quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

NUNCA SE CASE COM A MIMADA OCIDENTAL.

RAZÕES PARA NÃO SE CASAR COM A MIMADA OCIDENTAL (PRINCIPALMENTE A BRASILEIRA).

Pelo menos em relação à esmagadora maioria das mulheres ocidentais atuais (poucas são ainda mulheres decentes), não é recomendável casar-se com a mulher mimada ocidental, doravante denominada "mimada", principalmente a brasileira, nem ter qualquer tipo de relacionamento com ela.

Vejamos o que aguarda o desavisado noivo e futuro marido.

1. Ela mente e finge ser o tipo de mulher que ele admira. 

Isso já seria motivo para declarar a nulidade ex tunc do casamento, civil ou religioso: afinal, ele não está se casando com a pessoa  que ele pensava que ela seria, não com quem ela realmente é (erro quanto à pessoa). 

Depois de casados, ela "muda": simplesmente passa a ser quem ela é. Enganou o infeliz. Mentiu. Fraudou. Usou de má-fé. 

Ele nunca teria se casado com tal tipo de pessoa. Nenhum homem aceitaria se casar e entregar seus bens, sua liberdade e sua vida a uma bruxa daquelas. Ele pensou que se casara com aquela moça maravilhosa, aquele anjo. Mas apareceu aquele demônio dentro de casa e ele se perguntou onde foi parar aquela pessoa angelical...A mimada fingiu e o enganou. Se um homem fizesse isso, seria taxado de psicopata; mas como foi uma mimada que o fez, ELE será taxado de idiota e imbecil.

Depois do nascimento do filho (=refém em uma ação judicial de divórcio ou de pedido de alimentos para extorquir bens do desavisado ou confiscá-los), fica pior. Um processo de desapropriação ou de confisco de bens se entender bem o que escrevo.

E aí, quer perder seus bens e sua liberdade? 

2. Ela não aceita o marido como ele é. 

Tenta mudá-lo e faz o inferno dentro de casa para que ele se adapte às exigências da "linda". Depois que se torna o efeminado domado por ela, leva um pé no traseiro e/ou um par de chifres na cabeça. 

Ela gosta de homem submisso, capacho, serviçal dentro de casa: acabou a liberdade, o direito à livre-expressão; começou o dever de ouvir tudo calado (só ela pode reclamar ou argumentar). E ainda se arroga a especialista em comunicação e em empatia! 

Ele tem as opções de aceitar isso e viver um inferno para contentar uma pessoa mimada e insaciável,  ou recusar-se a cumprir o papel de idiota e: 

a) viver o inferno e todas as sabotagens inerentes a tal tipo de convivência (privação de sono, tortura psicológica, agressões verbais - ou até físicas, sabotagens de sua vida profissional, "greve de sexo" - o que é nada comparado com o terrorismo psicológico, etc.) ou

b) largar tudo isso e seguir a vida adiante com o que sobrar dos bens - e sem tais companhias (alguns homens caem na fraqueza de procurar outra - uma imbecilidade tentando consertar outra - pecado do adultério).

Mas ela não gosta de homem submisso para satisfazê-la. Muitas levam uma vida paralela (sim, adultério!) ou procuram outro(s) depois de tudo terminado (sim, adultério também!). Os cafajestes ocasionais sem estabilidade psicológica são os preferidos. 

Homem submisso é tedioso, não dá emoção, coisa que os cafajestes sabem fornecer muito bem. A mimada ocidental é viciada em emoções e sensações. 

Uma vida matrimonial honrada não é lugar para esse sobe-e-desce de sensações, mas, sim, um lugar para estabilidade e serenidade necessárias para haver uma família estável e para edificar pessoas mental e moralmente sãs.

Homem responsável, honrado, esforçado, disciplinado é tedioso, é só um provedor (se for submisso à tirania dela, melhor ainda); o que satisfaz os delírios emocionais ou sexuais é sempre o homem instável, imoral, lascivo, violento e irresponsável. 

