domingo, 6 de novembro de 2011

Batismo de crianças.


O batismo infantil à luz da palavra de Deus

Não há nenhum registro bíblico de exclusão dos filhos, mesmo dos recém-nascidos, nos pactos que o Senhor fazia com o seu povo no AT. Ao contrário, sempre que Deus fazia um aliança com os líderes do seu povo, incluía nele os seus filhos, inclusive os bebês. Deus fez um pacto com Adão, que rompido pelo primeiro homem, trouxe a infelicidade para todos os seus filhos e descendentes, inclusive as criancinhas. Depois Deus fez uma aliança com Noé, incluindo igualmente a sua descendência, prometendo-lhe não mais destruir a terra por um dilúvio. O sinal visível dessa aliança foi o arco-íris (Gn 9,8-17). E todos, inclusive os bebês, estavam inclusos nesse pacto. Tanto é que o povo judeu assim entendeu e está aí a História judaica a confirmar a inclusão deles.

Deus fez também uma aliança com Abraão nos seguintes termos: “Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua semente depois de ti” (Gn 17,7). Abraão tinha noventa e nove anos quando foi circuncidado (Gn 17,24) e isto em virtude de sua fé pessoal (Rm 4,11). Nesse pacto, porém, Deus incluiu os filhos de Abraão e determinou que todos fossem circuncidados. Ismael tinha treze anos, quando foi circuncidado (Gn 17,25) e Isaac tinha apenas oito dias de nascido (Gn 21,4). Abraão acreditou e o sinal da sua fé foi aplicado no seu filho Isaac mesmo quando este ainda não tinha capacidade para crer. A partir daí, para que uma pessoa integrasse o povo de Deus no AT, era preciso que fosse circuncidada. A família inteira acompanhava os pais, os irmãos e os esposos e eram por eles representada. Todos faziam parte do povo de Deus. Todos, sem exceção, inclusive os bebês. O rito de entrada na Igreja visível do AT e de toda a antiga aliança era a circuncisão, que comumente era administrada aos bebês de oito dias de nascidos (Gn 17,12; Lv 12,3; Lc 1,59; 2,21; Fp 3,5). Os adultos que se integravam ao povo de Deus, assim o faziam em virtude da sua fé pessoal, sendo circuncidados, mas os bebês eram admitidos, pelo mesmo rito, na fé professada pelos pais.

Isso tudo deixa evidente que desde sempre Deus estabeleceu que as crianças fizessem parte da sua Igreja visível aqui no mundo e nunca as excluiu do sinal externo que indica essa pertença, como é caso da circuncisão no AT e do batismo no NT. A inclusão dos recém-nascidos na Igreja é uma lógica divina. E esse direito dos bebês nunca lhes foi tirado. Sendo, pois, as crianças membros infantis da Igreja, têm elas, de fato, o direito ao sinal exterior e visível dessa realidade, que, na Antiga Aliança, foi a circuncisão e na Nova, é o batismo. O batismo é, pois, o rito da iniciação na Igreja Cristã, na aliança da graça (At. 2,41), assim como o era a circuncisão no AT, e a ele todos, inclusive os nossos filhos recém-nascidos, têm realmente direito.

No Monte Sinai, Deus fez novo pacto com seu povo, no qual novamente estavam incluídas as criancinhas. Posteriormente, esse mesmo pacto foi renovado, em Moab, quando o povo israelita estava para entrar na Terra Prometida. Nesse momento, com as seguintes palavras, Moisés persuade o povo a renovar a sua aliança com o Senhor: “Guardai as palavras desta aliança, e cumpri-as, para que prospereis em tudo quanto fizerdes. Vós estais hoje todos diante do Senhor, vosso Deus; as vossas cabeças, as vossas tribos, os vossos anciãos e os vossos oficiais, a saber, todos os homens de Israel, os vossos pequeninos, vossas mulheres, e o peregrino que está no meio dos vossos arraiais, desde o rachador de tua lenha até o tirador da tua água” (Dt 29,9-11). Essa declaração de Moisés mostra-nos mais uma vez, e claramente, a inclusão dos bebês na lista dos agraciados pela aliança de Deus com o Seu povo. Realmente, nunca as crianças estiveram excluídas das alianças que o Senhor sempre travava com o Seu povo.

Tudo isso porque Deus estabeleceu a família inteira, e não apenas alguns indivíduos dela, como ordenança da criação com caráter de perpétua obrigação (Gen 1,27-28; 2,22-24; Mt 19,4-6). A importância da família inteira para o Senhor ressalta-se nas:

I- Diversas genealogias familiares que são mencionadas na Escritura, o que deixa clara a preocupação com a preservação de linhagens familiares (Gen 5,10; Nm 1).

II- Famílias eram consideradas santa herança do Senhor (Sl 127; 128; Is 8,18).

