sexta-feira, 8 de maio de 2009

Razões para ser Católico.


PORQUE SOU CATÓLICO.


Fonte: Artigo gentilmente enviado por: Edilson Camelo
Uma pesquisa simples de história comprova que a primeira igreja cristã foi a Igreja Católica . Ela foi fundada quando Jesus Cristo disse a Pedro : "Tu és Pedro , e sobre esta pedra edificarei a minha igreja..."( Mt. 16, 18) ;e na continuação destas palavras deu uma garantia para todos os séculos : "...as portas do inferno não prevalecerão contra ela." (Mt. 16,18b) Desde os primeiros séculos foi chamado Igreja Católica que quer dizer UNIVERSAL ? para todos.
Vejamos outras passagens bíblicas :
"Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."(Mt.16,19)
"Ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor." (Jo.10,16)
Em nenhum tempo da história os homens receberam autoridade para alterar a obra fundada, planejada e inaugurada (At.2) por Jesus Cristo. Se a salvação se encontra na verdade que é Jesus, então Ele não se enganou quanto ás promessas feitas em relação sua Igreja. Ele fundou uma Igreja, e ela encontra a plenitude de sua expressão por meio da Igreja Católica.
Deus não admite os que causam divisões:
"Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo espírito e no mesmo sentimento." (ICor. 1,10)
"Rogo-vos, irmãos, que desconfieis daqueles que causam divisões e escândalos, apartando-se da doutrina que recebestes. Evitai-os! Esses tais não servem a Cristo nosso Senhor, mas ao próprio ventre. E com palavras adocicadas e linguagem lisonjeira enganam os corações simples".(Rom.16,17-18)
Advertência na despedida de São Paulo:
"Cuidai de vós mesmos e de todos o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue. Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir doutrinas perversas, com o intento de arrebatarem após si os discípulos. Por isso, Vigiai!" (At.20,28-31)
QUEM FUNDOU SUA IGREJA?
Católica - Fundada por Jesus Cristo em + - 24, Jerusalém;
Católica Ortodoxa - Fundada por Miguel Celuário em + - 1053, Constantinopla;
Luterana - Martinho Lutero em 1524 na Alemanha;
Batistas - John Smyth em 1612 na Holanda;
Anglicano Episcopal - Henrique VIII em 1534 na Inglaterra;
Presbiteriano - John Knox em 1560 na Escócia;
Congregacionista - Robert Brawne em 1600 na Inglaterra;
Metodista - Wesley em 1739 na Inglaterra;
Os Mórmons - Josef Smith em 1805 nos Estados Unidos;
Adventista - William Miller em 1831 na Inglaterra;
Testemunhas de Jeová - Charles Taze Russel em 1874 nos Estados Unidos;
Congreg. Cristã no Brasil - Luigi Francescom em 1910 nos Estados Unidos;
Assembléia de Deus - Por varias denominações em 1900 nos Estados Unidos;
I. do Evangelho Quadrangular - Aimée Semple Mcphersom em 1915 nos Estados Unidos;
Igreja Apostólica - Eurico Matos Coutinho no Brasil;
Os Moonismo - Sun Myung Moon em 1954 na Coréia do Sul;
Igreja Deus é Amor - Davi Miranda em 1962 no Brasil
I. Universal do Reino de Deus - Edir Macedo Bezerra em 1977 no Brasil;
Igreja Renascer em Cristo - Estevan Hernandez no Brasil
Além de cada uma destas igrejas terem na sua origem homens como fundadores, também existem entre elas algumas diferenças: em questões doutrinais, governo da igreja, modo de celebrar o culto.
A pergunta é simples: como o Espírito Santo poderia animar uma igreja constituída por tantas diferenças de opinião, se Ele é a FONTE DA UNIDADE?
O motivo desta proliferação é o princípio falso iniciado por Martinho Lutero da livre interpretação da BÍBLIA, pois lemos:
"Nenhuma Profecia da escritura é de interpretação pessoal". (II Pd. 1.20 )
"E o que ele [Paulo] faz em todas as suas cartas, nas quais fala nestes assuntos. Nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o fazem também com as demais Escrituras." (II Pedro 3-16)
"O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido uma primeira e uma Segunda vez Evita-o, Visto que esse tal é um perverso que, perseverando no seu pecado, se condena a si próprio". (Tt. 3,10-11)
"Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos".(Mt.24,11)
"Porque se levantarão falsos Cristos e falsos profetas, que farão sinais e portentos para seduzir, se possível for, até os escolhidos. Ficai de sobreaviso. Eis que vos preveni de tudo." (Mc. 13,22-23)
"Digo-vos isso para que ninguém vos engane com discursos sedutores. Porque, embora corporalmente distante, estou presente a vós em espírito, e me alegro em ver a firmeza da vossa fé em Cristo". (Col. 2,4)
De fato, não há dois (evangelho): há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mais ainda que alguém, nós ou um anjo baixado do céu ? vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema.[maldito]" (Gal.1,7-9)
Existe um homem que nasceu de uma virgem, escolhida por Deus para ser sua mãe, que pregou o amor, a solidariedade, fraternidade e curou os doentes; e assim mesmo, foi crucificado, morto e sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, e retornou ao Pai só por amor a todos nós. Esse homem é Jesus Cristo. A sua igreja foi fundado por este homem?
POR ISSO, VIGIAI! Esqueçamos os ensinamentos desses FALSOS pastores e unamo-nos para que seja respeitada a vontade de JESUS CRISTO: QUE HAJA UM SÓ REBANHO E UM SÓ PASTOR (cf. JO 10,16).
Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).
Para citar este artigo:
--, . Apostolado Veritatis Splendor: RAZÕES PORQUÊ SOU CATÓLICO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/282. Desde 06/11/2001.

POR QUE SER FIEL À IGREJA?

Por --
Fonte: "Pergunte & Responderemos" - agosto de 1998.
Em síntese: A Igreja é mais do que a soma de seus membros: é, como diz São Paulo, o Corpo de Cristo prolongado (cf. Cl 1,24: 1Cor 12,12-30) Cristo fundou-a e prometeu-lhe sua infalível assistência (cf. Mt 16,16-19; 28,18-20) para que transmita incólume o depósito da fé e da Moral reveladas. Se não fosse a Igreja assim constituída, os artigos da fé e da Moral estariam entregues à arbitrariedade dos homens e se diluiriam ou perderiam. Se na Igreja existem falhas, estas se devem ao pesso-al da Igreja, ou seja, aos filhos da Igreja, que procedem à revelia dos preceitos de sua Mãe ou da Pessoa da Igreja. A própria Igreja tira do seu bojo o remédio para atender às deficiências dos seus membros enfer-mos. - Eis porque "não pode ter Deus por Pai no céu quem não tem a Igreja por Mãe na terra" (S. Cipriano).
* * *
Há quem diga: "Sou fiel a Jesus Cristo, mas não à Igreja"; em con-stjc1rréncia, nunos fazem seu Cristianismo particular, crêem no que lhes parece merecer crédito e praticam o que julgam acertado.
Esta atitude fere o Evangelho e a Tradição cristã. O Evangelho relata que Jesus quis fundar sua Igreja ("minha Igreja", Mt 16,18) e a confiou a Pedro como Rocha visível (cf. Mt 16,6-19) (1), como Mestre destinado a confirmar seus irmãos na fé (cf. Lc 22,31s) e como Pastor do rebanho (cf. Jo 21,15-17). Além disto, o Senhor prometeu não somente sua assistência infalível ("Eis que estarei convosco até a consumação dos séculos, Mt 28,20), mas também a do Espírito Santo como Consolador e Iluminador dos fiéis (cf. Jo 14,26; 16,13-15).
E por que Jesus quis fundar a Igreja assim constituída?
