terça-feira, 15 de setembro de 2015

COMO O DIABO INFLUENCIA AS PESSOAS.

 CONFISSÕES DO DEMÔNIO A UM SACERDOTE - O batismo e a confissão são o pior para nós. Caso verídico de um exorcismo em que o demônio foi obrigado a falar 
  
Estes trechos são parte de um sermão de três horas que o demônio fez através da pessoa de M.A.W., de Bondorf – Floresta Negra (Alemanha) no ano de 1910. O demônio repetiu muitas vezes, muitas vezes, três a quatro vezes, assim facilmente podia anotar tudo. Dezessete (17) pessoas assistiram esta cena e ficaram estarrecidas com estes acontecimentos e, com as assinaturas de todas, tudo foi examinado e aprovado. Isto prova o grande poder do espírito das trevas.

DEMÔNIO: - Eu tenho que falar, devo falar...

EXORCISTA: - Diga somente aquilo que Deus te ordenou a falar. Aquilo que Deus não ordenou a revelar não diga, sobre o resto cala-te! (Estas palavras o sacerdote repetiu muitas vezes). 
  
DEMÔNIO: - Eu tenho que falar. Aquele lá de cima me ordenou que te contasse (tudo), como nós enganamos os homens, como seduzimos os homens deste tempo. Nós inspiramos os homens. Nós dizemos aos homens: “Não é assim como os velhos falam, como ensinaram e acreditaram. Bobagem, incrível – que bobagem, tudo bobagem! A verdadeira religião não é assim como os velhos dizem. Vocês precisam ouvir somente o que a razão diz. 
  
O que a gente não pode compreender não precisa acreditar, não precisa acreditar, não precisa”. Quando falamos assim eles se afastam da verdadeira religião, afastam-se da revelação e fazem uma religião para si, uma religião deles. Ha, ha..., então é fácil incutir neles: “Deus não existe, Deus morreu, morreu, que Deus existe isto é crença de mulher velha. 
  
E o que mais inspiramos aos homens: liberdade é tudo, tudo – juntar dinheiro, riquezas, prazeres, alegrias, gozar a vida aqui na terra”. “Liberdade! – fazer o que quero – Liberdade. Ha, haaaa... 

E tenho que falar – a respeito da Grande Mulher (Mãe de Deus) – a respeito da veneração à Grande Mulher. Nós dizemos aos homens, inspiramos aos homens, Haaaa...: - O que adianta tudo isto? Ela não é essencial. Vocês precisam concentrar-se no essencial da religião. Ela não é essencial”. 
  
Estes homens bobos não compreendem que com isso – deixando a Veneração à Grande Mulher – perdem justamente o essencial. Estes homens tolos não sabem como “Aquele lá de cima” – o Altíssimo – a ama. Ele a ama como a si mesmo. Sim, sim, uma única palavra que Ela fala ao Altíssimo já é atendida – tudo o que Ela diz se realiza – tudo – tudo o que Ela pede se realiza... 
  
O TERÇO – é a oração mais forte e mais nobre.
Uma única Ave-Maria tem poder, poder... Uma única Ave-Maria até o purgatório, o lugar do sofrimento... Quando um homem diz: Ave-Maria – a Grande Mulher se alegra, e como se alegra – e nós huuu levamos um susto, susto, susto! Mas nós trabalhamos e inspiramos e cochichamos nos ouvidos dos homens: - o Terço não adianta – é rotina – é costume, é tagarelice – vocês precisam rezar outras orações, outras, ouviram, outras... O Terço é um terror para o inferno. 
  
Também o escapulário... 

Nós dizemos aos homens: - O que adianta esses pãezinhos, pãezinhos (hóstias) – nós temos a tarefa de destruir tudo isto, tudo isto, é nossa obra, nossa, nossa... 

Nós inspiramos aos homens dizendo: - Os dias de festas??? Ha, ha, dias de festa??? Estes dias de festa devem desaparecer! Sim, desaparecer... Ou mudar tudo – os dias de festa que não conseguimos destruir – apagar – devem tornar-se dias de abundância, dias de esbanjamento... Para nós é melhor que estes dias não existam. 
  