III- Não ter filhos era um problema (Gen 25,41; 30,1; Ex 23,26; Dt 7,14; Sl 113,9; Jer 22,30).

IV- O centro da vida familiar era responsabilidades diante de Deus (Dt 6,4ss; Sl 78,1-8; Prov 13,22; 19,14).

V- Os Dez Mandamentos estabelecem obrigações morais expressas que visam a proteção da família (Ex 20,12.14.17).

No AT, Deus instituiu, pois, especificamente sua Aliança da Graça tendo como beneficiárias as gerações de famílias, e não quaisquer indivíduos restritamente. Suas bênçãos foram particularmente prometidas às famílias inteiras, como nos casos de Noé (Gen. 9,9), Abraão (Gn 17,2-7)) e outros (Dt 28,4; Sl 103,17-18; 115,13.14). Ameaças e maldições também direcionavam-se às gerações de famílias (Ex 20,5; Dt 5,9; Os 9,11-17). E em tudo isso estavam inclusas as crianças. Não há nada no AT que insinue exclusão das crianças nesses pactos familiares.

No NT, São Lucas, nos Atos dos apóstolos liga intimamente o batismo com a admissão das três mil pessoas que se converteram pela palavra de São Pedro. Em At 2,41, relata-nos o escritor sacro que foram batizadas e admitidas três mil pessoas e, logo em seguida, no versículo 42, refere-se à doutrina, à comunhão e à Eucaristia, que uniam os recém-convertidos aos seus irmãos. O batismo no NT é denominado a circuncisão de Cristo (Cl 2,11.12). Assim, o batismo na Nova Aliança significa tudo quanto significava a circuncisão na Velha. A circuncisão foi substituída pelo batismo cristão. Ora, sendo o batismo, na Nova Aliança, o sinal de inclusão na Igreja, segue-se que os filhos das famílias cristãs, hoje, têm o mesmo direito ao batismo que tinham os filhos dos israelitas à circuncisão. E mais: em nenhuma parte do NT encontramos qualquer texto que negue esse direito às crianças.

São Pedro, no dia de Pentecostes, confirma esse direito das crianças quando, anunciando o Evangelho a adultos, capazes de compreender e de crer na sua mensagem, disse-lhes ser preciso arrependerem-se e serem batizados (At 2,38). Obviamente o apóstolo não exigiu o arrependimento ou a fé por parte das crianças, uma vez que são incapazes do exercício desses atos; no entanto, as incluiu na relação dos beneficiados pelas bênçãos dadas pelas promessas divinas. Dirigindo a palavra aos pais neo-cristãos, disse-lhes: “Para vós é a promessa e para vossos filhos (teknia), e para todos os que estão longe, a quantos chamar o Senhor nosso Deus” (At 2,39). A promessa a que se refere o apóstolo é, indiscutivelmente, aquela que foi feita ao povo de Deus através de Abraão e se aplica a todos os que creem (Rm 4,11, 13 e 17). Nós, os que cremos, somos a descendência espiritual de Abraão e os herdeiros das promessas que lhe foram feitas. É São Paulo mesmo quem no-lo diz: “Justamente como Abraão creu a Deus, e foi-lhe imputado para justiça; sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão. A Escritura, prevendo que Deus justificaria os gentios pela fé, de antemão anunciou as boas novas a Abraão: ‘Em ti serão bem-aventuradas todas as nações’. Assim os que são da fé, são bem aventurados com o fiel Abraão” (Gl 3:6-9). O apóstolo São Pedro afirmava essa mesma verdade, quando dizia aos três mil batizados no dia de Pentecostes: “A promessa é para vós e para vossos filhos”. E não adiantaria objetar que São Pedro se refere somente a filhos adultos dos cristãos em At 2,39, pois se fosse assim não compreenderiam os ouvintes de Pedro, que eram judeus convertidos, porque eles sabiam que a promessa a que o apóstolo fizera referência era a mesma que Deus fizera a Abraão e aos seus descendentes e que, portanto, os filhos menores estavam inclusos nas promessas. Inúmeros bebês de apenas oito dias foram integrados no povo de Deus, pela circuncisão, durante todo o período do AT.

A nossa assertiva é ainda mais confirmada porque a palavra grega usada aqui para “filhos” é TEKNIA que significa criancinhas, filhos pequeninos, crianças de peito.
Notemos ainda que São Pedro cita três classes de pessoas às quais foi feita a promessa:

1- Vós- os adultos ouvintes da sua pregação, na maioria judeus e prosélitos do Judaísmo, pertencentes ao antigo povo de Deus.

2- Vossos filhos- isto é, os filhos do povo de Deus, sem abrir nenhuma exceção para os recém-nascidos. Ao contrário, incluindo-as com o termo TEKNIA.