Para que fosse guardada incólume a mensagem do Evangelho. Esta não podia ficar ao léu, entregue aos pareceres e aos caprichos hu-manos. O sacrifício de Cristo na Cruz teria sido inútil se não houvesse uma instância divinamente capacitada para garantir a transmissão fiel da Boa-Nova; ao cabo de certo tempo não haveria mais o Evangelho de Jesus, mas os evangelhos de homens tidos corno carismáticos e inspira-dos, mas na verdade deturpadores da autêntica mensagem. Aliás, é isto que se dá no protestantismo, que relativiza a Igreja e toma a Bíblia como única fonte de fé, interpretada segundo o livre exame ou a intuição subjetiva de cada crente; daí procedem centenas e centenas de denominações cristãs, umas observando o sábado, outras observando o domingo, umas batizando crianças, outras somente adultos, umas conservando a hierarquia (bispos, presbíteros, diáconos), outras sem hierarquia. O esfacelamento chega a tal ponto que algumas correntes derivadas do protestantismo já não aceitam a Divindade de Jesus, como as Testemunhas de Jeová, ou têm uma nova Bíblia, como é o Livro dos Mórmons.
Assim estabelecida por Cristo, a Igreja é mais do que a soma de seus membros ou mais do que uma assembléia de pessoas que lêem o Evangelho e procuram edificar-se mutuamente. Ela é uma realidade divino-humana, ilustrada por São Paulo mediante a imagem do Corpo cuja Cabeça é Cristo (cf. 1Cor 12,12-27); entre Cabeça e membros há um fluxo e refluxo de vida, ha uma comunhão de vida, como acontece com o tronco e os ramos da videira (cf. Jo 15,1-5).
Estas verdades nos levam a distinguir entre Pessoa e pessoal da Igreja. Pessoa é o que há de divino na Igreja: é o seu aspecto indefectível que se exerce quando se trata de artigos de fé e de Moral a ser professado por todos os fiéis. Pessoal da Igreja é o aspecto humano da mesma; somos nós, sujeitos a falhas. Ocorre, porém, que as falhas do "pessoal". não impedem a ação divina e santificadora da Pessoa da Igreja. O ouro de Deus pode passar por mãos sujas, mas chega incontaminado aos seus destinatários; assim foi e será até o fim dos tempos. Por isto a Igreja é inseparável de Cristo e do Pai; foi Jesus quem disse aos Apóstolos:
"Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e, quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou" (Lc 10, 16).
Quando o Papa pede perdão pelo passado, ele o pede pelas falhas de filhos da Igreja, que se desviaram das normas do Evangelho. Esses desvios, porém, não comprometem o magistério da Igreja, que goza de especial assistência do Espírito Santo quando ensina verdades de fé e de Moral, orientando os fiéis pelos caminhos da VIDA.
A Tradição cristã é muito enfática ao falar do amor à Igreja. Ouçamos São João Crisóstomo (+ 407):
"Não te afastes da Igreja. Nada é mais forte do que ela. Ela é a tua esperança, o teu refúgio. Ela é mais alta do que o céu e mais vasta do que a terra. Ela nunca envelhece."
São Cipriano de Cartago (+ 258), por sua vez, escreve:
A esposa de Cristo não pode ser adulterada, ela é incorrupta e pura, não conhece mais que uma só casa, guarda com casto pudor a santidade do único tálamo. Ela nos conserva para Deus, entrega ao Reino os filhos que gerou. Quem se afasta da Igreja e se junta a uma adúltera, separa-se das promessas da Igreja. Quem deixa a Igreja de Cristo, não alcançará os prêmios de Cristo. É um estranho, um profano, um inimigo. Não pode ter Deus por Pai quem não tem a Igreja como mãe. Se alguém se pôde salvar, dos que ficaram fora da arca de Noé, também se salvará o que estiver fora da Igreja...Torna-se adversário de Cristo quem rompe a paz e a concórdia de cristo... O senhor diz: ´Eu e o Pai somos um (Jo 10,30); está ainda escrito do Pai, do Filho e do Espírito Santo: ´E são três em um´ (1Jo 5,7). Quem crê nesta verdade fundada na certeza divina e adere aos mistérios celestiais, não abandona a Igreja nem dela se afasta, por causa da diversidade das vontades que se entrechocam. Quem não mantém esta unidade também não mantém a lei de Deus, a fé no Pai e no Filho; não conserva a vida nem a salvação." (S. Cipriano, Sobre a Unidade da Igreja, cap. 4).
Quem tem consciência destas verdades, sente com a Igreja, sofre e luta com a Igreja e regozija-se com ela.
SANTIDADE E PECADO NA IGREJA
As ponderações anteriores nos levam a refletir mais detidamente o tema "santidade e pecado na Igreja".
Os membros da Igreja devem levar um vida moralmente santa ou isenta de pecado: "Sede santos, porque eu sou santo" é norma do Antigo Testamento, que ressoa no Novo:
"Como é santo aquele que vos chamou, tornai-vos também santos em todo o vosso comportamento, porque está escrito: ´Sede santos, porque eu sou Santo´ (Lv 17,1)" (1Pd 1,15s).
O cristão é chamado a ser, por todo o seu teor de vida, uma hóstia santa e agradável a Deus; a vida do cristão é um culto, cuja lei é a pureza:
"Exorto-vos, irmãos, pela misericórdia de Deus a que ofereçais vossos corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus; este é o vosso culto espiritual" (Rm 12,1)
Assim a Igreja é a comunidade dos santos, ou seja, de pessoas consagradas e pertencentes a Deus pelo batismo e que se esforçam por viver fielmente a sua consagração batismal e a sua qualidade de membros do Corpo de Cristo.
A Igreja nascente era muito exigente no tocante ao teor de vida dos seus fiéis. Todavia desde os tempos dos Apóstolos se registravam desvios dessa vocação sublime: tal foi o caso do incestuoso de Corinto (1 Cor 5,1),o do homem que injuriou Paulo (2Cor 2,5-11), o dos apóstatas (Hb 6,4-8; 10,26-31). O Apóstolo aplicava sanções, até mesmo a excomunhão, aos delinqüentes, a fim de os trazer de volta ao bom caminho (cf. 1Cor 5,3-5; 2Cor 2,6-8).
Quem percorre os escritos do Novo Testamento, verifica que já no tempo dos Apóstolos havia graves falhas morais nas respectivas comu-nidades (cf. Gl 1,6; 3,1; 5,4); o Apocalipse, cc. 2 e 3, censura severamen-te o esfriamento do fervor inicial. Isto se compreende bem, se se levar em conta a pregação do próprio Cristo: a parábola do joio e do trigo (Mt 13,24-40), a da rede que capta peixes bons e maus (Mt 13,47-50); só no fim dos tempos será feita a definitiva separação de bons e maus.
Apesar de tudo, houve nos primeiros séculos tendências rigoristas, que não admitiam o perdão dos graves pecados da apostasia, do homicídio e do adultério; assim pensavam Tertuliano (+220 aproximadamente), Novaciano (+225 aproximadamente), os donatistas nos séculos IV e V. S. Agostinho (+430) disse a respeito a palavra final, lembrando a parábola do joio e do trigo; a Igreja não consta apenas de Santos; ela inclui também os pecadores entre os seus membros, como o joio existe ao lado do trigo no mesmo campo.
Estes fatos iniciais da história da Igreja tiveram significado definiti-vo. A Igreja reconhece ser indefectivelmente santa, porque é o Corpo de Cristo prolongado, mas ela tem filhos pecadores, que ela carrega em seu bojo e para os quais ela traz os meios de reconciliação, entre os quais o sacramento da Penitência.
Aprofundando estas verdades, pode-se ainda dizer:
A Igreja e santa, porque indissoluvelmente unida a Cristo, que nela habita e por ela age. Todavia essa santidade não atinge igualmente to-dos os membros da Igreja, que, mesmo depois do Batismo, trazem em si resquícios do velho homem ou do paganismo. O fato de que Cristo habita na Igreja distingue do povo de Deus do Antigo Testamento o novo povo de Deus; com efeito, a Igreja não é apenas a soma de seus membros humanos; ela é o Cristo prolongado, revestido da face humana do seus membros.
