sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A origem do movimento pró-aborto, do feminismo, gayzismo,etc.


ATENÇÃO:
As instituições financiadoras do aborto, mencionadas neste artigo, são algumas que também estão por trás do movimento gay. Instalando a CPI do aborto, estaremos legalmente mostrando ao povo brasileiro os que usam os movimentos feminista e gay para o controle de população, e com isso, favorecendo o domínio político e econômico mundial dos que se julgam "mais ricos e poderosos do mundo".
A CPI do aborto não é para punir as mulheres que fazem o aborto, mas para mostrar ao povo brasileiro o que está por trás da propaganda pró-aborto que vem enganando as mulheres. "Uma espécie de SERPENTE na atualidade." Veja abaixo.
Fonte: A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA - sdv@pesquisasedocumentos.com.brDIFUNDA ESTA MENSAGEM.EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO ÉNECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.================================================DE ONDE VEM O MOVIMENTO A FAVOR DO ABORTO NO BRASIL?================================================APRESENTAÇÃO E RESENHASempre houve uma minoria muito reduzida de pessoas que eram a favor da legalização do aborto, mas o movimento só ganhou a força que possui hoje graças à iniciativa do mega-bilionário americano John Rockefeller III, que através do Conselho Populacional, fundado em Williamsburg em 1952 e sediado em Nova York, desencadeou o movimento internacional para o controle populacional.Atualmente o maior aliado no Brasil deste projeto é o Partido dos Trabalhadores, que acaba de suspender a atividade legislativa de dois de seus parlamentares, Luis Bassuma (PT-BA) e Afonso Henrique (PT-AC), condenados por violarem a Ética Partidária ao terem militado contra a legalização do aborto e por haverem criado no Congresso a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Aborto para investigar quem está financiando a promoção da prática no Brasil.A mensagem a seguir expõe como e por que, desde o final dos anos 80, o movimento internacional pela promoção do aborto entrou no Brasil e infiltrou-se nos quadros governamentais. Tudo isto e muito mais deverá ser explicado à população brasileira através da CPI sobre o Aborto, a qual, embora já criada, só não foi instalada devido ao forte lobby das organizações que promovem o aborto no Brasil e que seriam investigados caso a CPI se instalasse.Para que a CPI seja instalada, os líderes das bancadas na Câmara devem indicar os nomes dos deputados que comporão a Comissão, e é justamente esta indicação que o lobby dos promotores do aborto está impedindo.Segundo a organização Provida Familia de Brasília,"A MAIS IMPORTANTE ATIVIDADE EM DEFESA DA VIDA NO MOMENTO DIZ RESPEITO À INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS. OS PROMOTORES DO ABORTO TEMEM TORNAR PÚBLICO O QUANTO ESTÃO A SERVIÇO DE INTERESSES INTERNACIONAIS DE CONTROLE POPULACIONAL E QUE PARA ISSO SÃO INVESTIDOS MILHÕES DE DÓLARES PARA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO PAIS. UMA VEZ INSTALADA ESSA CPI ESTARÃO PARALIZADOS E ARQUIVADOS OS PROJETOS DE LEI DO ABORTO NO CONGRESSO NACIONAL. É IMPORTANTE QUE VOCÊ CONTACTE OSLÍDERES (ENDEREÇOS ABAIXO) ATRAVÉS DE E-MAILS, FAXES, TELEFONEMAS, CARTAS, CONTATO PESSOAL E PEÇA-LHES PARA INDICAREM OS MEMBROS DESSA CPI".================================================DE ONDE VEM O MOVIMENTO A FAVOR DO ABORTO NO BRASIL?================================================Desde os anos 50 até a década de 90, o movimento mundial pelo controle populacional foi coordenado basicamente pelas organizações Rockefeller e pela Fundação Ford, com grandíssima participação da USAID (United States Agency for Internacional Development) a qual, nos anos 70, trabalhou exaustivamente na promoção mundial da esterilização forçada e do aborto clandestino.Todo este trabalho, já reformulado pela Fundação Ford sob o prisma dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, assistiu, a partir dos anos 90, em grande parte por iniciativa desta mesma Fundação, à entrada de muitas outras organizações internacionais que vieram somar-se a este empreendimento, incluindo a própria ONU.Na América Latina, até o final dos anos 80, não era possível promover