Isso demonstra que a mimada não entende e não aceita a natureza, nem a masculina e nem a feminina. 

É patente a crise de identidade e a confusão de conceitos! 

Parabéns à pseudo-psicologia da Escola de Frankfurt e ao marxismo cultural gramscista pelo ótimo trabalho de implosão social!

Seria um fruto do igualitarismo? Dos direitos humanos criadores de gente mimada, ingrata e sempre insatisfeita? Do libertarismo anti-hierárquico? Do satanismo ateu? Ou tudo isso junto sob o nome de feminismo? 

Seja bipolar e terá sempre um harém ao seu redor. Afinal, mimada  nenhuma respeita homem que a trate com respeito - a baixa estima e o masoquismo da maioria delas sempre as colocam sob as botas de alguém que as trate como acham que mereçam ser tratadas (= como uma vadia sem qualquer valor).

Respeito, para elas, significa ter medo - se ela não teme seu marido desequilibrado ou suas reações malucas, ela não respeitará um homem honrado, que é equilibrado, estável e amoroso. Por isso é que muitas mimadas reclamam de seus maridos: se eles são gente de bem, elas reclamam que eles não lhes dão "emoção", "não têm atitude"; se são cafajestes, reclamam também porque eles são o outro extremo - são a dureza sem a suavidade. Ela gostaria de uma oscilação entre ambos. Ela não sabe que só um bipolar oscilaria assim. O homem tem uma natureza mais estável, para o bem ou para o mal, e menos instável do que a da "linda".

Elas gostam de escolher psicopatas igualmente mimados para formar um casal. Esses caras é que são os bons para elas. Pelo menos enquanto conseguirem suportá-los. Depois, arrumam um "bonzinho" para curar suas feridas emocionais e...castigá-los numa forma de projeção psicológica, como uma forma de vingança contra o ex-.

3) Ela é uma péssima mãe.

Ela não cuida da educação dos filhos e não permite que o pai intervenha nesse processo (apenas quando assume que perdeu o controle sobre os filhos e que estes estão praticamente perdidos para o diabo). Sinal de que recorre a uma força superior à sua. Onde está a igualdade? Onde estão as "empoderadas"?

Pai, para elas, é um provedor, não um sócio necessário para interpretar e aplicar a vontade de Deus à vida familiar para administrar um lar e educar os filhos. Pai é desnecessário para ela.

A maioria dos criminosos, calhordas, feministas e vadias de todo o gênero não tiveram um bom pai presente em suas vidas. O pai é o guia espiritual, profissional, intelectual, religioso duma família. Famílias cujos filhos são desorientados nessas áreas não tiveram pais equilibrados ou bons orientadores presentes na vida familiar (se é que tiveram alguma figura paterna na vida...). 

A quase totalidade das feministas tiveram pais canalhas ou difamados (transformados em canalhas) pela propaganda vitimista da mãezinha mau-caráter e mimada. Feministas têm problemas com seus pais. 

A mimada acha que a casa e os filhos são só dela. O lugar do marido é na rua, trabalhando ou em perigosos divertimentos (praticamente atira o marido ao bar, ao invés de atraí-lo ao lar - piorando a situação moral do homem ao atirá-lo a vícios e aos braços de outras mimadas oportunistas e interesseiras, verdadeiras prostitutas amadoras). A mimada impõe a família matriarcal, que se transformará na família "filiarcal", onde o poder é exercido pela tirania dos filhos mimados sobre a mãe e desta sobre o pai. 

Os filhos ficam distanciados física e emocionalmente do pai, que deveria ser o modelo moral e o discurso de sabedoria em casa.  Ela os manipula para serem aliados na campanha de tormentos ao marido para obterem os mimos que acham merecer. Então, o pai se afasta para se dedicar a algo que não seja sabotado, bem longe de casa e durante a maior parte do tempo, para a alegria da vaidosa esposinha. 

