quinta-feira, 16 de junho de 2011

Breve história do sistema bancário.


Uma breve história do sistema bancário

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"Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e eu não me preocupo com quem escreva as leis" (Amshall Rothschild)

Foto: bezerro de ouro, ídolo em Wall Street, New York, EUA.

Na recente era, a história da elite começa com o desenvolvimento do moderno sistema bancário na Europa da Idade Média. Naquele tempo, a riqueza disponível era geralmente na forma de ouro ou prata em barras. Por segurança, tais objetos preciosos eram deixados na guarda do ourives local, sendo usualmente o único indivíduo que tinha uma caixa-forte nessas áreas. O ourives emitiria um recibo pelo depósito e, para empreender transações financeiras, o comprador retiraria seu ouro e o daria ao vendedor, que então o depositaria novamente, freqüentemente com o mesmo ourives. Como esse era um processo que consumia tempo, tornou-se comum a prática para as pessoas simplesmente trocar os recibos dos ourives quando conduziam transações financeiras.

Com o passar do tempo, os ourives tornaram-se emissores de recibos para valores específicos de ouro, tornando as compras e vendas ainda mais fáceis. Os recibos dos ourives, desta maneira, tornaram-se as primeiras notas bancárias. Os ourives, agora banqueiros pioneiros, notaram que, em qualquer tempo, apenas uma pequena proporção do ouro guardado com eles era retirada. Assim, eles descobriram por acaso a idéia de emitir por sua parte mais recibos, apesar deles não se referirem a qualquer riqueza depositada. Dando esses recibos para pessoas procurando capital, em forma de empréstimos, os ourives podiam usar o dinheiro depositado com eles por outros para fazerem dinheiro para si mesmos. Descobriu-se que por cada unidade de ouro guardada pelo ourives, dez vezes a soma podia ser seguramente emitida como notas sem que qualquer pessoa notasse qualquer esperteza. Se um ourives guardasse, digamos, 100 libras do ouro de outras pessoas em seus caixas-fortes, ele podia emitir notas bancárias no valor de 1000 libras. Enquanto não mais do que 10 por cento de detentores dessas notas queriam seu ouro em qualquer tempo, ninguém notaria a fraude sendo perpetrada. Essa prática, conhecida como "sistema de crédito sobre reservas fracionárias", continua até hoje e é atualmente a espinha dorsal da moderna indústria bancária. Os bancos geralmente emprestam dez vezes as suas reais garantias financeiras, significando que 90% do dinheiro que eles emprestam não existe hoje, nunca tiveram e nunca existirá.

Empréstimos emitidos pelos ourives eram para ser pagos de volta a eles com juros, significando que dinheiro não existente vagarosamente se converteu em bens tangíveis na forma de bens e serviços. Se o empréstimo não fosse reapresentado, o banqueiro tinha o direito de seqüestrar uma propriedade do faltoso. Com o passar do tempo, portanto, os ourives tornaram-se cada vez mais ricos. Eles inventaram um esquema de criar dinheiro do nada e então converteram-no em bens reais, mão-de-obra ou propriedades. Um empréstimo de dinheiro com 12% de juros retornava não apenas 12% para o banqueiro, mas 112%, assim como se dá hoje em dia.

Como a era industrial se iniciasse, então os contingentes para levar adiante esse esquema aumentaram exponencialmente. Os ourives eram agora banqueiros totalmente “prontos a decolar”, e sua habilidade para criar dinheiro do nada e então convertê-los em bens tangíveis possibilitaram-nos começar a controlar todas as indústrias a ponto de onde o universo do sistema bancário e da indústria se transformarem, para todos intentos e propósitos, entidades separadas. Estendidas famílias banqueiras, tais como os Rothschilds, que adquiriram tanto poder em seus modos que as várias monarquias e novos governos daquele tempo logo começaram a parecer absolutamente débeis em comparação.

Para aumentar ainda mais seu poder e influência, essa elite de famílias banqueiras subitamente comprariam influência no interior de governos ou monarquias e utilizaria essa influência para estrategicamente provocar intranqüilidade entre as nações. Quando as inevitáveis disputas estouraram, eles emprestariam então vastas somas de dinheiro, geralmente para ambos os lados, de forma que a guerra pudesse ser travada. Quaisquer armamentos comprados seriam aqueles manufaturados pelo bastidor industrial do cartel banqueiro-industrial, regulando o empréstimo do dinheiro e o momento da entrega das armas, de modo que a conseqüência de qualquer conflito pudesse efetivamente ser controlada. Se fosse necessário, monarquias e governos podiam ser mais desestabilizados pela pobreza produzida através da regulação dos suprimentos de dinheiro, e usando táticas de agentes-provocadores para dar combustão a qualquer desejo latente de revolução. Com tal poder, era fácil controlar os inexperientes governos da Europa e assegurar que apenas essas políticas que fizessem o desejo das famílias de banqueiros viessem ao poder.

Com o amanhecer do século vinte, as famílias banqueiras toparam com novos meios de consolidar e aumentar seus ganhos. Eles descobriram que restringindo periodicamente o suprimento de dinheiro, poderia facilmente quebrar com as emergentes bolsas de valores do mundo. O mais notável exemplo disso foi o famoso crack de Wall Street em 1929. O que os livros de história geralmente falham de recordar é que, em uma quebra, a riqueza não é realmente destruída, mas simplesmente transferida. O "crack de 29" permitiu que as mais poderosas das famílias banqueiras e industriais absorvessem os elementos mais fracos, criando mesmo maiores níveis de controle centralizado.

Com o progresso da revolução tecnológica, comprar outras companhias de TV e jornais permitiu então a criação e controle das mass media. Isso serviu para assegurar que apenas um desenho de eventos adaptasse os interesses das oligarquias banqueiras, para que tomassem posse da opinião pública - invariavelmente alguém negava sua existência.

Um olhar de perto do Governo

A visão que nós geralmente temos dado como o poder político é manifestado em nossa sociedade geralmente funciona assim: governo no topo, bancos, indústria, mídia e forças armadas, mais abaixo, e as pessoas abaixo disso. Porém, um exame independente do moderno poder político é mais parecido em revelar o seguinte arranjo: estendidas famílias de grupos banqueiros no topo, governo abaixo, facilitando as vontades dessa hierarquia, e a mídia abaixo, retratando o trabalho do governo ao público como "democracia em ação". Isso pode de tal modo ser visto que, em verdade, a maior parte dos governos são pouco mais do que organizações para os cartéis da elite banqueira. [1] Eles interagem com o público através da mídia, agindo para facilitar mudanças sociais de um modo que mantém relativa estabilidade social, enquanto asseguram que nossa cultura fique alinhada com qualquer curso que a elite venha a perseguir. Governos ocidentais geralmente não permitem ao público escolher realmente aquele que se torne seus representantes políticos, simplesmente para escolher entre indivíduos selecionados pela hierarquia do partido. Dizer que esse sistema é livre para abusar, é uma considerável sub-opinião.

EEUU

A criação dos EEUU representa o pináculo das ambições políticas para dominação mundial. Os EEUU são, em essência, um protótipo para cultura consumista mundial. Encorajando os EEUU larga base de grupos raciais desenvolverem sob seu controle constante, as famílias banqueiras têm estado prontas a gradualmente dirigirem a evolução natural de uma forma de ordem social que os humanos de qualquer origem possam se adaptar, sem que um significante número deles tornam-se suficientemente dissidentes para realmente tomarem armas e derrubar o sistema. Isso é ajudado por um altamente repressivo sistema de justiça e tendo na retaguarda a maior população encarcerada do planeta. Agora que a revolução tecnológica tem facilitado a expressão dos valores culturais americanos por todo mundo, os EEUU estão, com efeito, expandindo-se até os 50 estados que realmente circundam todo o globo, em tudo menos no nome. Nosso planeta está gradualmente se tornando os EEUU. Os EEUU são a fantasia final do controle - encarceramento consensual - para todos grupos de pessoas que gradualmente caminhem para crer que não existe nenhum caminho de segurança em comunidade senão o de oferecer sua liberdade individual pedaço por pedaço.

Segunda Grande Guerra

A IIª GM, um conflito que custou a vida de 10 milhões de pessoas, foi inteiramente manipulado, pelas elites banqueiras e cartéis industriais.

Hitler chegou ao poder em seu país tão economicamente estropiado pelas reparações impostas depois de uma guerra anterior que rumar para uma outra seria inconcebível. Mas a elite banqueira concordou em emprestar bilhões de dólares, e ainda mais para aparelhar um vasto complexo industrial com a Alemanha, (muito pela subsidiária da Standard Oil subsidiary, a I.G. Farben), para produzir os tanques, aviões, armas e munições necessárias para conduzir a uma outra guerra européia. Oleodutos de petróleo e fábricas foram construídas, linhas de crédito estendidas e o gasto da máquina guerra de quase toda uma década amistosa sem armas, enquanto o resto do país mantinha-se em pobreza abjeta [2], fornecendo o combustível necessário para a guerra. Todas as coisas foram uma armação do começo ao fim, como mesmo um superficial exame independente confirmará. Os milhões de mortos que resultaram foram olhados por cima pelas elites banqueiras como sendo simplesmente um sacrifício necessário para adquirirem grandes níveis de controle e homogeneidade européia.

