,10; Jó 28,1-28; Prov 8,22-31; Sb 7,22-26). As personificações ocorridas no AT dessas três realidades não ultrapassam os termos de uma figura poética. Porém, chegando o período do NT, tais ideias já tinham sido plenamente desenvolvidas e os cristãos perceberam, GUIADOS PELO ESPÍRITO SANTO, que os três são pessoas. O RUACH (espírito) de Deus é a terceira pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo (Jo 14,25; 16,7.13). A Palavra (DABAR) e a Sabedoria é o próprio JESUS CRISTO (Jo 1,1; 1Cor 1,24; Col 1,15; Hb1,3). Será que poderíamos usar os textos que falam da Sabedoria e da Palavra no AT para negar a personalidade de Jesus no NT? Portanto, tais textos do AT não negam a intercessão, uma vez que eles refletem apenas a ideia de um tempo de obscurantismo judaico sobre o que acontece no além.
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Sobre CHEOL, dê uma lida neste tópico:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=32979654&tid=5425947389321032537&na=4
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Para citar tais passagens contra a intercessão, os protestantes deveriam também descrer da ressurreição e achar que justos e injustos têm destinos iguais. Mas isso eles jamais acreditarão, logo, esse argumento é outro que não procede.

6- Não podemos dirigir nossa orações aos santos porque isso caracteriza evocação dos mortos, que é condenada na Bíblia (Lv 20, 6 – 27; Dt 18, 9-14).

R: Vê-se claramente nestes textos que Deus condena a evocação dos mortos. Todavia, existe uma enorme diferença entre evocar os mortos e dirigir nossos pedidos de oração aos santos. A evocação dos mortos caracteriza-se pelo pedido de que o espírito do morto se apresente e se comunique com os vivos como se ainda estivesse aqui conosco. Deus condena esse costume porque em vez de se confiar na Providência Divina quanto ao futuro e às coisas de que se precisa, confia-se nas orientações dos espíritos.

Na intercessão dos santos, não estamos pedindo que o santo se apresente para CONVERSARMOS COM ELE e obtermos alguma informação, mas sim, dirigimos a eles nossos pedidos de oração, como se estivéssemos enviando uma carta solicitando algo (o que é bem diferente de evocar mortos). Na intercessão dos santos continuamos confiando na Providência Divina, pois os santos são apenas intermediários. Quem realmente atende os nossos pedidos é Deus. Assim, tais proibições divinas não se aplicam de forma alguma à doutrina da intercessão dos santos.

7- os santos não são oniscientes. Logo, não podem atender aos pedidos que lhes são feitos.

R: Esse item é ponto pacífico entre nós e eles, pois, de fato, a onisciência é atributo divino, portanto, só Deus é onisciente, só Deus sabe tudo e sonda os nossos corações. MAS NÃO É ISSO QUE INVALIDA A INTERCESSÃO PÓS-MORTE, pois como vimos, a Bíblia registra a intercessão depois da morte. É claro que os santos sabem do que ocorre aqui na terra não diretamente, mas através do próprio Deus, que é onisciente. E isso é o suficiente para desmantelar de vez esse falso castelo montado na areia protestante.

8- Os mortos estão no tempo Chronos. Só Deus trabalha no tempo Kairos. Kairos é o “tempo de Deus”, enquanto o Chronos é o “tempo dos homens”. Só Deus trabalha no Kairos porque só Ele tem o atributo da Onisciência, um atributo que pertence unicamente aquele que não tem início e nem fim, àquele que existe de eternidade em eternidade. Mesmo no Paraíso, os mortos (incluindo os tais “santos”) continuam “presos” no tempo Chronos. Isto significa que eles não têm tempo para ficar rezando por todo mundo que pede a intercessão deles. Não é coincidência que, no Céu, a Bíblia relata apenas dois intercessores nossos (Jesus e o Espírito Santo), e ambos trabalham no tempo Kairos.