A dialética entre santidade e pecado na Igreja se exprime por di-versas fórmulas:
"A Igreja não existe sem pecadores, mas ela mesma é sem peca-do" (Charles Journet, L?EgIise du Verbe incarné, II, Paris 1954, p. 904).
Jacques Maritain distingue na Igreja a pessoa e o pessoal. A pessoa é o sujeito-Igreja unida a Custo como Corpo Místico ou Esposa indefectível; o pessoal seriam os membros da Igreja, sujeitos à fragilidade humana. (2) O pensamento é assim desenvolvido, com outras palavras. por Maritain:
"Os católicos não são o Catolicismo. As faltas, as lerdezas. as ca-rências e as sonolências do católico não comprometem o Catolicismo... A melhor apologética não consiste em justificar os católicos quando er-ram, mas, ao contrário, em caracterizar esses erros e dizer que não afe-tam a substância do Catolicismo e só contribuem para melhor trazer à tona a força de uma religião sempre viva apesar deles... Não nos considereis a nós, pecadores. Vede, antes, como a Igreja sana as nos-sas chagas e nos leva trôpegos para a vida eterna... A grande glória da Igreja é ser Santa com membros pecadores? (Religton et Culture. Paris 1930, p. 60).
Em conseqüência, afirma-se, com razão, que as fronteiras da Igre-ja não passam em torno dos países pagãos, mas passam no intimo de cada cristão, onde há uma porção já cristianizada e uma faixa ainda pagã, que se exprime no pecado.
Aprofundando um pouco mais, diremos: é certo que não se pode atribuir à Igreja como tal o pecado, como se ela cometesse pecado: sujei-to do pecado só pode ser uma pessoa individual. Ela consta de seres humanos na sua realidade histórica, que são pecadores: são membros da Igreja, mas o pecado que eles cometem não brota do bojo da Igreja nem é ensinado pela Igreja, que, ao contrário, o combate. Por isto na Igreja existe a Penitência como remédio para o pecado. É o que diz a Constituição Lumen Gentium nº8:
"Enquanto Cristo santo, inocento, imaculado (Hb 7,20), não conhe-ce o pecado (2Cor 5,21), mas veio para expiar os pecados do povo (Hb 2, 1-7) a Igreja, reunindo em seu próprio seio os pecadores, ao mesmo tempo santa e sempre na necessidade de purificar-se, busca sem cessar a penitência e a renovção".
A expressão "casta meretriz" é aplicada à Igreja por alguns autores desejosos de indicar os dois aspectos da Igreja, santa e portadora do pecado de seus filhos. Todavia é imprópria, pois, no caso, meretriz é substantivo e casta é adjetivo; prevalece assim a nota má ou pecamino-sa como sendo a substância da Igreja; a santidade seria um adjetivo ou um acidente. Devem-se inverter as posições: a santidade constitui a substância (a Pessoa) da Igreja, à qual sobrevém o pecado por obra do pes-soal da Igreja. A precisão ou exatidão da linguagem é de importância capital.
(1) É de notar que estes versículos se encontram em todos os manuscritos bíblicos antigos. Não há sinal de interpolação tardia.
(2) Ver Jacques Maritain, A Igreja de Cristo. A Pessoa da Igreja e seu Pessoal. Ed. Agir. Rio de Janeiro, 1972.
Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).
Para citar este artigo:
--, . Apostolado Veritatis Splendor: POR QUE SER FIEL À IGREJA?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/424. Desde 23/12/2002.
POR QUÊ EU SOU CATÓLICO?

Por Udson Rubens Correia
Que se chama "obediência". Obediência significa servir. E servir é difícil.
Posso não concordar com meu pároco em algumas coisas, tenho o direito de discordar do meu bispo sobre outras, posso até questionar a Igreja em muitos assuntos, mas eu tenho de ser acima de tudo obediente. Obediência é a virtude que nos pede o Cristo. Obediência àqueles que ele instituiu ministros do seu povo. Tenho de obedecer e amar. Mesmo que algumas vezes sofra.
Mas é desta obediência que também nasce a paz e a plenitude de espírito que todo católico verdadeiro sente.
Na origem das seitas, faltou a obediência. Pior . Surgiu com o pecado do orgulho. Toda seita nasce deste pecado. Um pastor qualquer vamos dizer da Igreja Adventista do 7º dia não concorda com algumas posições da sua seita, portanto não é obediente, mas orgulhoso, vai e funda uma outra seita. E aí temos a Igreja Adventista da Promessa. Mais alguns anos, outro papalvo abandona a modéstia e a obediência vai e em seu orgulho funda a Igreja Adventista da Promessa Reformada. Logo depois um terceiro fundando a Igreja Adventista da Promessa Reformada e Transformada!
Eis o que é o protestantismo!! 35.000 seitas!! Ninguém trabalhou mais ativamente para extinguir o cristianismo da face da terra do que o protestantismo. Em 35.000 seitas já ninguém tem certeza de nada. E pensar que o orgulho foi o pecado que precipitou a Lúcifer do seu trono!! Com a palavra S. Pedro: "Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores, que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas" ( II Pe 2,1). E mais além nos adverte S. João: "Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos" ( I Jo 2, 19 ). Exatamente o que aconteceu!! Todas as seitas sairam da Igreja Católica. Mas precisamente porque não eram dos nossos. Não eram dos apóstolos. Não eram do Cristo.
Cada pecado é um ato de orgulho e desobediência contra Deus. Por isso "Cristo se humilhou e tornou-se obediente até a morte, e morte na Cruz" (Flp 2,8)
Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).
Para citar este artigo:
CORREIA, Udson Rubens. Apostolado Veritatis Splendor: POR QUÊ EU SOU CATÓLICO?. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/281. Desde 06/11/2001.

150 RAZÕES PORQUE ME TORNEI UM CATÓLICO

Por Jaime Francisco de Moura
Fonte: Por que estes ex-protestantes se tornaram Católicos?
Testemunho de Conversão de Dave Armstrong

Depois de se enveredar na busca pela verdade, Dave Armstrong é recebido na Igreja Católica, em 1992 junto com sua esposa Judy. Eis alguns motivos porque deixou o protestantismo.
1. A Igreja católica oferece a única visão coerente da história do Cristianismo (Tradição Cristã, Apostólica) e possui a moralidade cristã mais profunda e sublime: espiritual, social moral, e filosófica.
2. Eu me tornei um católico porque acredito sinceramente, em virtude de muita prova cumulativa, que o Catolicismo é a verdade, e que a Igreja católica é a Igreja visível divina estabelecida por Jesus contra o qual as portas do inferno não podem e não prevalecerão (Mt 16,18).
3. Eu deixei o Protestantismo porque era seriamente deficiente na interpretação da Bíblia "somente a fé". É inconsistente na adoção de várias Tradições católicas (por exemplo, o Cânon da Bíblia, falta uma visão sensata da história Cristã. Chegou a um acordo moralmente anárquico e relativístico. Essas são algumas das deficiências principais que eu vi eventualmente como fatal para a "teoria" do Protestantismo).
4. O Catolicismo não é dividido formalmente, nem é sectário (Jo 17, 20-23) (Rm 16, 17) (1 Cor 1, 10-13).
5. A Unidade católica faz o Cristianismo e Jesus mais acreditáveis para o mundo (Jo 17, 23).
6. Por causa do Catolicismo se unificou, a visão Cristã completamente do sobrenatural.
7. O Catolicismo evita um individualismo que arruína a comunidade Cristã (1 Cor 12, 25- 26).
8. O Catolicismo evita o relativismo teológico, por meio da certeza dogmática, que é centralizada no papado.
9. O Catolicismo evita anarquismo doutrinário, impedindo assim a divisão do verdadeiro Cristianismo.
10. O Catolicismo formalmente previne o relativismo teológico que conduz às incertezas dentro do sistema protestante.
11. O Catolicismo rejeita a ?Igreja Estatal" que conduziu os governos a dominar politicamente o Cristianismo.
12. Protestantes de Igrejas Estatais influenciaram a elevação do nacionalismo que mitigou contra a igualdade e o Cristianismo universal.
