sexta-feira, 9 de outubro de 2009

S. Paulo da Cruz: máximas espirituais.





MÁXIMAS ESPIRITUAIS
de
SÃO PAULO DA CRUZ



São Paulo da Cruz, Fundador dos Passionistas e das Passionistas de clausura nasceu em Ovada no dia 3 de janeiro de 1694 e morreu em Roma em 18 de outubro de 1775. Apostolo do Crucificado, foi um grande místico e diretor de almas.
Seu magistério espiritual e valido ainda hoje porque baseado na insondável sabedoria da Cruz.
Oferecemos aos seus devotos algumas “centelhas” do seu amor pelo Senhor e pelo próximo, “fragmentos” de suas numerosas cartas.


Os santos desejos são centelhas que saem da fornalha do santo amor.

A Paixão de Jesus Cristo é a porta que da acesso as pas­tagens deliciosas do espírito.

Caminhai na fé. Muito me agradam as almas que caminhai" em pura fé e vivem abandonadas nas mãos de Deus.

Não nos assustem as dificuldades, as faltas diárias e fraquezas, porque elas são o trono da misericórdia divina.

Meditai com freqüência nas dores da divina Mae, Maria. Elas são inseparáveis das de seu divino Filho.

Cuidai de não adormecer no exercício das virtudes.

Oração 24 horas diárias, isto é, fazei todas as ações com o coração e a mente elevados a Deus.

A humildade e o próprio desprezo nos livram de enganos.

Logo que se conhece a vontade de Deus deve-se acata-la com prontidão.

Sufragar as almas do purgatório para que possam logo gozar da visão beatifica de Deus.

O amor tudo ensina, pois a dolorosíssima Paixão é obra de infinito amor.

A fé nos diz que nosso coração é um santuário, é templo vivo de Deus. Nele reside a santíssima Trindade.

Trabalhar, sofrer, calar sem lamentar-se, ressentir-se ou justificar-se: eis O ensino dos Santos.

Que vosso coração seja tabernáculo vivo de Jesus.

Ficai contentes no Lado amoroso de Jesus, na paz, ain­da que acabasse o mundo todo.

Cumpri vossos deveres, lançando com freqüência vosso es pinto no mar imenso do divino amor.

No conhecimento do próprio nada não temeremos enganos.

Para fazer bem a oração e tirar fruto é necessária a divina presença.

As obras de Deus são sempre combatidas, assim brilha mais a magnificência divina.

Deus nos concede grande honra ao convidar-nos a percorrer o mesmo caminho de seu divino Filho.

Ao sentir alguma duvida, pensai em vossas faltas: confrontando-a com a divina bondade, são menos que um fiapo lançado num mar de fogo.

O caminho para alcançar a paz que vem de Deus é o de aceitar o trabalho e os sofrimentos como vindos da mão a­morosa de Deus.

E’ preciso manter o coração sempre tranqüilo porque o demônio pesca em água turva.

A alma não deve repousar no dom, mas no Doador.

Os dons de Deus causam: desapego de tudo, grande amor a cruz e ao sofrimento.

Na fronte dos pobres está escrito o nome de Jesus.

Olhai os pobres, trazem esculpido na fronte o nome de Jesus Cristo.

Se não pode fazer muita oração devido o trabalho, pro­cure cumpri-lo bem e com pureza de intenção.

O verdadeiro obediente torna-se sempre mais apto pa­ra ajudar a santa Igreja.

A meditação da Paixão de Cristo é um bálsamos que suavisa todo o sofrimento.

O reino de Deus esta dentro de nos. Renovai esta ver­dade no estudo, no trabalho... e ao levantar.

O justo vive da fé, porque sua vida é Deus que ele encontra mesmo na obscuridade da fé, mas para a alma que ama torna-se mais clara que o dia.

A virtude praticada em momentos improvisos não engana.

Deus é amantíssimo da verdade pois Ele é a VERDADE.

A temperança e a sobriedade são como um jejum continuo.

A humildade é o fundamento da fé.

A salvação eterna esta nas mãos do Pai Celeste, não em nossas mãos, por isso, nada há que temer.

E’ de perfeição saber calar. Nossas palavras suaves. Nossa palavras suaves, pru­dentes devem edificar os outros e transmitir paz. Muito agrada a Deus evitar palavras imprudentes e pungentes.

Para a comunhão espiritual basta ter vivo desejo de ter Jesus Sacramentado no coração.

A alma é um grão que Deus semeia no campo da Igreja e, para dar fruto, precisa morrer.

A nobreza das pessoas não deve impedir-nos de avisá-las com caridade e discrição.