R: Na realidade, essa objeção é uma mera continuação da objeção anterior, já refutada. Como já vimos, não é a falta de onisciência dos santos que impedirá a intercessão deles. Na história do rico e de Lázaro (Lc 16, 19-31), Cristo nos mostra Abraão e o rico informados sobre os fatos ocorridos na terra; no Apocalipse 6,9-11 São João nos mostra os salvos recebendo informação sobre o que se passa na terra; o próprio Jesus mostra em Lucas 15,10 os anjos conhecendo o que se passa no íntimo das pessoas (mesmo sem serem oniscientes, mas certamente por informação advinda do próprio Deus) e a carta aos Hebreus 12,1.2 também registra que somos rodeados por uma nuvem de testemunhas. Segundo o próprio argumento aí acima, os anjos não estão no tempo de Deus, pois no tempo de Deus só Deus está, no entanto, observemos que isso não impede que eles sejam informados do que se passa aqui na terra. Notemos que o arrependimento é um ato do coração, é, pois, um ato individual e íntimo, mas mesmo assim os anjos são informados sobre ele. Apesar de não estarem no tempo de Deus, os anjos intercedem pelos homens, como está claríssimo em Jó 33,23-26 e em Zacarias 1,12.

Logo, as afirmações desse argumento são totalmente falhas. Só no tempo de Deus realmente se tem a onisciência, portanto, é verdade que só Ele possui tal atributo. Mas, dizer que somente no tempo de Deus é que se conhece o que se passa aqui na terra e pode interceder é pura fantasia protestante. ISSO NENHUM PROTESTANTE PODE PROVAR BIBLICAMENTE. Outra inverdade afirmada nesse argumento é o de dizer que a Bíblia só registra intercessão de Cristo e do Espírito Santo. Não foi isso que vimos. Ao contrário, provamos que os anjos e santos o fazem.

9- A intercessão de Cristo não se trata de uma oração que ele faz, mas da abertura do livre acesso ao Pai, realizada por ele na cruz (ver 1Tm 2,5). Mt 27,51 esclarece-nos isso: o véu rasgado e mencionado aí em Mateus, separava o Lugar Santo do Santo dos santos, no templo de Jerusalém. Mas com a morte de Cristo na cruz, o véu foi rasgado ao meio, significando que um novo e vivo caminho para a presença de Deus estava aberto. Nada mais nos impede de chegarmos ao Pai! Temos livre acesso a Ele mediante a morte redentora de Cristo!!! Não precisamos passar por santo nenhum para isso! O véu que separava já não separa mais!!! (ver também Hb 10,19-20). Em Jo 16,26.27, Cristo diz uma coisa curiosa: “Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai. Porque o mesmo Pai vos ama... ” Ora, se nem o próprio Cristo ora por nós, como é que os santos mortos podem fazer isso? Isso significa dizer que agora, depois da morte de Cristo, ele nos permite o livre acesso ao Pai. Portanto, para chegar a Deus ninguém precisa pedir algo aos santos.

Enfim, fica provado que:

a) Cristo não ora por nós;
b) O sentido da intercessão de Cristo é a OBRA de mediação (ou abertura do livre acesso) que ele fez beneficiando a humanidade;
c) Cristo é o ÚNICO que pode fazer isso;
d) Cristo é o nosso ÚNICO e SUFICIENTE intercessor;
e) Logo, santo nenhum pode interceder por nós.

R: Essa objeção, na realidade, é a 3ª, aquela que nega a intercessão a partir da mediação de Cristo. Só que como ela vem com uma roupagem diferente, e alguns poucos acréscimos, parece ser outra, e, exatamente por isso achamos por bem analisá-la agora. As afirmações aí presentes, não só não estão na Sagrada Escritura como a contradizem. A primeira afirmação que a objeção aí faz é dizer que Cristo não ora por nós. A seguir, o seu autor pretende fundamentar essa assertiva com base em Jo 16,26.

Segundo essa argumentação, as palavras de Cristo dão margens para que entendamos que ele na cruz abriu o acesso a Deus e depois saiu de cena, deixando-nos livres a chegarmos ao Pai. E daí, conclui a objeção que se Cristo não está mais intermediando esse nosso acesso ao Pai, muito menos estarão os santos. Como em Jo 16,26 Cristo diz que essa intermediação que ele deixou de fazer é orar por nós, logo os santos não podem orar por nós (é a CLARA conclusão do próprio argumentador).
Na realidade temos aqui um mero jogo de palavras:

1) Cristo nos salvou e saiu de cena;

2) Agora, pela morte de Cristo temos acesso ao Pai DIRETAMENTE, sem necessitarmos de intermediários. Até o próprio Cristo está fora de cena, pois ele não ora mais por nós.