13. A Cristandade católica unificada - antes do século XVI não tinha sido infestada pelas trágicas guerras religiosas.
14. O Catolicismo retém os elementos do mistério, do sobrenatural e do sagrado no Cristianismo, se opondo assim à secularização onde a esfera do religioso em vida se torna muito limitada.
15. O individualismo protestante conduziu à privatização do Cristianismo, por meio do que é pouco respeitado em vida de sociedade e política, deixando o "quadro público" estéril de influência Cristã.
16. A falsa dicotomia secular protestante conduziu cristãos a se comprometerem, em geral, com políticas vazias. O Catolicismo oferece um vigamento no qual chega a responsabilidade estatal e cívica.
17. O Protestantismo se apóia muito em meras tradições de homens (toda denominação origina da visão de um fundador. Assim que dois ou mais destes se contradizem um ao outro, o erro está presente).
18. Igrejas protestantes, de um modo geral, são culpadas em colocar os pastores num pedestal muito alto. Por causa disso, congregações evangélicas experimentam uma severa crise, dividindo-se em outras quando um pastor vai embora, provando-se que suas filosofias e doutrinas são centradas no homem, em lugar de Deus.
19. O Protestantismo, devido à falta da real autoridade e estrutura dogmática, vem se diluindo a cada dia, surgindo então milhares e milhares de denominações. Existem hoje, 33.800 denominações religiosas, cada uma ensinando coisas opostas às outras.
20. O Catolicismo retém a Sucessão Apostólica, necessária para saber o que é a verdadeira Tradição Apostólica. Era o critério da verdade usado pelos primeiros Cristãos.
21. Muitos protestantes levam uma visão escura em geral da história Cristã, especialmente os anos de 313 (a conversão de Constantino) para 1517 (a chegada de Lutero). Essa ignorância e hostilidade conduzem ao relativismo teológico, ao anticatolicismo, e a um constante processo desnecessário de "reinventar a roda".
22. O Protestantismo no início era anticatólico e permanece assim até os dias atuais. Isso está obviamente errado e é antibíblico. O Catolicismo realmente é Cristão (se não é, então - logicamente ? o Protestantismo que herdou a teologia do Catolicismo também não é). Por outro lado, a Igreja católica não é antiprotestante.
23. A Igreja católica aceita a autoridade dos grandes Concílios Ecumênicos (At 15) o qual definido, desenvolveu a doutrina Cristã e os demais concílios.
24. A maioria dos protestantes não tem bispos, uma hierarquia Cristã que é bíblica (1 Tm 3,1- 2) e que existiu na história dos primeiros Cristãos e na Tradição.
25. O Protestantismo não tem nenhum modo de resolver assuntos doutrinais definitivamente. A doutrina protestante só leva em conta uma visão individual na Doutrina X, Y, ou Z, não tem nenhuma Tradição protestante unificada.
26. O Protestantismo surgiu em 1517. Então não pode ser possivelmente a "restauração do puro", "primitivo" Cristianismo, desde que isso está fora de governo, pelo fato de seu absurdo recente aparecimento. O Cristianismo tem que ter continuidade histórica ou não é Cristianismo. O Protestantismo necessariamente é um "parasita" do Catolicismo.
27. A noção protestante da "igreja invisível" também é moderna na história do Cristianismo e estranho à Bíblia (Mt 5,14; 16,18), então é falso.
28. Quando os teólogos protestantes falam do ensino do Cristianismo primitivo (por exemplo, ao refutar "cultos"), eles dizem "a Igreja ensinada?. . . mas quando eles recorrem ao presente, eles instintivamente se contêm de tal terminologia, como autoridade pedagógica universal que só reside na Igreja católica.
29. O princípio protestante de julgamento privado criou um ambiente (especial na América protestante) no qual invariavelmente o homem centralizou "cultos" como as Testemunhas de Jeová, Mormonismo, Ciência Cristã etc.
30. A falta de uma autoridade pedagógica definitiva no protestantismo (como no magistério católico) faz muitos protestantes individuais pensarem que eles têm uma linha direta com Deus. Basta uma Bíblia, o Espírito Santo e uma mentalidade individual. Não têm nenhuma segurança e garantia em dizer que são "infalíveis" sobre a natureza do Cristianismo.
31. As "técnicas" de evangelismo são freqüentemente inventadas e manipuladas, certamente não derivaram diretamente do texto da Bíblia. Algumas técnicas se igualam e se assemelham à lavagem cerebral.
32. O evangelho orado por muitos evangelistas protestantes e pastores é truncado e abreviado, é individual e diferente do evangelho bíblico como é proclamado pelos Apóstolos.
33. O protestantismo separa profundamente, a vida transformada no arrependimento para uma disciplina radical. "Um próprio ditado" luterano chama isso de "graça barata."
34. A ausência de uma idéia de submissão a uma autoridade espiritual no Protestantismo caiu no meio político onde as idéias de "liberdade" pessoal, "propriedade", e "escolha" tem agora, uma extensão de dever cívico.
35. O Catolicismo retém o senso do sagrado, o sublime, o santo, e o bonito em espiritualidade. As idéias de altar, e "espaço sagrado" são preservadas. Muitas igrejas protestantes são corredores, se encontrando em locais, como "ginásios". A maioria das casas dos protestantes é mais esteticamente notável que suas próprias igrejas. Os protestantes, são viciados freqüentemente pela mediocridade na avaliação de arte, música, arquitetura, drama, imaginação, etc.
36. O Protestantismo negligenciou o lugar da liturgia em grande parte da adoração (com exceções notáveis como Anglicanismo e Luteranismo). Esse é o modo que os cristãos sempre seguiram durante séculos e não pode ser despedido assim ligeiramente.
37. O Protestantismo tende a opor matéria e espírito, enquanto favorecendo o posterior, é um pouco Gnóstico nesta consideração.
38. O protestantismo critica a prática das procissões Católicas, indo contra a Igreja primitiva e a Bíblia (Js 3, 5-6) ( Nm 10, 33-34) ( Js 6,4) (Js 3, 14-16) (Ex 25, 18-21) (Js 4, 4-5) (Js 4, 15-18)
39. O Protestantismo limita ou descrê no sacramentalismo que simplesmente é a extensão do princípio e a convicção de que a matéria pode ser veículo da graça. Algumas seitas (por exemplo, muitos pentecostais) rejeitam todos os sacramentos.
40. Os Protestantes excessivamentes desconfiam da carne ("carnalidade"), freqüentemente caem no fundamentalismo, um legalismo absurdo não podem dançar, jogar cartas, escutar músicas convencionais, etc.
41. Muitos protestantes tendem a separar vida em categorias de "espiritual" e "carnal", como se Deus não fosse Deus de tudo e da vida. Esquecem que os empenhos de todos os pecadores são, no final das contas, espirituais.
42. O Protestantismo removeu a Eucaristia do centro e foco de adoração. Alguns protestantes só observam isto, uma vez mensalmente, ou até mesmo trimestralmente. Isto está contra a Tradição da Igreja Primitiva.
43. A maioria dos protestantes considera a Eucaristia como um símbolismo que contraria a Tradição Cristã universal até 1517 e a Bíblia (Mt 26, 26-28) (Jo 6, 47-63) (1 Cor 10, 14-22; 11, 23-30), onde estes textos confirmam à Real Presença.