O Terceiro Mundo

"Estados conquistados.... podem ser submetidos pela conquista de três modos. O primeiro é arruinando-os, o segundo é o conquistador habitá-los e o terceiro é permitir que eles continuem a viver sob suas próprias leis, sujeitos a um tributo regular, e criando em seu território governos de poucos que conservaram o país amigável ao conquistador." - Nicolau Maquiavel, O Príncipe

Eu agora vou analisar as ambições das famílias banqueiras no hemisfério sul, ou o assim chamado "Terceiro Mundo". Por toda África, sudeste da Ásia e América Latina, a elite de famílias banqueiras perseguiu sem compaixão a ambição de desestabilizar uma multiplicidade de culturas tradicionais e criar em seu lugar uma série de homogeneizados blocos comerciais. Nos recentes anos, esse encargo tem sido empreendido principalmente pelo Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Mas a história começa muitos anos antes.

A colonização pelos construtores dos impérios europeus do século dezesseis adiante e o tardio grito de "independência" dos territórios conquistados levaram gradualmente à adulteração dos estados nacionais com monarquias e governos. Para assegurar que essas instituições se mantivessem subservientes à elite, agentes provocadores e dúbias agências do governo ocidental trabalharam nos bastidores para tirar do lugar quaisquer líderes que mostrassem tendências populares e trocá-las por fantoches das elites das comunidades locais e suas famílias estendidas. Para manter esses odiosos e corruptos regimes no poder, as instituições bancárias ocidentais emprestaram vastas somas de dinheiro para esses "governos" e monarquias para possibilitar-lhes formar exércitos, freqüentemente com tropas estrangeiras, e desta forma prevenir o povo do país de tomar o poder. Empréstimos foram, aliás, fornecidos para a compra de armas, para guiar vários conflitos regionais provocados pelos agentes da elite, e para construir palácios em que os fantoches monarcas e seus funcionários pudessem residir.

No começo dos anos 70, a guerra do Yom Kipur, manipulada pela elite, resultou em um aumento massivo dos preços do petróleo. O mundo inteiro teve que pagar amplamente os aumentos do preço do petróleo, e os massivos lucros feitos pelas nações produtoras de petróleo foram investidos de volta nos bancos ocidentais controlados pela elite. Contando com a sempre popular tática de emprestar pelo menos dez vezes mais que suas reservas, os bancos agora tinham somas insanas de dinheiro para emprestar, com as nações do "Terceiro Mundo" compelidas a pagar amplas somas de aumento pelo seu petróleo, bem como os serviços da dívida já incorridos pelos seus líderes fantoches. Além disso, massivos empréstimos foram adiantados a eles na estratégia bancária que veio a ser conhecida como "reciclagem de petrodólar". Os bancos ocidentais enviariam jovens representantes pelo mundo oferecendo empréstimos a qualquer um no poder que precisasse.

Esses empréstimos foram, obviamente, criados do nada e amarrados aos recebedores de armas, maquinaria e bens comprados de clientes industriais e militares do cartel banqueiro que oferecia o dinheiro. Na década de 80, as bolhas começaram a explodir, como a crise da dívida mexicana se tornando a primeira dos muitos "dias de cálculos". O Banco Mundial e o FMI, organizações fabricadas pela elite, criadas na década de 40 para "estimular as condições de comércio mundial", intrometeram-se. Eles ofereceram "ajustamentos" - estratégias de reembolso que envolveram os países preocupados em adotar programas de "austeridade" econômica e iniciar a produção industrial de bens de consumo ocidentais.

Para começar a produção industrial, os países tinham que conseguir ainda mais empréstimos e comprar as instalações dos - clientes industriais dos cartéis bancários. Para gerar poder suficiente às novas indústrias, eles tinham que contratar companhias para construir instalações hidrelétricas ou reatores nucleares - companhias que eram, de novo, os clientes da indústria pesada dos cartéis bancários.

As práticas de renegociação de dívida do FMI impingiram aos países maiores problemas para pagar seus empréstimos (problemas inteiramente gerados pela elite via seu controle mundial de taxas de juros e preços do petróleo) compeliram as nações do "Terceiro Mundo", uma após a outra, a comerciar bens manufaturados, não para si mesmas, mas para vendê-los no mercado mundial. Aqui, no emergente mercado global, eles tinham que competir uns com os outros em um mercado altamente competitivo sobre o qual eles não tinham qualquer controle. O único fator na equação do FMI que os países do hemisfério sul podiam controlar era o custo de mão-de-obra. O resultado foi bens mais baratos para os consumidores ocidentais e maior pobreza aos trabalhadores do "Terceiro Mundo".

Por todo redor do hemisfério sul, pequenos agricultores deixaram de plantar para si mesmos e compelidos a plantar para exportação, esperando que pudessem pagar o suficiente para sobreviver. Nos anos 80, inflação descontrolada estimulada pelos Reaganomics nos EEUU (o arranjo de vários empréstimos para o governo dos EEUU gastando com projetos espaciais e militares enviou as taxas de juros à atmosfera) começou a forçar muitas pessoas a migrarem do campo. Eles se dirigiram para novas cidades criadas onde eles competiam umas com as outras por trabalho em novas fábricas construídas.

Isso conduziu à destruição os modos de vida tradicionais para milhões e milhões. Emergentes cartéis de drogas, invariavelmente sob a direção de agências governamentais como a CIA, começaram a inundar as cidades e áreas industriais com drogas baratas, forçando-as com trabalhos mais baratos em uma vida de dura escravidão, e aqueles sem expectativa de vida para a delinqüência nas ruas. [3] Além disso, colheitas de grãos, previamente usadas para o pão, foram desviadas para produzir álcool para as realocadas populações. Problemas não ouvidos por gerações anteriores - alcoolismo, drogas, crimes, desemprego, pobreza e mal-nutrição - tornaram-se epidêmicos na proporção de toda África, América Latina e Sudeste Asiático. No Brasil, um dos maiores exportadores de comida do mundo, próximo de meio milhão de crianças morrem anualmente de desnutrição ou doenças relacionadas à fome.

No começo dos anos 90, o espectro da avidez capitalista demonstrou progressivamente interromper as pessoas de comprarem bens produzidos dessa forma.

Então, a elite apareceu com a "lavagem cerebral verde" - a mídia controlada, tendo em vista que as imagens de mudanças no hemisfério sul são bombardeadas pela visão ocidental, convenceu-os que "o sistema" estava acomodando às pressões morais pelos cidadãos ocidentais. Programas de rádio aceitaram que práticas anteriores tinham sido exploradoras, mas que, após o "Live Aid" e similares, as coisas mudariam e qualquer problema residual seria inteiramente por falha das nações mais pobres ou surpresa do destino.

Os antigos "maus capitalistas", os Reagans e Thatchers, foram removidos do poder e trocados por porta-vozes amigáveis da elite - os Clintons e os Blairs. Na TV do Reino Unido no tempo em que escrevo (originalmente inverno de 2000), um programa da BBC retrata a ex-Spice Girl, Geri Halliwell, entrando no mundo dos cortiços urbanos e encontrando multidões de pobres, mas aparentando a felicidade de uma criança saltitante, e desta forma promovendo a imagem da gradual mudança e melhora. O que o programa negligenciou em revelar é que, em muitos dos cortiços urbanos do "Terceiro Mundo", as crianças hoje têm menos de 50% de chance de fazer seu primeiro aniversário. As taxas de mortalidade infantil estão aumentando constantemente por todo o hemisfério sul, a despeito dos esforços da ONU e da OMS para massagear os números. Para aqueles sortudos suficientes para atingir a grande idade dos cinco, a única esperança é ver pela frente uma vida de mendigo, crimes de rua ou prostituição infantil. [4] A população do mundo é correntemente estimada em seis bilhões. Três bilhões desses estão na pobreza, um terço dos quais em nível de semi-escravidão. Para a maioria dos cidadãos do mundo, a vida é hoje demonstravelmente pior do que em qualquer outra época da história.

O Futuro - Chips em tudo?

Nas passagens acima, eu procurei, a partir de alguns aspectos de nossa recente história, demonstrar que não faria mal um padrão de organização na origem que pudesse dar a muitas pessoas base para seus projetos. Nesse ponto, eu gostaria hoje de endereçar a questão: "se ali realmente houvesse um coerente corpo organizado naquilo tudo, quais seriam as suas motivações, e aonde todos esses deveriam ser conduzidos?"