Porque muitos iriam à Igreja – rezar – fazer adoração, fazer as cerimônias e assim iriam atrair sobre si a MISERICÓRDIA DE DEUS. Nós vamos atrás dos grandes, dos grandes, os pequenos vêm por si... Nós também dizemos que tudo é natural, natural, natural... Dizemos que o demônio não tem influência, ha, haa! – e eles acreditam tudo... Nós agora atacamos principalmente os sacerdotes e dizemos a eles: - “O demônio tem influência sobre as coisas materiais”. Mas os sacerdotes esqueceram o que ensinou a sua Santa Igreja. Não sabem mais quanto poder, quantas forças receberam na hora da ordenação e não conhecem mais que poder tem tudo, também as coisas bentas, eles não conhecem mais quanto poder elas tem, as coisas bentas por eles. 
  
Eles deveriam reconhecer isto pelo efeito que tem tais coisas bentas, quando são usadas com humildade e piedade. Nós também inspiramos que o demônio está preso numa corrente, há, há, corrente – eles acham que não podemos fazer nada – vocês sabem como somos presos??? Presos nada – nós temos liberdade, nós podemos tentar os homens, perseguir os homens... Vocês sabem por que Aquele permitiu isto? Como poderia ser glorificado seu Nome se houvesse vitória, vitória sobre nós, vitória em seu Nome. Mas o Lúcifer – sim ele está preso no inferno – até o tempo em que surgir o anti-Cristo. 
  
Na Igreja – durante o sermão nós fazemos assim: nós cuidamos que o padre pregue bossa-nova, um sermão moderno... Com os ouvintes nós fazemos assim, para os grandes dizemos: - “O que, você vai escutar o sermão??? Você já sabe tudo isto – tudo você já sabe, melhor do que o padre... Você sabe o que deve fazer... E não é bem assim como o pregador diz... Com o povo simples nós fazemos assim: Pois quando os homens escutam o sermão com humildade e quando estão preparados para entender tudo – isto seria para eles – para eles de grande vantagem – e para nós isto seria prejuízo... Você nem calcula quanto prejuízo é para nós um bom sermão... Huiiii – Eu tenho que falar – falar. 
  
Quando os homens se reúnem para adorar “Aquele lá de cima” – então os anjos deles também se reúnem e se alegram – alegram, mas nós não podemos chegar perto – anjos, anjos... Mas quando os homens se reúnem por nós, em nosso nome, então nós nos alegramos quando criticam, criticam... nós nos alegramos, mas os anjos se afastam... Você deve saber que todo homem tem um anjo, sim um anjo... O anjo está sempre à direita, à esquerda nós, sempre ao lado... O anjo quer levar o homem ao caminho do bem, mas nós o tentamos, conquistamos... Quando nós conseguimos conquistar o homem, então o anjo sai, mas depois ele volta – ele faz tudo para levar o homem de volta ao bom caminho. Anjo, anjo... E quando o homem segue o bom caminho, aceita o conselho do anjo então o anjo nos manda embora e nós temos muito medo dele... Mas apesar disto nós não desistimos logo, nós rodeamos o homem e procuramos jogar as nossas redes sobre ele... Mas a Grande Mulher nos prejudica muito. Nós também fazemos nossa reunião, somos muito numerosos. 
  
Você deve saber que também sabemos pensar como você e quem de nós tem a opinião melhor – esta aceitamos. Quando os homens fazem reunião e não rezam e não tem fé, então o lucro é sempre nosso. Mas quando começam a reunião com Deus, então a obra é de Deus. 

O Batismo e a Confissão é o pior para nós. Antes do Batismo temos muito poder sobre as almas, mas no Batismo ela é arrancada de nossas mãos. Pior ainda é a Confissão, porque lá nós já não temos tudo em nossas mãos, em nossas garras e por uma boa confissão tudo é perdido, tudo é arrancado de nós... Mas nós inspiramos os homens dizendo: - O que? Você quer confessar? O que você quer dizer a um simples homem, homem como você? Ele é bem igual a você..... Ou nós inspiramos tanta vergonha, que já não é capaz de falar... Mas quando o homem vence a vergonha então está perdido para nós... Começa o horror para nós... 
  