a legalização do aborto, basicamente por causa dos governos militares. A técnica da promoção da legalização do aborto exigia a criação de numerosas organizações não governamentais financiadas por capital estrangeiro que, simulando uma origem nativa e uma falsa independência de iniciativa, obedecessem a uma estratégia unificada formulada desde o estrangeiro, o que era impossível de se conseguir sob as ditaduras militares. No final dos anos 80, porém, extintas as ditaduras, algumas comissões enviadas pelas grandes fundações internacionais percorreram a América Latina para determinar quais fossem os melhores lugares por onde começar a pressionar os governos para que o aborto fosse legalizado. Estas comissões chegaram à conclusão que, por dois motivos, o local ideal seria o Brasil. Os dois motivos foram os seguintes.Em primeiro lugar, porque tratava-se do país que apresentava maiores facilidades para estabelecer uma rede de organizações não governamentais feministas.Em segundo lugar, porque as leis brasileiras davam facilidades especiais para que estas ONGs pudessem monitorar e pressionar as políticas públicas do país.De acordo com o Programa Populacional da Fundação MacArthur para o Brasil, uma das numerosas organizações atraídas pela Fundação Ford no final dos anos 80 para o financiamento internacional de políticas populacionais, "no Brasil, as disposições da Constituição de 1988, que estabeleceram o Sistema Único de Saúde, incluíam, como elemento intrínseco, conselhos operando em todos os níveis, nacional, estadual e municipal. Mais de cem mil pessoas participam de conselhos em todo o país. As forças inovadoras da sociedade brasileira podem contar com uma estrutura de mecanismos institucionais permanentes através dos quais a implementação das políticas podem ser monitoradas em todos os níveis. À medida em que as mulheres forem capazes de exercer suas escolhas mais amplamente, um novo padrão de fecundidade irá se tornar explícito no Brasil".[MacArthur Foundation: Population Program In Brazil - Lessons Learned.http://www.pesquisasedocumentos.com.br/macarthur.pdf]As grandes Fundações souberam aproveitar-se das novas informações e aproveitaram-se da especial situação cultural e política brasileira para desencadear a promoção do aborto na América Latina. A idéia era, através de organizações não governamentais a serem criadas no próprio Brasil, mas financiadas desde o exterior, pressionar desde dentro, através dos órgãos de monitoração criados pelo próprio governo brasileiro, as autoridades civis para que fosse montada uma extensa rede de serviços de abortos em casos de estupro, ampliando gradativamente tanto a oferta dos serviços como o próprio conceito do que seriam tais abortos, até que população amadurecesse suficientemente para que se pudesse propor a total legalização do aborto, retirando-a completamente, em todos os casos, do Código Penal.Há uma quantidade enorme de documentos mostrando detalhadamente como todo este esquema foi implantado. Um deles é uma amostra suficiente para se ter uma idéia do conjunto.Trata-se do relatório "Programa de População no Brasil", redigido por Sonia Correia e Peter McIntyre em 2002, que mostra uma parte do trabalho da Fundação MacArthur no Brasil entre 1990 e 2002, período em que a Fundação gastou 36 milhões de dólares com a promoção do aborto no Brasil.O relatório inicia-se com a descrição da reunião inicial da Fundação no Brasil, ocorrida em maio de 1990, com as figuras mais badaladas da política e da sociedade brasileira, para definir as principais estratégias a serem adotadas.O documento mostra, em seguida, como a Fundação financiou a criação da filial brasileira das Católicas pelo Direito de Decidir, com a missão de "questionar a base ideológica das posições religiosas ao aborto, tornando-as mais tolerantes"; como a MacArthur trouxe para o Brasil o IPAS, uma organização que hoje treina em técnicas de aborto mais de mil novos médicos por ano nas várias maternidades brasileiras; como financiou o CFEMEA, uma organização que trabalha em tempo integral no Congresso brasileiro assessorando os parlamentares na apresentar projetos de lei a favor do aborto; como financiou a organização da Rede Nacional de Saúde Sexual e Direitos Reprodutivos, que chegou