A motivação primária por trás de todas atividades da elite é desejar adquirir controle. Essa é a base que desejam para controlar tudo, para agarrar um vasto e dinâmico planeta cheio de gente e dirigi-los a uma estrutura cultural compacta sob seu controle central. A satisfação desse desejo é que verdadeiramente motiva a elite. Na tentativa deles de produzir esse altamente negativo estado de coisas, a elite precisa ser ativa em duas frentes simultaneamente - o mundo exterior e o mundo interior, o planeta e a mente.

No "mundo exterior", o objetivo das famílias banqueiras é trabalhar em direção à globalização - a criação de três vastos mercados integrados centrados na América, Europa e Ásia, seguido pela sua total integração em um único mercado mundial. Um mercado global povoado por trabalhadores-consumidores e servidos de uma mais baixa extremidade via dívidas do "Terceiro Mundo".

No "mundo interior", o plano é tornar toda humanidade microchipada. A despeito de uma multiplicidade de táticas de controles correntemente sendo impostas em nós - hipotecas, cartões de crédito, sistemas de vigilância das ruas e anti-depressivos entre eles - as pessoas ainda têm um nível básico de liberdade pessoal. Ainda que seja mais difícil, nós podemos ainda fugir do consumismo e iniciar uma nova vida. Mas quando nós estivermos chipados isso não irá acontecer. Isso porque os cientistas sabem que a neurociência chegou um momento tal que, por ter um pequeno microchip implantado no interior de nosso corpo, podemos ser regulados em um nível emocional. Para ganhar controle sobre a malha de receptores de nosso corpo, nosso estado emocional pode ser manipulado por sinais elétricos, tanto como uma parte de um programa de chip ou via sinais remotos, desta forma oferecendo a possibilidade da criação de uma força de trabalho consumidora - um povo que apenas imaginava ser aquele que trabalhava, comia, procriava e dormia.

Porém, apesar do progresso de nosso planeta ter, ao longo da estrada, se tornado um superestado consumista, a maioria das pessoas é ainda altamente resistente à idéia de ter um chip implantado sob sua pele. Há, portanto, uma progressiva estratégia que irá gradualmente implementar o mais importante, degrau por degrau, a fim de permitir que esse futuro pesadelo venha à tona.

Será aclarado em três estágios concomitantes. [5] Primeiramente, o dinheiro será gradualmente eliminado. Em segundo lugar, todo dado pessoal e financeiro será trocado por individuais "smartcards". E, em terceiro lugar, smartcards serão mesmos gradualmente eliminados para serem trocados por implantes de microchip. No começo, remove-se o dinheiro, então introduz-se problemas nos sistemas de dinheiro eletrônico, enquanto simultaneamente promovem os implantes de microchip como uma alternativa segura e aceitável, a elite nos conduzirá a gradualmente aceitar a tecnologia de implante pessoal. Eu vou mostrar isso mais claramente como esses três estágios poderão ser aclarados.

Pelos últimos vinte anos nós temos sido gradualmente conduzidos na direção de abrir mão do dinheiro em favor do dinheiro eletrônico, e nos últimos dez, a excitação tem dobrado. O aumento da promoção de cartões de crédito, phone banking, mail order e Internet shopping, enfim, tudo tem ajudado a produzir uma sociedade onde a necessidade de transações com dinheiro é grandemente reduzida. Apesar disso, muitas pessoas ainda gostam de carregar dinheiro, significando que haverá mais a ser feito para isso ser eliminado completamente.

Uma estratégia que será empregada será a gradual implementação dos esquemas de "smart cidadania" nos mais abrangentes setores de nossa sociedade. "Smart cidadania" é um dos muitos eufemismos que agora emergem para a "sociedade sem dinheiro" e, uma vez que a cidade tenha sido registrada, os benefícios podem ser extensivamente promovidos pela mídia para encorajar outros a seguirem o processo. Em abri de 2000, foi anunciado que a cidade britânica de Southampton e a cidade escocesa de Gothenberg acomodarão esquemas de smart cidadania a começar em 2002, a ser tecnicamente facilitado pelo consórcio francês, Schlumberger.

Uma outra estratégia que deveria ser utilizada é a introdução de novas moedas multinacionais não disponíveis como dinheiro. O euro, a moeda corrente da União Européia, pode bem ser uma tal coisa.

Uma outra possibilidade é que o dinheiro será removido como pretexto de eliminar o tráfico ilícito de drogas. Muitas cidades têm hoje cerca de 1% de sua população usando heroínas diariamente. Isso, além do crack e da cocaína, está demonstrando um quase intolerável fardo social para a maioria das pessoas que vive em áreas afetadas. Se o dinheiro fosse eliminado, transações anônimas ilícitas para somas pequenas não seriam possíveis. Com dinheiro eletrônico, as identidades do comprador e do vendedor de qualquer artigo são gravadas em computador e uma eventual transação de uma substância ilícita poderia ser investigada. Embora as drogas ilícitas venham aos nossos países em vastos carregamentos, cada carga é no final das contas vendida em pequenas quantidades em nível de rua. Remova o dinheiro e o tráfico ilícito de drogas acabaria.

Se a "guerra às drogas" está sendo usada para ajudar a retirar o dinheiro de circulação, um dos primeiros sinais serão movimentos para legalizar as drogas leves como a maconha. O fumo de maconha é a básica atividade ilícita baseada em dinheiro que as pessoas se entregam, e a esperança de ter esse prazer retirado deles inevitavelmente criaria considerável oposição para qualquer plano de dinheiro fora da lei. Em acréscimo, a legalização da maconha criaria a aparência de política de suavização em benefício do governo, quando o oposto na realidade está tomando lugar.

Quaisquer táticas que sejam eventualmente empregadas, enquanto o dinheiro está sendo eliminado e a criação de uma sociedade global perseguida, um sortimento de estratégias "amaciantes" são passíveis de serem desdobradas pela mídia. Haverá uma corrente firme de relatos nos jornais e na TV relatando os benefícios de se microchipar. [6] Cientistas farão relatos exaltando as maravilhas da tecnologia de implante para tratar e monitorar doentes e artigos futuristas relatarão como, em prazo de poucos anos, nós não teremos de carregar carteiras. Tais relatos farão, invariavelmente, parecer que microchip e globalização não são apenas desejáveis como inevitáveis - como que "fatos consumados".

Uma vez que o dinheiro tenha finalmente sido eliminado de uma região, o que acontecerá a seguir é que problemas começarão a misteriosamente ocorrer no interior do sistema de dinheiro eletrônico. Pessoas ocasionalmente perceberão seu dinheiro desaparecer no ar. Erros de computador, vírus e fraude, sem precedentes, começarão a se manifestar em proporções maiores. Tendo suas contas pessoais instaladas em um implante de microchip, se tornará conhecido como o único caminho seguro para guardar dados sem danos de interferência, provavelmente porque tecnologia codificada disponível no chip pessoal não estará disponível no smartcard.

Grupos inteiros de pessoas no interior da sociedade terão provavelmente já sidos chipadas nesse tempo. Criminosos, os doentes mentais, e pessoal militar são três alvos prováveis. A mídia constantemente retratará “que chipar-se é uma coisa socialmente positiva”. Pequenas crianças irão se perder em altos índices nos jornais, então serão encontradas “porque elas foram ‘chipadas’.” Programas de TV para pessoas jovens serão especialmente mirados. [7] Tornar-se chipado será visto como sinônimo de ‘ser promovido’ e atrair membros do sexo oposto. A mídia não economizará esforços para assegurar que os aspectos negativos de se chipar, tais como sentir-se como um robô, são induzidos pelas cabeças das pessoas.

Para intensificar ainda mais o impulso para tornar o público chipado, grandes corporações começarão a fazer que requerimentos de emprego, provavelmente sob a aparência de ser sua contribuição para criar uma sociedade positiva. Por esse tempo, as corporações multinacionais de hoje, grandes como elas já são, terão sido transformadas em gigantes transnacionais, com uma perna de cada lado no mundo como a estátua de um colosso, controlando vastos setores dos recursos terrestres e encontrando-os fora dos acordos de seus planos mestres, e com um vasto e contínuo trabalho para fazer tudo parecer completamente consensual. Virtualmente tudo comprado será de uma corporação multinacional, e praticamente todas oportunidades de emprego envolverão trabalhar para uma. [8]

Com o dinheiro sepultado e nenhum caminho de se voltar atrás, e o cartão de crédito, carteira de identidade, e mesmo sistemas de smartcard’s progressivamente caindo em ruína, a vida começará a parecer uma bela “gelada” para pessoas não chipadas. Em breve, não sendo chipadas significará efetivamente que você não é capaz de trabalhar para um salário normal em qualquer um dos trabalhos mais serviçais. Inicialmente, ainda haverá um mercado negro operando em variados graus fora da lei e comerciando em um uma ampla variedade de substâncias lícitas e ilícitas. Mas como os procedimentos de microchipar toda sociedade ocidental se tornarão vistos como sendo tão natural quanto pagar impostos, então o Estado de modo crescente fará movimentos para atacar atividades ilícitas. Com o apoio moral pela população microchipada, projetado pela mídia, essas pessoas “não chipadas” serão crescentemente marginalizadas na mesma direção que os sem-teto são hoje – forçados às periferias da sociedade e levados a se defender em um comportamento de pobreza, uso de drogas, exploração sexual e crime. [9]

Uma vez que o chipar-se está finalmente aceito como sendo uma parte integral da vida no século vinte um, o próximo passo estará implementado – a promoção dos chips que podem regular aspectos funcionais de nosso corpo.