3) Logo, os santos não intercedem.
.
Acredito que o leitor aqui já tenha percebido o despautério evidente em todo esse falso castelo.

Vejamos juntos:

1- Cristo nos salvou. Aqui está tudo certo. Mas supor que ele saiu de cena não procede. Cristo jamais saiu de cena da história da salvação. Nós somos cristãos exatamente porque somos seguidores dele. Não somos as Testemunhas de Jeová que escanteiam a Cristo, pretendendo relacionar-se diretamente com o Pai. Não. Até o próprio Cristo nos disse que NINGUÉM VEM AO PAI, SENÃO POR ELE (Jo 14,6). Se a própria única regra de fé dos protestantes não diz isso, quem são eles para fazerem oposição a essa verdade?

2- É claro que ao nos salvar na cruz do calvário, Cristo abriu-nos as portas do céu e nos deixou livres para chegar até Deus. Mas jamais nós nos relacionaremos com o Pai, senão por intermédio de Cristo. E essa mediação de Cristo é justamente a possibilidade de chegarmos de fato ao Pai do céu. Portanto, insinuar que Cristo está fora de cena é mesmo improcedente. Outra afirmação falsa aqui é que a intercessão de Cristo é no sentido de abertura da salvação. A abertura de salvação operada por Cristo se dar pela sua mediação, não pela sua intercessão. Quando a Escritura diz que Cristo intercede por nós (Rm 8,34; Hb 7,25; 1Jo 2,1), ela está falando mesmo é de petição, não de salvação. Além disso, é inverdade dizer que Cristo não ora mais por nós. Não é isso o que o texto afirma.

3- A última suposição aí é que piora a sustentabilidade do argumento, pois, concluir por isso que os santos não intercedem é o mesmo que concluir que nós também não podemos orar por nossos irmãos e que não podemos pedir a esses nossos irmãos que peçam por nós. De fato, se esse livre acesso ao Pai impede a intercessão dos santos, a conclusão lógica é que ninguém pode pedir a intercessão de quem quer que seja, uma vez que o próprio Cristo, segundo a objeção, está ausente. Nesse caso, até o Espírito Santo não podia interceder (embora a Bíblia o afirme explicitamente em Romanos 8,26). Percebeu o leitor a que ridícula conclusão leva-nos este argumento? Percebeu ainda o leitor que esse argumento esbarra exatamente na resposta à terceira objeção: se a mediação única de Cristo invalida a intercessão dos santos, por que não invalidaria a intercessão dos vivos aqui da terra? Será a mesma coisa: se a ausência de Cristo no nosso relacionamento com o Pai celestial invalida a intercessão dos santos no céu, por que cargas dágua não invalidaria também a intercessão aqui na terra? E note que mesmo depois das palavras de Cristo em Jo 16,26, e mesmo depois da morte, ressurreição e ascensão dele aos céus, os apóstolos continuaram pedindo a Deus e realizando milagres em nome de Cristo (At 3,6, por exemplo) como também continuaram pedindo a intercessão dos irmãos (Col 4,3; 2Ts 3,1). E o pior: os próprios protestantes, autores desse argumento, ainda hoje oram uns pelos outros e pedem reciprocamente a intercessão dos irmãos. No entanto, não percebem que tal atitude se conflita com o argumento que erguem. E tudo isso prova que é pelo nome de Cristo que chegamos a Deus e também prova que Cristo não afirma nesse texto joanino que sairia de cena.

Mas o que de fato quis Cristo dizer em Jo 16,26.27?
.
Deixemos os próprios protestantes falarem por nós. Veja o que diz a versão da Bíblia protestante de estudo de Genebra produzida pela SBB (Sociedade Bíblica do Brasil), comentando essa afirmação do Senhor no seu rodapé: ”E não vos digo que rogarei ao Pai por vós. Jesus não está dizendo que cessará de orar por eles (Rm 8,34;Hb 7,25; 1Jo 2,1). Ele está dizendo que os discípulos terão alcançados uma certa maturidade na oração, de modo que ele não necessitará de orar em lugar deles.”
.
Logo, adeus pretensão protestante.

Professor Evaldo Gomes

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