Quando o homem está na hora da morte, estamos presentes, sempre são muitos de nós que vem... Então mostramos a ele seus inumeráveis pecados, mostramos todo o tempo que perdeu em ninharias, falamos da justiça de Deus, da severidade d’Aquele lá de cima – fazemos de tudo para deixá-lo confuso e para que fique com medo, com horror... e ele não tem coragem de arrepender-se... e depois choramos e gritamos para que ele não ouça o que os outros dizem. Mas quando vem a Grande Mulher – num só instante devemos desaparecer. Ela vem e cuida do seu filho. O homem é aliviado e Ela toma a sua alma e a leva até o Céu. E no Céu tem muitas alegrias e festa... Quando levamos uma alma para o inferno, os diabos também fazem festa. No momento que a alma se separa do corpo ela é julgada. Vocês não sabem e não podem imaginar como é isso – nós o sabemos muito bem, mas para vocês isto é incompreensível... Tenho que falar, tenho que falar... 
  
Tenho que contar do nosso caso. Foi a vaidade que nos levou a este estado, foi a vaidade que nos tirou lá do Céu... Huuuuu! Não existe nenhum homem nesta terra que já não foi atacado pela vaidade. Os homens são assim: quando fazem alguma coisa boa, querem que todos os homens o saibam e vejam... Eles não reconhecem que aquilo que fazem é Obra do Altíssimo. Tenho que falar, tenho que contar das alegrias do Céu para vocês. Huuuu! Para nós não há mais esperança! Eternamente sem esperança! A maior alegria do Céu é de contemplar a face de Deus. Escuta, escuta bem (diz, chegando perto do sacerdote), escuta o que digo: se pudesse só por um pouco de tempo contemplar esta face, aceitaria passar por todos os tormentos que existem (isso foi dito com tanta dor, que as palavras me penetraram pelo corpo e pela alma, estremeci, disse o sacerdote). 
  
Tenho que falar, tenho que contar dos nossos tormentos. Os homens acham que é o fogo que nos atormenta. Sim, sim, é fogo, fogo, mas um fogo de vingança. Você sabe qual é o tormento maior no inferno? A ira do Altíssimo! Você não pode imaginar como Ele é terrível na ira, como nós o experimentamos e o temos continuamente em nossa frente, diante dos nossos olhos... Aiiii de nós! Também tenho que dizer como o pecado é horrível... Se vocês pudessem nos ver... Ai de nós. Podemos somente pecar, pecar – somos monstros – mas o pecado é mais horrível - é muito mais feio do que nós... Temos o poder de tentar todos os homens, fazê-los pecar, só a Grande Mulher não, Aquele lá de cima nos proibiu de tocá-la, mas aquele que d´Ela nasceu, nós tentamos, sim, nós tentamos, você sabe porque? Para vocês terem um exemplo, um modelo de como se luta contra nós. Haaaa... Não foram os judeus que o mataram, fomos nós, nós, nós. 
  
Nós entramos nos judeus e conseguimos maltratá-lo, soltamos todas nossas fúrias, toda a nossa raiva, matamos Aquele. (O sacerdote ressalta: com estas palavras o demônio, através da pessoa, mostrou uma alegria, uma satisfação tão grande, tão feia que quem não viu não pode imaginar tal risada...). Você sabe que na hora da morte d´Aquele ainda ganhamos uma alma? O sacerdote respondeu: - A alma do bom ladrão você não ganhou. E o demônio: - Sabe por quê? Por causa d´Ela que estava aos pés da cruz. (Havia um motivo, mas o sacerdote não anotou e esqueceu).

Continua o demônio: - Com os jovens nós fazemos assim: cuidamos que um desperte o amor no outro. Eles acham que não há nada de mal... não sabem como se expõem ao perigo e como facilitam o nosso trabalho... Em geral cuidamos que o homem se torne preguiçoso e se afaste do bom caminho, até que por fim chegue a dizer: não quero rezar, não tenho vontade, não vou à Igreja, estou cansado demais... Não quero jejuar, sou muito fraco para viver uma vida assim. 
  