Ficai preparados para a Comunhão, conservando o coração puro e guardando o silencio.

Socorrei os pobres; se não tiverdes meios, recomendai-os a Deus, o Pai de todas as criaturas.

A humildade não consiste em exterioridade (que poderia ser soberba), mas em uma atitude de coração.

Vossas fadigas subirão até Deus se as fizerdes pa­para a sua maior gloria.

Procurai agradar somente a Deus e deixai que os ou­tros digam o que quiserem.

Passai cada dia como se fosse o ultimo de vossa vida.

Jamais vos faltarão cruzes e, quanto mais se progri­de no serviço de Deus, mais aumenta o sofrimento. Assim foi a vida de Cristo e será a dos seus servos.

A santidade consiste em estar totalmente unido a vontade de Deus.

Os desígnios do Senhor são altíssimos, profundos, mas ocultos: deixemo-nos guiar por Ele como crianças.

Faça freqüentes comunhões espirituais, também em ca­sa, trabalhando, etc...

Aconselhar-se é coisa santa a fim de regular as próprias ações de acordo com Deus.

Reflita bem antes de agir, assim tudo sairá melhor.

O mérito e a perfeição consistem em carregar a cruz que Deus quer e não a que nós queremos.

Digam freqüentes orações jaculatórias. Em tempo de ari­dez ajudam a manter o recolhimento.

Na Paixão de Cristo não há engano. Quem se aconselha com o Crucificado jamais erra.

A virtude verdadeira se conhece nas ocasiões árduas.

O lugar não muda o espírito e não faz ninguém santo se não se aspira a santidade imitando o exemplo de Cristo.

E’ bem ver se nosso coração deseja algo fora de Deus e se deseja alguma coisa como meio de unir-se a Ele.

Ter sempre em vista o exemplo de Jesus Padecente.

Muitas vezes Deus suscita desejos de fazer grandes coisas no seu serviço, mas sem permitir que as façamos, porém, nos recompensa se aceitamos os eventos.

Não é a força de braços que se conquista a perfeição mas fazendo aquilo que se pode.

Não se adquire a virtude autentica e verdadeira senão por meio da tentação contrária.

Quem confia em si mesmo de não cair, já caiu por sua soberba.

Ame sempre mais a virtude básica que é a humildade de coração.

As vezes pedimos a Deus uma graça e, Ele no-la concede de modo diferente por ser mais proveitosa ao nosso bem.

Repetir mais vezes atos de aceitação a vontade de Deus.

O amor fala pouco e se expressa mais com o silencio. U­ma palavra de amor basta.

Nunca me sinto contente como quando penso no presente ou tocado de sofrimento, então digo: Quero amar a Deus nesse momento como se fosse o ultimo de minha vida, com alegria, sem pensar no futuro.

Recomendo submissão, fé e reverencia ao Sumo Pontífice.

E’ preciso animar e encorajar as almas e leva-las a con­fiar em Deus, caso contrario jamais crescerão na via da perfeição.

Os responsáveis pelo governo devem ser, para os súditos, modelos de virtude.

Aprendereis, na meditação diária da Paixão de Cristo, a caridade, a paciência e a mansidão com os outros.

Visitai mais vezes o SS. Sacramento e, se impedidos, vi­sitai-o em espirito.

A pobreza é boa, mas a caridade é melhor.

Claro sinal do amor a Deus é procurar a sua satisfação.

Recomendo muito a oração para o cristão, não longa, mas segundo o permite o estado de vida.

Fazei as coisas em paz, sem pressa... Trabalhai, servi a todos, amando a Deus.

Quem mais cumpre o beneplácito divino é mais santo, porque fazer a vontade de Deus encerra o amor perfeito e no amor de Deus estão todas as virtudes.

A doença não impede a união com Deus, fá-la crescer.

Sede agradáveis com todos, vendo Jesus no próximo.

Aos pés do Crucificado aprende-se a verdadeira ciência dos santos.

Deus não quer que se faça o bem por constrangimento, mas por amor.

O serviço de Deus não requer boas palavras e bons desejos, mas obras eficazes, fervor e coragem.

Para receber tudo com resignação e sofrer com fortaleza, e necessária a santa oração.

Bom é o desejo de ser santo, mas para isso é preciso que o desejo seja seguido pelas virtudes, pedras fundamentais da santidade.

Amai-vos, porque nisto se revela a caridade de Deus.

Mantende o coração preparado para receber Jesus: convidai­-o a vir a vós com grandes desejos.

Nas necessidades, lançai-vos nos braços de Maria, recorrei a ela como Mãe de misericórdia com muita confiança.

