sexta-feira, 8 de maio de 2009

Conspirações.

Aqui vai uma explicação dos absurdos políticos, históricos, econômicos que acontecem no mundo há alguns séculos.

Tome cuidado com certas ideologias: elas tramam contra todos nós.
Reveja seus conceitos, você pode ter sido "domesticado" por elas!

O modo de pensar da Nova Era chama-se dialética e seu ambiente de enganação e manipulação é chamado de práxis. Esse modo de pensar está atualmente sendo usado nos sistemas educacionais, na segurança pública, na administração de empresas, na política e também nas igrejas. Esse processo combinado de dialética e práxis é um modo de se comportar, de pensar e de agir que é altamente especulativo e depende de uma atitude de contemporização por parte de todos os participantes, o consenso do grupo, que é obtido sob a liderança de um facilitador treinado. O consenso é a aprovação unânime do homem e a rejeição das leis de Deus como padrão para o comportamento individual e social. O paradigma da dialética rejeita a palavra de Deus como autoridade final e se volta para as fábulas e as opiniões dos homens. A chave para o pensamento dialético é o direito de questionar, zombar e ridicularizar o paradigma tradicional da didática, da autoridade e de toda a sociedade patriarcal instituída por Deus.
O Processo do Consenso pode ser rastreado até o Jardim do Éden, quando a serpente entrou em um diálogo com Eva a respeito da Palavra de Deus e a convenceu que a atitude correta a tomar era a da rebelião. Portanto, Lúcifer foi o primeiro facilitador.
Em 1823, um professor alemão de filosofia chamado Hegel criou essa fórmula, esse plano de batalha específico. Hegel propôs que as sociedades fossem governadas pela seguinte fórmula:

A existência de um tipo de governo ou sociedade, chamado Tese, provocaria o aparecimento do oposto desse tipo de governo ou sociedade, que Hegel chamou de Antítese. Tese e Antítese naturalmente começariam a batalhar uma contra a outra, pois são sistemas exatamente opostos e, portanto, com visões diferentes sobre o mundo. Se a Tese e a Antítese batalharem por um longo período de tempo, sem que nenhum lado aniquile o outro, essa batalha resultará em ambos os lados mudando para um sistema híbrido de governo e de sociedade, que Hegel chamou de Síntese.

Uma batalha constante, ou ameaça de batalha, era a chave. Hegel teorizou que "Conflito traz mudança, e o conflito planejado traz mudança planejada. Essa teoria varreu a Europa, nos campus das universidades, acendendo um grande debate! Após um certo tempo, a fascinação dos estudantes com essa teoria foi desaparecendo, mas os Illuminati, com a Maçonaria agora totalmente envolvida na liderança do Plano da Nova Ordem Mundial, agora tinham sua fórmula para alcançar seus objetivos!

Vamos agora definir esses termos conforme eles se relacionam com o Plano de Weishaupt:

Tese - é o sistema original que dominava a Europa no fim do século XVIII. Esse sistema era Iniciativa Privada na economia, Monarquia ou Democracia na política, e judaico-cristão na religião.
Antítese - é o sistema oposto à Tese, que, teoricamente, batalhando contra a Tese por um período longo de tempo, produziria um novo sistema, chamado Síntese. O principal problema é que nenhum sistema realmente oposto à Tese existia em 1776.

Portanto, o que você faz quando nenhum sistema oposto apareceu "espontaneamente"? Se eu estivesse incumbido de executar o Plano da Nova Ordem Mundial, e acreditasse na teoria de Hegel, suponho que procuraria criar um sistema exatamente oposto à Tese. O autor e editor católico Piers Compton, escreve sobre a criação da Antítese, o oposto exato da Tese Ocidental. Em 1846, "havia uma sensação de mudança no ar, uma mudança que se estenderia além das fronteiras da Igreja e transformaria muitas facetas da existência... Dois anos mais tarde, um corpo seleto de iniciados secretos, chamado Liga dos Doze Justos dos Illuminati, financiou Karl Marx para escrever o Manifesto Comunista..." [The Broken Cross: Hidden Hand in the Vatican, pg 16].

A Antítese foi teoricamente criada quando o Manifesto Comunista foi publicado por Karl Marx em 1848. O autor cristão, Gary Kah, descobriu esse segredo quando recebeu uma coleção de livros maçônicos antigos e secretos. Ele escreveu sobre isso em seu livro Enroute to a Global Occupation [leia a resenha]. Na página 94, Kah reproduz um diagrama que ele descobriu, que ilustra a ligação histórica entre o Movimento de Nova Era, com a Maçonaria, com os Illuminati, os Rosa-cruzes, os Cavaleiros Templários, Gnosticismo, Cabalismo, e a mãe de todos eles, as antigas religiões de mistério do Egito e da Babilônia. Fora, para o lado desse principal corpo de ligação, estavam vários grupos criados pela Maçonaria/Illuminati. "Marxismo" é mostrado em um quadro, com uma seta apontando para a Maçonaria/Iluministas! Não resta dúvida. A Maçonaria e os Illuminati criaram o comunismo como um oposto direto à Tese, para que a teoria de Hegel pudesse ter prosseguimento.

O comunismo propõe que na Economia, o Estado possua todos os bens de produção e que planeje o que será produzido; na religião, propõe o ateísmo; na política, uma ditadura do proletariado. Um oposto mais completo à Tese do que esse não teria sido possível.

* Síntese -- é o novo sistema híbrido produzido pela batalha constante entre a Tese e a Antítese. A Síntese está planejada para ser Fascista na economia, em que os meios de produção e a distribuição dos produtos estão nas mãos da iniciativa privada, mas o governo determina quanto é produzido e quantas empresas podem produzir o mesmo tipo de produto. A síntese foi planejada para ser Satânica na religião, que é o híbrido entre a Tese judaico-cristã e a Antítese ateísta. Esse novo sistema, hipoteticamente chamado de Síntese, sempre teve um título. Sempre foi conhecido como Nova Ordem Mundial.

Esse Plano Hegeliano foi a grande premissa que guiou as ações dos Illuminati desde o início dos anos 1820. Simplesmente, o Plano era criar o sistema perfeitamente oposto à Tese, chamado Antítese. Esses dois lados opostos batalhariam entre si política e verbalmente durante muitos anos, ameaçando o mundo com uma grande guerra. No entanto, o Plano requer que nenhum lado destrua militarmente o outro. Nos muitos anos durante os quais essa batalha foi planejada para ocorrer, as atitudes das pessoas em ambos os lados mudaria gradualmente, até que o ponto fosse alcançado em ambos os lados, que permitiria que o novo sistema, a Síntese, nascesse. Esse sistema Síntese foi chamado de Nova Ordem Mundial.

Fique conosco agora, pois estamos perto de compreender o fluxo da história humana desde o início do século XIX, e especificamente, todo o século XX.

Quando os Mestres dos Illuminati foram criados em 1776, tinham vários objetivos principais em mente. Já relacionamos os seis principais objetivos dos Illuminati anteriormente. Esses seis objetivos são realmente chocantes e revolucionários. No entanto, embora o conceito seja chocante, ficamos ainda mais chocados quando percebemos que esses seis objetivos defendidos pelos Mestres dos Illuminati correspondem, palavra por palavra, aos objetivos do comunismo organizado, que Karl Marx popularizou em meados do século XIX. Essa concordância palavra por palavra não deixa espaço para mal-entendido: os Mestres dos Illuminati criaram o conceito de comunismo. Realmente, a autora Nesta Webster capturou essa verdade em seu livro World Revolution: Plot Against Civilization, escrito em 1921. Ela criou um diagrama que mostrava o fluxo da Revolução Mundial. Ela mostra uma ligação oculta dos Mestres dos Illuminati no ano de 1871, entre a Comuna Européia e o Primeiro Congresso Internacional, liderado por Karl Marx e Friedrich Engels. Claramente, o comunismo foi criado para ser o oposto exato, ou a Antítise do capitalismo ocidental.

Mas, há mais. As filosofias dos Mestres dos Illuminati e o comunismo também são idênticas. Quais são essas filosofias?

O homem é inerentemente bom.
Todos os problemas do homem são o resultado de um ambiente ruim. Portanto, todos os problemas do homem podem ser resolvidos se o ambiente for modificado. (Nota: Essa crença resultou na matança de 200 milhões de pessoas desde 1917; o melhor modo de melhorar o meio ambiente é matar todos aqueles que não podem aceitar a nova ordem. Como essa crença é também básica para a vindoura era do Anticristo, a Nova Ordem Mundial, pode-se ouvir o som cada vez mais próximo da cavalgada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse.)
A razão do homem é suprema e, se deixada inalterada pelo dogma religioso, pode criar uma utopia terrestre.
Os fins maravilhosos justificam quaisquer meios necessários para alcançá-los. Essa crença é o corolário da crença que o homem pode alcançar felicidade reestruturando seu meio-ambiente. Assim, qualquer ação, incluindo a matança em massa de pessoas, pode ser justificada se avança uma causa nobre.

O fato chocante da história é que a sociedade secreta Mestres dos Illuminati criou o comunismo para ser a exata Antítese para o capitalismo Ocidental. Após Karl Marx e Friedrich Engels terem publicado o Manifesto Comunista em 1848, o cenário político foi teoricamente configurado para iniciar a batalha planejada entre Tese e Antítese. Além disso, os capitalistas ocidentais estavam satisfeitos com esse novo sistema, e estavam prontos para apoiá-lo com o dinheiro que fosse necessário para criar sua cobiçada Síntese, a Nova Ordem Mundial. O autor Antony Sutton em seu livro Wall Street and the Bolshevik Revolution reimprime o desenho feito pelo cartunista Robert Minor, e que foi publicado no jornal St. Louis Dispatche, em 1911. Observe que em 1911 o comunismo ainda era uma teoria; o czar ainda governava a Rússia. Nesse desenho, Karl Marx é retratado no meio da rua na região de Wall Street em Nova York, dando uma grande gargalhada, com sua tese sobre "Socialismo", que conhecemos hoje como comunismo, debaixo do seu braço esquerdo. Edifícios arranha-céus de ambos os lados da rua e o Prédio do Empire State são vistos claramente ao fundo. Multidões de pessoas estão no segundo plano, parecendo jubilosas.

Qual é a causa para a alegria? Os capitalistas ocidentais estão fazendo uma passeata em homenagem a Karl Marx. George Perkins, um sócio do riquíssimo banqueiro J. P. Morgan, está apertando a mão de Marx, com um grande sorriso na face. Atrás de Marx, com sua mão estendida, está Andrew Carnegie. Os banqueiros J. P. Morgan e John D. Rockefeller também são vistos esperando sua vez de cumprimentar Marx. E, diretamente no segundo plano, entre Marx e Perkins, está o presidente Teddy Roosevelt.

Assim, esse desenho capta sucintamente a correta compreensão que os capitalistas ocidentais apoiaram as teorias de Karl Marx sobre o comunismo. Por que? Porque agora tinham criado a Antítese perfeita para a Tese Ocidental, e assim poderiam começar a criar seu sistema híbrido, a Síntese, melhor conhecido como Nova Ordem Mundial.

Como dissemos anteriormente, a Síntese está planejada para ser um sistema econômico fascista, em que os meios de produção e a distribuição dos produtos serão controlados pela iniciativa privada. O governo controlará quantas empresas poderão fabricar o mesmo tipo de produto e quanto de cada produto será produzido. Claramente, para que esse sistema funcione para o benefício da iniciativa privada, o ditador do governo sempre precisava ser um homem de negócios, que tomaria todas suas decisões em favor dos negócios. Esse novo sistema negócios-governo criará enormes lucros por diversas razões:

Não permitirá competição em qualquer área específica da economia. Por exemplo, não haverá mais de dez fabricantes de carros no mundo. Três ou quatro grandes fabricantes serão suficientes. O Governo Global não permitirá que qualquer líder local apareça e tome o patrimônio de alguma empresa multinacional. Esse tipo de nacionalização, como os árabes tomando os patrimônios de companhias petrolíferas multinacionais em seu próprio território em 1972-1973, custou às empresas do mundo trilhões de dólares somente neste século.
O Governo Global produzirá a paz que é tão necessária para os negócios progredirem. Logicamente, essa paz será obtida à custa das nossas liberdades individuais, mas nenhum líder da Nova Ordem Mundial está interessado em liberdades individuais. A paz global produzirá bons lucros.

Lembre-se das palavras de Paulo em I Timóteo 6,10, "O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males". Como o reino do Anticristo será o mais perverso de todos os tempos, não devemos nos surpreender que os lucros monetários caracterizarão todo seu reino.

Agora, de volta à parte inicial do século XX. O requisito número um para esse conceito funcionar era que o governo de uma grande nação fosse derrubado e substituído por um governo que seguisse a Antítese, o comunismo. Como os EUA eram os líderes inquestionáveis do sistema da Tese (capitalismo), foi absolutamente necessário que a nova Antítese (o comunismo) fosse liderada por uma nação que fosse similarmente dotada de território amplo, uma população grande e rica em recursos naturais. Os Planejadores da Nova Ordem Mundial decidiram, no início de 1900, que essa nação seria a Rússia. Assim, dinheiro ocidental fluiu continuamente para Lenin para ajudá-lo a derrubar os czares da Rússia. Novamente, Nesta Webster capta esse fato histórico em seu "Diagrama da Revolução Mundial". Webster mostra os Illuminati trabalhando por meio de generais alemães para suportar Lenin em sua revolução. Uma vez que o comunismo chegou ao poder, dinheiro ocidental, crédito e suporte político evitou que ele entrasse em colapso logo no início, devido às suas ineficiências e imperfeições.

Uma vez que a Rússia tornou-se comunista, a próxima fase do plano foi introduzida. Essa fase requer a ameaça de conflito entre os EUA e a Rússia, sem que nenhum lado derrote militarmente o outro. Assim, após a Segunda Guerra Mundial, a Rússia emergiu como uma superpotência por causa da ajuda recebida após a Segunda Guerra, e os povos do mundo ficaram expostos a uma crise após a outra entre os EUA e a Rússia. Como resultado de mais de 40 anos de conflito planejado entre Tese (EUA) e Antítese (Rússia), o tempo chegou para a fusão planejada na nova Síntese, a Nova Ordem Mundial. Durante o tempo todo, os líderes do comunismo foram participantes no Plano para criar a Nova Ordem Mundial. Eles foram soldados leais à causa, juntamente com os capitalistas ocidentais e os líderes políticos do Ocidente. A declaração de Gorbatchev revela claramente a verdade desse cenário. Os Mestres dos Illuminati, trabalhando com os capitalistas ocidentais, criaram o comunismo, e acham que ainda o controlam.

Esse conceito é um afastamento do ensino convencional, que você pode ficar chocado e achar que é inacreditável. Se isso descreve sua reação, permita-me provar com uma declaração extremamente reveladora de Alice Bailey, a mais importante líder de Nova Era na história, cujos escritos psicografados têm sido seguidos como uma bíblia para atingir a Nova Ordem Mundial. Em seu livro mais importante, The Externalization of the Hierarchy [A Exteriorização da Hierarquia], ela escreveu, referente ao encontro histórico em Yalta, em 1944, "Ali, três homens, constituindo um triângulo básico, reuniram-se com boa vontade e se esforçaram para preparar o terreno para os futuros acontecimentos mundiais" (pg 448).

Quem participou da Conferência histórica de Yalta, onde as potências ocidentais fizeram concessões inacreditáveis aos russos?

O presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt
O primeiro-ministro britânico Winston Churchill
O ditador comunista Josef Stalin
O "espírito-guia" de Bailey acabou de dizer que esses três homens eram líderes iguais na condução para o objetivo da Nova Ordem Mundial! Como mencionei anteriormente, os Mestres dos Illuminati e outras sociedades secretas, apoiados monetariamente pelos líderes mais poderosos do mundo, criaram o comunismo como a Antítese perfeita ao capitalismo (Tese) para que a luta prolongada produzisse um sistema novo e diferente, a Síntese, a fascista Nova Ordem Mundial.