3- Todos os que estão longe, a quantos chamar o Senhor nosso Deus- isto é, os outros, judeus e gentios, que no futuro se converterão. Já era comum os judeus, na Antiga Aliança, incluírem os filhos na Igreja visível de Deus, pelo rito da circuncisão. Só podiam, pois, entender as palavras de São Pedro a incluir os filhinhos na Igreja visível da Nova Aliança. Se fosse diferente, São Pedro precisaria dizer publicamente que as crianças estavam exclusas, no entanto, isso não ocorre no texto. E mais ainda, o autor inspirado não usaria o termo TEKNIA.

O batismo infantil é confirmado também na ocasião do batismo de Lídia e de Estéfanas. S. Paulo menciona que Lídia recebeu o batismo "com todos os de sua casa"; (At 16,14.15) e aos coríntios Paulo também diz que batizou a família de Estéfanas (1Cor 1,16). Nesses casos, certamente não faltavam crianças pequenas.

Comentando 1Coríntios 1,10-17, diz S.E. Mcnair, escritor protestante, no seu livro “A BÍBLIA EXPLICADA”, livro publicado pela CPAD, p. 416: “Podemos perceber uma diferença, mediante a tradução da V.B., entre a família (OIKOS) de Estéfanas em 1,16 e a ‘casa’ (OIKIA) dele em 16,15. Diz F.W. Grant numa nota: ’A casa de Estéfanas, de que lemos ao fim da epístola, que ‘se dedicaram ao serviço dos santos’, parece referir-se aos criados, sendo a palavra diferente: ‘OIKIA’ e não ‘OIKOS’. ‘Os da casa de César’ (‘OIKIA’, Fl 4,22) não se refere aos filhos dele; pois em todos os casos onde importa os filhos, a palavra é ‘OIKOS’ ”.

Sendo assim, segundo o próprio protestante Mcnair, em 1Cor temos a palavra grega OIKOS que se refere à família inteira, incluindo aí nela os filhos. Obviamente, se as crianças estivessem excluídas, o autor sacro não faria o que sempre foi feito desde o AT: incluir a família sem exceção. Há também outras passagens de batismo de famílias inteiras registradas em At 11,14.44-48;16,31-33. O próprio Jesus afirma a Nicodemos: "Em verdade, em verdade te digo, que quem não nascer da água e do Espírito Santo, não pode entrar no Reino de Deus." (Jo 3,5) Notemos que neste último texto, Cristo não exclui ninguém. Portanto, as crianças evidentemente estão nele inclusas.

Para os primeiros cristãos o batismo infantil era algo normal e corriqueiro. Nunca tiveram dúvida de que o Senhor também chama ao batismo os recém-nascidos. Por isso é que os grandes escritores daquele período nos testificam a primitividade de tal batismo. Assim é que, por exemplo, Santo Ireneu (que viveu entre 140 a 204) escreveu : "Jesus veio salvar todos os que através dele nasceram de novo de Deus: os recém-nascidos, os meninos, os jovens e os velhos". (Adv.Haer. livro 2). São Justino, o mártir, no seu livro Apologia I, confirma o testemunho de Sto. Irineu dizendo que ele está referindo-se ao batismo de criancinhas. Tertuliano (+220), teólogo do 3º século, defendia que seria melhor aos homens não serem batizados muito cedo, pois, entendia que o batismo perdoa os pecados, e assim diz que as criancinhas deveriam ser batizadas mais tarde. Esse testemunho de Tertuliano deixa claro, porém, que o batismo de crianças era uma prática comum na história da Igreja. Orígenes (185-255) também disse: "A igreja recebeu dos apóstolos a tradição de dar batismo também aos recém-nascidos". (Epist. ad Rom. Livro 5,9). E S. Cipriano (+258) escreveu: "Do batismo e da graça não devemos afastar as crianças" (Carta a Fido). Um Sínodo da África, sob São Cipriano de Cartago (†258) aprovou que se batizasse crianças “já a partir do segundo ou terceiro dia após o nascimento” (Epist. 64). O Concílio de Cartago (em 418) responde a uma carta de Fido sobre que tempo se deve esperar para batizar uma criancinha. O Concílio com 66 bispos, decidiu unanimemente que a criança poderia ser batizada antes do oitavo dia de nascido. Afirmaram os padres conciliares: “Também os mais pequeninos que não tenham ainda podido cometer pessoalmente um pecado, são verdadeiramente batizados para a remissão dos pecados, a fim de que, mediante a regeneração, seja purificado aquilo que eles têm de nascença” (Cânon 2, DS,223). Pelágio, no ano 350, escreveu o seguinte: ”Nunca tive conhecimento de alguém, nem mesmo o mais ímpio herege, que negasse o batismo às criancinhas”. Sto Agostinho – doutor da graça – escreveu defendendo o Batismo infantil como sendo a fonte de redenção dos pequeninos.