A santa obediência da quietude e paz de consciência.

Ouvir falar da morte deve ser estímulo para nos prepa­rarmos para aquela passagem.

Noto em vós amor próprio e pouca humildade, pois ao servos negado algo, ficais inquieta e impaciente.

Devemos dar grande importância aos bons desejos, pois fa­zem parte do amor divino.

E’ boa a solidão do corpo, mas melhor é a da mente.

Se observardes, escutareis o sermão que vos fazem as flo­res, a vegetação e todo o criado, sentireis que vos falam do amor de Deus.

A caridade de muitos corações faz deles um só coração pela união em Deus e os torna dóceis, concordes e bem dis­postos para conhecer a vontade divina.

Levar a cruz com tranqüilidade encontra-se a paz.

As luzes que não produzem humildade são ilusões.

Os desejos de perfeição são ótimos, mas devemos aceitar somente os que servem ao nosso estado de vida.

O pouco, repetido constantemente, conduz ao fim.

Os superiores façam-se mais amar do que temer , assim serão mais obedecidos.

A verdadeira perfeição consiste: fazer o que Deus quer.

Otima coisa é pensar na Paixão de Cristo e rezar so­bre ela: assim, chega-se a união com Deus.

Sede constantes, filhos, principalmente na pratica das solidas virtudes: humildade de coração e conhecimento do próprio nada = sede mansos e silenciosos.

Conformar-se com os outros, praticam-se grandes atos de mortificação.

Deus às vezes faz-nos desejar grandes coisas, mas de­pois não quer a sua execução.

Na escolha da vocação é preciso deixar todos em liberdade, pois ela vem de Deus.

Ficai crucificados com Jesus, aproveitando as ocasiões para mortificar-vos por amor de Deus.

Humilde é quem teme muito de si e confia em Deus.

Pedi a Maria SS. pelas necessidades da Igreja, pelo mun­do e pelas almas do purgatório.

Quem se conhece e permanece no seu nada esta na verdade.

Depois de agradecer a Comunhão, em casa fazei do coração um vivo tabernáculo do amável Jesus.

A Paixão do Redentor e meio eficacíssimo para destruir a inimizade e conduzir a alma a grande santidade.

Não penseis no futuro: que a fantasia nos apresenta (dores e outros...), fazei morrer tudo na vontade de Deus. Deixai a Ele todos os cuidados, como crianças, sem pensar no amanha.

As correções devem ser doces e breves, não importunas.

Fazei resplandecer em tudo a santa caridade, amando-vos, reciprocamente.

Ao cair em alguma falta, não vos perturbeis, pedi perdão a Deus e, com o propósito de emenda, segui alegres.

A paz não deve ser procurada na tranqüilidade que o amor próprio deseja.

O humilde não será enganado.

Deus não se serve dos que pretendem ser alguma coisa.

No amor de Deus estão todas as virtudes.

A pratica da caridade fraterna é ótima mortificação.

A verdadeira vida apostólica consiste na ação pelas almas e na contínua oração.

E’ bom começar a oração pelo mistério da Paixão e de­pois, perder-se no mar da divindade.

O demônio sabe macaquear, apresentando o mal sob as aparências de bem.

Os defeitos são o trono da misericórdia de Deus.

Para viver vida feliz e santa na agitação do mundo, é preciso manter-se na divina presença.

Para dirigir as almas requer-se: santidade, doutrina, experiência, prudência e especial chamado de Deus.

As luzes e dons infusos por Deus se reconhecem pelos efeitos santos que produzem.

Fruto da Comunhão: alimentei-me de Jesus, agora deixo que Jesus se alimente de mim.

As tentações contra a fé são as menos perigosas, com elas não se deve disputar.

A santa semente da educação cristã dos filhos produz bons frutos, porque Deus da eficácia às palavras dos progenitores.

Os atos de amor devem cair sobre o coração como gotas de bálsamo a fim de que o seu interior fique perfuma­do de Cristo.

Quando a fantasia devaneia é necessário reavivar a fé e reentrar na intimidade divina.

A melancolia espiritual não traz a paz; a física, de­ve-se expulsa-la como o diabo.

Maria SS. é a tesoureira das graças divinas.

Mortificação interna e externa, eis as asas que le­vam a Deus.

Nada deve impedir a oração e o trato intimo com Deus.

As indisposições são uma grande disciplina.

O mundo deve recordar a Paixão de Cristo, milagre dos milagres do amor de Deus.

As casas religiosas pobres favorecem o recolhimento e edificam os leigos.

As obras importantes devem nascer da oração.