44. O Protestantismo deixou de considerar o matrimônio como um sacramento virtualmente, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mt 19, 4-5) (1 Cor 7, 14,39) (Efésios 5, 25-33).
45. O Protestantismo aboliu o sacerdócio (Mt 18, 18) e o sacramento da ordenação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 6, 1-6; 14,22) (1 Tm 4, 14) (2 Tm 1,6).
46. O Catolicismo retém a noção de Paulo da viabilidade espiritual de um clero celibatário (1 Cor 7, 8; 7, 27 ; 7, 32) (Mt 19,12).
47. O Protestantismo rejeitou o sacramento da confirmação em grande parte. (At 8,18) (Hb 6, 2-4), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia.
48. Muitos protestantes negaram o batismo infantil, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (At 2, 37-39; 16,15; 16, 33; 18,8) (1Cor 1,16) (Cl 2,11-12). O Protestantismo é dividido em cinco acampamentos principais na questão do batismo.
49. A grande maioria dos protestantes nega a regeneração batismal, ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia (Mc 16,16) (Jo 3,5) (At 2,38; 22,16) (Rm 6,3-4) (1 Cor 6,11) (Tt 3,5).
50. Os Protestantes rejeitaram o sacramento de ungir o doente (Extrema Unção Últimos Ritos), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 6,13) (1 Cor 12,9,30) (Tg 5,13-16).
51. O Protestantismo nega a indissolubilidade do matrimônio sacramental e permite divórcio, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gen 2,24) (Ml 2,14-16) (Mt 5,32) (Mt 19,6,9) (Mc 10,11-12) (Lc 16,18) (Rm 7,2-3) (1 Cor 7,10-14,39).
52. O Protestantismo não acredita que procriação é o propósito primário e benefício do matrimônio (não faz parte dos votos, como no matrimônio católico), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 1,28; 28,3; 127,3-5).
53. O Protestantismo aprova a contracepção, em desafio à Tradição Cristã universal. (Gn 38,8-10; 41,52 (Lv 26, 9) (Dt 7,14) (Rt 4,13) (Lc 1,24-5). Agora, só o Catolicismo retém a Tradição antiga.
54. O Protestantismo principalmente com sua asa liberal, em 1930, aceitou o aborto como uma opção moral, ao contrário da Tradição Cristã universal e da Bíblia. (Ex 20,13) (Is 44,2; 49, 5) (Jr 1,5; 2,34) (Lc 1,15,41) (Rm 13,9-10).
55. O Protestantismo (de denominações largamente liberais) permite mulheres como pastoras (e até mesmo bispos, como no Anglicanismo), ao contrário da Tradição Cristã, teologia protestante tradicional e da Bíblia (Mt 10,1-4) (1 Tm 2,11-15; 3,1-12) Tt 1,6).
56. O Protestantismo , cada vez mais, chega a um acordo formal e oficialmente com o feminismo radical à moda que nega os papéis de homens e mulheres como é ensinado na Bíblia (Gn 2,18-23) (1 Cor 11,3-10) e na Tradição Cristã.
57. Atualmente o Protestantismo nega com freqüência crescente, o papel do marido no matrimônio contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (1 Cor 11,3) (Ef 5,22-33) (Cl 3,18-19). Isso também está baseado em uma relação de igualdade (1 Cor 11,11-12) (Gl 3,28) (Ef 5,21).
58. O Protestantismo liberal (notavelmente o Anglicanismo) ordenou os homossexuais praticantes até mesmo como pastores, permitindo o "matrimônio" entre sí, sendo contrário a antiga Tradição Cristã universal, e à Bíblia (Gn 19,4-25) (Rm 1,18-27) (1 Cor 6,9). O Catolicismo ficou firme na moralidade tradicional.
59. O Protestantismo liberal aceitou métodos críticos" mais altos" de interpretação bíblica que conduzem à destruição da reverência Cristã tradicional.
60. Muitos protestantes liberais jogaram fora várias doutrinas cardeais do Cristianismo, como a Encarnação, Nascimento da Virgem, a Ressurreição Corporal de Cristo, a Trindade, Pecado Original, inferno, a existência do diabo, milagres etc.
61. Os fundadores do Protestantismo negaram, e Calvinistas negam hoje, a realidade da livre vontade humana.
62. O Protestantismo clássico teve uma visão deficiente do passado do Homem, pensando que o resultado era depravação total. De acordo com Lutero, Zwingli, Calvino, o homem poderia fazer só o mal da própria vontade dele, e não teve nenhuma livre vontade para fazer o bem. Ele agora tem uma "natureza de pecado". O Catolicismo acredita que, de um modo misterioso, o homem coopera com a graça que sempre precede todas as boas ações. Retém ainda, a natureza de algum homem bom, embora ele tenha uma tendência para pecar ("concupiscência").
63. O Protestantismo clássico e o Calvinismo de hoje põem Deus como o autor do mal. Eles alegam supostamente que os homens fazem o mal e violam seus preceitos sem ter qualquer vontade livre para fazer. Isso é blasfemo, e torna Deus em um demônio.
64. No Protestantismo e pensamento Calvinista, o homem não tem livre vontade para escolher entre o bem e o mal. Quando eles pecam, é porque Deus os predestinou ao inferno, embora eles não tenham nenhuma escolha!
65. O Protestantismo clássico e o Calvinismo, ensina falsamente que Jesus só morreu para os eleitos
66. O Protestantismo clássico especialmente o Luterano, e o Calvinismo, devido à falsa visão, nega a eficácia e a capacidade da razão humana para conhecer Deus até certo ponto, e opõe isto a Deus e fé, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mc 12,28) (Lc 10,27) (Jo 20,24-29) (At 1,3; 17,2,17,22-34; 19,8). Os melhores Apologistas protestantes hoje simplesmente voltam atrás para a herança católica de São Tomás de Aquino, Santo Agostinho e muitos outros grandes pensadores.
67. O Pentecostalismo ou Protestantismo carismático coloca muito alto uma ênfase na experiência espiritual, não equilibrando isso corretamente com a lógica, a razão, a Bíblia e a Tradição.
68. Outros protestantes por exemplo, muitos batistas, negam que presentes espirituais como curar estão presentes na idade atual (supostamente eles cessaram com os Apóstolos).
69. O Protestantismo tem visões contraditórias do governo da igreja, pois não possui nenhuma autoridade coletiva, assim, não existe ordem e unidade. Algumas seitas reivindicam ter "apóstolos" ou "profetas" entre eles, com todos os abusos de autoridade e poder.
70. O Protestantismo especialmente o pentecostalismo, tem uma fascinação imprópria para o "fim do mundo" muita tragédia humana é o resultado de tais falsas profecias.
71. A ênfase do pentecostalismo conduz a um detrimento de sensibilidades sociais, políticas, éticas e econômicas aqui na terra.
72. O Pensamento protestante separa idéias em acampamentos mais exclusivos e mutuamente hostis, quando na realidade muitas das dicotomias (divisão em dois) são simplesmente complementares em lugar do contraditório.
73. O Protestantismo se contradiz a Bíblia indo contra aos sacramentos.
74. O Protestantismo monta devoção interna e devoção contra a Liturgia.
75. O Protestantismo opõe adoração espontânea para formar suas próprias orações.
76. O Protestantismo separa a Bíblia da autoridade que Jesus deixou a sua Igreja.
77. O Protestantismo cria a falsa dicotomia de versões da Bíblia.
78. O Protestantismo é contra a Tradição, sendo que ela é obra do Espírito Santo.
79. O Protestantismo considera autoridade da Igreja e liberdade individual.
80. O Protestantismo (especialmente Lutero) joga para cima o Velho Testamento contra o Novo Testamento, embora Jesus não fizesse assim (Mt 5,17-19) (Mc 7,8-11) (Lc 24,27,44) (Jo 5,45-47).
81. O Protestantismo impõe leis para enfeitar sendo inseguras e sem sobrevivência.
82. O Protestantismo cria uma falsa dicotomia entre simbolismo e realidade sacramental (por exemplo, batismo, Eucaristia).