Finalmente, o conceito que os Mestres dos Illuminati criaram o comunismo liga-o com o movimento da Nova Era, por meio da Sociedade Teosófica da senhora Helena Blavatsky, criada em 1875. Assim, você tem visto e ouvido Gorbatchev usar toda a terminologia padrão da Nova Era desde 1986. Nossa compreensão histórica está agora completa. A ligação da organização é:

1776 -- A sociedade Mestres dos Illuminati é criada com o objetivo de estabelecer a Nova Ordem Mundial.

1823 -- Apresentação da Teoria de Hegel (Tese x Antítese = Síntese)

1848 -- Karl Marx cria o comunismo, a Antítese perfeita para o sistema de tese do capitalismo.

1875 -- O movimento de Nova Era é estabelecido como a sociedade secreta, a Sociedade Teosófica.

1917 -- O comunismo torna-se o sistema de governo da Rússia, criando na realidade a Antítese à Tese do Mundo Ocidental, liderado pelos EUA.

1917-1945 -- As potências ocidentais concedem crédito abundante à Rússia, fazendo-a atingir o status de superpotência.

1945-1989 -- A URSS ameaça conflito potencial com os EUA, especialmente com o cenário aterrorizador de guerra nuclear. O conflito real é evitado.

1975 -- Os espíritos-guia dizem aos líderes da Sociedade Teosófica que chegou a hora de tornar-se pública, mudando o nome para Movimento de Nova Era.

1990 -- O presidente norte-americano George Bush anuncia a Nova Ordem Mundial em agosto, após a invasão do Kuwait pelo Iraque.

1990 -- O comunismo muda de roupagem para tornar-se Nova Era e iniciar sua planejada dissolução.

BREVE -- Fusão entre o Ocidente e o Oriente, isto é, EUA/Rússia em um Governo Mundial por meio das Nações Unidas.

Leiamos novamente com cuidado a declaração reveladora de Gorbatchev, "uma alternativa entre capitalismo e comunismo será oferecida em um futuro próximo...".

Agora, compreendemos o que Gorbatchev queria dizer quando fez a declaração acima. Vamos substituir os termos oficiais pelas palavras "capitalismo" e "comunismo". "Uma alternativa entre Tese e Antítese será oferecida em um futuro próximo...". E, qual é esse "sistema alternativo"? É a Nova Ordem Mundial! Gorbatchev quase deixou o gato sair da bolsa; na verdade, ele deve estar enviando um sinal a todos os iniciados e adeptos de todas as sociedades secretas do mundo, dizendo-lhes para serem pacientes, pois o Plano está avançando e está quase completo.

Isso significa que a ruptura da URSS não foi um acidente da história, nem foi o resultado das políticas do presidente Reagan; ao contrário, é simplesmente parte do plano. Como o mundo está prestes a ser unificado na Nova Ordem Mundial, um dos combatentes precisa desaparecer, encerrar a encenação de luta, e entrar no sistema da Síntese.

Podemos mostrar provas que esse é o caso. Lembra-se de nosso artigo na semana passada, N1002? Mostramos como o NAFTA foi criado como a Nação #1 do Plano da Nova Ordem Mundial de reorganizar o mundo em dez supernações, economicamente primeiro, politicamente depois. Esse plano de dez Nações foi publicado em 1974, em um livro intitulado, Mankind at the Turning Point. A supernação #5 foi listada como "Europa Oriental, incluindo a Rússia". Espere um minuto!! Em 1974, a Rússia era meramente uma das repúblicas da URSS!! E a URSS era uma superpotência; portanto, o protocolo diria que a supernação #5 deveria ser listada como "URSS, incluindo a Europa Oriental".

Mas, ele não disse isso, disse? Por que? Porque os autores de Nova Era desse livro conheciam bem o Plano, em 1974. Assim, como "profetas" que podem "ver o futuro", eles corretamente listaram a república da Rússia como parte da supernação #5, embora a mudança só viesse a ocorrer quase vinte anos depois!

Caro cristão, a Bíblia diz, do início ao fim, que Lúcifer (Satanás) conspirou desde o início para tentar tomar o controle do mundo das mãos de Deus, e passar a ser adorado como Deus. A profecia bíblica diz claramente, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, que Satanás usará homens e nações, conspirando em segredo, para reorganizar o mundo em dez supernações, trabalhando por meio da feitiçaria para atingir esses objetivos. Então, após conseguir reorganizar o mundo, eles simplesmente entregarão a autoridade para o Anticristo.

Em resumo, essa é a profecia bíblica referente à reorganização do mundo nos últimos tempos. E, surpresa das surpresas, esse é exatamente o Plano da Nova Ordem Mundial, conforme definido pelas obras volumosas do Movimento de Nova Era.

Agora, você pode estar perguntando, como e onde Hitler se encaixa nesse Plano? O plano dele, que também era chamado de Nova Ordem Mundial, era claramente o mesmo que o Plano atual da Nova Ordem Mundial (também chamado Síntese no Plano de Hegel). E, Hitler considerava-se o Anticristo.

No entanto, todo o poder do Mundo Ocidental, conforme exemplificado nas Forças Aliadas, voltaram-se agressivamente contra Hitler, destruindo-o e sua nação bebê Nova Ordem Mundial. E, os Aliados fizeram essa devastação completa apesar do fato de grandes empresas do mundo e os líderes políticos terem apoiado ativamente Hitler com tremendas somas de dinheiro, canalizadas por meio da "neutra" Suíça.

Por que? Pelejei com essa dúvida durante muitos anos, sem chegar a uma resposta sensata. Mas então, conheci um cristão nascido de novo, Doc Marquis, que tinha se convertido a Cristo do satanismo. Marquis estava completando seu novo livro The Secrets of the Illuminati (leia a resenha). Três anos antes de deixar o satanismo, Marquis foi convidado a fazer parte dos Illuminati, que é uma divisão completamente separada do satanismo tradicional. Assim, por três anos, Marquis aprendeu os Planos da Nova Ordem Mundial dos Illuminati. Ele foi salvo porque um dia, sentiu a necessidade de ler o Livro do Apocalipse na Bíblia. Quando chegou ao capítulo 18, Marquis subitamente percebeu que estava lendo os detalhes dos Planos supersecretos dos Illuminati para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial!! Pela primeira vez, Doc percebeu que não estava servindo ao maior poder no universo.

Perguntei a Doc: Se Hitler esteve buscando o Plano da Nova Ordem Mundial, era um tipo do Anticristo, e foi apoiado generosamente por capitais ocidentais, por que foi destruído? Qual foi o propósito de sua existência? Nunca esquecerei da resposta de Doc, pois abriu minha mente para tal compreensão!!

Doc simplesmente disse, "os Illuminati nunca estabelecem nada em larga escala, sem que tenham testado em uma escala menor".

É lógico!! Os Illuminati planejam estabelecer sua Nova Ordem Mundial globalmente. Faz sentido que quisessem primeiro testar em uma escala menor, para identificar todos os problemas, resolver todas as dificuldades. Depois, quando o verdadeiro Anticristo aparecer, poderá confiantemente estabelecer seu sistema global, sabendo que funcionará. A economia fascista de Hitler funcionou, mas Hitler fez várias modificações ao longo do tempo; sua ditadura foi eficiente em governar a Alemanha e em perseguir os adversários; e sua liderança espiritual como Sumo Sacerdote em uma adoração aberta a Satanás funcionou, pois ele hipnotizou milhões de alemães, convertendo-os em nazistas fanáticos!

Agora que os Illuminati sabem que seu sistema pode funcionar, podem confiantemente planejar o estabelecimento dele em escala global. Hitler nunca soube seu verdadeiro papel, nunca soube que estava sendo usado, e que seria descartado quando seu uso terminasse. Não se engane; agora você sabe a verdade.

CRISE CIVILIZATÓRIA, MUDANÇA DE PARADIGMA CULTURAL E PROJETO NACIONAL
Geraldo Luís Lino
(Palestra proferida no painel Brasil Soberano e a Expressão Psicossocial, na ADESG-RJ, em 31/07/2000)
Para mim, é um privilégio poder dirigir-me a uma platéia tão seleta, para trocar idéias sobre um tema de tanta relevância para o nosso futuro como cidadãos de um Estado nacional republicano, que pretendemos ver reconstruído e consolidado, a despeito das abrumadoras perspectivas apontadas pela realidade presente. Por isso, agradeço a direção da ADESG-RJ, nas pessoas do prof. Marcos Coimbra e do almirante Sergio Tasso de Aquino, pela oportunidade, que espero ser proveitosa para todos.

A crise brasileira, nos diversos aspectos que têm sido discutidos neste fórum, não pode ser dissociada da crise civilizatória que, hoje, assola todo o mundo, em especial no que se refere à mudança de paradigma cultural responsável por ela, que nos remete ao tema do painel de hoje.

Creio que poucos questionarão a percepção de estarmos envolvidos numa profunda crise da Civilização, uma crise marcada por um processo que podemos qualificar como a "desumanização da Humanidade", com a retirada do ser humano do centro do processo de organização da sociedade e da economia, em favor de entidades abstratas como o "mercado" ou o "meio ambiente", artificialmente dotadas de direito próprio. Para ilustrar essa "desumanização", vejamos alguns exemplos pinçados de manchetes recentes da imprensa brasileira.

N’O Globo de 24 de junho, podemos ler: "Lavrador é preso por raspar casca de árvore." A notícia se refere à prisão de um lavrador goiano de 55 anos, analfabeto, que foi mantido encarcerado por sete dias pelo terrível e inafiançável crime de ter sido apanhado em flagrante raspando a casca de uma árvore conhecida como almesca, dentro de uma área de preservação ambiental, para fazer um chá para sua mulher, que tem a Doença de Chagas. Aqui, temos uma demonstração do conceito do biocentrismo, tão caro aos radicais do ambientalismo, que pretende rebaixar o ser humano e seus direitos inalienáveis ao progresso e ao bem-estar, derivados de sua condição de constituído à imagem e semelhança do Criador, ao nível dos demais seres vivos. Lamentavelmente, tal distorção, que está no cerne do movimento ambientalista, está fortalecendo a sua posição nas políticas públicas e nas relações internacionais.

No Jornal do Brasil de 21 de maio, temos esta manchete: "Dinheiro vale mais que bom caráter." Trata-se de uma pesquisa feita entre alunos da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, sobre os valores mais prezados por eles. Entre cerca de 1.000 estudantes que responderam à pesquisa, o dinheiro foi o item mais votado, com quase 400 votos, mais do dobro do segundo colocado, o emprego, e quatro vezes mais que o amor, com apenas 95 votos. O altruísmo recebeu apenas três votos e o patriotismo, apenas um. Os valores materiais em geral receberam quase quatro vezes mais votos que os valores morais. Sendo a PUC-RJ um dos principais centros de formação das elites brasileiras, por aí podemos avaliar o estado de espírito dos nossos futuros líderes.

Mas, a que para mim é a mais emblemática dos nossos tempos é esta manchete da Folha de S. Paulo de 3 de junho: "Mercados comemoram alta do desemprego" - que se refere ao anúncio que o aumento da taxa de desemprego nos EUA implicaria numa retração ainda maior da economia estadunidense. Com isto, a taxa de inflação se manteria baixa e a Reserva Federal (o banco central privado dos EUA) não precisaria aumentar a sua taxa de juros, prejudicando o consumo e novos investimentos. A retórica do "economês" não esconde a evidência de estarmos diante de uma total inversão do processo econômico, no qual o ser humano e o seu bem-estar e progresso passam a subordinar-se aos caprichos do sistema financeiro, e não o oposto. Afinal, etimologicamente, economia significa "organização da casa" - casa de quem? Evidentemente, do homem.

Outro exemplo igualmente chocante é o relatório sobre "Desastres Mundiais de 1999", recentemente divulgado pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, o qual afirma que a grande maioria das 13 milhões de mortes decorrentes de doenças infecciosas, ocorridas no ano passado, poderiam ter sido evitadas com um investimento de apenas cinco dólares per capita. Ou seja, estamos falando de 65 milhões de dólares, quantia irrisória diante dos dois ou três trilhões de dólares que circulam diariamente nos mercados financeiros especulativos, ou uma reles gorjeta de qualquer um dos múltiplos escândalos financeiros em que o nosso Brasil tem sido pródigo.

Diante dessas e numerosas outras evidências, com as quais deparamos no nosso cotidiano, dificilmente os historiadores do futuro escaparão à conclusão de que o final do século XX foi marcado por uma das maiores crises da História da Humanidade, uma crise que ameaça mergulhar-nos numa nova idade de trevas, que poderá fazer empalidecer a de meados do século XIV, que resultou na Peste Negra e na eliminação de mais de um terço da população da Europa. A diferença é que, naquela época, a Humanidade não dispunha de conhecimento e meios para, por exemplo, deter uma epidemia de peste bubônica como a da Peste Negra. Hoje, ao contrário, pela primeira vez na História, temos condições materiais de solucionar praticamente todos os grandes problemas que têm acompanhado a Humanidade em sua evolução - a fome, as doenças epidêmicas, a pobreza e a miséria. O próprio Banco Mundial, no seu relatório de 1998 sobre o desenvolvimento mundial, admite que com investimentos anuais da ordem de 100 bilhões de dólares, seria possível erradicar a pobreza e a miséria de todo o planeta. Ora, apenas o Brasil irá gastar este ano dois terços desta quantia com o serviço de sua dívida interna e externa - quer dizer, em lugar de combater a pobreza, aplacamos o apetite voraz da usura financeira.

Existem também estudos sérios indicando que em menos de uma geração, seria possível proporcionar a cada habitante do planeta, em uma população maior que a atual - que é da ordem de seis bilhões de pessoas -, um padrão de vida pelo menos igual ao de um cidadão estadunidense de meados da década de 60 - que era bem superior ao atual. Se isto não ocorre, não é pela escassez de recursos naturais, humanos ou financeiros, ou por causa da "fragilidade" do meio ambiente, mas da escassez de vontade política entre os poderes hegemônicos e as classes dominantes na maioria dos países do planeta.

Ainda assim, essa perspectiva otimista era o sentimento que dominava as classes educadas e grande parte das elites dirigentes no período do pós-guerra. Este foi um período de grande otimismo, que alguns autores, como a pesquisadora Carmem Soriano Puig, chamam a "revolução das expectativas crescentes". Este otimismo não se baseava apenas em fatores subjetivos, mas tinha um fundamento real: o período decorrido aproximadamente entre 1950 e 1973 foi o de maior crescimento do PIB per capita mundial em toda a História da Humanidade. Observando-se os dados compilados pelo economista estadunidense Angus Maddison, atualmente na Universidade de Gröningen, na Holanda, considerado uma das maiores autoridades mundiais em estatísticas econômicas históricas, podemos ver que a taxa média anual de crescimento mundial do PIB per capita nesse período foi de 2,9%, mais do triplo dos 0,9% registrados entre 1913 e 1950 - que atravessou duas guerras mundiais e a depressão dos anos 30 - e quase duas vezes e meia os 1,3% registrados desde 1973.

Este desempenho foi em grande parte proporcionado pelo bom funcionamento do sistema monetário de Bretton Woods, estabelecido ao final da II Guerra Mundial e que, apesar das suas imperfeições, propiciou uma base estável de referência para a economia mundial, com taxas de câmbio fixas entre as moedas dos diversos países, que eram fixadas em relação ao dólar dos EUA, que, por sua vez, era fixado em relação ao ouro, o que dava um "lastro" físico para as economias, ao contrário da especulação desenfreada que ocorre hoje em dia. Adiante, veremos que o desmantelamento desse sistema foi uma das causas principais da desordem econômica que enfrentamos agora.