a "congregar mais de duas centenas de ONGs a favor do aborto em todo o Brasil"; como financiou o treinamento de milhares de ativistas que, através da Rede, "tem hoje assento em vários conselhos de saúde, comitês e comissões nos âmbitos municipal, estadual e federal"; como financiou, entre 2000 e 2002, a professora Débora Diniz para que "pudesse iniciar uma série de pesquisas projetos de advocacy junto à mídia", da qual resultou a apresentação, em 2004, junto ao Supremo Tribunal federal do Brasil, da ADPF 54, que pretende legalizar o aborto em casos de anencefalia, como precedente para a total legalização do aborto; como financiou também as principais produtoras de material pedagógico sobre educação sexual liberal, atingindo cerca de 50 mil professores e dois milhões de alunos, e vários outros projetos similares dentro de um plano maior de conjunto.Terminados os trabalhos em 2002, a Fundação MacArthur comissionou o CEBRAP e a CCR (Comissão de Cidadania e Reprodução) para continuar, com os fundos deixados pela MacArthur, os trabalhos iniciados em 1990. O relatório conclui, na seção intitulada "Os Desafios Restantes"(Challenges Ahead) que, tal como estava a situação populacional do Brasil em 2002, após mais de uma década de trabalho da Fundação, "o exercício dos direitos sexuais e reprodutivos no Brasil é hoje consideravelmente mais amplo do que quando a Fundação MacArthur iniciou seu investimento no país. Isso se deve, no caso brasileiro, porque pode-se contar com uma estrutura de mecanismos institucionais permanentes, através dos quais as definições e a implementação de políticas de saúde podem ser monitoradas em todos os níveis.A Fundação MacArthur decidiu em 1988 trabalhar no Brasil com questões populacionais e de saúde reprodutiva porque seu ambiente político permitiria que as ONGs influenciassem a política e a prática. A MacArthur identificou as ONGs que poderiam utilizar-se do financiamento externo para desenvolver sua capacidade de produzir mudanças. Estas atividades se concentraram em alguns pontos, entre os quais a criação de um conjunto de leis que permitisse às mulheres obter abortos e outros serviços necessários.A maioria dos estudiosos consideram um dos grandes sucessos neste sentido foi a expansão dos serviços para vítimas de violência de gênero. O primeiro grande salto foi dado em 1989, com o estabelecimento em São Paulo do primeiro serviço público que oferecia o aborto nos dois casos previstos pela lei. Depois disso outro grande salto ocorreu em 1998, quando o Ministro da Saúde, apesar da grande oposição, aprovou as Normas Técnicas do aborto legal em casos de estupro ou risco de vida para a mãe. Embora a lei do aborto não tenha sido alterada, a prática evoluiu.Houve grandes progressos no debate sobre o aborto. Criou-se um ambiente para uma aceitação progressiva de uma legislação mais liberal que incluiria outras circunstâncias em que o aborto seria permitido. A Norma Técnica para o aborto em casos de estupro e risco de vida para a mãe é considerada por muitos como o principal avanço da década em termos de saúde e direitos reprodutivos. Até o momento, no Brasil, a lei do aborto mudou pouco, mas os serviços de aborto em casos de estupro e risco de vida da mulher expandiram-se rapidamente. A maioria dos estudiosos considera que, agora, SOMENTE EXISTE UMA ÚNICA REFORMA PRINCIPAL QUE DEVE SER TENTADA: A COMPLETA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO.À medida em que as mulheres se tornem mais capazes de exercer suas escolhas, um novo quadro de mudanças populacionais irá surgir no Brasil, sua população provavelmente estabilizando-se no nível de reposição ou mesmo abaixo dele".Baixe o documento completo neste endereço:http://www.pesquisasedocumentos.com.br/macarthur.pdfTodo este trabalho, tal como se encontra descrito no Relatório sobre População no Brasil, realizado pela Fundação MacArthur em conjunto com inúmeros outros organismos internacionais, e do qual restava apenas "UMA ÚNICA REFORMA PRINCIPAL QUE DEVE SER TENTADA: A COMPLETA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO", deveria ser o estopim de reformas semelhantes em toda a América Latina. Ele seria retomado, a partir da posse do governo Lula, pelo próprio Partido dos Trabalhadores como seu principal impulsionador.O governo Lula comprometeu-se inequivocamente, desde o início de seu mandato, a nível nacional e internacional, com a completa legalização do aborto, para mais além do que havia sido alcançado, inclusive nos Estados Unidos, com a decisão Roe x Wade. Em caso de sucesso, o governo brasileiro seria imediatamente apresentado como modelo internacional de progressismo para o restante do mundo, da América Latina e dos demais países em desenvolvimento.