A santa virgindade resplandece mais cândida e se tor­na mais perfumada nas lutas e tentações.

Os sacerdotes não devem ir ao Paraíso sozinhos.

Num instante Deus pode fazer um santo de um pecador.

Empenhar todo o cuidado em conservar a paz interior.

O silencio é a chave de ouro que guarda todas as vir­tudes.

No meio das provações e preciso armar-se de confiança.

O proveito espiritual mede-se pela pratica das virtu­des e não pelas doçuras.

Avisos dados com doçura, curam feridas e, com aspereza, abrem dez.

Manter fechado o vaso do bálsamo do sofrimento com o silêncio e a paciência para que não se evapore.

Desejai ardentemente o paraíso.

Muitas vezes não fazemos a vontade de Deus mas a nos­sa, porque não rezamos, não pedimos conselho e não fa­zemos a devida reflexão.

Eis as fontes da caridade fraterna: a Paixão de Jesus e a Comunhão.

Imperfeições da fraqueza humana não impedem a contem­plação.

Unir o temor de Deus a confiança em sua bondade.

As comunicações de Deus não seriam d’Ele se pudessem ser explicadas e compreendidas: entendem-se, somente.

Meditar os mistérios da vida e morte de Jesus para seguir seus exemplos.

Não olhar a conduta dos Outros senão para edificar-se; cuidar somente de si mesmo.

Não se pode deixar nunca, ao menos um pouco de oração.

Manter o coração sempre na presença divina, sem deixar o diligente cuidado da família e os próprios deveres, por assim o exige o estado de vida e Deus o quer.

Ajudar o próximo é atrair as bênçãos de Deus.

Ver o amor de Deus em todas as criaturas.

Se os anjos assumissem corpo, serviriam a Missa e as­sistiriam os doentes.

No céu goza-se e ama-se, aqui se ama e se sofre.

O amor próprio entra insensivelmente nas coisas santas.

Trazer impressa no coração como selo de amor, a memória dos sofrimentos do Salvador.

E’ preciso ter mau conceito somente de si mesmo.

O Coração de Maria amou e ama mais a Deus do que todo o paraíso junto.

Servir a Deus sem escutar os comentários do mundo.

Quem está internamente unido ao Filho de Deus vivo trás também externamente sua imagem em uma continua pratica da heróica virtude.

Para ser assaz obedecido deve-se mandar pouco e com doçura.

E’ melhor dizer bem poucas orações, do que muitas e com pouca devoção.

Deus nunca permite que alguém se afogue nas angustias.

O tempo, embora precioso e descuidado por muitos, perdendo, assim, tesouros espirituais e graus de gloria.

Os santos desejos devem ser guardados no coração e, assim pratica-los quando for do agrado de Deus.

Jamais alguém se arrependeu de ter empregado tempo para deliberar mas sim, quem agiu com precipitação.

E’ necessário procurar a perfeição, não ao nosso modo mas como é do agrado de Deus.

A mortificação interna vale mais que a externa.

Quem se conhece a si mesmo em profundidade, realmente è humilde de coração.

Pouco ou pouquíssimo amamos quando parece que sofre-mos demais.

Quem não tem a Igreja por Mãe, não tem a Deus por Pai.

A santa Comunhão é o meio mais eficaz que opera a nossa união com Deus.

O sacerdote, no confessionário, representa a pessoa de Jesus Cristo.

Supliquemos a Maria SS. que nos dê seus sentimentos, assim nos compadeceremos mais das dores de Seu Filho.

O diabo sabe infundir de modo falso, paz e consolações. Para evitar tais enganos, apoiemo-nos na Fé.

A santa discrição é o sal que tempera todas as vir­tudes.

Deve-se recitar o Rosário com devoção, pois com ele, fala-se com a SS. Virgem.

E’ de fé que nossa alma é templo de Deus; e que Ele habita em nós.

A alegria esta no interior e não na agitação externa.

Oh! que bela conversação permanecer em companhia dos anjos diante de Jesus Sacramentado!

O temor de Deus que nos mantém crucificados sem nos perturbar, é um dom do espírito.

E’ preciso ter fé viva e humildade profunda quando se recebe o corpo do Senhor.

O Senhor fala ao coração, longe do barulho.

No divino serviço deve-se caminhar, não com medo e tremor, mas com alegria e confiança em Deus.

Deus costuma tirar grande bem de nossos males.

Eis os sinais de Vitória sobre as tentações: a paz do coração, os desejos incessantes de amar a Deus e de servi-Lo na penitência.

Aceitar o trabalho não como necessidade humana, mas como dádiva do Criador, faz-nos chegar mais brevemente à perfeição.