Juntamente com a recuperação econômica da reconstrução do pós-guerra, havia entre a sociedade em geral o que se pode chamar um grande "otimismo tecnológico", ensejado por conquistas da ciência e da tecnologia, como a corrida espacial entre os EUA e a URSS, as perspectivas de utilização pacífica da energia nuclear, a "Revolução Verde" e as conquistas da medicina. Este foi também o período influenciado pelas Décadas de Desenvolvimento das Nações Unidas e pela promulgação da Doutrina Social da Igreja Católica, cujo marco foi a encíclica Populorum Progressio.

Diante disso, é preciso perguntar: como tudo isso foi revertido? Como regredimos de um crescimento recordista e de um quadro de otimismo para um cenário de depressão, para um quadro geral de um grande pessimismo cultural, em que as perspectivas de um futuro melhor se vêem completamente ofuscadas pela desalentadora perspectiva da luta pela mera sobrevivência, em meio a um cotidiano abrumador?

A resposta é: por meio de uma gigantesca operação de "engenharia social", que os seus próprios planejadores chamam uma "mudança de paradigma cultural", artificialmente induzida entre as classes educadas da sociedade de quase todo o mundo a partir de meados da década de 60.

Antes de falar nessa "mudança de paradigma cultural", quero advertir-lhes que, quando tocamos neste assunto, muitas pessoas - algumas desinformadas, outras céticas e outras mal-intencionadas - costumam desqualificar as constatações dele resultantes como frutos de uma crença numa "teoria conspiratória da História".

Bem, isto não é teoria, é a História se desenrolando diante de nós. Embora os historiadores e pesquisadores acadêmicos costumem abordar o assunto com a máxima reserva, com medo do patrulhamento e de parecerem ridículos, o fato é que os grupos hegemônicos, as oligarquias, têm manejado os fios condutores da sociedade desde tempos imemoriais, sem que precisemos acreditar em balelas como a mítica conspiração judaico-maçônica internacional. Mas vejamos um exemplo, referente ao Brasil.

Observem essa declaração da Sra. Adele S. Simmons, presidenta da Fundação MacArthur, que é a quinta maior fundação oligárquica dos EUA. Como se sabe, cada grande família de "sangue azul" nos EUA tem uma fundação, que serve não apenas para fins de evasão de impostos (o banco Chase Manhattan não é da família Rockefeller, mas da Fundação Rockefeller), mas também para finalidades de "engenharia social", por intermédio do financiamento de organizações e indivíduos, inclusive na academia, que desempenhem atividades relevantes para os seus propósitos hegemônicos. Mas vejamos o que disse dona Adele Simmons, numa entrevista às Páginas Amarelas da revista Veja de 10 de julho de 1995:

"Há vinte anos, quando a Fundação Ford decidiu investir em um centro de estudos acadêmicos - o CEBRAP -, idealizado na época por um sociólogo chamado Fernando Henrique Cardoso, a situação política brasileira não era particularmente sólida. Foi feita uma aposta em um grupo que, vinte anos atrás, parecia ter o perfil de uma futura liderança. Deu certo."

Aqui, cabe perguntar: deu certo para quem? Pois vejamos agora o que disse o nosso presidente numa entrevista à Folha de S. Paulo de 13 de outubro de 1996:

"Indiscutivelmente, o regime está rearticulando o sistema produtivo do Brasil. Portanto, ele está dando possibilidade a que os setores mais avançados do capitalismo tenham prevalência... Nesse sentido, ele é socialmente progressista... Não é das classes médias burocráticas, nem das classes médias que ficaram desligadas desses dois processos - a modernização produtiva e da universalização dos bens sociais. (Por favor, não riam!) Não é dos corporativistas, não é do setor burocrático anterior. Mas também não vou dizer que seja dos excluídos, porque não tem condição de ser. Aspiraria a poder incorporar mais, mas não posso dizer que seja."

Como vêem, o próprio presidente admite que seu Governo privilegia "os setores mais avançados do capitalismo", que são exatamente aqueles que dona Adelia Simmons representa. Aqui, é preciso dizer que isso não significa que o nosso presidente receba diariamente um fax com instruções sobre a maneira de privilegiar esses setores. A coisa é um pouco mais sutil.

Talvez, todos já tenham ouvido falar de uma organização chamada Diálogo Interamericano. O Diálogo foi fundado em 1982, depois da Guerra das Malvinas, como um centro de planejamento estratégico e propaganda política da oligarquia anglo-americana para o Hemisfério Ocidental. Ele reúne cerca de 100 personalidades políticas, acadêmicas, da mídia e de outros setores relevantes, de quase todos os países americanos, inclusive do Brasil.

Eles se reúnem anualmente, para discutir uma agenda de "interesses comuns" aos países do Hemisfério, que, posteriormente, não por coincidência, se transformam em políticas de Governo nos países dos membros do Diálogo. Entre outras: a política neoliberal de abertura econômica desenfreada; a defesa da legalização do uso das drogas entorpecentes; a politização dos problemas do meio ambiente; e a desestabilização das Forças Armadas ibero-americanas, sob o pretexto da sua subordinação ao poder civil.

Entre os membros do Diálogo, encontramos vários personagens que foram ou são chefes de Estado ou candidatos a chefes de Estado. Entre eles, destacamos: Raúl Alfonsín, da Argentina; Julio Sanguinetti, do Uruguai; Gonzalo Sanchez de Lozada, da Bolívia; e o nosso Fernando Henrique Cardoso.

Aliás, Fernando Henrique é membro fundador, levado ao Diálogo por Peter Bell, que é diretor do grupo desde a fundação. Não por coincidência, Peter Bell era o representante da Fundação Ford no Brasil quando a Fundação financiou a criação do CEBRAP. Segundo o falecido professor Florestan Fernandes, foram 700.000 dólares - o que, em 1969, era um bocado de dinheiro.

Entre os membros brasileiros do Diálogo Interamericano, encontramos outras figuras conhecidas, como o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, que está lá desde 1990, e o Sr. Ciro Gomes, que lá esteve entre 1994 e 1998.

Então, temos um quadro interessante no qual, nas últimas eleições presidenciais brasileiras, os três candidatos mais votados eram membros do Diálogo Interamericano. Ou seja, as oligarquias fizeram aqui um jogo triplo, para garantir os seus interesses por todas as pontas. Como vêem, assim caminha a Humanidade.

Vejamos agora como estão estruturados esses "candidatos a donos do mundo". O filho do presidente dos EUA Franklin Roosevelt, Elliott Roosevelt, que foi oficial da Força Aérea na II Guerra Mundial e acompanhou o pai em quase todas as conferências internacionais de que ele participou durante a guerra, escreveu um livro muito interessante, chamado Como meu pai os via, que existe em português. Nele, ele chamava essa gente de os "inimigos do progresso". É o que são: inimigos do progresso humano, adeptos do oligarquismo, que é uma visão do mundo intrinsecamente egoísta, contrária ao republicanismo dos Estados nacionais soberanos.

Quem são eles? São um conglomerado de famílias oligárquicas da Europa - principalmente do Reino Unido - e da América do Norte, reunido em torno da liderança da Casa de Windsor, a família real britânica. Entre eles, eles se autodenominam o "Clube das Ilhas", que é uma denominação formal, que não se encontra na lista telefônica de Londres. O nome é uma homenagem ao rei inglês Eduardo VII, filho da rainha Vitória, que reinou entre 1901 e 1910 e em cujo reinado se consolidou a articulação dos dois principais ramos dessa oligarquia internacional, o britânico e o estadunidense.

Esses grupos oligárquicos atuam por meio de várias instituições de planejamento estratégico e "engenharia social". Mais ou menos hierarquicamente, temos as seguintes:

1) O Grupo Bilderberg, fundado em 1954, cujos encontros anuais reúnem a nata da nata dessa oligarquia internacional - apenas representantes da Europa e da América do Norte. Para que tenham uma idéia do seu poderio, foi numa reunião do grupo, realizada na Suécia em maio de 1973, que foi decidido o aumento de 300% nos preços internacionais do petróleo, cinco meses antes da Guerra dos Seis Dias, que foi o pretexto oficial para o aumento decretado pelos países membros da OPEP.

2) O Instituto Real de Assuntos Internacionais de Londres (RIIA) e sua contraparte americana, o Conselho de Relações Exteriores de Nova York (CFR), que representam as oligarquias britânica e norte-americana, ambos fundados no início da década de 20.

3) A conhecida Comissão Trilateral, fundada em 1973 por iniciativa da família Rockefeller, para atrair para os centros decisórios representantes das elites do Japão, cujo poderio econômico não podia mais ser ignorado pelos planejadores da oligarquia internacional.

4) Num quarto escalão, temos o Diálogo Interamericano, que discutimos há pouco. Esta é praticamente a única organização desse tipo que tem "cucarachos" latino-americanos entre os seus membros. Já vimos alguns deles.

5) Outras organizações relevantes são os chamados think-tanks, como a Rand Corporation; o Instituto Hudson, do gordo Herman Kahn - aquele dos "Grandes Lagos Amazônicos"; o Clube de Roma, criado para difundir a ideologia dos "limites ao crescimento"; o Instituto Tavistock de Londres, que é o principal centro de guerra psicológica e "engenharia social" dessa oligarquia; e as fundações, como a Ford, Rockefeller, MacArthur e outras, cujo papel já discutimos.

Essa oligarquia exerce um controle direto sobre:

1) O Banco da Inglaterra, o Sistema da Reserva Federal dos EUA, que são os dois principais "bancos centrais independentes" do mundo, e o BIS, o Banco de Compensações Internacionais de Basiléia, considerado o "banco central dos bancos centrais". Vale ressaltar que o Banco da Inglaterra e a Reserva Federal são entidades privadas controladas por consórcios de bancos privados; de "Federal", a Reserva só tem mesmo o nome.

2) As principais organizações do sistema das Nações Unidas: o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial, a Organização Mundial de Comércio, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento etc. Este controle é exercido em grande medida pela nomeação de pessoal imbuído dos propósitos dessa oligarquia para os postos-chave das organizações, sejam representantes diretos ou prepostos especialmente treinados.
3) As principais casas bancárias, financeiras e seguradoras da Europa e da América do Norte.

4) Uma série de escritórios jurídicos selecionados.

5) Os grandes cartéis de alimentos, matérias-primas e energia.

6) Os grandes cartéis internacionais de mídia.

7) Alguns conglomerados industriais selecionados.

8) E um instrumento importantíssimo: o aparato internacional das ONGs, cujo papel nessa estratégia hegemônica é cada vez maior.

Finalmente, esses grupos oligárquicos atuam em estreita cooperação com os serviços de inteligência da Inglaterra e dos EUA.

Como foi que esses grupos efetivaram a "mudança de paradigma cultural?” Basicamente, pela implementação de diretrizes políticas que seguiam três linhas de ação:

- a reversão da idéia de progresso como uma "vocação natural" da Humanidade;

- a supressão da idéia do republicanismo, o conceito do Estado nacional como responsável pela promoção do bem-estar e do progresso e de que este objetivo deve ser o cerne da formulação das políticas públicas; e

- a promoção em grande escala do irracionalismo, do individualismo e do hedonismo.

Fundamentalmente, as diretrizes elaboradas foram as seguintes:

1) O desmantelamento do sistema de Bretton Woods, que abriu caminho para o que podemos chamar a "financeirização" da economia mundial. Isto ocorreu a partir de 1971, quando alguns "notáveis" da oligarquia conseguiram convencer o presidente dos EUA Richard Nixon a acabar com a paridade entre o dólar e o ouro, o que acabou com as referências monetárias e o "lastro físico" da economia, abrindo caminho para as "taxas de câmbio flutuantes", a desregulamentação do sistema financeiro e a onda de jogatina financeira especulativa que caracteriza hoje a economia mundial. Para que tenham uma idéia, de cada 100 dólares de transações monetárias em todo o mundo, menos de 50 centavos têm relação com o comércio de bens e serviços que configura a economia real. O resto é pura especulação. Apenas em derivativos financeiros, que são os instrumentos especulativos mais delirantes e surrealistas, existem circulando no mundo mais de 300 trilhões de dólares, quando o PIB combinado de todos os países do mundo mal chega a 40 trilhões de dólares. Algo está errado com essa economia, não acham?

Essa é a essência da chamada "globalização", a especulação financeira transformada num fim em si própria, praticamente desvinculada da economia real à qual deveria servir o sistema financeiro. É o cassino financeiro global, de que fala o Prêmio Nobel de Economia francês Maurice Allais. É a supremacia deliberada da especulação sobre a produção. Para reverter este processo, será preciso a convocação de uma "nova conferência de Bretton Woods", como propõe o economista Lyndon LaRouche, apoiado por um número cada vez maior de personalidades internacionais, com a reformulação do atual sistema financeiro e monetário mundial e a sua colocação a serviço de um projeto de reconstrução econômica em escala global, baseado em grandes programas de infra-estrutura, como a Ponte Terrestre Eurasiática, encabeçada pelo Governo da China.

2) A promoção da "sociedade pós-industrial", a falaciosa idéia da supremacia dos serviços sobre a produção física, o mito da "sociedade da informação", da "Terceira Onda" de Alvin Toffler. Atualmente, essa é a essência da chamada "Nova Economia", caracterizada pelas flutuações loucas do índice da "bolsa eletrônica" Nasdaq, que viraram destaque diário dos nossos telejornais. Observem uma manifestação desse irracionalismo econômico, nesta matéria publicada na revista Carta Capital (15/10/97):

"O dinheiro cai do céu. Em tempos de incerteza global, investidores e empresários utilizam cada vez mais os préstimos da astrologia financeira."

Imaginem só, astrologia financeira! Pobres dos profissionais que perdem tempo estudando os múltiplos fatores relevantes para a economia real. E saibam que sandices como essas não se limitam ao Brasil. Em países como a Alemanha, muitas empresas também contratam astrólogos como "consultores".

Outro exemplo é esta notícia do Jornal do Comércio de 5 de março de 1996, que fala na criação dos "bônus-terremoto" pelo banco Morgan Stanley. "Quem arriscar e comprar um papel com prazo de 10 anos poderá receber o prêmio de volta se, no primeiro período de quatro anos, o terremoto não acontecer." Foram emitidos 2,8 bilhões de dólares dessas coisas. O que é isso? Surrealismo puro! Apostas de cassino! Não tem nada a ver com um processo econômico saudável.

Esses são sintomas de uma economia que perdeu totalmente o contato com a realidade.

3) A promoção da "contracultura", baseada na disseminação do uso das drogas entorpecentes, como o LSD, a maconha e, depois, a cocaína, a heroína e, mais recentemente, o crack; na popularização internacional do rock, que era uma variedade musical pouco expressiva nos EUA; e na chamada "revolução sexual". Juntamente com isto, tivemos uma distorção do conceito de família, que passou a significar a união de quaisquer pessoas, independentemente do sexo. Imaginem, a possibilidade de que uma criança tenha "dois pais", ou "duas mães". Não vejam nisto nenhuma manifestação de intolerância contra homossexuais, mas admitir que dois deles ou delas possam constituir uma família normal é uma violação de algo que anda meio fora de moda, chamado lei natural.

Outra vertente da "contracultura" foi a onda de irracionalismo conhecida como "Nova Era", baseada na exploração do misticismo, principalmente envolvendo religiões orientais.

4) Um elemento cada vez mais importante desse processo é a politização do malthusianismo e de sua variante mais recente, o ambientalismo, que são talvez os principais responsáveis pela disseminação da percepção equivocada de que os benefícios da civilização industrial não podem ser estendidos a todos os povos e países do planeta, devido à "escassez de recursos naturais" e à "fragilidade" do meio ambiente. O ambientalismo se presta a uma série de propósitos antidesenvolvimentistas, sendo o principal deles incutir nas mentes das pessoas desprevenidas a falsa noção de que o progresso da Civilização deve subordinar-se a critérios de "proteção da natureza" definidos muito mais com base em fatores políticos do que científicos. A grande maioria dos chamados "problemas ambientais" que estão justificando a implementação de uma série de ações antidesenvolvimentistas, inclusive tratados internacionais altamente restritivos dos planos de desenvolvimento da maioria dos países, como o chamado "buraco" na camada de ozônio ou o aquecimento global, são fenômenos naturais que ocorrem há milhões de anos sem qualquer interferência humana.