(Muitos pais mimados já empurram tudo isso para cima das esposas porque foram criados por mães mimadas e esse foi o modelo familiar em que foram criados.)

Como não pode conviver com os filhos e nem abrir a boca dentro de casa, as futilidades, o hedonismo, a preguiça, o mundanismo, as frescuras e péssimos hábitos e influências são cultivados no lar pela "rainha". 

Não é à toa que o brasileiro médio atual (em sua maioria) é um tipo preguiçoso e mau-caráter, já que foi criado nesse tipo de lar. Exceções honrosas à parte!

Ela não é capaz de cuidar nem da alimentação ou dum vestuário decente para os filhos. Muito menos para o marido. 

ENTENDA: MARIDO, PARA ELA, NÃO É PARENTE (ditado muito comum entre as mimadas). Família, para ela, é mamãe, papai, irmãozinhos e filhinhos. Só. Marido não é parente. Basta ver como as mimadas pouco se abalam em separações ou viuvez, ao contrário do que ocorre com os maridos (e depois, nas próprias mentes distorcidas das mimadas, elas argumentam uma pseudo-fortaleza e pseudo-superioridade moral sobre os homens, quando, na verdade, não são tão afetadas assim por tais ocorrências, pois sofre mais quem mais se envolve e se compromete com algo). 

Compare a discrepância entre a paciência, a dedicação e o amor dedicados ao grupo que ela considera uma família e aquilo que ela oferece ao marido (a menos que dependa do marido - é preciso garantir o bem-estar dela e o dos filhos).

Aliás, mãe, para ela, é parir para se sentir uma fêmea realizada biologicamente. E mostrar isso para as "amigas" igualmente mimadas. Mãe, para ela, não engloba a maternidade moral ou espiritual. Ela empurra isso para a escola, que não suprirá essa necessidade. 

Os jovens adquirem péssimos hábitos alimentares (a obesidade infanto-juvenil e outros distúrbios só crescem) e de sono (os professores que tentam ensinar a zumbis sonâmbulos nas escolas que o digam), e as crianças são ensinadas a se vestirem como bandidos (meninos) ou como prostitutas (meninas). 

Depois, ninguém consegue mudar seus hábitos. 

Músicas diabólicas e outras influências nefastas são escancaradas para os filhos (as  mãezinhas mimadas liberam geral a TV, a internet, os shows, as festinhas, etc) , já que hierarquia, respeito, decência, modéstia, boa moral, limites, disciplina, bons hábitos de vida, etc são vistos como problemas psiquiátricos pela maioria dos brasileiros

Ser anárquico é que é a virtude para as mães mimadas brasileiras. E são as mesmas que reclamam da bagunça do país...

Tente impor alguns limites e você testemunhará a fúria delas e de seus apoiadores (ONGs feministas, a engrenagem repressora estatal, partidos socialistas, a ONU, a mídia, o aplauso dos idiotas-úteis, etc.).

É esse tipo de mãe que você quer para seus filhos?

4) A mimada ocidental (brasileira, em particular) tem uma crise de identidade.

A mimada não sabe o que quer e nem o que ela é. 

Como se casar com uma pessoa que não sabe se situar como mulher, e muito menos como cumprir funcionalmente seu papel de esposa ou mãe? 

Algumas acham que devem se tornar uma espécie de "hominho", e que seu marido e seus filhos homens deveriam ser umas "mulherzinhas", submissos à vontade tirânica dela. E a filhinha? Essa tem que ser a "poderosa", tão arrogante quanto a mãe, ou mais do que ela. O diploma universitário da "princesa" estará garantido pelo sacrifício de todos. Se os irmãos quiserem o mesmo, que trabalhem e se virem. Isso é o feminismo: privilégio para as "lindas" e ódio contra eles.

Mas, na hora do aperto, querem que os "mulherzinhas" virem "homens de verdade". Mas eles perderam a prática (eles não podem se comportar como homem em casa e nem no trabalho, cada vez mais ocupado pelas mulheres e modificado segundo os caprichos feministas, senão serão identificados como "opressores machistas e violentos" , "psicopatas nazistas", "trogloditas" - é melhor agir como... "mulherzinhas" mesmo); que as mimadas chamem um "homem de verdade" na construção mais próxima. 