Também cuidamos para que tudo agora seja provado pela ciência, para que tudo tenha fundamento científico. Isto também é nossa obra.
Quando o homem levanta de manhã cedo e não inicia o dia com a oração e com a boa intenção, o dia é nosso. Se o homem começa o dia com a oração, está perdido para nós. Tenho que dizer também o que é assim – e assim (a pessoa imita o sinal da cruz) – é um horror para nós. Inspiramos os homens e dizemos: Que adianta tudo isso? Isto é água como a outra água, água qualquer (água benta); isto é pão como o outro pão (referindo-se à Hóstia) e sal, também não é o melhor (do sal bento para as cerimônias). Nós dizemos: é bobagem, tudo bobagem. Olha você (dirigindo-se ao sacerdote), a água apaga os pecados veniais, sim, os veniais... Ó se eu pudesse ganhar uma só gotinha, uma só gota, o que não faria!...? Agora teria arrependimento, mas é tarde, é tarde, não há mais esperança. Aiii de mim! Se vocês soubessem que grandiosidade é o sacrifício (Missa)! 
  
O sacrifício que é feito pelo filho d’Aquele lá de cima, em nome d’Ele, vocês participariam bem diferente neste sacrifício que estão participando agora. É o sacrifício mais sublime, é o maior sacrifício. Oh, se eu pudesse participar num só sacrifício, se pudessem nos dar o valor de um só destes sacrifícios... Se vocês soubessem o que é para as vossas almas, o lucro, quando vocês meditam, contemplam o sofrimento e a morte d’Ele... Quem o contemplar, quem se abrigar em suas chagas, nunca mais... Por que vocês não contemplam mais a grande bondade do Altíssimo? Vocês cometem milhões de pecados, sim, vocês engolem os pecados como se fossem água. Mas quando fazeis penitência, então Ele perdoa e vos aceita novamente. Um tal... Vocês tem um tal... (A palavra foi mal pronunciada). Nós cometemos um só pecado, só um, e fomos condenados. 
  
Vocês sabem por que os primeiros homens não foram condenados também? Porque não conheciam o céu, é por isso? Se vocês soubessem, se vocês soubessem, se pudessem ver quantos diabos os cercam... Vocês estariam perplexos... Se também agora sou obrigado a dizer tudo isso, então todos os outros meus companheiros, junto comigo, trabalharemos para destruir tudo o que revelamos a vocês. Esconderemos tudo, faremos com que vocês esqueçam de tudo e procuraremos vocês em toda a parte para confundir seus pensamentos, para tirá-los do bom caminho e lançá-los no abismo do inferno, do pecado. 
  
Quando vocês se reúnem, nós também aparecemos em grande número e fazemos tudo para que a reunião não tenha efeito, para que seja monótona, para que não haja vida... Mas quando alguém diz “em nome d’Aquele que está no céu” e ainda faz assim, assim e assim (sinal da cruz) então devemos fugir, fugir no mesmo instante, podemos só olhar de longe, observar o que vocês fazem. Vejam, assim treme o inferno, quando vem uma ordem d’Aquele lá de cima. Devemos fugir (enquanto o demônio disse assim, produziu na pessoa um tremor que não se pode imitar e seu rosto cobriu-se com pelos. Era horrível de ver...). Depois ele disse: vocês podem ganhar a alma dos maiores, é só fazer assim e assim (sinal da cruz). Quando vocês têm muita fé, nós devemos nos afastar. Assim vocês poderiam ganhar muitas almas e para nós estaria tudo perdido. 
  
Quando vocês todos fazem assim e assim, devemos nos calar. Por que você começou tudo isso?  Por que você me pergunta? (Ao sacerdote) Eu sei, você não queria fazer isso, nós que judiamos bastante de você, não é? Mas é Aquele lá de cima que te inspirou e te ajuda. Oh! Vamos judiar muito de você, mas enquanto você conservar a fé, então vencerá. 
  