Esses testemunhos aí mencionados, desmascaram aquela grande invenção protestante de que somente a partir de 416 da era cristã a Igreja começou a batizar os bebês. Ora, se isso fosse verdade, não teríamos esses testemunhos de batismo infantil anteriores a essa data.

Um argumento dos inimigos do batismo infantil é o de que Jesus só se batizou aos trinta anos. Assim, pretendem insinuar que por que Cristo se batizou aos 30 anos, nós não podemos batizar crianças. Mas é claro que Jesus não iria se batizar quando criança, pois na época da infância de Cristo simplesmente não havia batismo. O batismo cristão foi inventado justamente por Ele. Além do mais, se os caros amigos protestantes opositores do batismo infantil querem mesmo literalizar isso aí, então, por que batizam adolescente, ou mesmo criança após os 7 anos, se Jesus se batizou aos 30? Vale relembrar também que Abraão foi circuncidado aos 99 anos, no entanto, após ele, todos os recém-nascidos foram circuncidados. Teria razão alguém daquele período objetar contra a circuncisão infantil, o fato de Abraão só ter sido circuncidado aos 99? É claro que se a circuncisão começou com Abraão, não significa necessariamente que a circuncisão só poderia ser aplicada em gente adulta. Tanto é que não foi assim. Semelhantemente o batismo de Cristo não prova nada contra o batismo de crianças. E a situação dos opositores do batismo infantil mais ainda se complica ao percebermos que o batismo substituiu a circuncisão.

Os anti-pedobatistas citam Mc 16,15-16 e objetam que para uma pessoa ser batizada é necessário crer. Segundo eles, o ato de crer precede o de batizar, e assim, as crianças não podem crer, logo, não devem ser batizadas. Essa conclusão, todavia, não procede, pois, se for verdade que nesse texto as crianças estão excluídas de algo, esse algo é a salvação, não o batismo, pois o versículo 16 diz que “QUEM NÃO CRER ESTÁ CONDENADO”. E essa última conclusão é logicamente absurda. Em adição a isso, existem passagens no NT sugerindo que em diversos casos a fé não precede o batismo. Em Atos 19,4.5, por exemplo, São Paulo nos fala sobre o batismo de João e como este dizia às pessoas, quando as batizava que elas deveriam crer naquele que viria após ele. Notemos que João batizava mesmo antes de crerem em Cristo! O que confirma que a fé não antecede necessariamente o batismo. Se, ao crescer, uma criança batizada quiser desviar-se da fé dos seus pais, é de sua inteira responsabilidade, assim como os que foram batizados na fase adulta e que se desviam depois. Nenhum pai espera o filho chegar à idade adulta para lhe perguntar se ele quer ser educado, se quer ir à escola ou se quer tomar vacinas, por exemplo. E mais: algum pai recusaria uma herança deixada para o seu filho só porque ele não ainda não tem a capacidade de escolha? É óbvio que não. Pois bem, semelhantemente deve-se proceder com os valores espirituais. O batismo é um bem dado à criança, e bem não se recusa.

Alegar também que Mc 1,4 contraria o batismo infantil porque o batismo de João era em sinal de arrependimento, e a criança não pode se arrepender, também não procede. Na realidade, enquanto o batismo de João era para arrependimento, o batismo cristão é para perdão de pecados (veja At 2,38, por exemplo). Com efeito, o próprio João distinguiu o seu batismo do de Cristo apenas 5 versículos depois (veja Mc 1,9). Essa afirmação fica também confirmada em Mt 28,19, em que Cristo diz que o batismo cristão será ministrado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, nome nos quais João com certeza nunca batizou. Em At 19,1-7, o autor inspirado mostra pessoas batizadas no batismo de João, sendo batizadas no batismo cristão. Se precisaram ser batizadas novamente, é lógico que os dois batismos são distintos e não têm o mesmo objetivo.

O escritor Mcnair, citado atrás, comentando sobre o batismo de João e o batismo cristão, mostra-nos a diferença entre os dois batismos no mesmo livro mencionado acima, p. 311, no comentário a Mt 3,1-12:”O batismo de João não era o batismo cristão em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mas do arrependimento a fim de ‘preparar o caminho do senhor’ ”.

E toda essa nossa afirmação é corroborada também por alguns ramos protestantes como estes a seguir, os quais sem hesitação, também batizam as criancinhas: http://www.metodistajardimnovo.org/tabid/188/Default.aspx
http://presbiterianoscalvinistas.blogspot.com/2008/06/batismo-infantil-uma-doutrina-peculiar.html
http://www.primeiraipbitajai.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=94&Itemid=4
www.monergismo.com
Professor Evaldo Gomes

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