A auto-regulação de nosso corpo e mente será vista como um novo e conveniente significado de tratar de queixas abrangendo desde depressão às menores feridas na carne. Nenhuma necessidade de tomar comprimidos para chamar o doutor, apenas programe seu chip para fazer isso para você. Cientistas estão agora suficientemente versados no sistema elétrico de nosso corpo e redes de receptores interligados podem superficialmente alterar a maioria de nossas funções emocionais. Mudando o caminho do metabolismo de seratonina de nosso corpo, por exemplo, os sintomas de depressão podem ser aliviados.

Com a disponibilidade de chips capazes de alterar toda uma cadeia de funções neuroquímicas, nós progressivamente temos a habilidade para emocionalmente regular a nós mesmos. Dado que é agora bem reconhecido que emoções negativas são meros sintomas de necessidades mais profundas não sendo encontradas, toda sorte de problemas de saúde não podia indubitavelmente ser diagnosticada. Mas, ao lado de preocupações de saúde, dando ao povo o significado de controlar-se de modo absoluto em questões emocionais, poderia conduzir a “geração Prozac” a se tornar global. As pessoas se tornarão obcecadas em sentir-se bem consigo mesmas todo o tempo, ignorando qualquer coisa que ameace ou interfira seu sentimento. Guerras, fome, revoltas políticas e tirania global, tudo se tornará apenas os “problemas dos outros”. Com tecnologia de implante aceita como sendo parte da vida do século vinte e um, quem notará se um dia os chips parecem começar a regular a si próprios? Quem provavelmente notará que eles não requerem que nós realmente programemo-nos, mas que parecem fazer isso sem a nossa ajuda, provavelmente não nos permitindo acessar nossos verdadeiros sentimentos mesmo se nós precisássemos deles?

O cenário de pesadelo parece como algo tirado da ficção científica, mas, em verdade, muito da tecnologia já tem sido desenvolvida. O microchip implantável com sistema de rastreamento global e sistema de bio-monitoramento, Digital Angel, está programado para entrar em produção no final de 2000, (veja mais tarde). [10] Ele é motorizado pelo movimento do músculo humano e será oferecido às pessoas interessadas que eles ou seus queridos venham a se perder e para doutores que queiram monitorar seus pacientes. As patentes para os chips implantáveis que liberam medicamentos na corrente sangüínea já têm sido emitidas, e companhias tais como a ChipRx, têm sido fundadas para desenvolvê-los para o mercado. A tecnologia está aqui, a única questão é: quanto será necessário para nos convencer a aceitá-los? Uma coisa é certa – tudo será feito pedaço por pedaço. Passo a passo, nós seremos levados um lugar onde ninguém, se eles pensarem assim, sempre teria vontade de ir – e sem meios de escapar.

Notas e comentários:

[1] Uma interessante reportagem de O Globo, revela as “sugestões” do BIRD para as políticas sociais do governo do Brasil, que são seguidas à risca: “Nos temas mais amplos, como reforma da Previdência, o documento chega a tratar de aspectos pontuais. Sugere, por exemplo, a taxação dos funcionários públicos inativos em 11% — mesmo percentual proposto agora pelo governo no projeto encaminhado ao Congresso. No que diz respeito às mudanças tributárias, o Bird propõe a criação de um imposto sobre valor agregado, idéia semelhante à proposta do governo de unificar a legislação do ICMS, que hoje varia de estado para estado.”
Ver em http://oglobo.globo.com/oglobo/Economia/108040326.htm
Outras interessantes observações são como a política econômica do atual governo beneficia tão somente os grandes banqueiros: “Os 50 maiores bancos lucraram no ano passado 92% a mais do que as 150 maiores empresas não-financeiras em atividade no país, sejam elas de capital nacional, estatais ou subsidiárias de grupos estrangeiros. A soma do lucro líquido dos bancos chegou a US$ 5,746 bilhões, enquanto o setor industrial ganhou US$ 2,987 bilhões. O dado consta da publicação “Melhores e Maiores”, da revista “Exame”, que será distribuída no próximo mês. O resultado reflete a estagnação do mercado interno e o peso dos juros, que fizeram a alegria dos banqueiros mas aumentaram o endividamento dos empresários. Pelo estudo, as 500 maiores empresas do país amargaram no ano passado uma queda de 83% nos lucros — de US$ 9,7 bilhões, em 2001, para US$ 1,6 bilhão em 2002.” Ver em http://oglobo.globo.com/oglobo/Economia/108426152.htm No Brasil, os bancos apresentam os maiores índices de lucratividade entre as grandes economias do mundo, conforme ressalta matéria do Financial Times: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u64448.shtml

[2] Quer expressemos nosso repúdio contra o totalitarismo nazista, não podemos nos obstar a admitir certos fatos históricos. Segundo Eric Hobsbawn em Era dos Extremos, “o único Estado ocidental que conseguiu eliminar o desemprego foi a Alemanha nazista entre 1933 e 1938.” (p. 97); “O nazismo sem dúvida tinha, e em parte realizou, um programa social para as massas: férias; esportes; o planejado “carro do povo”, que o mundo veio a conhecer após a Segunda Guerra Mundial como o “fusca” Volkswagen. Sua principal realização, porém, foi acabar com a Grande Depressão mais efetivamente do que qualquer outro governo, pois o antiliberalismo dos nazistas tinha o lado positivo de não comprometê-los com uma crença a priori no livre mercado” (p. 131).

[3] Na realidade, as pessoas não são migradas a uma vida de opção entre a sobrevivência e o crime, embora logicamente haja uma pressão neste sentido tanto do ponto de vista social como também uma tentação maligna. O caráter empreendedor das pessoas e a fé em Cristo (Lc 12, 31) são os remédios para tais problemas, não obstando as necessárias reformas sociais.

[4] Idem

[5] Um estágio que o autor do artigo acabou omitindo é o dos atuais modismos em torno de tatuagens, implantes de silicone e principalmente piercings e implantes subcutâneos, que servem como estímulos sociais para que as pessoas agridam o seu corpo. Podemos ter uma relação clara entre piercings e microchips. O IFTF (Institute for the Future), organização californiana sem fins lucrativos, que se especializou em previsões de longo prazo sobre os impactos de novas tecnologias na sociedade e nos negócios, vaticina que chips desse tipo serão bastante difundidos, não só em razão de seus benefícios mas até mesmo por questão de modismo. “Se toda uma geração está usando piercings, por que não colocariam dispositivos eletrônicos sob a pele?”, pergunta Bob Johansen, presidente do IFTF. Ver em: http://gazetaweb.globo.com/gazeta/Frame.php?f=Materia.php&c=36301&e=484

[6] Esta reportagem da BBC é um exemplo claro disso. No subtítulo, “Cientistas americanos da Cyberkinetics Inc, empresa especializada no desenvolvimento de interfaces entre o cérebro e computadores, vão começar a fazer testes com humanos de chips que podem ser capazes de "ler o pensamento" de pessoas com paralisia e ajudá-las a realizar diferentes movimentos.”. Ver em:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2004/04/040418_cerebross.shtml

[7] Os jovens são o público-alvo principal. As tatuagens, piercings e implantes sub-cutâneos foram os primeiro caminho. Sua resistência moral já foi reduzida a nada e agora ele pode finalmente ser chipado. A boate Baja Beach Club, em Barcelona, é a pioneira na Espanha em implantes de chips em seus clientes através de uma simples injeção, para que não precisem pagar nos meios convencionais. O custo da injeção será de $ 153. Segundo o diretor do Baja Beach Club, “mucha gente con ganas de implantárselo. Actualmente, casi todo el mundo lleva piercings, tatuajes o silicona”. Na área VIP do site é possível ler: "Somos la primera discoteca del mundo en ofrecer el VIP VeriChip. Mediante un chip digital integrado, nuestros VIPs pueden identificarse cómo tal, así como pagar sus consumiciones sin la necesidad de aportar ningún tipo de documento". Ver em: http://www.bajabeach.es/

[8] Evidências da concentração em um macrocapitalismo cosmopolita e monopolista são as recentes fusões no Brasil. Primeiro, a AMBEV fundiu as três mais importantes marcas de cervejas brasileiras a Brahma, a Antárctica e a Skol, que pertenciam a companhias separadas, em uma só companhia de cervejaria. Logo em seguida, ela passa a ser controlada pela Interbrew, empresa sediada na Bélgica. Ver em: http://www.cnn.com/2004/BUSINESS/03/03/interbrew.ambev.ap/. O mesmo se dá com a tradicionalíssima empresa brasileira de chocolates, a Garoto, que passa a ser controlada pela multinacional suíça Nestlé.
Ver em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u42533.shl

[9] Na realidade, as pessoas não são migradas a uma vida de opção entre a sobrevivência e o crime, embora logicamente haja uma pressão neste sentido tanto do ponto de vista social como também uma tentação maligna. O caráter empreendedor das pessoas e a fé em Cristo (Lc 12, 31) são os remédios para tais problemas, não obstando as necessárias reformas sociais.