83. O Protestantismo separa o Indivíduo da comunidade Cristã. É só conferir as milhares e milhares de denominações diferentes umas das outras (1 Cor 12,14-27).
84. O Protestantismo descarta a reverência dos santos. A Teologia católica não permite adoração dos santos na mesma moda como é dirigida para Deus. São venerados os santos e são honrados, não adorados.
85. Muitas dianteiras de protestantes pensam que o Espírito Santo só fala com eles, e não com as multidões de cristãos durante 1500 anos antes que o Protestantismo começasse!
86. Falhas no pensamento protestante original conduziram a erros até piores. Por exemplo, a justificação extrínseca, inventada para assegurar a predominância da graça, veio proibir qualquer sinal externo de sua presença ("sola fide ").O Calvinismo com seu Deus cruel, os homens foram virados para uma tal extensão que eles se tornaram unitários (como na Nova Inglaterra). Muitos fundadores de cultos recentes partiram o Calvinismo, por ex: (as Testemunhas de Jeová, Ciência Cristã, O Modo Internacional, etc.).
87. O pentecostalismo obcecado, em moda tipicamente americana, sempre aparece com celebridades (os evangelistas de televisão).
88. O pentecostalismo se apaixona com a falsa idéia de que grandes números em uma congregação (ou crescimento rápido) é um sinal da presença de Deus de um modo especial. Eles esquecem que Deus nos chama à fidelidade em lugar de ir para o "sucesso", não estatísticas lisonjeiras.
89. O pentecostalismo enfatiza freqüentemente o crescimento numérico em lugar de crescimento espiritual individual.
90. O pentecostalismo é presentemente obcecado com ego-cumprimento, ego-ajuda, e o egoísmo no lugar de uma tensão Cristã tradicional em sofrer, sacrificar, etc.
91. O protestantismo tem uma visão truncada e insuficiente do lugar de sofrer na vida Cristã. Tudo em "nome-disto-e-reivindicação-daquilo" movimentos dentro do Protestantismo pentecostal estão florescendo, mas não estão em harmonia com a Bíblia, Cristianismo e Tradição.
92. O protestantismo, em geral, adotou uma forma mais capitalista que o Cristianismo. Riqueza e ganho pessoal são buscados mais que piedade, e são vistos como uma prova do favor de Deus, como o puritano, que secularizou o pensamento americano, indo contra a Bíblia e ensinamento Cristão.
93. O protestantismo crescentemente não tolera perspectivas políticas de esquerda em acordo com visões do Cristianismo, especialmente. em seus seminários e faculdades.
94. O protestantismo tolera heterodoxia crescentemente teológica e liberalismo, para tal uma extensão que muitos líderes evangélicos estão alarmados e prediz uma decadência adicional dos padrões ortodoxos.
95. Os pentecostais adotaram visões de Deus sujeitas aos caprichos frívolos do homem e desejos do momento.
96. Também as seitas anteriores aos pentecostais, ensinam totalmente ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia.
97. O evangelho, especialmente na televisão, é vendido da mesma forma que McDonalds vende hambúrgueres. Tecnologia de mercado e técnicas de relações públicas substituíram cuidado da pastoral pessoal e preocupação social em grande parte pelo religioso.
98. ?Pecar?, em algumas denominações protestantes, crescentemente, é visto como um fracasso psicológico ou uma falta de amor próprio, em lugar da revolta voluntariosa que é contra Deus.
99. O Protestantismo, em todos os elementos essenciais, somente pede emprestado por atacado da Tradição católica ou torce o mesmo. Todas as doutrinas nas quais os católicos e protestantes concordam, são claramente católicas em origem (Trindade, Nascimento da Virgem, Ressurreição, 2ª Vinda, Cânon da Bíblia, céu, inferno, etc.). Qualquer verdade que está presente em cada idéia protestante sempre é derivada do Catolicismo que é o cumprimento das aspirações mais fundas e melhores dentro do Protestantismo.
100. Um dos princípios fundamentais do Protestantismo é a sola scriptura que não é bíblico e também é inexistente até o 16º século. Na própria Bíblia, não se encontra essa palavra, ou outra com o mesmo significado. Porém é uma falsa tradição humana protestante.
101. A Bíblia não contém todos os ensinamentos de Jesus. (Mc 4,33; 6,34) (Lc 24,25-27) ( Jo 16,12-13; 20,30; 21,25) (At 1,2-3). Mesmo assim os protestantes passam por cima dessas passagens dizendo que todo ensinamento de Cristo está registrado nas Escrituras.
102. A sola scriptura é um abuso da Bíblia. Uma leitura objetiva da Bíblia, conduz a pessoa para a Tradição e a Igreja católica, em lugar do oposto.
103. O Novo Testamento não foi escrito nem recebeu no princípio como a Bíblia, só gradualmente, e o Cristianismo primitivo não poderia ter acreditado na sola scriptura.
104. Tradição não é uma palavra ruim na Bíblia, ela recorre a algo passado de um para outro. A Tradição é falada em (1 Cor 11,2) (2 Ts 2,15, 3,6) (Cl 2,8). Mesmo assim, os protestantes não aceitam a Tradição. Eles confundem tradição humana com a Tradição que os próprios Apóstolos deixaram aos sucessores.
105. A Tradição Cristã, de acordo com a Bíblia, pode ser oral ou escrita (2 Ts 2,15) (2 Tm 1,13-14; 2,2). São Paulo não faz nenhuma distinção entre as duas formas.
106. Em Atos e as Epístolas, muitas coisas da Bíblia eram originalmente orais (por exemplo, todo o ensino de Jesus) - Ele não escreveu nada.
107. Ao contrário de muitas reivindicações protestantes, Jesus não condenou a Tradição. (Mt 15,3,6) (Marcos 7,8-9,13) Ele só condena a tradição humana corrupta, não a Tradição deixada aos 12 Apóstolos.
108. Tradição cristã, apostólica (Lc 1,1-2) (Rm 6,17) (1 Cor 11,23 15,3) (Jd 1,3), ou Tradição Cristã "receptora" acontece em (1 Cor 15,1-2) (Gl 1,9,12) (1 Tess 2,13).
109. Os conceitos de "Tradição", "evangelho", "palavra de Deus", "doutrina", e "a Fé" são essencialmente sinônimas, e tudo é predominantemente oral. (2 Ts 2,15; 3, 6) (1 Ts 2,9,13) (Gl 1,9) (At 8,14). Se Tradição é uma palavra suja,como se afirma no protestantismo, então assim é o "evangelho" e "palavra de Deus!"
110. São Paulo, em (1 Tm 3,15) põe a Igreja sobre a Bíblia como coluna e fundamento da verdade, e como ensina o Catolicismo.
111. Os protestantes defendem a sola Scriptura em (2 Tm 3,16). O Catolicismo concorda em grande parte para estes propósitos, mas não exclusivamente, como no Protestantismo. Secundariamente, quando São Paulo fala aqui de "Bíblia", o NT ainda não existia (não definitivamente durante mais de 300 anos depois dos Apóstolos), assim ele só está recorrendo ao Antigo Testamento. Isto significaria que o Novo Testamento não era necessário para a regra de fé.
112. O Catolicismo mantém a Tradição que é consistente com a Bíblia, até mesmo onde ela é muda em alguns assuntos. Para o Catolicismo, toda necessidade da doutrina não é achada somente na Bíblia, e o princípio do Protestantismo é a Sola Scriptura. Por outro lado, a maioria dos teólogos católicos reivindicam que todas as doutrinas católicas podem ser achadas na Bíblia, em forma de núcleo, ou por uso extenso e conclusão.