========================================================LÍDERES PARLAMENTARES QUE AINDA NÃO INDICARAM MEMBROS PARA CPI DO ABORTO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS========================================================PTC Partido Trabalhista Cristão - CARLOS WILLIAN(61) 3215-5522 dep.carloswillian@camara.gov.br_________________________________________________________PMN Partido da Mobilização Nacional - ULDURICO PINTO - BA(61) 3215-5743 dep.ulduricopinto@camara.gov.br_________________________________________________________PCdoB Partido Comunista do Brasil - DANIEL ALMEIDA- BA(61) 32155-9732 lid.pcdob@camara.gov.br_________________________________________________________PSB Partido Socialista Brasileiro - RODRIGO ROLLEMBERG - DF(61) 3215-9650 lid.psb@camara.gov.br_________________________________________________________PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro - HENRIQUE EDUARDO ALVES - RN(61) 3215-9181 lid.pmdb@camara.gov.br_________________________________________________________PTdoB/RJ Partido Trabalhista do Brasil - VINICIUS CARVALHO RJ(61) 3215-5587 dep.viniciuscarvalho@camara.gov.br_________________________________________________________Governo Liderança do Governo - HENRIQUE FONTANA RS(61) 3215-9001 lid.govcamara@camara.gov.br_________________________________________________________Minoria Liderança da Minoria - ANDRÉ DE PAULA - PE(61) 3215-9820 lid.min@camara.gov.br_________________________________________________________PV Partido Verde - EDSON DUARTE - PE(61) 3215-9790/9791/9792/9795/9796Fax:3215-9794 lid.pv@camara.gov.br_________________________________________________________PPS Partido Popular Socialista - FERNANDO CORUJA SC(61) 3215-9600 lid.pps@camara.gov.br_________________________________________________________PSC Partido Social Cristão - HUGO LEAL - RJ(61) 3215-9761 lid.psc@camara.gov.br_________________________________________________________Bloco Parlamentar PSB, PCdoB, PMN, PRB - MÁRCIO FRANÇA - SP(61) 3215-5543 dep.marciofranca@camara.gov.br_________________________________________________________PT Partido dos Trabalhadores - CÂNDIDOVACCAREZZA/PT(61) 3215-9102 lid.pt@camara.gov.br_________________________________________________________Bloco Parlamentar PMDB, PTC - HENRIQUE EDUARDO ALVES - RN(61) 3215-5539 dep.henriqueeduardoalves@camara.gov.br
Movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais, de acordo com jornalista gay
Diz que homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich
Matthew Cullinan Hoffman

Grã Bretanha, 6 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Com o surgimento de um movimento homossexual cada vez mais militante e até violento que vem ameaçando e agredindo cristãos por sua oposição à agenda política deles, os ativistas homossexuais nos EUA e Europa estão sendo cada vez mais acusados de “homofascistas”.
Agora um jornalista que se descreve como “gay esquerdista” na Grã Bretanha confessou que a tendência fascista dos homossexuais é muito mais do que uma alegoria retórica dos conservadores.
Num artigo recente no jornal ultra-esquerdista Huffington Post, Johann Hari, repórter do jornal Independent, chama a atenção para o fato de que, apesar de oficialmente condenar a sodomia, a liderança dos movimentos fascistas europeus é dominada por homossexuais.
“Se você viajasse de trem por toda a Europa, fazendo paradas apenas com gays fascistas, você não perderia muitos locais interessantes”, Hari escreveu com admirável franqueza.
O autor observa que “quando o Partido Nacional Britânico — nossos próprios fanáticos negadores do Holocausto cultivados na própria Inglaterra — anunciou o lançamento de um candidato abertamente gay nas eleições européias de junho próximo, seguidores devotos do fascismo não demonstraram nenhuma surpresa”.