Um exemplo é o chamado aquecimento global, que está sendo manipulado para justificar a adoção da chamada Convenção Quadro de Mudanças Climáticas, que prevê a redução das emissões dos gases provenientes da queima de combustíveis fósseis, até 2010, aos níveis vigentes em 1990. Como os combustíveis fósseis representam três quartos da produção mundial de energia, pode-se imaginar o impacto que essa redução causará nos perfis mundiais de consumo energético e desenvolvimento econômico, que depende fundamentalmente da disponibilidade de energia. Pode-se perceber facilmente que o que se pretende é o que o falecido embaixador João Augusto de Araújo Castro chamava o "congelamento do poder mundial", ou seja, o congelamento dos níveis de desenvolvimento do planeta nos níveis atuais, cujas desigualdade e injustiça social dispensam maiores comentários. Evidentemente, isso não tem nada a ver com a realidade científica, pois já houve muitos períodos do passado geológico da Terra, até recente, dentro da fase de existência da espécie humana, em que a temperatura atmosférica foi mais alta que a atual, sem que a indústria humana tivesse qualquer coisa a ver com isto.

A criação do movimento ambientalista internacional foi um dos mais bem sucedidos resultados desse processo de "engenharia social" das oligarquias transnacionais, que o controla de alto a baixo, por intermédio do aparato internacional das ONGs, que elas próprias financiam e, em muitos casos, criaram.

5) Nenhuma dessas iniciativas teria sido bem sucedida se não fosse pela instituição de uma série de "reformas educacionais", igualmente planejada por aqueles grupos hegemônicos, que resultou no abandono dos currículos de conteúdo clássico e sua substituição por currículos supostamente "profissionalizantes", principalmente no ensino médio. Essas "reformas" foram inicialmente planejadas no âmbito da OCDE, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, foram adotadas nos EUA e daí se espalharam pelo mundo. O resultado final foram sistemas educacionais que nem formavam cidadãos com uma visão ampla da sociedade e do mundo, e nem preparavam profissionais qualificados. E este problema só tende a se agravar se não houver uma retomada dos currículos clássicos, pois como se pode imaginar que, com as rápidas mudanças da base científico-tecnológica da economia que podemos prever para as próximas décadas, como se espera ser possível formar profissionais para profissões que talvez não existam mais daqui a 10 anos, ou que ainda não existem hoje? Um currículo clássico é a única maneira de preparar cidadãos aptos a se beneficiar de um processo de educação permanente, que parece ser a tendência do futuro próximo.

Embora, como eu disse, esse erro tenha sido cometido em quase todo o mundo, a adoção acrítica dessas "reformas" no Brasil, com os chamados acordos MEC-USAID, foi um dos maiores erros dos governos militares, cujas conseqüências estamos pagando ainda hoje.

No ano passado, o Movimento de Solidariedade Ibero-americana publicou um livro chamado A educação clássica para um novo Renascimento, no qual nós propomos um grande debate em torno desses assuntos.

Aqui, vejamos outra evidência de que não estamos discutindo "teorias conspiratórias". Na verdade, essa gente é tão segura de seus propósitos e de sua impunidade que não costuma ocultar as suas intenções. Vejam o que diz o Dr. Alexander King, fundador do Clube de Roma e um dos principais idealizadores das "reformas educacionais", numa entrevista à revista Executive Intelligence Review de 23 de junho de 1981:

"O Clube de Roma se originou de um sentimento de que o crescimento pelo crescimento não era uma boa coisa... O que foi discutido foi a questão da inquietação educacional, a questão da necessidade de profundas reformas educacionais para tornar a juventude mais sintonizada com o que estava acontecendo, mais sintonizada com as realidades da sociedade. As discussões levantaram a questão da destruição ambiental, a questão da alienação do indivíduo, rejeição da autoridade e outros temas do gênero. Tudo isso surgiu ao mesmo tempo... Nós inventamos toda a questão das reformas curriculares, tentando ensinar matemática, química etc., de novas maneiras. Nós éramos o único grupo que começou a ver a educação em termos do seu impacto econômico... A grosso modo, nossa política era a de que deveríamos estar pelo menos cinco anos à frente do pensamento dos Estados nacionais. Entretanto, nunca deveríamos parecer estar mais do que dois anos à frente."

Como vêem, a "conspiração" é aberta, como dizia H.G. Wells.

6) Finalmente, temos o planejamento e a instituição de uma série de estruturas de um "governo mundial", que esses grupos pretendem colocar no lugar dos Estados nacionais soberanos e suas instituições.

Entre essas estruturas, destaca-se a iniciativa de criação de uma legislação internacional, em torno de temas de grande impacto psicológico, como o desarmamento e a não-proliferação de armas de destruição em massa, o meio ambiente, a proteção dos "direitos humanos", o combate à corrupção e, mais recentemente, a promoção da "democracia". Todos devem estar cientes, por exemplo, que o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, às vésperas de deixar o ministério, assinou um convênio com a ONG Transparência Internacional para que ela fiscalize a lisura de licitações públicas do Governo brasileiro e das próximas eleições municipais. Ora, essas são funções precípuas de um Estado nacional soberano, que não tem motivos para transferi-las a uma entidade supranacional, não-eleita e que não representa minimamente os interesses da cidadania brasileira. Além disto, se formos ver quem está por trás dela, encontraremos a mesma máfia que está por trás do ambientalismo: a Transparência é ligada às redes do príncipe Philip e o seu pessoal foi recrutado entre ex-funcionários do Banco Mundial e do FMI. Isto não é "teoria conspiratória".

Aliás, a introdução das ONGs como agentes políticos, em substituição às instituições do Estado nacional é uma parte fundamental desse processo. Não nos esqueçamos de que o nosso presidente da República costuma chamar as ONGs de "organizações neogovernamentais", em lugar de "não-governamentais". A "convocação" da Transparência se insere neste contexto. O mesmo acontece com a participação ativa do Movimento Viva Rio na elaboração da nova política de segurança do País, a chamada "segurança cidadã", que alegadamente deve substituir a antiga "segurança nacional", considerada um conceito ultrapassado dos governos militares.

Aqui também se insere a falaciosa sugestão de que o fim da Guerra Fria justificaria um processo amplo de "desmilitarização", de redução dos efetivos das Forças Armadas da maioria dos países, principalmente os subdesenvolvidos. Evidentemente, aí não se incluem as forças da OTAN, que cada vez mais vai assumindo o papel de uma "gendarmeria internacional" automobilizável, que não responde nem mesmo ao Conselho de Segurança da ONU, como vimos na recente guerra contra a Iugoslávia. Ontem, foram a Iugoslávia, o Sudão e o Iraque, que, aliás, continua sendo alvo de contínuos ataques aéreos por parte dos EUA e da Inglaterra. Amanhã, talvez o alvo possamos ser nós, sob um pretexto qualquer - por exemplo, não estarmos protegendo adequadamente a Floresta Amazônica ou minorias indígenas.

Um mito particularmente pernicioso é o do "fim da História", que, sintomaticamente, foi criado por um funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Francis Fukuyama (que, aliás, está ficando rico com ele, pois lhe pagam 20.000 dólares por conferência para propagandear essa idiotice). Trata-se da tese de que a chamada democracia liberal seria o ponto final da evolução histórica da Humanidade. Ora, para que alguém admita isto é preciso ser um completo ignorante em História. A História jamais acabará enquanto seus agentes, os seres humanos, continuarem lutando pelo direito ao bem-estar e ao progresso, e ainda estamos muito longe de proporcionar estes direitos a pelo menos uma maioria significativa da Humanidade. Portanto, estamos muito distantes de qualquer "fim da História".

Vamos agora para a parte final dessa nossa conversa, que, aliás, é a mais importante, pois trata do que fazer frente a desse quadro tenebroso.

A maioria das pessoas, quando começa a analisar o atual cenário mundial, desanima da possibilidade de se reverter esse quadro de decomposição civilizatória, pois acha que os "donos do mundo" são muito poderosos para serem enfrentados com sucesso. Esta é uma falsa percepção, pois, por mais poderosos que sejam, eles não podem contrariar as leis universais permanentemente. Isto é o que queria dizer Abraham Lincoln, quando afirmou que "pode-se enganar todos por algum tempo e alguns por todo o tempo, mas não se pode enganar todos por todo o tempo". Assim, a pergunta relevante não é "se" podemos reverter essa crise, mas "como" fazê-lo, ou seja, como reverter a "mudança de paradigma cultural" imposta pelas oligarquias transnacionais. Isto, porque a inevitável derrocada dos inimigos do progresso não implica na vitória automática dos defensores da Civilização; será preciso que estes tenham preparado um plano de ação para colocar em prática na hora certa.

Os chineses, na sua sabedoria multimilenar, qualificam a idéia de "crise" com uma combinação de dois ideogramas: um significa "risco", e o outro, "oportunidade". Portanto, o que temos que fazer é transformar o risco de uma nova idade de trevas na oportunidade de um novo Renascimento, que possibilite uma retomada das expectativas que foram abandonadas anteriormente.

Para concretizar essa oportunidade, será imprescindível a emergência de uma nova elite, consciente e determinada a retomar, promover e implementar aqueles princípios civilizatórios abandonados. E quando falo de elite, não me refiro propriamente aos que têm maior poder econômico ou político, ou mesmo influência intelectual. Hoje, mais do que nunca, o cidadão de elite é aquele cujas preocupações e ações transcendem o seu universo pessoal e familiar, e se dispõe a atuar em prol da comunidade e até da Humanidade. Ou seja, nós teremos que formar essa nova elite. Cada um de nós deve tornar-se um apóstolo, ou melhor, um guerrilheiro em defesa daqueles princípios civilizatórios. Digo guerrilheiro, porque os inimigos do progresso dificilmente podem ser enfrentados frente a frente; para isso, geralmente, é preciso empregar manobras de flanco e ações de guerrilha. Reuniões como essa são exemplos de ações como as que necessitamos para criar a necessária conscientização e, quem sabe, também a determinação.

Talvez, o melhor antídoto para essa derrocada civilizatória que estamos discutindo seja a retomada de um conceito que atualmente anda meio fora de moda, o de um projeto nacional, considerado obsoleto nestes tempos de "globalização". Um projeto nacional é exatamente o que necessitamos para promover e consolidar uma retomada da idéia de progresso e do princípio republicano, e o Brasil é um dos países que tem melhores condições para isto, podendo até mesmo influenciar outros países nesta empreitada.

Um projeto nacional não é uma excrescência ou um exercício acadêmico, como sugerem alguns "globalistas" deslumbrados. Todos os países do mundo que atingiram um nível significativo de desenvolvimento o fizeram com base em projetos nacionais bem definidos e implementados por suas elites dirigentes.

E como se estrutura um projeto nacional? Independentemente dos seus detalhes específicos, um projeto nacional se baseia em três diretrizes fundamentais:

1) Harmonia de interesses entre os setores representativos da sociedade.

2) Igualdade de oportunidades para que todos possam exercer uma verdadeira cidadania.

3) Solidariedade para com os retardatários do processo. Este é um ponto crucial, no qual é fatal qualquer concessão a conceitos falaciosos como o de "excluídos", tão citado pelo nosso presidente para justificar a sua falta de compromisso com o combate à pobreza e à miséria no nosso País.

Nesse esforço em prol da Civilização, vale lembrar que nenhuma contribuição é desimportante. Cada um de nós pode dar uma contribuição relevante, por menor que possa parecer. Eu sempre gosto de recordar uma frase do jurista e escritor inglês Edmund Burke, que dizia que o maior erro foi cometido por aquele que nada fez, pois achava que apenas podia fazer muito pouco. Ninguém pode saber se um de nós poderá aportar a contribuição que irá deflagrar o efeito de "massa crítica" da conscientização necessária.

Hierarquia dos Conspiradores: O comitê dos 300
por Dr. John Coleman

Trechos do livro "Conspirators' Hierarchy: The Story of the Committee of 300", pelo Dr. John Coleman (America West Publishers, Carson City, Nevada:1992). Leia também Diplomacy by Deception e One World Order: Socialist Dictatorship, do mesmo autor. Estes livros estão à venda no site Amazon.com.



Prefácio

Na minha carreira como funcionário do serviço secreto, em muitas ocasiões tive acesso a documentos altamente confidenciais, mas trabalhando como um cientista político em Angola, no Oeste da África, tive acesso a uma série de documentos confidenciais ultra-secretos extraordinariamente explícitos. O que eu vi me deixou irado e ressentido e me lançou numa direção irreversível, com o objetivo primordial de desmascarar o poder que controla e manipula os governos inglês e americano. - Doutor John Coleman, novembro de 1991.

Uma visão panorâmica e histórica

Certamente que alguns estão cientes de que as pessoas que governam o nosso país não são as que verdadeiramente controlam os assuntos políticos e econômicos, domésticos e exteriores. Isto levou muitos a buscarem a verdade na imprensa alternativa, os autores de boletins informativos que, como eu, procuraram descobrir, mas nem sempre com êxito, por que os Estados Unidos estão com esta doença terminal. "Buscai e encontrareis" nem sempre foi o caso com este grupo. O que nós descobrimos foi que as pessoas vivem em densas trevas, e a maioria delas não se preocupa nem se interessa em descobrir para onde o seu país está indo, acreditando firmemente que ele sempre estará ali para ajudá-las. É assim que a maioria da população foi manipulada a reagir, e com essa atitude as pessoas se tornam marionetes nas mãos do governo secreto.

Freqüentemente ouvimos falar que "eles" estão fazendo isto, aquilo e aquilo outro. "Eles" fazem qualquer coisa e passam impunes. "Eles" aumentam os impostos, mandam nossos filhos para morrerem em guerras que não beneficiam nosso país. "Eles" parecem inatingíveis, invisíveis para nós, e é frustrantemente nebuloso quando se trata de tomar uma ação contra "eles". Parece que ninguém consegue identificar claramente quem são "eles". É uma situação que já dura há décadas. No decorrer deste livro, vamos identificar esses "eles" tão misteriosos, e, depois disso, fica por conta das pessoas resolverem a sua situação.

O Comitê dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui a rainha da Inglaterra, a rainha da Holanda, a rainha da Dinamarca e as famílias reais da Europa. Esses aristocratas decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle de mundo, seria necessário que os seus aristocratas "fizessem negócios" com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder total se abriram para "os comuns", como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los.

Desde a época que trabalhei no serviço secreto eu sei que chefes de Estado em outros países se referem a este órgão onipotente como "Os Magos". Stalin criou a sua própria frase para descrevê-los: "As Forças Tenebrosas", e o presidente Eisenhower, que jamais conseguiu passar do nível "hofjuden" (Judeu da Corte), se referiu a isso numa declaração que de maneira alguma define exatamente o que são. Ele disse que se tratava do "complexo industrial militar".

Quem são os conspiradores que servem ao poderoso e onipotente, Comitê dos 300? Os nossos cidadãos mais bem informados estão cientes de que existe uma conspiração e que a conspiração trabalha sob diversos nomes como por exemplo Iluminati, Maçons, Mesa Redonda, Grupo Milner. O problema é que é bem difícil obter informação verdadeiramente concre-ta sobre as atividades dos membros do governo invisível.

Para ter uma idéia da amplitude e do nível universal desta conspiração, seria adequado a esta altura definir as metas decididas pelo Comitê dos 300 para a conquista e controle iminente deste mundo. É preciso ter uma compreensão bem clara de por que a energia nuclear é tão odiada no mundo todo, e por que é que o movimento pseudo-ecológico, fundado e financiado pelo Clube de Roma, foi convocado para travar guerra contra a energia nuclear. Com a energia nuclear que gera a eletricidade de uma forma barata e abundante, os países do Terceiro Mundo aos poucos ficariam independentes do auxílio exterior dos Estados Unidos e começariam a firmar a sua soberania. A energia nuclear é o segredo para tirar os países do Terceiro Mundo da sua condição retrógada, uma condição que o Comitê dos 300 ordenou que permanecesse.