[10] Nesta reportagem tirada do site da Digital Angel, pelo menos uma companhia já comprou o sistema da empresa: a MedAire. Ver em:
http://www.digital-angel.com/about_pressreleases.asp?RELEASE_ID=1

Como os bancos trabalham

A coisa engraçada como um banco trabalha é que funciona em função de nossa confiança. Nós damos a um banco nosso dinheiro para mantê-lo seguro para nós, e então o banco retorna e dá a alguém mais, a fim de fazer dinheiro para si mesmo. Os bancos podem legalmente estender consideravelmente mais crédito do que eles têm disponível. Ainda, a maioria de nós tem confiança total na habilidade dos bancos em proteger nosso dinheiro e nos dar quando nós pedimos por ele.

Por que nós nos sentimos melhor por ter nosso dinheiro em um banco do que debaixo de um colchão? É somente pelo fato que eles pagam juros em algumas de nossas contas? É porque nós sabemos que se tivermos dinheiro em nossos bolsos nós iremos gastá-lo? Ou, é simplesmente a conveniência de estarmos prontos a passar cheques e usar cartões de débito em preferência a carregar dinheiro? Toda e quaisquer dessas alternativas podem ser a resposta, particularmente com as conveniências do sistema bancário eletrônico de hoje. Agora, nós nem mesmo temos que manualmente passar o cheque – nós podemos simplesmente deslizar um cartão de débito ou clicar o botão "pagar" no website do banco.

Vamos olhar para o sistema bancário do mundo e ver como essas instituições trabalham, o que teríamos que fazer para começar seu próprio banco, e por quê nós deveríamos (ou não) confiar neles com nosso dinheiro duramente ganho.

O que é um banco?

De acordo com a Enciclopédia Britannica, um banco é uma instituição que negocia em dinheiro e substitui e fornece outros serviços financeiros. Bancos aceitam depósitos e fazem empréstimos e produzem um ganho da diferença nas taxas de juros pagas e devidas, respectivamente.

Bancos são críticos para nossa economia. A função primária dos bancos é oferecer aos detentores de contas dinheiro para usar, emprestando-o para outros que podem então usa-lo para comprar casas, fazer negócios, enviar os filhos a universidades...

Quando você deposita seu dinheiro no banco, seu dinheiro vai para um grande pool de dinheiro junto com o de todos os demais, e sua conta é creditada com a quantia de seu depósito. Quando você passa cheques ou faz retiradas, essa quantia é deduzida de seu saldo de conta. Juros que você ganha em seu saldo também são acrescidos a sua conta.

Os bancos criam dinheiro na economia fazendo empréstimos. A quantidade de dinheiro que os bancos podem emprestar é diretamente afetada pela requisição de reservas, colocadas de lado pelo Federal Reserve. A requisição de reserves é atualmente de 3 a 10 por cento dos depósitos totais do banco. Essa quantia pode ser sustentada tanto em dinheiro em mão ou saldo de reserva bancária com o FED. Para ver como isso afeta a economia, pense mais ou menos assim. Quanto um banco obtém um depósito de $100, assumindo uma requisição de reserva de 10 por cento, o banco pode então doa $90. Esses $90 retornam para a economia, comprando bens ou serviços, e habitualmente terminam depositados em outro banco. Esse banco pode então doa $81 daquele depósito de $90, e aqueles $81 entram na economia para a compra de bens ou serviços e, no final das contas, é depositado em um outro banco que prossegue para doar uma percentagem dele.

Dessa maneira, o dinheiro rende e flui por toda a comunidade em uma quantia muito maior do que fisicamente existe. Esses $100 criam uma onda muito maior na economia do que você pode perceber!

Por que isso se desenvolve?

O sistema bancário é todo baseado na confiança. Nós confiamos que o banco terá nosso dinheiro para nós quando formos apanhá-lo. Nós confiamos que honrará os cheques que nós passamos para pagar nossas contas. O que é difícil de entender é o fato que enquanto as pessoas estão pondo dinheiro no banco todos os dias, o banco está emprestando o mesmo dinheiro e mais a outras pessoas todos os dias. Os bancos consistentemente concedem mais crédito do que eles têm em espécie. Isso é um tanto amedrontador; mas se você vai ao banco e pede seu dinheiro, você o obterá. Porém, se todos vão ao banco ao mesmo tempo e pedem seu dinheiro (uma ida ao banco), deveria haver problema.

Muito embora, o Federal Reserve Act requeira que os bancos mantenham uma certa porcentagem de seu dinheiro em reserva, se todos vierem a sacar seu dinheiro ao mesmo tempo, não haveria o suficiente. No evento de uma falência bancária, seu dinheiro está protegido enquanto o banco está garantido pela Corporação Federal de Segurança de Depósito (FDIC). A chave para o sucesso do sistema bancário, porém, ainda repousa na confiança que os consumidores têm na capacidade do banco proteger e aumentar seu dinheiro. Porque os bancos contam com tão pesadamente confiança do cliente, e a confiança depende da percepção de integridade, a indústria bancária é altamente regulada pelo governo.

Tipos de Bancos

Há vários tipos de instituições bancárias, e inicialmente elas eram totalmente distintas. Bancos comerciais foram originalmente configurados para prover serviços para negócios. Agora, a maioria dos bancos comerciais oferece contas para todos.

Bancos econômicos, poupanças e empréstimos, bancos cooperativas e uniões de crédito são realmente classificados como instituições prósperas. Cada um originalmente concentrado em necessidades conjuntas específicas de pessoas que não estavam cobertas por bancos comerciais. Bancos econômicos foram originalmente fundados, a fim de prover um lugar para trabalhadores de menor renda para salvar seu dinheiro. Associações de poupança e empréstimos e bancos cooperativas foram estabelecidos durante os anos de 1800 para tornar possível para trabalhadores de fábrica e outros trabalhadores de baixa renda comprar casas. Uniões de crédito eram habitualmente abertas por pessoas que mantinham uma ligação comum, como trabalhar em uma mesma companhia (geralmente uma fábrica) ou viver na mesma comunidade. A principal função das uniões de crédito era fornecer empréstimos de emergência para gente que não podia obter empréstimos de prestadores tradicionais. Esses empréstimos deveriam ser por coisas como custos médicos ou reparos de casa.

Agora, muito embora haja ainda uma diferença entre bancos e economias, eles oferecem muitos dos mesmos serviços. Bancos comerciais podem oferecer empréstimos de carro, instituições econômicas podem fazer empréstimos comerciais, e uniões de crédito oferecer hipotecas!

Como os bancos fazem dinheiro?

Bancos são como outros negócios. Seu produto simplesmente sucede em ser dinheiro. Outros negócios vendem coisas ou serviços; os bancos vendem dinheiro – na forma de empréstimos, certificados de depósitos (CDs) e outros produtos financeiros. Eles fazem dinheiro sobre o juro que eles debitam em empréstimos porque esse juro é mais alto do que o juro que eles pagam em contas de depositantes.

A taxa de juro que um banco debita de seus mutuários depende tanto do número de pessoas que querem tomar emprestado quanto da quantia de dinheiro que o banco disponibilizou para emprestar. Conforme nós mencionamos na seção anterior, a quantia disponível para emprestar também depende da requisição de reserva que a comissão de diretores do Federal Reserve fixou. Ao mesmo tempo, pode também ser afetado pela taxa de fundos, que é a taxa de juros que os bancos debitam de cada um por empréstimos de curto prazo para adequar a suas requisições de reservas.

Investigue como o Fed trabalha para mais sobre como o Fed influencia a economia.