Algo meio psicótico isso, não? No mínimo, humilhante.

Elas querem fazer coisas de macho violento e inconsequente (observe que o modelo de masculinidade, para elas, é do bruto irresponsável, facilmente encontrado em prisões ou bares mal-frequentados - ou seja, homem de bem e honrado é igual a tronco de árvore, pois ninguém nem percebe que existe): lutas, alcoolismo, baladas loucas, promiscuidade, bocas sujas, arrogância, ausência de limites de qualquer espécie (principalmente morais), etc. 

Mas basta uma situação que exija alguma atitude honrada masculina (força, resiliência moral ou física, lealdade, coragem, abnegação, sangue-frio e equilíbrio emocional, vida austera, etc) e você verá uma covarde em fuga. Querem ser homens sem virar homem. Loucura pura. 

Outras acreditam que ser mulher é consumir produtos de beleza e lucrar com favores sexuais. 

Impeça uma mimada de consumir tais produtos (cosméticos, joias, bolsas, sapatos, roupas, cabeleireiro e manicure - ou publicações que as exibam) ou de receber atenção masculina - para obterem favorecimentos ou um simples afago no ego vaidoso - e você verá a mimada entrando em parafuso emocional e em uma crise existencial. 

Vida moral e espiritual sérias nunca serão encontradas entre tais pessoas. Sempre serão farsas farisaicas, cripto-liberais, "túmulos caiados" e antros de podridão. As paróquias atuais, que parecem um jardim de infância de tanta futilidade, estão dominadas por essas cripto-liberais.

Por isso, incentivamos os homens a pararem de alimentar frescuras e vaidades femininas (seja por simples elogios, cantadas ou até tê-las como companhia ou em alguma forma de relacionamento). Não permitam que suas filhas se tornem mimadas.

É preciso matar essa alma louca feminista e misândrica presente nos corpos das mimadas,  que envergonham as poucas decentes que ainda existem. 

Ignorem as mimadas e valorizem as mulheres de bem. Deixem as mimadas para os cafajestes (playboys mimados por outras mimadas), pois se merecem. 

Levem uma possível vocação religiosa ou sacerdotal a sério. 

Lembrem-se que o monaquismo e o eremitismo floresceram no auge da podridão do Império Romano, quando as mimadas estavam no auge de sua perversão moral. Torne-se um anacoreta urbano se puder. 

Distanciem-se das mimadas.

Enfiem a cara no trabalho. Estudem. Progridam. Usufruam seus esforços sem parasitas. 

Evitem qualquer relacionamento com elas até os 30 anos. E depois, já bem-sucedidos, escolham e não sejam escolhidos. 

E mais: não se convençam, como elas, a ter uma crise de identidade. 

Vocês são homens, ponto final. 

Um homem é um ser honrado, leal, virtuoso, dedicado às suas causas e ideais (família, trabalho, sociedade, pátria, Deus, etc.). 

Ser um "vida louca" promíscuo  e imoral não faz você ser um homem; faz você ser um candidato sério ao inferno.

5) Por essas mimadas serem pessoas sem disciplina e sem virtudes, o homem estará lidando com uma desequilibrada pronta a colocar tudo a perder por um "dá cá aquela palha". 

Basta ver os ataques de frescuras e de agressividade gratuita nos lares e nas ruas do Brasil. Quanta "atitude"!!!

Contrariar uma mimada é um crime punível com a morte ou o confisco de bens, ou por penas determinadas por leis imorais impostas por políticos pilantras e seus financiadores, banqueiros e suas fundações e ONGs. 

Elas destruirão seu lar, você e sua família se elas se sentirem contrariadas e se perceberem que podem lucrar com isso (nosso sistema jurídico misândrico e feminista já garante isso, sem contar o apoio da mídia e dos idiotas que ainda acham que as mimadas são o único bastião de virtudes - e as mimadas creem nisso!). 