113. Estudantes protestantes pensativos mostraram, que uma posição irrefletida da Sola Scriptura pode se transformar em "bibliolatria", quase uma adoração da Bíblia em lugar de Deus que é seu Autor. Esta mentalidade é semelhante à visão muçulmana, onde a revelação para eles, está somente no Alcorão.
114. O Cristianismo é inevitavelmente histórico. Todos os eventos da vida de Jesus (Encarnação, Crucificação, Ressurreição, Ascensão, etc.) eram históricos, como era a oração dos apóstolos. Então, a tradição de algum tipo, é inevitável, ao contrário de numerosos protestantes míopes que reivindicaram que sola Scriptura aniquila Tradição. Toda negação de uma tradição particular envolve um preconceito (escondido ou aberto) para a própria tradição alternada da pessoa por exemplo, se toda a autoridade da Igreja é rejeitada, até mesmo a autonomia individualista é uma "tradição".
115. A Sola Scriptura não poderia ter sido literalmente verdade, falando praticamente, para a maioria dos cristãos ao longo da história. A Tradição oral, junto com as práticas devotas, os feriados Cristãos, a arquitetura de igrejas a arte sagrada, eram os portadores primários do evangelho durante 1400 anos. Durante todos estes séculos, a Sola Scriptura teria sido considerada como uma abstração absurda e impossível.
116. O Protestantismo diz que a Igreja católica acrescentou à Bíblia.Isto não é verdade porque ela tirou somente as implicações da Bíblia (desenvolvimento da doutrina) e seguiu a compreensão da Igreja primitiva, e que os protestantes subtraíram da Bíblia ignorando grandes porções que sugestionam posições católicas.
117. A Sola Scriptura é o calcanhar de Aquiles do Protestantismo. Invocando somente a Sola Scriptura, não há nenhuma solução ao problema da autoridade, contanto que as interpretações múltiplas existam. Se a Bíblia estivesse tão clara, os protestantes simplesmente concordariam entre si, pois existem a multiplicidade de denominações.
118. A interpretação da Bíblia é inevitável sem a Tradição. É necessário então falar na Igreja Católica, ela é a que evita a confusão, o erro, a anarquia e a divisão.
119. O Catolicismo não considera a Bíblia inacessível aos leigos, como se afirma no protestantismo, mas é vigilante para proteger-se de uma exegese toda arbitrária e aberrante. As melhores tradições protestantes buscam fazer o mesmo, mas é inadequado e ineficaz desde que eles são divididos.
120. O Protestantismo tem um problema enorme com o Cânon Bíblico. O processo de determinar os livros exatos que constituem a Bíblia durou até o ano de 397 D.C., o Concílio de Cartago provou que a Bíblia não está autenticada, como acredita o Protestantismo. Alguns cristãos sinceros, devotos e instruídos duvidaram da canocidade de alguns livros que estão agora na Bíblia e outros consideraram livros que não estavam incluídos no Cânon.
121. O Concílio de Cartago, decidindo o Cânon da Bíblia inteira em 397, incluiu os livros "Deuterocanônicos" que os protestantes chutaram para fora da Bíblia. Antes do 16º século os cristãos consideravam esses livros, e eles não eram separados, como se vê no protestantismo que aceita a autoridade deste Concílio para o NT, mas não para AT.
122. A Igreja católica venerou sempre a Bíblia. Isso é provado pelo laborioso cuidado dos monges, protegendo e copiando manuscritos, e as traduções constantes em línguas vernáculas (ao invés das falsidades sobre só Bíblias latinas), entre outras evidências históricas abundantes e indisputáveis. A Bíblia é um livro católico, e não importa quantos protestantes estudam e proclamam isso peculiarmente, eles têm que reconhecer a dívida inegável com a Igreja católica por ter decidido o Cânon e por preservar a Bíblia intacta durante 1400 anos.
123. O Protestantismo nega o Sacrifício da Missa, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Gn 14,18) (Is 66,18,21) (Ml 1,11) (Hb 7, 24-25; 13,10; 5,1-10; 8,3; 13,8). que transcede espaço e tempo.
124. O Protestantismo descrê, em geral, no desenvolvimento da doutrina, ao contrário da Tradição Cristã e muitas indicações bíblicas implícitas, mas seguem a Doutrina da Trindade, que foi desenvolvida na história, nos três primeiros séculos do Cristianismo. É tolice negar isso. A Igreja é o "Corpo" de Cristo, um organismo vivo que cresce e desenvolve como corpos todo vivos. Não é uma estátua, simplesmente para ser limpada e polida com o passar do tempo, como muitos protestantes parecem pensar.
125. O Protestantismo separa justificação de santificação, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 5,20; 7,20-24) (Rm 2,7-13) (1 Cor 6,11).
126. O Protestantismo desconsidera que as obras contribuam para a salvação, rejeitando assim a Tradição Cristã e o ensino explícito da Bíblia (Mt 25,31-46) (Lc 18,18-25) (Jo 6,27-29) (Gl 5,6) (Ef 2,8-10) (Fl 2,12-13; 3,10-14) (1 Ts 1,3) (2 Ts 1,11) (Hb 5,9) (Jd 1,21) Essas passagens também indicam que a salvação é um processo, não um evento instantâneo, como no Protestantismo.
127. O protestantismo rejeita a Tradição Cristã e ensino bíblico que sempre foi ensinado na Igreja Católica, onde as boas ações feitas na fé contribuem para a salvação (Mt 16,27) (Rm 2,6) (1 Cor 3,8-9).
128. Os protestantes têm convicção de que aceitando Jesus como Salvador já estão salvos. Não é bem isso que a Igreja Primitiva e a Bíblia ensinam (Fl 3,11-14) (Hb 4,1) (Tt 1,2) (1 Ts 5,8) ( Tt 3,7) (Mt 25,1-13) onde se diz, que devemos ser sempre vigilantes. Vigilante não é o mesmo que certeza.
129. Muitos protestantes (especialmente os presbiterianos, calvinistas e batistas) acreditam em segurança eterna, ou, perseverança dos santos (convicção daquele que não pode perder a "salvação". Isto está ao contrário da Tradição Cristã e a Bíblia: (1 Cor 9,27) (Gl 4,9; 5,1,4) (Cl 1,22-3) (1 Tm 1,19-20; 4,1; 5,15) (Hb 3,12-14; 6,4-6; 10,26,29,39; 12,14-15).
130. Ao contrário do mito protestante, a Igreja Católica não ensina que ninguém é salvo através de trabalhos a parte, porque a fé e obras são inseparáveis. Esta heresia da qual o Catolicismo é acusado freqüentemente estava na realidade condenada pela Igreja católica, em 529 D.C. é conhecido como Pelagianismo (visão que o homem pudesse se salvar pelos próprios esforços naturais dele, sem a graça sobrenatural necessária de Deus). Continuar acusando a Igreja católica desta heresia é um sinal de preconceito e ignorância do manifesto da história da teologia, como também o ensino católico é claro no Concílio de Trento (1545-63). Ainda o mito é estranhamente prevalecente.
131. O Protestantismo eliminou virtualmente a prática da confissão a um sacerdote (ou pelo menos pastor), ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Mt 16,19; 18,18; Jo 20,23). (At 19,18) (Tg 5 15-16) (Ne 9,2) (Ne 1, 6). (Jo 3,6).
132. O Protestantismo descrê na penitência ou castigo temporal para perdoar pecado, indo contra a Tradição Cristã e a Bíblia por exemplo, (Nm 14,19-23) (2 Sm 12,13-14) (1 Cor 11,27-32) (Hb 12,6-8).
133. O Protestantismo tem pouco conceito da Tradição e doutrina bíblica de mortificar a carne, ou, sofrer com Cristo: (Mt 10,38; 16,24) (Rm 8,13,17) (1 Cor 12,24-6) (Fl 3,10) (1 Pd 4,12,13).