Nesse momento o sacerdote disse ao demônio: - “Sim, em nome de Jesus devemos lutar”. O demônio respondeu: - “Sim, e você sabe como se pronuncia este nome? Olha aqui, deve-se pronunciar este nome assim (a pessoa ajoelhou-se no chão e disse), assim deve-se pronunciar este nome, pois sem devoção e respeito não se deve pronunciá-lo, não se deve desonrar o nome... Com isto o demônio calou e a pessoa voltou a si, recebendo de novo o domínio sobre os seus sentidos. O sacerdote quis dar uma explicação a outras pessoas que também estavam presentes, mas o demônio voltou e continuou a falar. Preciso ainda dizer alguma coisa... O Anjo assim ordenou. 
  
Vocês devem se esforçar e viver sempre unidos, unidos, unidos, unidos, ouviram? U n i d o s ... Um deve viver pelo outro, um trabalhar pelo outro, devem comunicar-se mutuamente, falar das vossas experiências, ser família. Vocês devem ajudar-se mutuamente, um deve ajudar o outro, assim todo o inferno nada consegue com vocês, nada, nada, pois quando conquistamos um de vocês, vem o outro, manda-nos embora e se fosse somente um de vocês que se lembrasse de fazer assim, assim e assim então teríamos esperanças de vencê-los, mas onde mais de um, dois, três fazem (sinal da cruz), aí não podemos fazer nada... E se tivéssemos conquistado todos e houvesse um que fizesse assim (sinal da cruz), então este um nos mandaria embora... 
  
Vocês terão muito que suportar, sofrer e lutar, mas enquanto estiverem unidos, vencerão.
Vão lutando, vão lutando, vocês não sabem quanta vantagem e quanto lucro vocês têm... Eu tenho que falar, falar... Sim, vocês assim ganham muitas almas. Vocês não têm somente vantagem para a sua vida, mas também para a sua morte, pois na hora da morte nenhum de nós poderá se aproximar de vocês se continuarem a lutar e a sofrer assim. 
  
Neste tempo haveis de conquistar muitos irmãos; sim, em pouco tempo sereis numerosos. Não serão os grandes que vos seguirão, mas somente os pequenos, assim como o mais alto início das coisas da fé com pequenos, impotentes, assim Ele levará toda a obra a um bom fim pelos pequenos. Nós ainda vamos preparar muitas armadilhas para vós, mas quando invocais a Grande Mulher, Ela há de interceder por vós. 
 
Segurai também aquilo, aquilo, aqueles propósitos que fizeram a respeito dos santos Anjos. Então sereis vitoriosos. Vede o que o mais ‘ Alto’ faz por vocês. Ele ordena ao demônio dizer todas as verdades. Ele ordena o demônio a fazer-vos um sermão e ainda não o acreditais... Que coisa é essa, tenho que falar aquilo que me causa tanto prejuízo, tenho que revelar tudo contra a minha vontade. Ai de mim, ai de mim, não há mais esperanças para mim, nenhuma esperança, estamos todos perdidos. 
    
Ninguém pode acreditar, assim relata o exorcista, como era horrível de ouvir tudo aquilo, de ver todo aquele desespero do demônio, aqueles traços horríveis, aquele rosto desfigurado da pessoa, e os gritos de angústia que ecoaram, as queixas e aflições depois da fúria e as batidas que me transpassaram na alma e no corpo, penetraram até a medula dos ossos.

domingo, 6 de setembro de 2015

OS DOIS ERROS FUNDAMENTAIS DO PROTESTANTISMO


I) A falsa tese de que toda a Revelação está na Bíblia;

II) O princípio luterano de que a interpretação da Sagrada Escritura é absolutamente livre.

REFUTAÇÃO DA TESE PROTESTANTE DE QUE A BÍBLIA CONTÉM TODA A REVELAÇÃO

Essa tese é refutada pelo próprio Evangelho.

No final do Evangelho de São João foi dito:

"Muitas outras coisas, porém, há ainda, que fez Jesus, as quais se se escrevessem uma por uma, creio que nem no mundo todo poderiam caber os livros que delas se houvessem de escrever" (Jo XXI, 25).