Emprestar dinheiro é também inerentemente arriscado. Um banco nunca realmente sabe se ele obterá o dinheiro de volta. Portanto, quanto mais arriscado o empréstimo, maior é a taxa de juros que o banco debita. Enquanto pagar juros pode não parecer ser um grande movimento financeiro em alguns aspectos, realmente é um pequeno preço a pagar por usar o dinheiro de alguém mais. Imagine ter que salvar todo dinheiro que você precisava a fim de comprar uma casa. Nós não estaríamos prontos a comprar casas até nós nos aposentarmos!

Os bancos também debitam taxas por serviços como checagem, acesso a ATM e proteção de retirada excessiva. Empréstimos têm seus próprios grupos de taxas que os acompanham. Uma outra fonte de renda para bancos são investimentos e garantias.

Como iniciar seu próprio banco?

O que você precisaria para iniciar seu próprio banco? Você simplesmente aluga um espaço, publique uma marca e começa a receber depósitos? Não exatamente. Vamos ver os caminhos que você tem que perseguir a fim de começar seu próprio banco. As regras e requerimentos variam de país pra país, assim nesse artigo nós usaremos os requerimentos do Estado da Flórida.

O grupo organizador

Assim como qualquer negócio, você primeiro terá que estabelecer algumas decisões pré-planejadas – como quem serão seus parceiros (chamados o grupo organizador). Você terá também que descrever um plano de negócios. Todas essas coisas serão levadas em consideração quando você aplicar a um Estado ou alvará federal.

Estado vs. Alvará Federal

Alguns dos benefícios de um banco garantido pelo Estado incluem acesso local a tomadores de decisão e, algumas vezes, respostas mais rápidas aos questionamentos e preocupações. Tomadores de decisões locais também poderão estar mais familiares com as economias locais e condições de mercado. Taxas estimativas de regulação local são freqüentemente mais baixas que as taxas federais.

Um alvará é um acordo que os governos estabelecem a maneira a qual o banco é regulado e opera. Ele autoriza a organização do banco tanto pelo Estado quanto pela agência federal. A agência que licencia o banco é, antes de mais nada, responsável por proteger o público de práticas bancárias inseguras. Ela conduz análises in loco para assegurar que a condição financeira do banco é boa e que o banco está cumprindo com as leis bancárias. Alvarás do Estado e alvarás federais tipicamente não diferem tanto no mundo que o banco conduz os negócios. Eles, porém, diferem em outras áreas. Por exemplo, na Flórida, um banco do Estado não é requerido a ser um membro do sistema do Federal Reserve, enquanto federalmente bancos licenciados são. Além disso, bancos licenciados pelo Estado são regulados por agências do Estado, enquanto bancos licenciados federalmente são regulados por agências federais.

O grupo organizador tem que identificar diretores, um executivo-chefe (que geralmente tem que ter experiência anterior em dirigir um banco) e outros executivos. A integridade, as histórias passadas de negócios e as histórias de crédito dessa gente afetarão grandemente a aceitação ou negação do alvará do banco. Importante é cuidadosamente selecionar esses parceiros e assegurar-se que eles são jogadores do time, têm a experiência e know-how para ajudar a fazer o trabalho bancário, e podem opor-se (tanto profissionalmente quanto pessoalmente) ao escrutínio secreto da investigação regulatória.

Empresa Matriz

Uma empresa matriz do banco é uma companhia que tem controle sobre um banco. Ela controla 25 por centro das ações e tem a capacidade de controlar a eleição de uma maioria de diretores do banco. O Federal Reserve pode também determinar que uma companhia tanto diretamente quanto indiretamente tenha influência organizadora sobre certa administração e decisões políticas para o banco. O grupo organizador tem a opção de estabelecer uma empresa matriz para o banco quando se aplica ao alvará.

O número de diretores você deve ter vários de estado a estado. Na Flórida, você deve ter pelo menos uns cinco, e não há número máximo. Esses parceiros têm proposto dinheiro como uma oferta inicial que mostra seu nível de comprometimento e ajuda a começar o banco. A quantia requerida na Flórida é de 25 por cento. Em outros estados, pode ser tão baixo quanto 10 por cento ou 15 por cento do capital total necessário para começar o banco. Esse grupo depois se torna acionista no banco. Na maioria dos casos, há um limite de 24,9% para quantas ações um indivíduo ou companhia pode ter, a menos que a companhia seja uma empresa matriz.

O Mercado do banco e locação

A locação de seu banco é uma decisão muito importante. Você tem que fazer alguma pesquisa de mercado para determinar quão bem um novo banco estará em uma área particular, ou o melhor ponto em uma grande região geográfica onde deveria se instalar. Essa informação é também requerida para sua aplicação a um alvará. Você pode estar competindo com outros que estão também tentando um alvará para um banco naquela área! Muito embora a competição seja saudável para negócios e consumidores, há ainda a necessidade de certificar-se se um ambiente financeiro seguro e estável é sustentado. A economia também será tomada em consideração em locações onde haja vários bancos competindo.

A locação física específica de seu banco é escolhida pelo grupo organizador e é tão importante quanto encontrar o mercado certo. Você quer que a locação do banco seja conveniente para clientes e em uma área pesadamente comerciada. Você também necessita decidir se compra ou aluga um prédio.

Levantando dinheiro para começar seu banco

O capital requerido para começar um banco freqüentemente varia grandemente de estado a estado. Na Flórida, o capital requerido é de $6 milhões para um banco em uma área metropolitana e $4 milhões para um banco em uma área rural. Em outros estados, tais como Nova Iorque, essa quantia deveria ser $10 milhões ou mais para áreas metropolitanas. Esses requerimentos de capital são costumeiramente determinados pelo seu plano estratégico e enunciados financeiros pro forma para o mercado que você selecionou.

Conforme mencionado acima, o grupo organizador pode ser responsável por 10 a 15 por cento dessa quantia. O restante é vendido a acionistas. Grupos organizadores podem mirar 400 a 750 ou mais acionistas a fim de levantar o dinheiro necessário para começar o banco. Usualmente, quanto mais acionistas tenha um banco, melhor é a sua chance de ter sucesso.

O pedido do alvará e outros detalhes

Há ainda alguns detalhes que têm que ser determinados antes que você possa submeter sua aplicação do alvará. Por exemplo, como você irá chamar seu banco? O nome que deve surgir com um nome diferente o suficiente de outros nomes de bancos para evitar confusão. Você também precisa pensar a respeito se você quer a palavra "banco" no nome, e se você quer a região geográfica no nome. Sem levar em consideração o nome que você venha a escolher, você tem que verificar se o nome não está sendo usado por quaisquer outras corporações – o que nos leva ao fato que você tem que se tornar incorporado.

Antes que você realmente registre seu pedido, é recomendado que você estabeleça um encontro com o departamento de finanças e bancos do Estado. Isso ajudará a assegurar que você tenha toda a informação necessária para solicitar. Geralmente, os maiores impedimentos vêm de fundos e/ou informação financeira incompletos.

Uma vez que você tenha aplainado todos os detalhes, você preenche o pedido de alvará e submete-o (junto com um monte de outras informações) à comissão de finanças e bancos do Estado -- ou, se você está solicitando um alvará federal, você o enviará à Secretaria do Controlador de Dinheiro. Eis a lista de itens que você tem que incluir na Flórida:

Os nomes e endereços de todos os organizadores e a empresa matriz (se houver uma);

Os nomes dos diretores propostos, o CEO, o oficial sênior de empréstimos e o caixa;

Nome e o endereço do banco;

O número de ações, por valor, e preços de ações por cada ação que será negociada;

A quantidade total de ações comuns, assim como excedentes e reservas por custos de operação;

O número de ações do estoque bancário que cada organizador planeja comprar;

Onde o dinheiro para comprar aquelas ações provém;

Nomes e endereços de investidores propostos que serão donos de mais de 10 por cento do estoque total do banco;

Um pedido de alvará completo (formulário DBF-C-10 na Flórida) para cada organizador, diretor proposto e acionista principal, CEO, oficial sênior de empréstimo, caixa, e todos os outros oficiais executivos;

Enunciados financeiros pro forma;

Um adendo àqueles enunciados financeiros que explicam suposições e estratégias para atingir o mercado de ações projetado para cada tipo de produto ou serviço;

Estimativas usadas para calcular ganhos;

Cada qual envolvido na compra ou arrendamento do prédio do banco;

Qualquer negócio ou filiação pessoal entre a propriedade do banco vendedor ou arrendador e quaisquer dos organizadores, outros empregados do banco, e acionistas que serão donos de 10 por cento ou mais das ações do banco;

Cópias de estudos sobre a possibilidade de locação e leis locais de zoneamento;

Cópias de resultados de quaisquer testes ambientais conduzidos na localização do banco;

Custos de organização projetados (isso inclui arquivamento e taxas regulatórias, taxas de consulta e profissional, folha de pagamento e impostos de folha de pagamento, arrendamento, custos de levantamento de capital, impressão, tarifas, telefone e suprimentos de escritório);

Salários propostos e benefícios para empregados do banco;

Cópias de quaisquer contratos de trabalho que podem ser dados aos empregados;

Cópias de políticas bancárias propostas;

E, finalmente, seu detalhado plano de negócios!