134. Igualmente, o Protestantismo perdeu a Tradição e doutrina bíblica de compensação vicária, ou sofrimento remissório de Cristãos com Cristo, por causa de um ao outro, (Ex 32,30-32) (Nm 16,43-8; 25,6-13) (2 Cor 4,10) (Cl 1,24) (2 Tm 4,6).
135. O Protestantismo rejeitou a Tradição e doutrina bíblica do purgatório, como conseqüência de sua falsa visão de justificação e penitência, apesar de evidências suficientes na Bíblia: (Mq 7, 8-9) (Ml 3,1-4) (2 Mc 12, 39-45) (Mt 5, 25-6; 12,32) (Lc 16,19-31) (1 Pd 3,19-20) (1 Cor 3,11-15) (2 Cor 5,10).
136. O Protestantismo rejeitou a doutrina das indulgências que são simplesmente o perdão do castigo temporal para pecado (penitência), pela Igreja (aqui na terra, Mt 16,19; 18,18, e Jo 20,23). Isso não é diferente do que São Paulo fez em relação a um irmão errante na Igreja de Corinto. Primeiro, ele impôs uma penitência a ele (1 Cor 5,3-5) (2 Cor 2, 6-11). Só porque aconteceram alguns abusos antes da Revolta protestante (admitida e retificada pela Igreja católica), não tem nenhuma razão para lançar fora contudo outra doutrina bíblica. É típico do Protestantismo queimar completamente uma casa no lugar de limpá-la, "joga-se fora o bebê com a água de banho?.
137. O Protestantismo jogou fora as orações para os mortos, em oposição à Tradição Cristã e à Bíblia (Tb 12,12) (2 Mc 12, 39-45) ( 2 Tm 1, 16-18). Já no primeiro século, da Era Cristã, a prática de orar pelos mortos já era registradas em muitas inscrições gravadas nos túmulos de santos cristãos e mártires da fé.
138. O Protestantismo rejeita, em chãos inadequados, a intercessão dos santos. Por outro lado, a Tradição Cristã e a Bíblia apoiaram esta prática. (Mt 22, 30) (1 Cor 15, 29) (Mt 17, 1-3; 27,50-53) eles podem interceder por nós (2 Mc 15,14) (Ap 5, 8; 6, 9-10).
139. Alguns protestantes descrêem nos Anjos da guarda, apesar da confirmação Bíblica e a Tradição Cristã (Mt 18,10) (At 12,15) ( Hb 1,14) (Ap 8, 3-5).
140. A maioria dos protestantes nega que os anjos possam interceder por nós, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (Ap 1,4; 5,8; 8,3-4) (Zc 1,12-13) (Os 12,5) (Gn 19, 17-21).
141. O protestantismo rejeita a Imaculada Concepção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicada pela Bíblia,: (Gn 3,15) (Lc 1,28) ("cheia de graça" interpretam os católicos, em chãos lingüísticos, significa "sem pecado"); Maria representando a Arca da Aliança (Lc 1,35) (Ex 40,34-8) (Lc 1,44) (2 Sm 6,14-16) (Lc 1,43) (2 Sm 6,9) A Presença de Divina requer santidade extraordinária) pois Deus não habitaria no meio do pecado.
142. O protestantismo rejeita a Assunção de Maria, apesar da Tradição Cristã desenvolvida e indicações bíblicas. Ocorrências semelhantes na Bíblia não fazem a suposição improvável. (Henoc em Gn 5,24 e Hb 11,5) (Elias em 2 Rs 2,11) (Paulo em 2 Cor 12, 2-4) ("Êxtase" em 1 Ts 4,15-17) (subindo os santos em Mt 27,52-53).
143. Muitos protestantes negam a virgindade perpétua de Maria, apesar da Tradição Cristã e o acordo unânime dos fundadores protestantes Lutero, Calvino, Zwingli, etc.
144. O protestantismo nega a Maternidade Espiritual de Maria, ao contrário da Tradição Cristã e da Bíblia (João 19, 26-27) "Veja a mulher do Céu? (Ap 12, 1,5,17). Os Católicos acreditam que Maria é uma santa, e as orações dela são de grande efeito para nós. (Ap 5,8; 8,4; 6,9-10).
145. O Protestantismo rejeita o papado, apesar da Tradição Cristã profunda, e da forte evidência na Bíblia da preeminência de Pedro como a pedra da Igreja. Ninguém nega que ele fosse algum tipo de líder entre os apóstolos. Como sabemos, o papado é derivado desta primazia: (Mt 16,18-19) (Lc 22,31-2) (Jo 21,15-17) são as passagens "papais" mais diretas. O nome de Pedro aparece primeiro em todas as listas dos apóstolos; até mesmo um anjo insinua que ele é o líder deles (Mc 16,7), e ele andou pelo mundo como tal (At 2,37-8,41). Ele faz o primeiro milagre na Igreja (At 3,6-8), profere o primeiro anátema (At 5,2-11), é o primeiro a ressuscitar um morto (At 9,40-41), o primeiro a receber os Gentios (At 10,9-48), O nome dele é mencionado mais freqüentemente que todos os outros discípulos reunidos (191 vezes). Essas são algumas evidências que destacam Pedro dos outros Apóstolos.
146. Desde o princípio, a Igreja de Roma e os papas têm o governo e a direção teológica e a ortodoxia da Igreja Cristã. Isso é inegável. Nenhum protestante imparcial teve a coragem e a ousadia de contestar tudo isso, pois só o que Cristo transmitiu aos Apóstolos e o que se herdou destes numa sucessão ininterrupta da Igreja Católica, tem foros de verdade revelada, portanto digna de fé.
147. O Protestantismo, em seu desespero, tenta suprir algum tipo de continuidade histórica a parte da Igreja católica, às vezes tenta reivindicar uma linhagem de seitas medievais como os Valdenses, Cátaros, Montanistas ou Donatistas. Porém, este empenho é sentenciado a um fracasso quando a pessoa estuda de perto no que estas seitas acreditam.
148. Os Católicos têm o Cristianismo mais sofisticado e pensativo da filosofia sócio-econômica-política, uma mistura de elementos "progressivos" e "conservadores" distinto da retórica que tipicamente dominam a arena política. O Catolicismo tem a melhor visão da igreja em relação ao estado e cultiva como bem.
149. O Catolicismo tem a melhor filosofia cristã. Trabalhou por vários séculos de reflexão e experiência. Como em sua reflexão teológica e desenvolvimento, a Igreja Católica é sábia e profunda, para uma extensão que verdadeiramente tem um selo divino e seguro. Eu já me maravilhava, logo antes da minha conversão, de como a Igreja católica poderia ser tão certa sobre tantas coisas. Eu fui acostumado a pensar, como um bom evangélico, que a verdade sempre era uma pluralidade de idéias de muitas denominações protestantes, "todas juntas." Mas afinal de contas, a Igreja católica faz a diferença!
150. Por último, o Catolicismo tem a espiritualidade mais sublime e espírito de devoção, manifestado de mil modos diferentes. Do ideal monástico, para o celibato heróico do clero e religioso, os hospitais católicos, a santidade completamente de um Thomas, um Kempis ou um Santo Inácio, os santos incontáveis canonizados e ainda, Madre Teresa, Papa João Paulo II, Papa João XXIII, os mártires primitivos, São Francisco de Assis, os eventos a Lourdes e Fátima, o intelecto deslumbrante de John Henry Newman, a sabedoria e perspicácia do Arcebispo Sheen de Fulton, São João da Cruz, a inteligência santificada de um Chesterton ou um Muggeridge, mulheres anciãs que fazem as Estações da Cruz ou o Rosário. Este espírito devoto é incomparável em sua extensão e profundidade, apesar de muitas contraposições protestantes.
Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).
Para citar este artigo:
MOURA, Jaime Francisco de. Apostolado Veritatis Splendor: 150 RAZÕES PORQUE ME TORNEI UM CATÓLICO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/3017. Desde 18/10/2004.

Gadget

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

Pesquisar: