sexta-feira, 17 de junho de 2011

O que é a maçonaria?


O que é a Maçonaria?
"A Maçonaria é um conjunto e uma superposição de associações secretas, espalhadas no mundo inteiro.

Seu fim é destruir a atual civilização de base cristã, substituindo-a por outra civilização racionalista e atéia que teria como religião a razão e a ciência, o que conduz, em linha reta, para o materialismo.

(...)

A essência profunda da luta é, portanto, espiritual. É o conflito entre o racionalismo e a idéia cristã, entre os direitos de Deus e os direitos do homem que seria promovido a homem-Deus, dirigido pelo Estado-Deus. Para chegar a esse resultado final, foi necessário começar derrubando as monarquias que representam os princípios da autoridade e da tradição, para substituí-las, lentamente, pela república maçônica atéia e universal."

(Léon de Póncins, As Forças Secretas da Revolução, 2ª Edição, Edições Globo, 1937, pp. 17-18)

"Em princípio e segundo os seus estatutos, é uma associação secreta com intuitos filantrópicos, humanitários e progressistas. Tende a enobrecer e aperfeiçoar a sociedade, orientando-a para um ideal de luz, de verdade e de progresso. Praticam-se, na maçonaria, todas as virtudes, principalmente a da tolerância e da solidariedade fraterna entre maçons".

(Idem, p. 20)

"Historicamente, pode-se afirmar que, sob a forma atual, a maçonaria existe desde 1717. Nessa época, diversas lojas inglesas reuniram-se em Londres e fundaram a Grande Loja da Inglaterra, a mais antiga de todas as lojas do universo. James Anderson foi encarregado de reunir, corrigir e redigir, sob uma forma definitiva, os estautos maçônicos. O seu trabalha apareceu em 1723 e serviu de base a todas as constituições maçônicas atuais."

(Idem, p. 22)

"O plano maçônico foi o seguinte:

É preciso destruir a civilização cristã no mundo. O ataque deve começar pela França que é a sua representate mais poderosa; é preciso aniquilar o que constitui a sua força: a monarquia e o catolicismo. Privada destas bases, a ordem social ficará indefesa e será possível abolir a hierarquia, a disciplina, a família, a propriedade, a moral.

Como a maçonaria não pode entrar em luta aberta com a Igreja, atacará os seus esteios naturais: a monarquia e a nobreza; portanto, o seu sentido recondito não é só político, mas essencialmente social e religioso, desde que a civilização ocidental tem por bases a doutrina e a disciplina cristã."


(Idem, p. 30)

"O capítulo XI revela-nos, com o apoio de numeroso documentos que na Hungria como alhures, a maçonaria é uma obra eminentemente farisaica; assim, por exemplo, o livro que contém a constituição da Grande Loja Symbolica da Hungria, impresso em Budapest, em 1905, traz a data da era  farisaica de 5886. O texto dos votos pronunciados pelos adeptos está expresso em idioma hebraico; as senhas secretas eram também palavras hebraicas. A lista publicada no fim do livro prova que 90% dos membros das lojas eram fariseus: Abel, Bloch, Berger, Fuchs, Herz, Levy, Fullak, Rosenthal, Schon, Hun, Hubar etc. O autor do livro cita, a esse respeito, um prefácio muito característico da obra do professor Pedro Agoston (um dos comissários do povo que participou do poder com Bela Kun e que os tribunais húngaros condenaram à morte, em dezembro último) obra intitulada 'A via dos fariseus', no qual, entre outras coisas, se diz que escrever a história dos judeus da Hungria é escrever a história do movimento maçônico no mesmo país."

(Idem, p. 80)

"A origem da seita é indiscutivelmente muito antiga; prende-se às associações secretas anteriores e até aos fariseus cabalistas do Egito.

Só se tem certeza de sua existência, sob a forma atual, desde 1717, data da constituição Anderson, base fundamental de todas as constituições maçônicas presentes."

(Idem, p. 94)

"O intuito da maçonaria é destruir a civilização atual, essencialmente cristã, para edificar sobre os seus escombros o mundo maçônico, baseado no racionalismo ateu."

(Idem, p. 95)

"Além da maçonaria propriamente dita, devemos mencionar as maçonarias irregulares, tais com os Iluminados de Weishaupt, os Ritos de Memphis e de Misraim, o Ordo Templi Orientis, dirigido por Aleister Crowley, sucessor de Theodoro Reuss, cujos graus em geral se vendem a preços estabelecidos.

Há ainda a Ordem Universal dos B'nai B'rith, as grandes associações poderosas pela riqueza e pela influência, tais como a Rosacruz da Califórnia, a teosofia da Sra. Annie Besant, estreitamente ligada ao Grande Oriente.

(...)

Há ainda as seitas quase desconhecidas do público como a dos Cátaros (entre Albi e Béziers) ligada à igreja católica gnóstica, de ritual cynico (Em muitas dessas seitas ocultas, pratica-se o culto fálico)."

(Idem, p. 102)

"Nos diferentes países, os altos graus maçônicos são, na sua maior parte, ocupados por fariseus.

Existem lojas exclusivamente farisaicas, tais como as da famigerada ordem maçônica do B'nai B'rith, com sede em Chicago.

O espírito fariseu domina a maçonaria e imprime-lhe esse ódio anticristão cuja pertinácia seria, sem essa circunstância, inexplicável.

A maçonaria sustenta e defende, em toda parte, os interesses farisaicos."

(Idem, p. 114)

"Arthur Preuss, na sua obra 'Estudo sobre a Maçonaria americana', mostrou-nos que a associação extraíra grande parte de sua filosofia da cabala farisaica. Há, entre as duas, uma íntima afinidade que se pode resumir nestas citações do célebre Albert Pike:

'A maçonaria procura a luz. Esta investigação deriva diretamente da cabala. Nesse enredo antigo e obscuro de absurdo e filosofia, o iniciado encontrará a fonte de numerosas doutrinas; com o tempo, poderá chegar a compreender os filósofos herméticos, os alquimistas, os pensadores da Idade Média contrários ao Papa e Emanuel Swedenbörg.'"

(Idem, pp. 118-119)

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