Vai-se ao Paraíso com a cruz, e lá haverá toda a eternidade para gozar.

Deus ajuda a galgar as montanhas se se corresponde à vocação.

Toda a santidade se compendia nestas palavras: Pai meu, faça-se a vossa vontade.

Para aceitar tudo com resignação e sofrer com fortaleza é necessário alimentar-se com freqüência da santa oração.

Renunciar o cargo de superior para ter tranqüilidade, e deixar uma cruz por outra.

Quando surge um desejo ou coisa que sobressalta o co­ração querendo fazer o que não está em nosso poder, é preciso faze-lo morrer na santa vontade de Deus.

Trabalhar com as mãos e com o coração tratar com Deus.

A alma humilde de coração, fiel e toda de Deus, não procura meios para o agradecimento depois da Missa, como em outra ocasião, porque ela, vivendo de fé, esta em contínuo agradecimento, assim na oração como no trabalho.

Mostrar-se gratos e corteses com quem da ocasião de santa paciência.

Os diversos temores devem desaparecer no fogo do amor.

A santa Comunhão, que grande tesouro! E’ a fonte do amor e da santidade.

Deixar-se penetrar pelo amor com que Jesus sofreu; mas o caminho mais breve e perder-se no mar destas penas, como disse o Profeta, "a Paixão de Jesus e um mar de amor e de dor".

A estátua, calada deixa-se burilar, mas a alma, aprimorada pelas cruzes, não somente deve calar, mas re­pousar no seio do Pai celeste, sofrendo, calando, amando.

Receiem os julgamentos do Senhor, aqueles que impedem o seguimento da vocação religiosa.

Surgindo a melancolia, pratique-se o que diz a Sagrada Escritura: "Alguém esta triste ? Faça oração".

Para nós que peregrinamos, não se diz, descanse em az; a nós, fadigas e batalhas; a nós, vitorias para depois triunfar no céu.

Se as graças recebidas na oração se corresponde com a virtude praticada com exercício contínuo, pode-se es­perar que não haverá enganos.

A vida religiosa é uma cruz. Quem quiser viver nela com perfeição, e preciso que esteja crucificado.

A vida dos santos consiste em esperar com submissão as provas de Deus, e fazer morrer na divina vontade, os movimentos da natureza que procura a comodidade.

Um grão de soberba basta para destruir uma montanha de santidade.

Quando a mente foge e a cabeça doi e não se pode apli­á meditação nem a leitura, é sinal que Deus quer que se repouse como crianças no seio santíssimo da sua ca­ridade.

Resumir todos os desejos em um só: cumprir, em cada coisa, a vontade de Deus.

Não é necessário filosofar nem refletir sobre si mesmos, mas sim, agir com simplicidade.

Os religiosos não saborearão jamais o que seja servir a Deus, se não se fizerem como que mortos nas mãos da obediência.

E’ necessário aliviar, de tanto em tanto, o espírito pois o arco muito tenso se rompe.

E’ preciso propagar a Paixão de Cristo para que os homens aprendam a ciência do amor divino.

E’ certo que, se faltar a oração, todo o edifício espiritual cai por terra.

Quem é casado faça as obrigações do próprio estado com pontualidade, fique recolhido, ajude o próximo como pode, seguindo a prudência e a discrição.

Sejam caridosos, guardem-se, porém, dos trapaceiros.

As distrações nas ocupações ou em outras coisas exte­riores vêm de fora; com um olhar de fé e de amor que se faz num momento, revestida do amável Jesus, a al­ma se abisma e se perde, por assim dizer, na imensa divindade, onde nenhum pode achegar-se.

A inquietude e a tribulação que nos causa a ingratidão, provém de nossa pouca virtude.

A cruz é sempre boa, antes, santa, e quem soubesse o grande tesouro que se encontra no padecer, não desejaria outra coisa senão o sofrimento.

A esposa seja humilde, caridosa, obediente, condescendente com o esposo naquilo que e justo e santo. Oração e aceitação sem lamentos e discussões, para obter a conversão do esposo.

As fúrias dos ventos perturbam o mar e os lagos, mas limpam e evitam que a água se corrompa com a calmaria; as cruzes e os trabalhos mantém as almas na humildade e induzem-nos a recorrer a Deus e a praticar as mais belas virtudes. cristãs.

Não se queixar de qualquer adversidade em casa como fora, da parte de parentes, etc. mas deixar passar tudo como a fumaça e, tranqüilos, alegrar-se por cum­prir a divina vontade em cada evento.

As virtudes não pleiteiam entre si.

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