Conforme você pode ver, há um monte de informação que há de ser reunida e submetida com seu pedido de alvará. Deixando de fora qualquer dessas informações, ou havendo alguma delas incompletas, reduzirá a análise de seu processo consideravelmente. Haverá uma taxa de solicitação, também, que na Flórida é de $15,000. Mais outros estados requerem uma quantia similar.

Se seu pedido é considerado completo, então uma decisão será dada dentro de 180 dias. Se seu pedido é aceito, você geralmente terá mais de um ano para abrir seu banco. Em todos os estados, você é requerido a aplicar um depósito de segurança com o FDIC antes de poder aceitar depósitos do público.

Quão seguro está seu dinheiro em um banco?

Os 12 regionais Reserve Banks agem como a divisão de serviço do Federal Reserve – eles realizam a política monetária ajustada pela comissão de diretores do Federal Reserve e regulam e supervisionam instituições financeiras. A agência que licenciam o banco é também responsável por conduzir exames in loco para certificar-se que o banco está cumprindo com as leis bancárias. Em acréscimo a essa supervisão, seu dinheiro é também protegido pela segurança.

Que o logotipo "FDIC" que você vê conforme você se dirija à porta significa que você mantém segurança em seus depósitos. Depositantes são tipicamente protegidos por mais de $100,000.

Garantia de depósito sucede por causa dos rumores de problemas bancários que levam ao pânico de todos correrem ao banco para sacar todo seu dinheiro. Não tomaria muito tornar o povo desconfiado sobre a segurança de seu dinheiro no banco. Se eles ouvirem sobre o mais leve sinal de problema, eles correrão ao banco para sacar. Isso leva à falência de muitos bancos e grandes perdas de poupança para muita gente. Essa montanha russa de finanças pessoais perdurou por muitos anos e por toda a Grande Depressão dos anos 30. Finalmente, em 1934, o Congresso estabeleceu a Corporação Federal de Segurança de Depósito (FDIC), que inicialmente forneceu cobertura de depósito de segurança de $2,500 por depositante. Isso melhorou grandemente a segurança dos bancos e reduziu o número de falhas de bancos por quase 4,000 de 1933 a 1934.

A confiança pública no sistema bancário melhorou tremendamente desde que a FDIC foi estabelecida. A confiança que os depositantes necessitam a fim de fazer o sistema trabalhar é mantida, e a economia se mantém vigorosa.

Os bancos também mantêm segurança privada bancária – especialmente designada cobertura privada para proteger depósitos em caso de roubos, vandalismo etc.

Empréstimos, Saques e Poupanças

Os bancos oferecem uma série de produtos financeiros para seus depositantes. Eles oferecem contas, empréstimos, certificados de depósitos e contas de mercado monetário, para não mencionar as tradicionais contas de poupança. Alguns também permitem que você estabeleça contas individuais de aposentadoria (IRAs) e outras contas de poupança de aposentadoria ou educação. Há, obviamente, outros tipos de contas sendo oferecidas nos bancos por todo o país, mas essas são as mais comuns. Quais são as diferenças nesses mais comuns tipos de contas?

Contas de poupança – O mais comum tipo de conta, e provavelmente a primeira conta que você tenha tido, é uma conta de poupança. Essas contas geralmente requerem tanto um baixo saldo mínimo ou não há requisito de saldo mínimo, e permitem que você mantenha seu dinheiro em um lugar seguro enquanto ganha uma pequena quantia de juros a cada mês. Na prática padrão, não há quaisquer restrições sobre quando você possa sacar seu dinheiro.

Contas de cheque – Essa é uma outra conta comum que a maioria tem. É conveniente porque deixa você comprar coisas sem ter que se preocupar em carregar o dinheiro -- ou usar um cartão de crédito e pagar seus juros. Enquanto a maioria das contas de cheque não pagam juros, algumas sim – essas são referidas como contas de ordem negociável de retirada (NOW). Alguns dizem que os cheques datam desde 352 A.C. no Império Romano.

Parece que cheques realmente começaram a se tornar populares na Holanda nos anos 1500 a 1600. "Caixas" holandeses forneciam uma alternativa para guardar grandes quantias de dinheiro em casa e concordavam em guardar o dinheiro dos depositantes para proteção. Por uma multa, eles pagariam as dívidas dos depositantes da conta baseada numa nota que o depositante passaria – parece muito como um cheque!

Os bancos de hoje fazem a mesma coisa. Tornou-se um pouco mais complicado quando muitos dos bancos se tornaram envolvidos e o dinheiro necessitado a ser transferido de um banco ao próximo. Para tornar as coisas mais fáceis, os bancos agora têm um sistema de "câmaras de compensação" de cheques. Os bancos tanto enviam cheques através do Federal Reserve ou usam câmaras de compensação privada para transferir os fundos e limpar o cheque.

Contas de mercado monetário – Uma conta de mercado monetário (MMA) é uma conta de poupança de ganho de juros com limitados privilégios de transação. Você é geralmente limitado a seis transferências ou retiradas por mês, com não mais do que três transações como cheques passados pela conta. A taxa de juros paga sobre uma conta de mercado monetário é geralmente maior do que aquela de uma regular taxa de caderneta de poupança. Contas de mercado monetário têm também um saldo mínimo requerido.

Certificados de depósito – Essas são contas que lhe permitem pôr uma quantia específica de dinheiro por um período específico de tempo. Em troca a uma mais alta taxa de juros, você tem que concordar a não sacar o dinheiro pela duração do período de tempo fixado. A taxa de juros muda de acordo com o período de tempo que você decide deixar o dinheiro na conta. Você não pode passar cheques em certificados de depósito. Esse arranjo não somente permite ao banco dinheiro que eles possam usar para outros propósitos, mas também os deixa exatamente livres para que eles possam usar aquele dinheiro.

Contas individuais de aposentadoria e contas de poupança de educação – Esses tipos de contas requerem que você mantenha seu dinheiro no banco até que você atinja uma certa idade ou seu filho entre na universidade. Pode haver penalidades com esses tipos de contas, porém, se você usar o dinheiro para alguma outra coisa que não educação, ou se você retirar o dinheiro antes da idade de aposentadoria.
Posted by Jean Marie Le Pen at 6:53 PM 0 comments
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Labels: bancos, banqueiros, economia
Tuesday, October 11, 2005
Banqueiros estão por detrás da Contracultura
Por Henry Makow Ph.D.
May 07, 2005

Nós supomos que grandes corporações tenham objetivos econômicos. Mas nós também não esperamos que elas tenham uma agenda social secreta e oculta.

Por exemplo, nós não esperamos delas projetar subdesenvolvimento e colapso familiar. Nós não esperamos delas usar cultura popular para estimular a alienação e disfunção.

Os banqueiros centrais baseados na cidade de Londres controlam os cartéis que dominam o mundo. Eles ludibriaram o direito de imprimir dinheiro baseado em nosso crédito e muito naturalmente usaram essa vantagem para comprar o controle de tudo que havia de importante.
Isso poderia ser tolerável se riqueza ilimitada fosse tudo que eles precisassem. Mas eles também queriam poder ilimitado: não simplesmente ditadura mundial, mas controle total sobre nossas mentes e almas.

No livro Dope, Inc., (1992) os pesquisadores da Executive Intelligence Review desvelam o verdadeiro caráter oculto e criminoso da agenda dos banqueiros. Quão incrível e bizarro como isso parece, os banqueiros praticam o culto pagão de Ísis, que está no coração da franco-maçonaria, teosofia e cabala.

"Sua religião não é o cristianismo anglicano que eles professam publicamente, mas uma mistura de paganismo, incluindo cultos satânicos tais como teosofia e rosa-cruzanismo. A central e sinergética ideologia da vida cultual secreta das oligarquias é o revivido culto das drogas egípcio, o mito de Ísis e Osíris, o mesmo culto anti-cristãos que dirigiu o Império Romano." (263)

Isso é porque o logos das várias maiores corporações caracteriza-se por simbolismo oculto. Isso explica porque suas propagandas freqüentemente contém uma mensagem social visível, sustentando ultimamente o feminismo oculto.

De acordo com a EIR, a contracultura da “Nova Era" que "foi impingida à adolescência norte-americana dos anos 60 não é meramente análoga ao antigo culto de Ísis. É uma ressurreição literal do culto..." (537)
Isso explica por quê a maioria dos símbolos da contracultura, como o sinal de Paz, também tenham origens anti-Cristãs.

CULTURA POPULAR = LAVAGEM CEREBRAL

O capítulo de 35 páginas "A Conspiração Aquariana" está disponível on line no excelente website de Anthony Grigor-Scott. Eu estou simplesmente sublinhando os pontos mais pertinentes. Considere o seguinte como Cliffs registra.

