sexta-feira, 7 de outubro de 2011

CONDENAÇÕES PAPAIS À MAÇONARIA.


CONDENAÇÕES À MAÇONARIA.
por Richard Joseph Michael Ibranyi (*)

A Santa Igreja Católica condenou os maçons e sociedades similares que conspiram contra a verdadeira Igreja.

Papa Clemente XII, In Eminenti, 1738: “Nós decidimos condenar e proibir tais sociedades, assembléias, reuniões, convenções, agregações ou encontros chamados tanto Franco-maçônicos ou sob algum outra denominação desconhecida ... a abster-se da comunicação com tais sociedades ... para evitar excomunhão, que será a penalidade imposto sob todos aqueles transgredindo essa nossa ordem.”


O Papa Leão XIII condenou os franco-maçons em várias encíclicas:
“2. ... os partisans (guerrilheiros) do mal parecem estar se reunindo, e estar combatendo com veemência unida, liderados ou auxiliados por aquela sociedade fortemente organizada e difundida chamada os Maçons. Não mais fazendo qualquer segredo de seus propósitos, eles estão agora abruptamente levantando-se contra o próprio Deus. Eles estão planejando a destruição da santa Igreja publicamente e abertamente, e isso com o propósito estabelecido de despojar completamente as nações da Cristandade, se isso fosse possível, das bênçãos obtidas para nós através de Jesus Cristo nosso Salvador. Lamentando estes males, Nós somos constrangidos pela caridade que urge Nosso coração a clamar freqüentemente a Deus: "Ó Deus, eis que Teus inimigos se agitam; e os que Te odeiam levantaram as suas cabeças. Eles tramam um plano contra Teu povo, e conspiram contra Teus santos. Eles disseram: 'vinde, destruamo-nos, de modo que eles não sejam uma nação'.”
(...)

“4. Os Pontífices Romanos nossos predecessores, em sua incessante vigilância pela segurança do povo Cristão, foram rápidos em detectar a presença e o propósito desse inimigo capital tão logo ele saltou para a luz ao invés de esconder-se como uma tenebrosa conspiração; e, além disso, eles aproveitaram e tomaram providências, pois a eles isso competia, e não permitiram a si mesmos serem tomados pelos estratagemas e armadilhas armadas para enganá-los.

5. A primeira advertência do perigo foi dada por Clemente XII no ano de 1738[3], e sua constituição foi confirmada e renovada por Bento XIV[4]. Pio VII seguiu o mesmo caminho[5]; e Leão XII, por sua constituição apostólica, Quo Graviora[6], juntou os atos e decretos dos Pontífices anteriores sobre o assunto, e os ratificou e confirmou para sempre. No mesmo sentido pronunciou-se Pio VIII[7], Gregório XVI[8], e, muitas vezes, Pio IX[9].

6. Tão logo a constituição e o espírito da seita maçônica foram claramente descobertos por manifestos sinais de suas ações, pela investigação de suas causas, pela publicação de suas leis, e de seus ritos e comentários, com a freqüente adição do testemunho pessoal daqueles que estiveram no segredo, esta sé apostólica denunciou a seita dos Maçons, e publicamente declarou sua constituição, como contrária à lei e ao direito, perniciosa tanto à Cristandade como ao Estado; e proibiu qualquer um de entrar na sociedade, sob as penas que a Igreja costuma infligir sobre as pessoas excepcionalmente culpadas.”
(...)

24. O que, portanto, a seita dos Maçons é, e que trilha ela persegue, aparece suficientemente do sumário que Nós resumidamente demos. Seus dogmas principais estão tão grandemente e manifestamente apartados da razão que nada pode ser mais perverso. Desejar destruir a religião e a Igreja que o próprio Deus estabeleceu, e cuja perpetuidade Ele assegura por Sua proteção, e trazer após um lapso de dezoito séculos as maneiras e costumes dos pagãos, é notável insensatez e audaciosa impiedade. Nem é menos horrível nem mais tolerável que eles repudiem os benefícios que Jesus Cristo tão misericordiosamente obteve, não somente para os indivíduos, mas também para as famílias e a sociedade civil, benefícios os quais, mesmo de acordo com o julgamento e testemunho de inimigos da Cristandade, são muito grandes. Nesta empreitada insana e pervertida nós quase podemos ver o ódio implacável e o espírito de vingança com o qual o próprio Satanás está inflamado contra Jesus Cristo. - Do mesmo modo o estudado esforço dos Maçons para destruir as principais fundações da justiça e honestidade, e para cooperar com aqueles que desejarem, como se fossem meros animais, fazer o que eles quiserem, tende somente para a ignominiosa e desgraçada ruína do gênero humano.”
(...)