Afinal de contas, para isto é que serve uma mimada: destruir lares, famílias, sociedades e sua sanidade mental. 

Elas foram criadas pela Escola de Frankfurt (pseudo-psicologia moderna; aulas  de pseudo-ciências políticas, filosóficas e sociais; e meios de comunicação social através da imprensa, de filmes ou séries feministas) e pelo marxismo cultural gramscista para destruírem tudo e abrirem caminho para a "nova ordem mundial" imposta pelo Anticristo sem resistência moral.

Lembre-se de que a maioria dos pedidos de divórcio são feitos por mimadas, na maioria dos casos, por motivos os mais fúteis possíveis (exceção para casos patológicos, como agressões, que não são a maior parte dos casos - pergunte a qualquer advogado de direito de família que ele confirmará isso). A causa principal: a vida ficou mais difícil! Ela tem que dar duro! Ela achou que só o marido é que tem que passar por dificuldades, mas ela, não!!! Ora, não é uma sociedade matrimonial? A sorte é a mesma! Por isso, há a expressão "consorte"...

A mimada não foi educada para perseverar no bem. Isso basta como argumento.

Seu lar será uma instituição instável e frágil, sujeita aos humores e aos caprichos das mimadas. Para que entrar nesse tipo de sociedade?

6) Você nunca conseguirá conversar, discutir e argumentar de modo lógico e civilizado com uma mimada.

Assim que a mimada percebe que a argumentação dela não tem qualquer base moral ou lógica, ela começa a insultar o argumentador ou a afirmar que as coisas devem ser do jeito dela simplesmente porque a vontade dela ditou que sim. Isso ocorrerá a partir dos primeiros 2 a 3 minutos de conversa. 

Uma criatura que não sabe nem justificar moralmente seus  motivos e nem guiar-se pela lógica no pensar ou agir não passa de uma criança irresponsável e deveria ocupar o lugar que merece, não o que deseja, numa sociedade familiar. Ou seja, deveria ficar debaixo do mesmo teto do papai e da mamãe que a mimaram. 

Quem argumenta como uma mimada não passa duma calhorda mau-caráter. É uma filha do demônio!

Lembre-se: para argumentar com ela, concorde e amplifique a argumentação dela para que a imbecilidade se torne mais patente. 

Por exemplo: "claro que não ajudo você - cozinho, ajudo na limpeza, compro coisas para casa, levo as crianças à escola, trabalho muito e economizo tudo o que posso, etc; se eu fosse um alcoólatra perdulário, um frequentador de bordéis e de bares, e se eu vagabundasse é que eu ajudaria você". 

Então, sua sina é ficar mudo e dominado? É matar um leão por dia em casa? É isso que você quer?

7)  A mimada encara o matrimônio como uma "promoção" ou uma forma de tornar a vida mais fácil e mais confortável, uma "aposentadoria".

A maioria das mimadas não se casa por amor. 

Aliás, nem sabem o que é amor. Para elas, é algum delírio emocional ou sexual, não o amor caridade ("amar, respeitar, ser fiel para sempre nas alegrias e tristezas"). Se elas sentirem algum delírio desses por algum cafajeste de beira de calçada, ela acaba na cama com ele. Várias vezes se necessário. Com vários deles se quiser - o único motivo para a mimada é a própria vontade.

A mimada acha que a vida familiar sob os pais é uma prisão, ou um emprego. E querem posar de filhinhas amantíssimas com um bom motivo para sair de casa: 

"Papai, mamãe, não estou saindo de casa porque odeio vocês e a 'tirania'  que exercem sobre mim (= alguma disciplina e ordem, algo insuportável para qualquer feminista mimada)

Nem vou arrumar um emprego decente noutro lugar (=porque não desgrudo da mamãe) e alugar, ou comprar, um imóvel (=sou uma consumista irresponsável que não consegue guardar dinheiro para isso) para levar uma vida independente, o que me fará parecer uma vadia promíscua (=tem tudo do bom e do melhor com a mamãe, só vai sair se for para...dar..."um aumento de atividade sexual"). 