Menos auxilio estrangeiro significa menos controle dos recursos naturais de um país por parte do FMI, e a idéia das nações em desenvolvimento assumirem o controle do seu destino foi anátema para o Clube de Roma e o Comitê dos 300, que o dirige. Nós já virmos oposição ao uso da energia nuclear nos Estados Unidos ser usada com êxito para bloquear desenvolvimento industrial em conformidade com os planos de "Desenvolvimento Zero Pós-industrial" do Clube de Roma.

Depender da ajuda dos Estados Unidos na verdade mantém os países estrangeiros subjugados ao Conselho das Relações Exteriores. o povo que deveria receber auxílio nesses países, recebe uma mínima parte do dinheiro, visto que normalmente acaba indo parar no bolso dos líderes do governo que permitem que a matéria-prima do país seja consumida desenfreadamente pelo FMI.

Mugabe do Zimbabwe, ex-Rodésia, é um bom exemplo de como a matéria-prima, neste caso minério de cromo de alto nível é controlada através do auxílio estrangeiro. LONRHO, o conglomerado gigantesco dirigido por Angus Ogilvie, um importante membro do Comitê dos 300, que trabalha para a sua prima Rainha Elisabeth II, tem agora controle total deste recurso tão valioso, enquanto que o povo do país afunda cada vez mais na pobreza e miséria, apesar de uma esmola de mais de 300 milhões de dólares por parte dos Estados Unidos.

A LONRHO agora monopoliza o cromo da Rodésia e cobra o preço que quer, sendo que durante o governo de Smith isso não era permitido. O preço permaneceu a um nível razoável por 25 anos antes do regime de Mugabe subir ao poder. Apesar de ter havido problemas durante o governo de 14 anos de Ian Smith, desde que ele partiu o desemprego quadruplicou e a realidade é que o Zimbabwe se encontra num estado de caos e bancarrota. Mugabe recebeu suficiente auxílio estrangeiro dos Estados Unidos (uns 300 milhões de dólares por ano) para dar-lhe condições de construir três hotéis na Cote d'Azur, Cap Ferat e Monte Carlo, enquanto que o seu povo sofre doença, desemprego, subnutrição e vive subjugado a um regime de ferro que não permite queixas. Compare isto com o governo de Smith, que jamais pediu nem recebeu um centavo sequer em forma de auxílio dos Estados Unidos. Vê-se então claramente que o auxílio do exterior é um meio poderoso de exercitar controle sobre os países como o Zimbabwe, e na verdade todos os países da África.

O Clube de Roma

Como é que os conspiradores mantêm as suas garras no mundo, e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: "Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?" Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas. A única maneira de conseguirmos compreender a realidade do êxito adquirido pelos conspiradores é mencionando e falando de algumas sociedades secretas, organizações de fachada, órgãos governamentais, bancos, companhias de seguros, multinacionais, a indústria petrolífera e as centenas de milhares de entidades e fundações cujos altos administradores compõem o Comitê dos 300 - o órgão que na verdade controla o mundo e o tem feito há pelo menos 100 anos.

Visto que já existem dezenas de livros escritos sobre o Conselho das Relações Exteriores (CFR, segundo a sigla em Inglês) e os Trilaterais, vamos passar diretamente ao Clube de Roma e à Fundação Marshall da Alemanha.

Foi uma revelação para algumas pessoas que o Clube de Roma e os seus patrocinadores usando o nome da Fundação Germânica Marshall, eram dois corpos altamente organizados da conspiração operando sob a fachada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e que a maioria dos executivos do Clube de Roma eram provenientes da OTAN. O Clube de Roma formulou tudo o que a OTAN estipulou como diretrizes e, através das atividades do membro do Comitê dos 300, Lord Carrington, conseguiu dividir a OTAN em duas facções: um poder político (ala da esquerda) e a sua antiga aliança militar.

O Clube de Roma continua sendo uma das armas mais importantes de política exterior do Comitê dos 300, sendo o outro os Bilderbergers. Foi formado em 1968 com membros dedicadíssimos do grupo original Morgenthau, com base num telefonema feito pelo falecido Aurellio Peccei pedindo uma nova e urgente campanha para agilizar os planos do Governo Mundial - agora chamado a Nova Ordem Mundial, apesar de que eu prefiro o nome antigo.

O pedido de Peccei foi atendido pelos mais subversivos "planejadores do futuro" que os Estados Unidos, França, Suécia, Grã-Bretanha, Suíça e Japão conseguiram reunir. Durante o período de 1968-1972, o Clube de Roma se tornou uma entidade coesa de cientistas de novas ciências, globalistas, planejadores do futuro e internacionalistas de todos os tipos. Como disse um delegado: "Nós nos tornamos o casaco de muitas cores que José tinha."

De um modo geral, pretendia-se que o Clube de Roma incentivasse e disseminasse um programa de idéias de "pós-industrialização" nos Estados Unidos, juntamente com a disseminação de movimentos de contracultura tais como drogas, rock, sexo, hedonismo, satanismo, feitiçaria, "ecologia", etc. O Instituto Tavistock (Tavistock institute), o Instituto de Pesquisas Stanford (Stanford Research Institute), e o Instituto para Relações Sociais (Institute for Social Relations), na verdade todas as organizações de pesquisa no campo da psiquiatria social aplicada, ou têm delegados no corpo administrativo do Clube de Roma, ou agiram como conselheiros e desempenharam um papel de relevo na tentativa da OTAN de adotar o que eles denominaram de a "Conspiração Aquariana".

O Clube de Roma é a matriz das agências conspiratórias, uma união entre financistas anglo-americanos e famílias da Nobreza Negra da Europa, principalmente a auto denorninada "nobreza" de Londres, Veneza e Gênova. O segredo para o seu sucesso no controle do mundo é a capacidade que tem de criar o manipular recessões econômicas e subseqüentes depressões. O Comitê dos 300 procura convulsões sociais a nível global, seguidas de depressões, como uma técnica para levar o povo a aceitar mais facilmente coisas maiores que estão por vir, e usam isto como o seu método principal para criar no mundo inteiro massas de pessoas que vão se tornar beneficiarias da sua "assistência social" no futuro.

O Clube de Roma tem a sua própria agência de serviço secreto e também pega "emprestado" da INTERPOL de David Rockefeller. Cada agencia de serviço secreto americano - bem como a KGB e a Mossad - colabora com ela.

As metas

Quais são as metas desta elite secreta? Desta elite que também se autodenomina os OLÍMPIOS (eles acreditam verdadeiramente que têm o mesmo poder e importância dos deuses legendários de Olimpo, que, como Lúcifer, o deus deles, se colocam acima do nosso Deus verdadeiro) e acreditam firmemente que foram chamados para implementar o seguinte, por divino direito:
(1) Um Governo Mundial/Nova Ordem Mundial, com uma igreja e um sistema monetário unificados sob a direção deles. Não são muitas as pessoas que sabem que o Governo Mundial único começou a estabelecer a sua "Igreja" na década de 1920/1930, pois perceberam a necessidade de unia fé religiosa, inerente ao ser humano, de modo a terem um veículo e assim poderem ter corpo "religioso" para canalizar esta crença na direção que queriam.

(2) A destruição total de toda identidade nacional e orgulho nacional.

(3) A destruição da religião, principalmente da religião cristã, exceto a "religião" acima mencionada criada por eles.

(4) Controle de todas as pessoas através do controle mental e do que Brzezinski [Zbignew] denominou "tecnotrônica", que criaria autômatos e um sistema de terror ao lado do qual o Red Terrorde Felix Dzerzhinsky pareceria brincadeira de criança.

(5) Terminar toda industrialização e produção de eletricidade por energia nuclear no que eles denominam "sociedade de desenvolvimento zero pós-industrial". Isentos disso se encontram a indústria da informática e de eletrodomésticos. As indústrias americanas que continuarem existindo serão transferidas para países como o México, onde existe mão de obra escrava em abundância. Os desempregados no princípio da destruição Industrial ou se tornariam viciados em ópio-heroína e ou cocaína, ou se tornariam uma estatística no processo de eliminação que conhecemos hoje em dia como Global-2000.

(6) Legalização das drogas e da pornografia.

(7) Despovoamento das grandes cidades com base na experiência feita durante o regime de Pol Pot no Cambódia. É interessante observar que os planos de genocídio de Pol Pot foram feitos aqui nos Estados Unidos por uma das fundações de pesquisa do Clube de Roma. Também é interessante notar que o Comitê no momento procura reinstaurar ao poder os carniceiros de Pol Pot no Cambódia.

(8) Repressão de todo desenvolvimento científico exceto o que for considerado benéfico para o Comitê. Maiores alvos são a energia nuclear para objetivos pacíficos. Odeia-se em particulares experiências de fusão que no momento estão sendo vítimas de zombaria e sendo ridicularizadas pelo Comitê e os seus abutres na imprensa. O desenvolvimento da tocha de fusão acabaria de uma vez com o conceito do Comitê de "limitados recursos naturais". Uma "tocha de fusão" usada adequadamente poderia criar recursos naturais ilimitados das substâncias mais comuns que existem.

(9) Causar através de guerras limitadas nos países desenvolvidos, e através de inanição e enfermidades nos países do Terceiro Mundo, a morte de três bilhões de pessoas até o ano 2050. pessoas que eles chamam de "bocas inúteis". O Comitê dos 300 encarregou Cyrus Vance de redigir um texto sobre este assunto, sobre a melhor maneira de causar tal genocídio. O texto foi redigido com o título de Relatório Global 2000 e foi aceito e aprovado para ser colocado em prática pelo presidente Carter, pelo governo americano e em nome do governo americano, e foi aceito por Edwin Muskie, na época Secretário de Estado. Segundo as cláusulas do Relatório Global 2000, a população dos Estados Unidos deverá ter uma redução da ordem de 100 milhões até o ano 2050.

(10) Enfraquecer a fibra moral da nação e desmoralizar os trabalhadores da classe operária criando desemprego em massa. À medida que os empregos diminuem devido às políticas de desenvolvimento zero pós-industrial apresentados pelo Clube de Roma, trabalhadores desmoralizados e desalentados recorrerão a bebidas alcoólicas o drogas. Os jovens serão incentivados através do rock e das drogas a se rebelarem contra o status quo minando e subseqüentemente destruindo o núcleo familiar. O Comitê dos 300 encarregou o Instituto Tavistock de esboçar um plano para atingir este objetivo. O Instituto Tavistock por sua vez encarregou o Instituto de Pesquisas Stanford de assumir este trabalho sob a direção do professor Willis Harmon. Este trabalho mais tarde veio a ser conhecido como "A Conspiração Aquariana".

(11) Evitar que os povos no mundo inteiro decidissem o seu próprio destino, criando crise após crise e depois "manipulando" tais crises. Isto confundirá e desmoralizará a população ao ponto de, ao se deparar com muitas escolhas, resultará numa apatia a nível de massa. No caso dos Estados Unidos, um órgão para gerenciamento de crises já existe. Chama-se órgão Federal de Controle de Emergência (FEMA, pela sigla em inglês), cuja existência eu revelei em 1980.

(12) Promover gânqsteres do rock, como por exemplo o grupo imundo e degenerado dos "Rolling Stones" (um grupo gângster bem promovido pela Nobreza Negra Européia) e todos os grupos de rock criados pelo Instituto Tavistock, que começou com "Os Beatles". Continuar edificando o fundamentalismo cristão, que será aproveitado para fortalecer o país sionista de Israel, identificando-se com os judeus através do mito do "Povo Efeito de Deus", e doando quantias altíssimas de dinheiro para o que eles acreditam erroneamente ser uma causa religiosa com a intenção de promover a divulgação do cristianismo.

(13) Exportar idéias de "liberação religiosa" no mundo, de modo a minar todas as religiões existentes, mas principalmente a religião cristã. Isto começou com a "teologia da libertação", dos jesuítas, a qual causou a queda do governo da família Somoza na Nicarágua. e que atualmente está destruindo El Salvador. agora com 25 anos de "guerra civil" a Costa Rica e Honduras. Uma entidade que participou bastante na dita teologia da libertação é a Missão Maryknoll, com ideais comunistas. Foi por causa disso que a imprensa deu tanta atenção ao assassinato das quatro "freiras" Maryknoll em El Salvador alguns anos atrás.

(14) Causar o colapso das economias do mundo e engendrar um caos político global.

(15) Assumir controle de todas as políticas exteriores e domésticas nos Estados Unidos.

(16) Dar o máximo apoio a instituições mundiais como por exemplo as Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco de Acordos Internacionais (BIS), o Tribunal de Haia, e, tanto quanto possível, diminuir a eficácia de instituições regionais dissolvendo-as gradualmente ou colocando-as sob o controle das Nações Unidas.

(17) Infiltrar e subverter todos os governos e corroer por dentro a soberania e integridade das nações que estes governos representam.

(18) Organizar um aparato terrorista a nível mundial e negociar com terroristas sempre que ocorrerem atividades terroristas.

(19) Controlar a educação nos Estados Unidos com a intenção e o propósito de destruí-la total e completamente.

Muitas dessas metas que eu mencionei em 1969, foram desde então atingidas ou estão prestes a serem realizadas.

Com um patrocínio ilimitado, centenas de pesquisadores teóricos e 5.000 engenheiros sociais, com a imprensa e os bancos do seu lado, e com o controle da maior parte dos governos, vemos que estamos rastreando um problema de proporções imensas, que não pode ser confrontado por nenhuma nação no momento.

Como eu já declarei tantas vezes, fomos erroneamente levados a crer que o problema ao qual me refiro se originou em Moscou. Fomos condicionados a acreditar que o comunismo é o maior perigo que nós, americanos, temos pela frente. Isso simplesmente não é verdade. O maior perigo de todos emerge da massa de traidores que se encontra no nosso meio. A nossa Constituição nos adverte para sermos vigilantes quanto ao inimigo dentro dos nossos próprios portões. Esses inimigos são os lacaios do Comitê dos 300 que ocupam cargos elevados na estrutura governamental do nosso país.

A liga Anti-Difamação

John Graham, também conhecido como "Irwin Suall", é o chefe do comitê para apuração de fatos da Liga Anti-Difamação (ADL). A ADL é uma operação de serviço secreto notoriamente britânica dirigida por sucursais do serviço secreto britânico, M16 e o JIO. As inúmeras trapaças e sujeiras de Suall foram tiradas dos antros mais baixos de Londres. Suall ainda é um membro da organização super-secreta SIS, uma operação de elite tipo James Bond.

Que ninguém jamais subestime o poder da ADL, nem a sua amplitude.

Suall foi escolhido para o serviço secreto britânico enquanto estudava na faculdade de Ruskir Labour, na universidade de Oxford, na Inglaterra, o mesmo centro comunista de educação que formou Kim Philby. As universidades de Oxford e Cambridge há muito tempo são o paraíso dos filhos e filhas da elite, aqueles cujos pais pertencem à "nata" da sociedade britânica. Enquanto estudou em Oxford, Suall se tornou membro da Liga dos Jovens Socialistas e foi convocado pelo serviço secreto britânico logo depois.

Suall tem fortes conexões com o Departamento de Justiça e pode obter do FBI informações sobre qualquer pessoa visada por ele. O Departamento de Justiça tem ordens para dar a Suall tudo que ele quiser quando ele quiser. As atividades de Suall são basicamente "ficar de olho em grupos e indivíduos da direita". A ADL tem uma porta aberta no Ministério das Relações Exteriores e faz bom uso da sua surpreendente agência de serviço secreto.