“31. Nós rogamos e imploramos a vós, veneráveis irmãos, a juntar os vossos esforços com os Nossos, e esforçadamente lutar pela extirpação desta praga maligna, que está se esgueirando através das veias do corpo da política. Vós deveis defender a glória de Deus e a salvação do vosso próximo; e com o objetivo de vosso combate à vossa frente, nem coragem nem força irão faltar. Será por vossa prudência que julgareis por quais modos vós podeis melhor sobrepujar as dificuldades e obstáculos com os quais vos encontrardes. Mas, como pertence à autoridade de Nosso ofício que Nós mesmos apontemos algumas maneiras apropriadas de procedimento, Nós desejamos que o vosso primeiro ato seja arrancar a máscara da Maçonaria, e deixar que ela seja vista como realmente é; e por sermões e cartas pastorais instruir o povo quanto aos artifícios usado pelas sociedades deste tipo para seduzir os homens e persuadi-los a entrar em suas fileiras, e quanto à perversidade de suas ações e à maldade de seus atos. Como Nossos predecessores por muitas vezes repetiram, que nenhum homem pense que ele possa por qualquer razão que seja ajuntar-se à seita maçônica, se ele dá valor ao seu nome Católico e à sua salvação eterna como ele deveria valorizá-los. Que nenhum seja enganado por uma pretensão de honestidade. Pode parecer a alguns que os Maçons não exigem nada que seja abertamente contrário à religião e à moral; mas, como todo princípio e objetivo da seita está naquilo que é vicioso e criminoso, ajuntar-se com estes homens ou em algum modo ajudá-los não pode ser legítimo.”
(...)

“37. ... A seita da Maçonaria mostra-se insolente e orgulhosa de seu sucesso, e parece que ela não colocará limites à sua pertinácia. Seus seguidores, ajuntados por perversos acordos e por conselhos secretos, ajudam-se uns aos outros, e excitam-se uns aos outros a uma audácia nas coisas malignas. Um ataque tão veemente exige uma igual defesa - especificamente, que todos os homens de bem formem a mais abrangente associação possível de ação e de oração.”

Papa Leão XIII, Oficio Sanctissimo, 1887: “12. É da mesma forma uma matéria de extrema importância, Veneráveis Irmãos, que vocês venham a se prevenir e guardar seu rebanho contra os perigos surgindo do contágio da Franco-maçonaria. Nós demonstramos em um especial Carta Encíclica quão cheios de mal e perigo ao Estado possui essa seita de escuridão, e nós apontamos meios para contrair e destruir sua influência. O fiel nunca pode ser suficientemente avisado contra essa facção maligna, pois embora desde o início concebeu-se um profundo ódio contra a Igreja Católica, e desde muito este cresceu e inflamou-se, sua inimizade é não sempre abertamente revelada, mas mais freqüentemente exercita-se de uma forma hipócrita e clandestina, especialmente entre os jovens, que, não experimentados e carentes de sabedoria, são tristemente enlaçados por suas fraudes freqüentemente escondidas sob a aparência de piedade e caridade.”

Papa Leão XIII, Dal’ Alto dell’ Apostolico Seggio, 1890: “É desnecessário agora por as seitas maçônicas sob julgamento. Elas já estão julgadas; seus fins; seus meios, suas doutrinas, e suas ações são todas bem conhecidas com indisputável certeza.Possuídas pelo espírito de Satã, a qual é seu instrumento, elas incendeiam como ele um ódio mortal e implacável de Jesus Cristo e Sua obra; e eles esforçam-se por todos os meios para refreá-lo e destruí-lo.”

Papa Leão XIII, Custodi Di Quella Fede, 1892: “Lembre que o Cristianismo e a Maçonaria são essencialmente irreconciliáveis, tal que a união a um implica na separação de outro. Vocês não podem mais ignorar essa incompatibilidade entre Católico e maçom, amados filhos: vocês foram avisados abertamente por Nossos Predecessores, e Nós repetimos sonoramente o aviso.”

E as condenações papais da Franco-Maçonaria estão contidas no atual Código de Direito Canônico de 1917, Cânon 2335:

Código de Direito Canônico de 1917: “Cânon 2335. Afiliação com sociedades maçônicas ou similares. Aquele que integrar uma seita maçônica ou outras sociedades da mesma natureza, que conspiram contra a Igreja ou contra uma autoridade civil legítima, incorre numa excomunhão ipso facto simplesmente reservada à Santa Sé.”

Fonte: Blog Roberto Cavalcanti

Créditos ao site tradicaoemfoco.com

http://catolicostradicionais.blogspot.com/2011/10/condenacoes-papais-maconaria.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+CatlicosFiisTradio+%28Cat%C3%B3licos+Fi%C3%A9is+%C3%A0+Tradi%C3%A7%C3%A3o%29

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