Vou sair de casa porque vou me casar! (=não quero parecer ser uma vadia)" 

Oohhhh! Que meiguinho!

Um sacrilégio contra o sacramento do matrimônio! Ela se casou para sair de casa e se dar bem, não para criar uma família! Porque se levar uma vida mais dura, ela larga tudo e volta para a vida de princesa!!! Um verdadeiro rato de porão de navio!!!

Ela se casa para sair de casa, ou seja, para abrir seu próprio negócio como sócia parasitária de algum imbecil (o homem de bem e de bens); ele passará a ser tratado como escravo e contribuidor majoritário, mas com uma mínima participação nos lucros e uma máxima participação nos prejuízos. 

É a "aposentadoria sentimental" (ou sexual, ou afetiva, sei lá) - hora de levar uma vida mais pacata...menos baladeira... (se é que se acostumará a isso sendo treinada a vida inteira na promiscuidade, nas orgias, nas farras, na indisciplina, na preguiça, nos vícios e nos desvios de caráter, na vontade própria arrogante, etc). 

O tempo está passando e arrumar homem está ficando difícil para quem passou dos 25 ou 26 anos de idade. É melhor ficar com esse imbecil que está ao seu lado mesmo...antes um pardal na mão do que dois canários voando... Ela escolhe para marido justamente o tipo de homem que ela despreza.

Se a "empresa" não der os lucros esperados, ela acaba com a sociedade e quererá ficar com a maior parte dos despojos (nem sempre consegue - a não ser que o outro sócio deseje ficar livre rapidamente dela e retomar sua paz de espírito). Mesmo contribuindo com o mínimo. Simples assim.

O negócio é individualizar os lucros e socializar os prejuízos, algo parecido com o que fazem nossos políticos contemporâneos em sua maioria. Uma fraude. 

Afinal de contas, quantas vezes ouvimos algum papai ou mamãe dizendo que "não criaram suas filhinhas para levarem essa vida difícil"? 

"Vida fácil" sempre foi sinônimo de prostituição ou crime...

Então deveriam tê-las criado para ganhar a concorrência na caça ao milionário ou bilionário (100% das mulheres atrás de 0,001 % dos homens ou menos - bem difícil!), os quais gostariam de se casar com damas, não com prostitutas (que eles conhecem muito bem e que só servem para relacionamentos, digamos, "comerciais" - aliás, muitos deles adoram consumir esse tipo de "produto", e talvez não sejam exatamente o tipo de marido fiel, pois continuarão com esse vício após o casamento; mas quem se importa com isso quando se casa com um "homem de bens", e não um homem de bem?). 

Essa é a mimada, a feminista "empoderada"!!!

No meu tempo, "mulher de vida fácil" era o que chamamos hoje de "profissional do sexo". É para isso que os paizinhos mimadores criaram suas filhinhas mimadas, para lucrarem o máximo investindo o mínimo? 

Concluindo.

A família brasileira é disfuncional, e a sociedade brasileira se tornou disfuncional por isso. Os cidadãos brasileiros, em sua maioria, são um bando de mimados disfuncionais. 

Uma nação de mimados não progredirá e não subsistirá, pois será tragada por nações mais organizadas e menos mimadas. Virarão escravos, zumbis entupidos de remédios psiquiátricos ou de drogas ilícitas.

A solução está numa conversão universal de toda a nação. Somente o modelo cristão de família forma o indivíduo funcional. 

Ah, você não sabe qual é o modelo cristão de família?

Aprenda isso num bom Catecismo. 

Sugiro também a Sagrada Família como modelo. 

As Cartas do apóstolo São Paulo a Tito e aos Efésios (principalmente seu capítulo 5) têm muito a ensinar...

"Arrependei-vos e convertei-vos".

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