Enfraquecimento dos Estados Unidos

O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era "enfraquecer" os Estados Unidos. Depois de passar anos travando guerra contra o povo desta nação, quem duvidará de que elo realmente realizou a sua tarefa? Olhe ao seu redor e veja como a nossa moral foi minada. As drogas. a pornografia, a "música" rock, o sexo livre, o núcleo familiar, tudo isso foi total-mente minado, o lesbianismo, a homossexualidade, e finalmente o assassinato assombroso de milhões de bebês inocentes por suas próprias mães. Jamais existiu um homicídio em massa tão cruel como o aborto!

Quem é que vai duvidar de que os Estados Unidos estão prontos para ruir internamente e cair nos braços do Governo Mundial de uma nova tenebrosa Idade Média? - Os Estados Unidos sofreram uma decadência espiritual e moral, a nossa base industrial foi destruída e com isso 30 milhões de pessoas ficaram desempregadas, nossas cidades grandes são assombrosas fossas sépticas de todo o crime imaginável com o índice de homicídios quase três vezes maior do que o de qualquer outro país; temos 4 milhões de pessoas sem teto, e a corrupção no governo atinge proporções epidêmicas.

O Clube de Roma obteve êxito em dividir as Igrejas cristãs; obteve êxito em formar um exército de carismáticos, fundamentalistas e evangélicos que lutam pelo estado sionista de Israel. Durante a guerra de genocídio no Golfo, eu recebi dezenas de cartas me perguntando como é que eu poderia ser contra "uma guerra cristã justa contra o Iraque". Como é que eu poderia duvidar que o apoio dos cristãos fundamentalistas à guerra (do Comitê dos 300) contra o Iraque não era baseado na, Bíblia? Afinal de contas, não foi Billy Graham que orou com o presidente Bush logo antes de começarem a guerra? A Bíblia não fala de "guerras e rumores de guerras"?

Estas cartas dão uma idéia da eficiência do trabalho do Instituto Tavistock. Os fundamentalistas cristãos vão ser uma força invencível a favor da nação de Israel, exatamente como foi planejado. É lamentável que estas pessoas tão bem intencionadas não percebam que estão sendo grosseiramente manipuladas pelo Clube de Roma e que suas opiniões e crenças não são genuínas, mas foram criadas para elas através de centenas de pesquisas e estudos teóricos do Comitê dos 300, espalhados por todo o território americano. Em outras palavras: os cristãos fundamentalistas e os evangélicos, assim como qualquer outro segmento da população americana, sofreram lavagem cerebral.

Algumas pessoas talvez tenham dificuldade em aceitar a idéia de uma conspiração global porque tantos escritores têm lucrado com isso. Outras duvidam que atividade a nível global possa progredir com tanto êxito. Eles vêem toda a burocracia que existe no nosso governo e dizem: "Bem, como é que vamos acreditar que particulares podem fazer mais do que o governo?" Isso é porque se esquecem do fato de que o governo faz parte da conspiração. Eles querem evidência concreta, e evidência concreta é difícil de se encontrar.

Outras dizem: "E daí? Eu não estou nem aí com a conspiração. Eu nem voto." Essa é exatamente a maneira como a população americana em geral foi condicionada a reagir. O nosso povo ficou desanimado e confuso, e isso é o resultado de anos de uma guerra travada contra nós. um povo desmoralizado e confuso vai estar muito mais pronto para receber de braços abertos um homem grandioso que prometa subitamente resolver todos os problemas e garantir uma sociedade bem organizada na qual as pessoas têm um bom emprego e a rivalidade doméstica é mínima. Esse ditador, que é o que vai ser, será recebido de braços abertos.

Organizações de fachada

O Comitê dos 300, apesar de existir há mais de 150 anos, só por volta de 1897 é que se tornou no que é atualmente. Sempre deu ordens através de outras fachadas, como por exemplo o Instituto Real para Assuntos Internacionais (Royal lnstitute for lnternational Afairs). Quando foi decidido que um super-órgão controlaria os assuntos europeus, o RIA fundou o Instituto Tavistock, que por sua vez criou a OTAN. Por cinco anos a OTAN foi patrocinada pela Fundação Germânica Marshall. Talvez o membro mais importante dos Bilderbergers, um corpo político estrangeiro do Comitê, foi Joseph Rettinger, que segundo se diz foi o seu fundador e o organizador, cujas reuniões anuais têm deleitado caçadores de conspiração há várias décadas.

Rettinger era um padre jesuíta que recebeu uma ótima formação e um maçom grau 33. A senhora Katherine Meye Graham, que é suspeita de ter assassinado o marido para assumir o controle do jornal Washington Post, era outro membro proeminente do Clube de Roma, assim como Paul G. Hoffman da Companhia de Seguros de Vida Nova Iorque, uma das maiores companhias de seguros nos Estados Unidos e uma companhia proeminente no Clube de Roma, ligada diretamente à família da Rainha Elizabeth da Inglaterra. John J. McCloy, o homem que tentou acabar com a Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial, e por último mas não menos importante, James A. Perkins da Carnegie Corporation, também foram membros fundadores dos Bilderbergers e do Clube de Roma.

Que elenco de estrelas! Mas, por mais estranho que pareça, até recentemente pouquíssimas - se é que alguma agência do serviço secreto - tinham ouvido falar desta organização. O poder desses personagens e das empresas, emissoras de TV, jornais, companhias de seguros e bancos que elas representam se encontram à altura do poder e prestígio de no mínimo dois países europeus, e isso é ainda apenas a pontinha dos enormes interesses interligados do Comitê dos 300.

A Companhia de Análises e Pesquisas (Research Analysis) está situada em McLean, Virginia. Fundada em 1948, foi absorvida pelo Comitê dos 300 em 1961, quando se tomou parte do bloco de John Hopkins. Já trabalhou em mais de 600 projetos, inclusive a integração de negros no exército americano, o uso tático de armas nucleares, programas de guerra psicológica e controle de população em massa.

Pesquisas de opinião pública e pesquisadores

Obviamente existe muito mais nesses estudos teóricos, e vamos falar mais disso neste livro. Um dos aspectos mais importantes entre as conclusões entregues por esses estudos teóricos e o que se torna uma política do governo e uma política pública são os "pesquisadores da opinião pública". O trabalho destas companhias de pesquisa de opinião pública e estatística é moldar e formar a opinião pública da maneira mais conveniente para os conspiradores. As emissoras CBS-NBC-ABC, o Jornal New York Times e o jornal Washington Post estão constantemente fazendo pesquisas de opinião pública. A maior parte desse trabalho é coordenado pelo National Opinion Research Centre onde, por incrível que pareça, foi esboçado um perfil psicológico da nação toda.

Os fatos e estatísticas são colocados em computadores do Gallup e Yankelovich, Skelley e White, para uma avaliação comparativa. Grande parte do que nós lemos nos nossos jornais ou vemos na televisão foi primeiro autorizado pelas companhias de pesquisa de opinião pública. A informação que recebemos é o que os pesquisadores de opinião pública acham que devemos saber. Isto chama-se "formação da opinião pública". O objetivo principal deste pequeno condicionamento social é descobrir até que ponto o público reage favoravelmente a diretivas políticas originadas pelo Comitê dos 300. Nós somos denominados "grupos de população visados". E o que os pesquisadores querem ver é até que ponto o povo resiste às notícias dadas nos noticiários da noite.

Fazer estatísticas baseadas nas pesquisas de opinião pública se tornou uma arte logo antes dos Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial. Americanos, sem saberem, foram condicionados a considerar a Alemanha e o Japão inimigos perigosos que tinham que ser combatidos. Num certo sentido era a verdade, o que torna o condicionamento mental ainda mais perigoso, porque, com base na informação que as pessoas recebem, parecia realmente ser a Alemanha e o Japão. Muito recentemente vimos como funciona o processo de condicionamento do Instituto Tavistock, quando os americanos foram condicionados a considerar o Iraque uma ameaça e Saddan Hussein um inimigo pessoal dos Estados Unidos.


Programado para mudar, pronto para a destruição

É este Comitê dos 300 que montou redes de controle e mecanismos muito mais interligados do que qualquer coisa que já se viu neste mundo. Não é necessário o uso de correntes e cordas para nos restringir. O medo que temos do que está por vir faz isso de uma forma muito mais eficiente do que qualquer restrição física. Temos sofrido lavagem cerebral ao ponto de abrirmos mão do nosso direito constitucional de porte de armas; de abrirmos mão da nossa própria constituição; permitimos que as Nações Unidas exercitem controle sobre nossa política exterior e que o FMI controle nossa política fiscal e monetária; permitirmos que o presidente (Bush) viole a lei dos Estados Unidos, permaneça impune, invada um país e seqüestre o seu Chefe de Estado. Em outras palavras, sofremos tal lavagem cerebral que, como nação, aceitamos todo e qualquer ato fora da lei da parte do nosso governo quase sem questionar.
Graças ao Clube de Roma o nosso potencial tecnológico caiu, e é inferior ao do Japão e da Alemanha, países que nós supostamente derrotamos na Segunda Guerra Mundial. Como é que isso aconteceu? Isso aconteceu por causa de homens como o Dr. Alexander King e por causa da venda que usamos em nos os olhos da mente: não reconhecemos a destruição dos nossos estabelecimentos de ensino e do nosso sistema de ensino. Devido à nossa cegueira, não estamos mais formando engenheiros e cientistas em quantidade suficiente para nos manter entre as nações industrializadas do mundo. Graças ao Dr. King, um homem que pouquíssimas pessoas nos Estados Unidos conhecem, a educação nos Estados Unidos atingiu o seu nível mais baixo desde 1786. Estatísticas do Instituto para o Ensino Superior mostram que a capacidade de ler e escrever dos jovens na escola secundária nos Estados Unidos são mais baixas do que as dos jovens da mesma faixa etária em 1786.

A nação foi condicionada de tal forma a mudar e se tornou tão acostumada a mudanças planejadas que mal se nota quando ocorrem grandes transformações. Nós sofremos uma decadência tão rápida nos últimos anos que hoje em dia o divórcio não é mais razão de estigma, o suicídio está na moda e pouquíssimas pessoas se surpreendem com ele; depravações sociais e aberrações sexuais, algo que antigamente nem se mencionava entre pessoas decentes, agora se tomaram lugar comum e não geram nenhum protesto em especial. Será que a nossa nação reconhece que está indo por água abaixo?

Não, não percebemos. As pessoas cujo trabalho é revelar a verdade ao povo americano descobriram que um governinho particular e bem organizado dentro da Casa Branca estava atarefadíssimo cometendo crime após crime, crimes que atacavam o âmago desta nação e as instituições republicanas sobre as quais ela se baseia, nos disseram para não preocuparmos o público com estas coisas. "Nós não queremos nos envolver com esse tipo de especulação" se tornou uma reação padrão entre as pessoas.

Quando a autoridade de mais alto nível neste país, eleita pelo povo, colocou descaradamente uma lei da ONU acima da constituição dos Estados Unidos da América - uma ofensa digna de impeachment - a maioria aceitou isso como algo "normal". Quando a pessoa que ocupa o cargo mais alto neste país e que foi eleita pelo povo, iniciou uma guerra sem uma declaração de guerra por parte do congresso, o fato foi censurado pela imprensa e, mais uma vez, nós o aceitamos em vez de encararmos a verdade.

Quando começou a Guerra do Golfo, planejada e tramada pelo nosso presidente (Bush), nós não só não nos importamos com essa censura descarada, mas até achamos que era uma boa idéia, acreditando que era "para o bem da guerra". O nosso presidente mentiu, April Glaspie mentiu, o Departamento de Relações Exteriores mentiu. Eles disseram que a guerra era justificável porque Saddam Hussein tinha sido advertido para deixar o Kuwait em paz. Quando telegramas de Glaspie para o Departamento das Relações Exteriores finalmente chegaram ao conhecimento do público, diversos senadores americanos começaram a defender Glaspie. Não importava se vinha dos democratas ou dos republicanos. Nós, o povo, os deixamos passar impunes com as suas mentiras vis.

O presidente Jefferson uma vez disse que tinha dó das pessoas que achavam que sabiam o que estava acontecendo só porque liam o jornal. Disraeli, o primeiro-ministro britânico, disse praticamente a mesma coisa. É verdade que em todas as eras, governantes se deleitaram em dirigir as coisas dos bastidores.

Nos disseram que ganhamos a Guerra do Golfo. O que a grande maioria do povo americano não percebe é que, ao ganharmos a guerra perdemos o auto-respeito e a honra da nossa nação, as quais apodrecem nas areias no deserto do Kuwait e do Iraque, junto aos cadáveres dos soldados iraquianos que foram massacrados depois de terem concordado em se retirar do Kuwait e de Basra. Não mantivemos a nossa promessa de que seguiríamos as Convenções de Genebra e não os atacaríamos. As pessoas que nos controlam nos perguntaram: "O que é que vocês querem? Vitória ou auto-respeito? Não dá para ter as duas coisas."

Há cem anos, isto não poderia ter acontecido, mas agora aconteceu e ninguém diz nada.

Vivemos numa sociedade "descartável" programada para não durar. Nós nem piscamos ao tomarmos conhecimento dos 4 milhões de pessoas sem teto, nem dos 30 milhões de pessoas desempregadas, nem dos 15 milhões de bebês que foram assassinados até agora. São coisas "descartáveis" de uma conspiração tão maldita que a maioria negará existir ao ser confrontada com elas, justificando esses eventos com as palavras "os tempos mudaram".

Foi assim que o Instituto Tavistock nos condicionou a reagir, eles desmantelam os nossos ideais e ninguém protesta. A garra espiritual e intelectual do nosso povo foi destruída!

O Instituto de Pesquisa Stanford (Stantord Research Institute - SRI) exerceu ainda mais pressão sobre esta nação para mudanças no princípio da década de 60. A ofensiva do SRI reuniu poder e momentum. Ligue a sua televisão e você verá a vitória do Instituto Stanford diante dos seus olhos; debates sobre detalhes grosseiros da sexualidade, canais de vídeo especiais onde a supremacia está nas mãos da perversão, rock e drogas. Antigamente, John Wayne era o astro, hoje em dia temos um arremedo de homem (se é que é homem?) chamado Michael Jackson, uma imitação burlesca de ser humano considerado herói por ficar ali girando, rebolando, balbuciando e gritando diante das telas de televisão de milhares de lares americanos.

Uma mulher que já foi casada diversas vezes se toma notícia nacional. Bandas e mais bandas de rock de drogados sujas e imundos ganham horas e horas no ar para apresentar os seus grunhidos, seus rebolados sem nexo, sua moda e linguagem obscena. Novelas com cenas quase pornográficas não despertam comentários de ninguém, sendo que no princípio da década de 80 isso jamais teria sido aceito. Hoje em dia, porém, é considerado normal. Nós fomos vítimas e sucumbimos ao que o Instituto Tavistock denomina "choques futuros", só que o futuro é agora e estamos tão insensíveis devido a ondas sucessivas de choques culturais que parece inútil protestar, e portanto, segundo a nossa lógica, não adianta protestar.

Os Estados Unidos hoje em dia podem ser comparados com um soldado que cai no sono no auge da batalha. Nós, americanos, caímos no sono, demos lugar à apatia por sermos confrontados com uma multiplicidade de escolhas que só nos deixaram confusos. Essas são as mudanças que alteram o nosso ambiente, acabam com a nossa resistência à mudança, de modo que ficamos zonzos, apáticos, e acabamos caindo no sono no grosso da batalha.

Existe um termo técnico para esta condição. Chama-se "cansaço de discernimento a longo alcance". É a arte de sujeitar continuamente um grupo grande de pessoas a um cansaço de discernimento a longo alcance que foi desenvolvido por cientistas que trabalhavam no Instituto Tavistock de Relações Humanas e suas subsidiárias americanas, o instituto de Pesquisa de Stanford e a Rand Corporation, e no mínimo mais 150 instituições de pesquisa aqui nos Estados Unidos.