A "cultura popular" (música, TV, filmes, livros, fashion etc.) NÃO é espontânea, mas controlada e manufaturada. O EIR a compara com o comércio de drogas em geral: "A cultura de massa de hoje opera como o comércio de ópio: O suprimento determina a demanda." (545) (Pensamento de Ashlee Simpson, Paris Hilton etc..)

Por exemplo, o ramo de engenharia social dos banqueiros, o Instituto Tavistock, produziu o fenômeno dos Beatles. As adolescentes histéricas eram transportadas de ônibus de uma escola de garotas.

"Em 1963, os Beatles apareceram no Ed Sullivan show. Eles combinavam rock e música mística, cabelos longos e adoração hindu... Drogas eram sugeridas em muitas de suas músicas: “Yellow Submarine" (um "submarino" é uma droga que causa depressão), "Lucy in the Sky With Diamonds" (as iniciais das principais palavras são LSD), "Hey Jude" (uma música sobre metadrina), "Strawberry Fields" (onde o ópio é cultivado para prevenir detecção) e "Norwegian Wood" (um termo inglês para marijuana).

A música de John Lennon "Imagine" atacava a religião ("Imagine não haver céu, É fácil se você tentar, Nenhum inferno abaixo da gente, Acima da gente só o céu"), sustentava uma filosofia de faça-sua-própria-coisa ("Imagine todas as pessoas, vivendo para o presente"), atacava o nacionalismo ("Imagine não haver países"), atacava a religião ("Não é difícil fazer, Nada para matar ou por dar a vida e nenhuma religião também"), requeria a abolição da propriedade privada ("Imagine nenhuma possessão"). Apoiava uma nova ordem internacional ("Eu me maravilho se você puder, nenhuma necessidade para gula ou fome, Uma irmandade de homens, imagine todas as pessoas, repartindo todo o mundo") e defendia um governo mundial unificado ("Você poderá dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único, eu desejo que algum dia você se junte a nós, e o mundo será único.") Lennon requeria a abolição da propriedade privada e depois deixou a sua viúva nascida no Japão uma propriedade de $250 milhões."

ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

Em seu Admirável Mundo Novo Revisitado, (1958) Aldous Huxley, um cérebro de confiança dos banqueiros, descreveu uma sociedade em que "primeiro objetivo dos governantes é em todos os custos manter seus súditos de criarem problema." Ele descreveu um futuro verossímil: "A sociedade completamente organizada... a abolição do livre-arbítrio por condicionamento metódico, a servidão feita aceitável por doses regulares de alegria induzida quimicamente . . ."

Ele previu democracias mudaria sua natureza: estranhas formas antigas – eleições, parlamentos, Cortes Supremas permanecerão mas a substância fundamental será totalitarismo não-violento... A democracia e a liberdade serão o tema de toda radiodifusão e editorial – mas a democracia e a liberdade em um senso estritamente estranho. Por enquanto a oligarquia governante e sua elite de soldados, policiais, formadores de opinião e manipuladores de mentes altamente treinada dirigirá calmamente o espetáculo como eles julgarem adequado."

A "elite altamente treinada" consiste de bobos, muitos dos quais realmente acreditam que eles estão se opondo a elite corporativa e construindo um mundo melhor. Falando ordinariamente, eles são mediocridades fanáticas que sentem que a estrada leva ao “sucesso”, como formigas e geléia.

Esses "agentes de mudança" [Comunistas chamam-nos de "idiotas úteis”] são freqüentemente feministas, marxistas, maçons, socialistas, liberais ou ingênuos seguidores da “Nova Era”. Os líderes da conspiração H.G. Wells e Marilyn Ferguson os mencionam em respectivamente "A Conspiração Aberta " (1928) e em "A Conspiração Araquariana".

Ferguson escreve: "Há legiões de conspiradores [Aquarianos]. Eles estão em corporações, universidades e hospitais, nas faculdades de escolas públicas, em fábricas e escritórios de doutores, no Estado e agências federais, em conselhos da cidade e no staff da Casa Branca, em legislaturas do Estado, em organizações voluntárias, em virtualmente todas as arenas de produção política no país.."

Eles são produtos de uma contracultura que roubou deles moral ou senso comum.

CONCLUSÃO

A contracultura é exatamente isso: uma sofisticada falcatrua que se dirige contra a verdadeira cultura. É a inimiga da Civilização Ocidental, que é baseada na crença em Deus, p.e. uma ordem natural e moral que inclui padrões universais de amor, verdade, beleza e justiça.

Sob a édige de “humanismo” e “secularismo”, a Nova Ordem Feudal Mundial redefine a realidade e encoraja a dissipação pagã. Ela ergue monumentos-museus aos “direitos humanos” enquanto cortes privam milhões de crianças ao acesso aos seus pais.

As pessoas que sustentam a verdade não são suprimidas mas particularmente fizeram parecer irrelevante. Na Nova Ordem Mundial, os defensores dos valores civilizados têm um status similar aos entusiastas do modelo da estrada de ferro.

Discurso do Rabino Rzeichhorn por ocasião do enterro do Rabino Simeão Ben Jehouda, em 1865, publicado anos depois no «Contemporain»

«O ouro manejado por mãos experientes será sempre a mais útil alavanca para os que o possuem e objeto de inveja para os que não o possuem. Com o ouro compram-se as consciências mais rebeldes, fixa-se a taxa de todos os valores, o curso de todos os produtos; atendem-se os empréstimos dos Estados, que em seguida ficam à nossa mercê.

«Já estão em nossas mãos os principais bancos e Bolsas do mundo inteiro, e os créditos sobre todos os governos. A outra grande potência é a imprensa. A custa de repetir sem cessar certas idéias, por fim ela as faz admitir como verdades. O teatro presta serviços análogos. Em toda parte, o teatro e a imprensa obedecem a nossa direção.

«Pelo elogio infatigável do regime democrático, dividiremos os cristãos em partidos políticos, destruiremos a unidade de suas uniões, semearemos a discórdia. Impotentes, sofrerão a lei de nosso banco, sempre unido, sempre devotado a nossa causa.

«Atiraremos os cristãos às guerras, explorando-lhes o orgulho e a estupidez. Massacrar-se-ão e desocuparão o lugar, onde nos estabelecermos.

«A posse da terra sempre deu influência e poder. Em nome da justiça social e da igualdade, dividiremos as grandes propriedades; entregaremos as parcelas aos camponeses endividados pela exploração as parcelas aos camponeses endividados pela exploração. Nossos capitais nos tornarão senhores deles. Por nossa vez, seremos os grandes proprietários e a posse da terra nos assegurará o poder.

«Esforcemo-nos por substituir na circulação o ouro pelo papel-moeda; nossas caixas absorverão o ouro, e regularemos o valor do papel, o que nos tornará senhores de todas as reservas.

«Contamos entre nós oradores capazes de incender o entusiasmo e persuadir as multidões; espalha-los-emos entre os povos, para anunciarem as mudanças capazes de realizar a felicidade do gênero humano. Pelo ouro e pela lisonja, ganharemos o proletariado, que se encarregará de aniquilar o capitalismo cristão. Aos obreiros, prometeremos salários com os quais nunca ousaram sonhar; mas elevaremos também o preço das coisas necessárias, de tal maneira que nossos lucros serão ainda maiores.

«Assim, preparemos revoluções, que os cristãos mesmos farão e cujos frutos colheremos nós.

«Por nossas impertinências, por nossos ataques, tornaremos ridículos seus sacerdotes, e depois odiosos – sua religião tão ridícula e tão odiosa quanto seu clero. Seremos, então, senhores de suas almas. Pis nosso piedoso agarramento a nossa religião, a nosso culto, lhes provará a superioridade de nossas almas.

«Já situamos nossos homens em todas as posições importantes. Esforcemo-nos por fornecer aos goyms advogados e médicos; os advogados estão ao corrente de todos os interesses; os médicos, uma vez na casa, tornam-se confessores e diretores de consciência. Mas, sobretudo, açambarquemos o ensino. Por aí, espalharemos as idéias que nos são úteis, e empederniremos os cérebros, à nossa vontade.

«Se um dos nossos tem a infelicidade de cair nas garras da Justiça entre os cristãos, corramos em seu auxílio; procuremos o número de testemunhas suficiente a salvá-los dos juízes, até sermos nós mesmos os juízes.

«Os monarcas da cristandade, inflantes de ambição e de vaidade, cercam-se de luxo e de exércitos numerosos. Fornecer-lhe-emos todo o dinheiro, que reclamem suas maluquices; e os teremos em nossas mãos».

Fonte: Os Servos do Talmud, pp 113-117, Luís Amaral, Editora ECO Limitada, 1948.

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