“A verdade torcida é que os homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich que matava gays e os enviava para câmaras de gás. Com a exceção de Jean-Marie Le Pen(sic), todos os fascistas mais famosos da Europa nos trinta anos passados eram gays”.
“É hora de confessarmos algo. O fascismo não é algo que ocorre por aí, um hábito nojento adquirido por caras heterossexuais. É(...) algo gay, e é hora de os gays não-fascistas acordarem e enfrentarem a música de marchar”.
Hari fornece aos leitores uma longa lista de homossexuais nos movimentos fascistas europeus,começando com Ernst Rohm, um dos fundadores do Partido Nazista, cuja liderança da organização paramilitar do partido, a SA, rivalizava com a do próprio Hitler.
As fileiras mais elevadas da SA, diz Hari, eram quase que exclusivamente homossexuais. Ele também cita o historiador Lothar Machtan, que conjectura que um dos motivos por que Hitler mandou matar Rohm era para silenciar a especulação acerca de seu(...) possível passado homossexual(1).
De acordo com Hari, a tendência homossexual no nazismo se reflete fortemente entre os europeus fascistas de hoje. Ele observa que “o fascista(sic) holandês” Pim Fortuyn era um homossexual declarado que falava publicamente sobre sua conduta homossexual.
Jorg Haider, do neofascista(sic) Partido Liberdade da Áustria, morreu após sair de um bar homossexual, depois de muitas especulações dos meios de comunicação acerca de seus relacionamentos homossexuais.
Michael Kuhnen, líder do movimento neofascista da Alemanha na década de 1980, morreu de AIDS no começo da década de 1990 depois de reconhecer publicamente sua homossexualidade.
A lista é interminável, diz Hari.
Hari cita Bruce LaBruce, produtor de filmes pornográficos homossexuais, que declara abertamente que “toda pornografia gay hoje é implicitamente fascista. O fascismo está em nosso coração, pois sua essência é glorificar a supremacia masculina branca e tornar interessantes a dominação, a crueldade, o poder e as horrendas figuras de autoridade”.
Peter LaBarbera, presidente de Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH), comentando sobre o artigo de Hari, disse para LifeSiteNews que “claramente, vimos há anos conversando sobre isso, temos visto algo que estamos chamando de homofascismo no movimento gay americano, e de fato temos visto esse tipo de tendência fascista, por falta de uma palavra melhor, ressurgindo”.
LaBarbera recorda as táticas de intimidação e a profanação de igrejas empreendida por ativistas homossexuais em anos recentes. Ele crê que o envolvimento de homossexuais em políticas extremistas é uma expressão do estado mental perturbado deles.
“Não deveria ser surpresa descobrir que pessoas com uma psicologia desajustada sejam achadas em movimentos políticos extremistas desordeiros como o comunismo e o fascismo.
As tendências políticas de tais indivíduos muitas vezes refletem seus problemas psicológicos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews.
NOTAS do REMETENTE: (1) P/ quem tiver dúvidas de q os SA eram um valhacouto de pederastas, onde o homossexualismo era até critério p/ promoção e seguranças de clubes invertidos berlinenses trabalhavam como dirigentes, segue trecho do perfil do comandante deles na Wikipedia, Ernst Rohm:
more or less open homosexuality of Röhm and other SA leaders such as his deputy Edmund Heines. [4][5] In 1931, the Munich Post, a Socialist newspaper, obtained and published Röhm's letters to a friend in which Röhm discussed his sexual affairs with men. This resulted in a national scandal.“By this time, Röhm and Hitler were so close that they addressed each other as du (the German familiar form of "you"). Besides Röhm, Hermann Göring and Joseph Goebbels were the only Nazis who used du with Hitler, and only Röhm addressed Hitler as "Adolf," rather than "mein Führer."” (http://en.wikipedia.org/wiki/Ernst_R%C3%B6hm)
(*) Embora o artigo cite errôneamente Le Pen, Fortuyn e Haider como fascistas, esquece do Ministro das Relações Exteriores de Israel e Líder do Partido Israel Nossa Casa, Avigdor Lieberman, fascista anti-clerical/rabínico, favorável a laicização radical de Israel, a legalização do "casamento" homossexual e do divórcio a pedido no país.

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