Quem pode negar que, com o imenso aumento no uso de drogas, o crack obtendo milhares de novos viciados instantaneamente a cada dia; com o aumento chocante do número de bebês assassinados por dia (aborticídio), que agora vai muito além das mortes que nosso exército sofreu nas duas Guerras Mundiais, na Guerra da Coréia e do Vietnã; com a aceitação aberta da homossexualidade e do lesbianismo, cujos "direitos" a cada ano são protegidos por mais leis; com a praga terrível que nós denominamos AIDS, que assola nossas cidades grandes e pequenas; com o fracasso total do nosso sistema de educação; o aumento surpreendente do nível de divórcio; o nível inacreditável de homicídios que choca o resto do mundo, assassinatos satânicos em série, o desaparecimento de milhares de criancinhas que são roubadas nas ruas por pervertidos; um maremoto de pornografia acompanhada de um "vale tudo" nas nossas telas de televisão - quem pode negar que esta nação está em crise? uma crise que não estamos confrontando mas antes fechando os olhos para ela.

Pessoas bem intencionadas que se especializam nessas coisas colocam a culpa de grande parte do problema na educação, ou no que os Estados Unidos consideram educação escolar. Agora há uma abundância de criminosos na faixa etária de 9 e 15 anos. Já é comum ver estupradores com 10 anos de idade. Nossos especialistas em ciências sociais, nossos sindicatos de professores, nossas Igrejas dizem que tudo isso é devido a um sistema educacional inadequado. Veja como as notas dos alunos continuam baixando. Especialistas lamentam o fato de que os Estados Unidos agora se encontram no 39o. lugar em nível de educação no mundo.

Por que nos lastimamos com algo que é tão óbvio? O nosso sistema de educação foi programado para a autodestruição.

A década de 60 e a Imprensa

O papel da imprensa na nossa sociedade é de importância vital para o êxito da lavagem cerebral em grandes grupos da população. As guerras entre gangues em Los Angeles terminaram em 1966 quando a imprensa parou de dar cobertura ao assunto. A mesma coisa acontecerá com a recente onda de guerras entre gangues em Los Angeles. Gangues de rua vão desaparecer depois que a cobertura por parte da imprensa diminuir e parar completamente. Assim como ocorreu em 1966, o assunto vai se tomar "ultrapassado". Gangues de rua terão cumprido o seu propósito de criar turbulência e insegurança na nação.

Sem toda aquela histeria por parte da imprensa, e se não tivesse havido cobertura quase que 24 horas por dia, o culto ao rock hippy-beatnik e as drogas jamais teria chegado a lugar algum. Teria permanecido sendo uma esquisitice local. Os Beatles, com suas guitarras estridentes, expressões tolas, linguagem de drogados e roupas esquisitas também não teriam chegado a lugar algum. Ao invés disso, como os Beatles receberam uma cobertura imensa da imprensa, os Estados Unidos sofreram ondas sucessivas de choques culturais.

Os homens ali enterrados em estudos teóricos e Institutos de pesquisas, cujos nomes e rostos apenas algumas pessoas conhecem, asseguraram-se de que a imprensa desempenhasse o seu papel. Por sua vez, o papel tão importante da imprensa em não desmascarar a força por trás de futuros choques culturais assegurou-se de que a fonte da crise jamais fosse identificada. Sendo assim, a nossa sociedade enlouqueceu com tantas choques psicológicos e estresse. O termo "enlouqueceu" consta no manual de treinamento do Instituto Tavistock. Desde o seu modesto começo em 1921, quando chegou a 1966, o Instituto Tavistock estava pronto para lançar uma revolução cultural irreversível de grande Porte nos Estados Unidos. que ainda não terminou. A Conspiração Aquariana faz parte disso.

E assim a nossa nação enfraquecida ficou madura para a introdução das drogas no seu seio e o início de urna época que rivalizaria a da Lei Seca tanto no seu âmbito de operação como nas altas somas de dinheiro que renderia. Isso também fazia parte integral da Conspiração Aquariana. A proliferação do uso de drogas foi um dos assuntos estudados no Science Policy Research Unit (SPRU) no prédio do Instituto Tavistock na Universidade de Sussex.

A imprensa sempre serviu como catalisadora e sempre promoveu "novas causas", e agora virou sua atenção para o uso das drogas e os que a apóiam, a "geração beatnick", uma outra frase originada no Instituto Tavistock no seu empenho de causar mudanças sociais nos Estados Unidos.

O uso de drogas agora faz parte do cotidiano nos Estados Unidos. Este programa planejado pelo Instituto Tavistock capturou milhões de jovens americanos e a geração mais velha começou a acreditar que os Estados Unidos estavam passando por uma revolução social natural, sem perceber que o que estava ocorrendo com os seus filhos não era um movimento espontâneo, mas sim uma criação altamente artificial tramada para forçar transformações na vida social e política do povo americano.

Hoje em dia se fala muito em meio-ambiente e, apesar de referiram mais ao meio-ambiente verde, rios puros e ar fresco, existe um outro meio-ambiente igualmente importante, principalmente o meio-ambiente das drogas. O meio-ambiente do nosso estilo de vida ficou poluído, o nosso modo de pensar se poluiu. Nossa capacidade de controlar nosso destino se poluiu. Nos deparamos com alterações que poluem o nosso modo de pensar a tal ponto que não sabemos mais o que dizer. A "transformação do meio-ambiente" está aleijando a nação; nós demonstramos ter tão pouco controle sobre isso que tal situação tem causado ansiedade e confusão nas pessoas.

Agora procuramos soluções em grupo em vez de soluções individuais para os nossos problemas. Não utilizamos nossos recursos para resolver problemas. Nestas circunstâncias o uso crescente de drogas desempenha um papel importante. Trata-se de uma estratégia deliberada, planejada por cientistas da Nova Ciência, os engenheiros sociais e os especuladores, tendo como alvo a parte mais vulnerável de todas: a imagem que temos de nós próprios e o conceito que temos de nós mesmos, e acabamos por ser nada mais que ovelhas a caminho do matadouro. Nós nos tornamos confusos devido às muitas decisões que temos que tomar, e nos tornamos apáticos.

O tráfico de drogas

Da Colômbia a Miami, do Triângulo Dourado ao Portão Dourado (São Francisco), de Hong Kong a Nova Iorque, de Bogotá a Frankfurt, o tráfico de entorpecentes, e em especial o tráfico de heroína, é um alto comércio e é dirigido de cima para baixo por algumas das famílias mais "intocáveis" do mundo; e cada uma dessas famílias têm no mínimo um membro que faz parte do Comitê dos 300. Não é um negocinho de camelôs, e requer bastante dinheiro e conhecimento para mantê-lo dando lucro sem problemas. O maquinário sob o controle do Comitê dos 300 garante esse desempenho.

Talentos assim não se encontram nas esquinas nem nos metrôs de Nova Iorque. Com toda certeza, os traficantes fazem parte integral do comércio, mas apenas como pequenos vendedores temporários. Digo temporários porque alguns são pegos pela polícia e outros são mortos por rivais. Mas o que importa? Não falta gente para tomar o seu lugar.

Não, não é nada em que o Sindicato das Micro Empresas estaria interessado. É alto negócio, um vasto império, esse negócio sujo de entorpecentes. Ele é dirigido de cima para baixo por necessidade, em cada país no mundo. Na verdade, é o maior empreendimento que existe no mundo atualmente e transcende todos os outros. Sabe-se que é protegido do alto pelo simples fato de que, assim como acontece com terrorismo internacional, não se consegue acabar com ele, o que, para uma pessoa de raciocínio normal, deveria indicar que algumas das pessoas mais importantes nos círculos reais, a oligarquia, a plutocracia, estão dirigindo o negócio, mesmo que seja feito através de intermediários.

Não existe um governo individual que não saiba exatamente o que acontece em relação ao tráfico de entorpecentes, mas o Comitê dos 300, através da sua rede internacional de subsidiários, cuida dos membros individuais em cargos de influência. Se o membro de algum governo "dá muito trabalho" ele é retirado, como no caso de Ali Bhutto no Paquistão e Aldo Moro na Itália. Ninguém está fora do alcance do Comitê onipotente, apesar de que a Malásia tem conseguido agüentar firme fora das suas garras até agora. A Malásia tem as leis anti-drogas mais rígidas do mundo. A Possessão nem que seja de uma pequena quantidade de drogas é punida com a pena de morte.

Como acontece com a Empresa Kintex da Bulgária, a maioria dos pequenos países se envolvem diretamente nessas empresas criminosas. Os caminhões da Kintex transportavam regularmente heroína pela Europa Ocidental, usando caminhões da sua própria frota com o logotipo EEC do Triangle lntemationale Routier (TIR). Caminhões com esse logotipo com número de reconhecimento do Mercado Comum Europeu não devem ser parados na alfândega nos postos de fronteira. Caminhões do TIR podem transportar apenas produtos perecíveis. Deveriam ser inspecionados no país de origem, e o motorista de cada caminhão leva consigo documentação comprovando supostamente isso.

De acordo com as obrigações do tratado internacional é isso que acontece, então os caminhões da Kintex podiam carregar heroína até o teto e registrar tudo como "frutas e legumes frescos" e depois circularem por toda a Europa Ocidental, entrando até mesmo nas bases de alta-segurança da OTAN no norte da Itália. Dessa forma, a Bulgária se tornou um dos países principais na rota da heroína.

Lembre-se disso da próxima vez que você ler nos jornais que encontraram uma grande quantidade de heroína num fundo falso de uma mala no Aeroporto Kennedy, e alguma pobre "mula" paga o preço pela sua atividade criminosa.

Isso é uma "ninharia", um zé-ninguém qualquer é pego e a imprensa faz a maior estória disso para dar a impressão que o nosso governo está realmente cuidando da ameaça das drogas.

Pausemos aqui por um momento. Será que dá para acreditar que com todas as técnicas modernas grandemente aprimoradas de fiscalização, inclusive reconhecimento por satélite que a maior parte dos órgãos da polícia na maioria dos países têm, não se conseguiria detectar esse tráfico de entorpecentes nem acabar com ele? Como é que a polícia não consegue ir lá e destruir os laboratórios depois que os descobrem? Se for esse o caso, e se ainda não conseguimos interditar o tráfico da heroína, então os serviços anti-drogas deveriam ser conhecidos como "Serviços Geriátricos" e não órgãos de controle às drogas.

Até mesmo uma criança saberia dizer aos supostos "vigilantes da droga" o que devem fazer. Fique só de olho em todas as fábricas de anidrido acético, o elemento químico mais essencial para os laboratórios poderem refinar o ópio bruto e transformarem em heroína. Depois, siga a pista! Às vezes cargas de cocaína são interditadas e confiscadas. Eles só fazem isso como uma demonstração para promover a idéia falsa de que estão fazendo algo. Muitas vezes a carga confiscada pertence a uma nova empresa que está tentando entrar no tráfico. Essa competição é aniquilada, pois eles informam as autoridades exatamente em que ponto dos Estados Unidos a carga vai entrar e quem são os donos dela. Mas as cargas realmente grandes nunca são tocadas; heroína é cara demais.

Para os oligarcas e plutocratas do Comitê dos 300, as drogas têm dois propósitos. Primeiro elas geram um grande lucro, e segundo vão mais dia menos dia tornar a maior parte da população em mortos vivos, drogados que será mais fácil controlar do que pessoas que não precisam de drogas, pois, no caso de rebeldia, o castigo será reter o suprimento de heroína, cocaína e outras drogas. Para isso é necessário legalizar as drogas para que o sistema de monopólio possa causar a proliferação do uso de drogas, pois centenas de mimares de trabalhadores permanentemente desempregados vão recorrer às drogas em busca de consolo.
Em um documento ultra-secreto do Royal Institute of International Affairs, monta-se o cenário da seguinte maneira (em parte): "... Pessoas desempregadas há cinco anos ou mais, a quem o Cristianismo falhou e sem perspectivas de emprego no futuro, vão se afastar da igreja e voltar para as drogas em busca de consolo. É então que se deve consolidar o controle total do tráfico de drogas para que os governos de todos os países sob a nossa jurisdição tenham um monopólio que nós controlaremos através do suprimento... Bares de drogas vão cuidar dos desordeiros e descontentes, dos possíveis revolucionários que se tornaram viciados inofensivos sem vontade própria..."

O mundo do futuro?

Em suma, a intenção e o propósito do Comitê dos 300 é causar as seguintes condições:

Um governo mundial e um sistema monetário único sob oligarcas hereditários não eleitos pelo povo mas selecionados entre o seu próprio grupo como que num sistema feudal na época da Idade Média. Sob este governo mundial, a população será limitada por meio de restrições contra o número de filhos por família, doenças, guerras, fome, até que um bilhão de pessoas que sejam úteis para os governantes em áreas que serão definidas estrita e claramente, se tornarão a população total do mundo.
Não haverá classe média, apenas governantes e servos. Todas as leis serão uniformes sob um sistema de tribunais mundiais obedecendo a um único código penal, apoiado pela força policial de um único Governo e um poderio militar de um Governo Mundial único para executar leis em todos os ex-países onde não existirá mais limites nacionais. O sistema será baseado num só programa de assistência social; pessoas que são obedientes e subservientes ao Governo Mundial serão recompensadas com meios de subsistência; as pessoas rebeldes simplesmente morrerão de fome ou serão declaradas marginais, tornando-se assim alvo para qualquer pessoa que queira matá-las. Será proibido o porte de armas de qualquer tipo que seja.
Só se permitirá uma única religião que será na forma da igreja do Governo Mundial. Satanismo, luciferianismo e feitiçaria serão reconhecidos como legítimos dentro do governo mundial, deixando de existir escolas particulares ou igrejas. As igrejas cristãs já foram subvertidas e o cristianismo será coisa do passado quando o Governo Mundial subir ao poder.
Cada pessoa será totalmente doutrinada a acreditar que é uma criatura do Governo Mundial com um número de identificação claramente marcada em si mesma para ser de fácil acesso, sendo que este número de identificação ficará num arquivo matriz no computador da OTAN em Bruxelas, na Bélgica, podendo ser lido a qualquer momento por qualquer agência do Governo Mundial quando quiserem. Os arquivos matrizes da CIA, FBI, e órgãos da polícia estadual e municipal, do imposto de Renda, da FEMA e do programa de Seguridade Social se expandirão vastamente e formarão a base dos registros pessoais de todos os indivíduos nos Estados Unidos.
O matrimônio será contra a lei e não haverá vida familiar como nós a conhecemos agora. As crianças serão retiradas dos seus pais desde pequenas e criadas em institutos como propriedade do estado. Tal experiência foi feita na Alemanha Oriental sobre o governo de Erich Honecker quando crianças eram tiradas dos pais considerados cidadãos desleais ao estado.
Será promovida a pornografia e a apresentação obrigatória de filmes pornográficos em todo teatro ou cinema, inclusive pornografia de homossexuais e lésbicas. Será compulsório o uso de drogas "recreativas" e cada pessoa terá uma quota que poderá adquirir em lojas do Governo Mundial no mundo todo. Expandir-se-á o uso de drogas de controle mental e o uso das mesmas se tornará compulsório. Essas drogas de controle mental serão administradas no suprimento de alimentos e/ou de água sem o conhecimento e/ou consentimento das pessoas. Serão criados bares de drogas, dirigidos por funcionários do Governo Mundial, onde a classe escrava poderá passar o seu tempo livre. Desta maneira, as massas - todos os que não pertencerem à elite - serão reduzidas ao nível de comportamento de animais controlados sem vontade própria e facilmente arrebanhadas e manipuladas.
O sistema econômico se baseará na decisão da classe governante de só permitir que haja alimentos e serviços suficientes para manter os campos de trabalho da massa em funcionamento. Toda a riqueza estará acumulada nas mãos dos membros de elite do Comitê dos 300. Cada indivíduo será doutrinado para entender que depende totalmente do governo para sobreviver. O mundo será governado pelos Decretos Executivos do Comitê dos 300 que se tornarão lei instantaneamente. Boris Yeltsin está usando decretos do Comitê dos 300 para impor a vontade do Comitê na Rússia num projeto experimental. Existirão tribunais de punição e não tribunais de justiça.
A indústria será totalmente destruída, junto com os sistemas de energia nuclear. Apenas membros do Comitê dos 300 e a sua elite terá direito de usar os recursos da terra. A agricultura estará apenas nas mãos dos membros do Comitê dos 300, sendo a produção de alimentos estritamente controlada. Quando isto começar a ser colocado em prática, massas de população nas cidades serão forçadas a se mudarem para regiões remotas, e os que se recusarem serão exterminados como naquele projeto experimental do Governo Mundial no Cambódia sob a direção de Pol Pot.
A eutanásia será compulsória para os doentes terminais e idosos. Pelo menos 3 bilhões de "bocas inúteis" serão eliminadas até o ano 2050 através de guerras limitadas, epidemias organizadas de doenças fatais que evoluem rapidamente e fome. Energia, alimentos e água serão distribuídos em quantidades mínimas apenas para assegurar a subsistência dos que não são elite.
Todos os produtos farmacêuticos essenciais ou não, médicos, dentistas e trabalhadores do campo da saúde serão registrados na central de dados, e nenhum remédio ou assistência médica serão administrados sem permissão direta dos controladores regionais responsáveis por cada cidade, vila ou povoação.
Não haverá papel moeda nem moedas nas mãos de quem não pertencer à elite. Todos as transações serão feitas através de um cartão de débito que terá o número de identificação do proprietário. Qualquer pessoa que de alguma forma infringiras regras e regulamentos do Comitê dos 300 terá o seu cartão suspenso por tempo predeterminado segundo a natureza e severidade da infração.
Essas pessoas descobrirão, quando forem adquirir alguma coisa, que seu cartão está suspenso e que não poderão obter nenhum tipo de serviço. A tentativa de trocar moedas "velhas", isso quer dizer moedas de prata das ex-nações agora já inexistentes, será considerada crime gravíssimo sujeito a pena de morte. Todas estas moedas terão que ser entregues dentro de um prazo, junto com revólveres, armas, explosivos e automóveis. Apenas a elite e funcionários com altos cargos no Governo Mundial poderão ter um meio de transporte particular, armas, dinheiro e automóveis.
Caso a ofensa seja séria, o cartão será confiscado ao ser apresentado no ponto de verificação. Depois disso essa pessoa não poderá obter alimentos, água, assistência médica, abrigo e emprego, e será registrada oficialmente como marginal. Desse modo os marginais se agruparão em regiões onde terão que subsistir por seus próprios meios, sujeitos a serem perseguidos e mortos a tiros quando vistos. As pessoas que de alguma forma auxiliarem os marginais também serão mortas a tiros. Se algum marginal não se entregar à polícia ou aos militares depois de um determinado período de tempo, um membro da sua ex-família será se lecionado ao acaso para pagar a sentença na prisão em seu lugar.
Todos os serviços de informação e a imprensa escrita estarão sob o controle do Governo Mundial. Medidas regulares de lavagem cerebral serão consideradas "entretenimento" da mesma maneira que foi praticada e se tornou uma arte nos Estados Unidos. Jovens tirados de seus "pais desleais" receberão educação especial com a finalidade de embrutecê-los. Jovens de ambos os sexos serão treinados para serem carcereiros no sistema de campos de concentração do Governo Mundial.
É óbvio, ao se analisar o que está para acontecer, que ainda precisa ser feita muita coisa antes de poder ser instituída a Nova Ordem Mundial. O Comitê dos 300 há muito que aperfeiçoou seus planos para desestabilizar a civilização como nós a conhecemos. Na Europa Ocidental as nações estão trabalhando para formar uma federação de estados dentro da estrutura de um governo com só uma moeda. De lá o sistema do Mercado Comum Europeu será transferido aos poucos para os Estados Unidos e o Canadá. As Nações Unidas estão se transformando metodicamente num carimbo de aprovação para o governo mundial, sendo as suas políticas ditadas pelos Estados Unidos como vimos no caso da Guerra do Golfo.

Está ocorrendo exatamente a mesma coisa com o Parlamento Britânico. Discutiu-se o mínimo possível a participação da Inglaterra na Guerra do Golfo e só depois de muito tempo durante uma moção para a reunião do Parlamento. Isso nunca tinha acontecido em toda a história do Parlamento, onde uma decisão tão importante teve que ser tomada com tão pouco tempo para discutir o assunto. Um dos acontecimentos mais dignos de nota na história do Parlamento passou praticamente despercebido.

Países sob um regime de assistência social existem em abundância na Europa, e os Estados Unidos estão se tornando rapidamente no país onde o povo mais vive com base na assistência social. Uma vez que as pessoas passem a depender do governo para a sua subsistência, será muito difícil desligá-las disso.

A proibição do porte de armas particulares já está em vigor em três quartos do mundo. Somente nos Estados Unidos a população ainda pode possuir as armas de fogo que quiser, mas este direito está sendo violado a nível alarmante através de leis municipais e estaduais que infringem o direito constitucional que todos os cidadãos têm de porte de armas. Até chegarmos ao ano 2010, porte de armas particulares terá se tornado algo obsoleto nos Estados Unidos.

Semelhantemente, a educação está sendo minada a um ritmo alarmante. Escolas particulares estão sendo forçadas a fechar devido a uma série de estratagemas legais e falta de condições financeiras para funcionarem. O padrão de educação nos Estados Unidos já afundou a um nível tão deplorável que hoje mal pode ser chamado de educação. Isto está de acordo com o plano; como eu descrevi anteriormente, o Governo Mundial não quer que os nossos jovens recebam uma educação adequada.

O desejo de ser livre

Entretenimento popular, principalmente a indústria cinematográfica, foi usada para fazer cair no descrédito aqueles que fizeram advertências sobre esta ameaça tão perigosa à liberdade individual e à liberdade do ser humano.

Liberdade é uma lei dada por Deus que o homem constantemente buscou subverter e minar, mesmo assim o anseio que cada indivíduo tem por liberdade é tão grande que até agora nenhum sistema conseguiu arrancar esse sentimento do coração humano. As experiências conduzidas na URSS, Grã-Bretanha e nos EUA, para sufocar a ânsia pela liberdade, até agora não obtiveram êxito.

Mas, com a ascensão da Nova Ordem Mundial/Governo Mundial, vão ser agilizadas amplas experiências para extirpar da mente, corpo e alma do homem aquele anseio por liberdade que Deus lhe deu. O que já está ocorrendo não é nada, é algo insignificante em comparação com o que está por vir. O ataque à alma é a essência de uma multidão de experiências que estão sendo maquinadas.

Manipulação da opinião pública

O que toma o Comitê incrível é o sigilo também incrível que prevalece a respeito dele. Nenhum órgão noticioso jamais mencionou essa hierarquia de conspiração, portanto, como seria de se esperar, as pessoas duvidam da sua existência. Grande parte do Comitê dos 300 está sob o controle da monarquia britânica, neste caso Elizabeth II.

Não existe uma entidade que o Comitê não possa influenciar e controlar, e é óbvio que o campo da comunicação é rigorosamente controlado. Se olharmos para a RCA, veremos que a sua diretoria é composta de personalidades proeminentes na Grã Bretanha e nos Estados Unidos que também têm altos cargos em outras organizações, como por exemplo no Conselho das Relações Exteriores, OTAN, no Clube de Roma, na Comissão Trilateral, nos Maçons, no Skull and Bones, Bilderbergers, Round Table, Sociedade Milner e na Sociedade Jesuíta-Aristotles. Entre estas pessoas se encontrava David Sarnoff, que se mudou para Londres ao mesmo tempo que Sir William Stephenson se mudou para o prédio da RCA em Nova Iorque.

As três maiores redes de televisão vieram da RCA, principalmente a National Broadcasting Company (NBC), que foi a primeira, e logo depois surgiu a American Broadcasting Company (ABC) em 1951. A terceira grande rede de televisão foi a Columbia Broadcasting System (CBS) que, como as duas outras companhias, era e continua sendo dominada pelos serviços secretos britânicos. William Paley recebeu instrução técnica de lavagem cerebral em massa no Instituto Tavistock antes de ser considerado qualificado para dirigir a rede CBS.

Daniel Yankelovich é o rei da estrutura das corporações de pesquisa de opinião pública nos Estados Unidos, um vasto aparato que provê "opinião pública sobre assuntos sociais, econômicos e políticos de relevo", segundo disse Edward Bernays. Foi este grande aparato que fez a maioria dos americanos, que nunca tinham ouvido falar de Saddam Hussein e que mal sabiam que o Iraque era um país em algum lugar no oriente Médio, ficarem bradando pelo sangue dele e o extermínio da nação iraquiana.

Yankelovich utilizou ao máximo todo o conhecimento adquirido durante a Segunda Guerra Mundial. Yankelovich, como guerreiro de segunda geração, é incomparável; é por isso que as pesquisas da ABC conduzidas pela empresa dele sempre são as que definem a "opinião pública". A população dos Estados Unidos estava sendo alvo de um ataque ao seu senso de realidade. Logicamente esta técnica é um treina-mento padrão para certos grupos de serviço secreto, inclusive a CIA.

A tarefa de Yankelovich era destruir os valores tradicionais americanos e substituí-los pelos valores da Nova Era e da Era de Aquário. Como o mais antigo manipulador da opinião pública no Comitê dos 300, ninguém duvida que Yankelovich fez um trabalho incomparável.

Manipuladores de opinião desempenharam um papel importante nesta guerra nos Estados Unidos; precisamos examinar o papel do Comitê dos 300 em causar essas alterações tão amplas e como os engenheiros sociais usaram análises centrais de sistemas para evitar que o público expressasse alguma outra opinião além das políticas do governo invisível. Como e onde tudo isso começou?

De acordo com documentos que falam da Primeira Guerra Mundial que consegui recolher e examinar no Escritório de Guerra em Whitehall Londres, parece que o Royal Institute for International Affairs foi incumbido pelo Comitê dos 300 de fazer um estudo sobre manipulação de informação de guerra. Esta tarefa foi dada ao Lord Northcliffe e ao Lord Rothmere e Arnold Toynbee, que era agente M16 no RIIA. A família de Lord Rothmere era dona de um jornal que estava acostumado a apoiar diversas posturas do governo, por isso considerou-se que o jornal poderia alterar a percepção do público, principalmente entre o número cada vez maior de pessoas que eram contra a guerra.

O projeto foi sediado na Wellington House. Especialistas americanos convocados para ajudar Lord Rothmere e Northcliffe foram Edward Bemays e Walter Lippman. O grupo teve sessões "quebrando a cabeça" para desenvolverem técnicas de mobilização de apoio em massa para a guerra, principalmente entre a classe operária cujos filhos, esperava-se, seriam mandados em massa para os campos de chacina de Flanders.

Através do jornal de Lord Rothmere, experimentaram-se novas técnicas de manipulação e, depois de um período de seis meses, ficou óbvio que tinham obtido êxito. Os pesquisadores descobriram que apenas um pequeno grupo de pessoas conseguia raciocinar e tinha a capacidade de analisar o problema, ao passo que o resto apenas expressava a sua opinião. Segundo Lord Rothmere, foi assim que 87% do povo britânico reagiu à guerra, simplesmente expressando suas opiniões sem entenderem a realidade subjacente. Ele teorizou que o mesmo princípio se aplicava não só à guerra, mas a todo problema possível e imaginário na sociedade. Sendo assim, se a opinião do povo pode ser moldada e manipulada, então pode-se controlar o povo.

Desta forma, a irracionalidade foi levada a um nível alto na consciência do povo. Os manipuladores então usaram isto para minar e distrair a idéia de realidade em relação a qualquer situação e, quanto mais complexo se tornaram os problemas de uma sociedade moderna industrial, mais fácil se tomou causar distrações cada vez maiores para o povo, de modo que no final, opiniões absolutamente inconseqüentes da massa do povo, criadas por peritos em manipulação, assumiram a posição de um fato científico.

Quando os manipuladores depararam com essa conclusão tão significativa, eles experimentaram isso vez após vez durante a guerra, de modo que, apesar de centenas de milhares de jovens britânicos estarem sendo chacinados nos campos de batalha da França, não se levantava praticamente nenhuma oposição àquela guerra sangrenta. Os registros daquela época mostram que até o ano de 1917, logo antes dos Estados Unidos começarem a participar da guerra, 94% da classe operária britânica que estava agüentando todo o sofrimento e as conseqüências da guerra, não tinha a mínima idéia do objetivo da guerra, a não ser aquela imagem criada pelos manipuladores da imprensa de que os alemães eram urna raça horrível que queria destruir a monarquia e o país deles e que por isso tinham que ser aniquilados da face da terra.

Logicamente nada mudou, porque em 1991 aconteceu a mesmíssima situação criada pelos órgãos noticiosos, que permitiu que o presidente Bush violasse flagrantemente a Constituição travando uma guerra de genocídio contra a nação do Iraque com o consentimento de 87% do povo americano.

Em 1928, o Compatriota de Lippman, Edward Bernay, escreveu um livro intitulado "Como Cristalizar a Opinião Pública" (Crystallizing Public Opinion), e em 1928 um segundo livro dele, intitulado simplesmente Propaganda, foi publicado. Nesse livro Bernay descreveu suas experiências em Wellington House:

"Agora que a civilização está ficando mais complexa e que fica mais óbvia a necessidade de um governo invisível, inventaram-se técnicas e foram também criados meios através dos quais a opinião pública pode ser moldada à vontade. Com a existência da máquina impressora e do jornal, telefone, telégrafo, rádio e aviões, pode-se disseminar conceitos rapidamente, e até instantaneamente em todos os Estados Unidos." (Bernay ainda não tinha visto como é que a televisão, que veio depois, faria esse trabalho muito melhor.)

"A manipulação consciente e inteligente de hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante numa sociedade democrática. As pessoas que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade são um governo invisível, que é o verdadeiro poder governante no nosso país."

E para apoiar a sua posição, Bernay citou o artigo de H. G. Wells publicado no New York Times. Wells apoiou entusiasticamente a idéia de meios modernos de comunicação que "abririam um novo mundo de processos políticos que permitiriam que o desígnio comum fosse documentado e apoiado contra a perversão e a traição" (ao governo invisível.)

Continuando com as revelações no livro Propaganda:

"Nós somos governados, nossas idéias são moldadas, nossos gostos são formados, nossos conceitos são sugeridos, principalmente por homens dos quais nunca ouvimos falar. Qualquer que seja a atitude que alguém decida tomar contra esta condição, mesmo assim é um fato que em praticamente cada ação que tomamos na nossa vida cotidiana, quer seja no campo político ou dos negócios, na nossa conduta social ou na nossa ética, somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas, uma fração mínima dos nossos 120 milhões que entendem os processos mentais e os padrões sociais das massas. Essas pessoas que mexem os pauzinhos são as que controlam a mente do povo, as que controlam as velhas forças sociais e inventam novas maneiras de restringir e guiar o mundo."

Bernay não leve coragem de revelar ao mundo quem eram os "eles" que "mexem os pauzinhos que controlam a mente do povo...", mas neste livro nós estamos compensando esse lapso intencional da parte dele revelando a existência desse "grupo relativamente pequeno de pessoas", o Comitê dos 300.

O governo invisível do Comitê dos 300 exerceu uma tremenda pressão nos Estados Unidos para mudar o seu modo de agir - para pior. Os Estados Unidos são o último reduto da liberdade, e a menos que nos tirem essa liberdade o progresso para o Governo Mundial será consideravelmente retardado. Tal trabalho é algo de proporções imensas para o Governo Mundial, exige muita habilidade de organização, controle de governos e suas políticas. A única organização que poderia ter assumido esta tarefa monumental com alguma esperança de êxito é o Comitê dos 300, e acabamos de ver até que ponto ele chegou, quase obtendo o êxito total.

Acima de tudo, a batalha para superar isto vai ser uma batalha espiritual.

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