Então, está na Bíblia que nem tudo o que Deus revelou foi posto na Bíblia! Se o que Cristo fez, e não foi posto na Bíblia, não deve ser acreditado, então não se tem Fé em Cristo, mas só na Bíblia: colocou-se um livro no lugar de Cristo. Transformou-se a Bíblia em ídolo.

E Nosso Senhor Jesus Cristo anunciou que o Espírito Santo completaria a instrução dos Apóstolos:

"Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. Quando vier, porém, o Espírito de verdade, ele vos guiará no caminho da verdade integral, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir" (Jo. XVI, 12-113).

E o que Cristo ensinou e fez nos foi transmitido pela Tradição Apostólica.

Por isso, duas são as fontes da Revelação: a Sagrada Escritura e a Tradição.

Também os Atos dos Apóstolos nos dizem que Cristo ensinou outras coisas mais que não foram postas nos livros sagrados, mas guardadas pela Tradição:

"Na primeira narração, ó Teófilo, falei de todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até o dia em que, tendo dado as suas instruções por meio do Espírito Santo, foi arrebatado ao (céu); aos quais também se manifestou vivo, depois de sua paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes por quarenta dias e falando do reino de Deus". (Atos I, 1-3)

Será que aquilo que Jesus fez e ensinou nesses quarenta dias não tem valor? Falou, ensinou e fez Ele coisas inúteis?

E as Instruções que Ele deu, e o que Ele falou então aos Apóstolos sobre o Reino de Deus - a Igreja - não teriam nenhum valor?

É evidente que essas instruções e ensinamentos têm valor sim, porque provém de Deus, apesar de não terem sido registradas na Sagrada Escritura.

Elas nos foram guardadas pela Tradição.

Será que só vale o que foi escrito?

Ora, em São Paulo foi escrito o contrário:

"Permanecei, pois constantes, irmãos, e conservai as tradições que aprendesses, ou por nossas palavras ou por nossa carta" (II Tess. II, 14).

Veja então como o consenso da Lagoinha de nada vale, porque vai contra a palavra que está escrita na Bíblia, a qual afirma que se devem conservar as tradições,que se deve conservar também o que foi ensinado só por palavra, além do que foi ensinado por escrito.

Portanto, a tese protestante de que se deve crer só no que está na Bíblia é negada pela própria Bíblia.

E há muitas coisas que os Apóstolos praticaram e ensinaram que não foram registradas antes na Bíblia. Assim, por exemplo, a "imposição de mãos".

Dela não se acha menção nos Evangelhos, e, entretanto, os Apóstolos a praticaram. Teriam eles inventado da própria cabeça tal costume? Claro que não! Cristo deve tê-los instruído a fazer a "imposição de mãos" (Atos, VIII, 14-17; e Heb VI, 1-2).

São Tiago - embora os protestantes, seguindo Lutero, recusem essa epístola -- nos fala da unção sobre os enfermos: "Está entre vós algum enfermo? Chame os presbíteros da Igreja, e [esses] façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor; a oração da Fé salvará o enfermo e o Senhor o aliviará; se estiver com pecados, ser-lhe-ão perdoados" (S. Tiago, V, 15). E também essa unção dos enfermos não aparece nos evangelhos.
Ora, nem a imposição de mãos (Sacramento da Confirmação), nem a unção dos enfermos (Sacramento da Extrema Unção) poderiam transmitir a graça, se não tivessem sido instituídos pelo próprio Cristo.

Cristo legou aos Apóstolos um conjunto de verdades reveladas e de sacramentos instituídos por Ele mesmo que formam o "Depósito da Fé" que deveria ser guardado:

"Ó Timóteo, guarda o depósito (da Fé), evitando as novidades profanas de palavras e as contradições de uma ciência de falso nome, professando a qual alguns se desviaram da Fé"(I Tim . VI, 20)

Concluindo: a Bíblia não é a única fonte da Revelação.

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REFUTAÇÃO DA SEGUNDA TESE PROTESTANTE: O LIVRE EXAME DAS ESCRITURAS

De que adianta ler, se não se entende o que se lê? Há quem leia a Bíblia como o eunuco da rainha de Candace: lê, mas não entende o que lê.

"A letra mata" (II Cor. III,6).

Foi Lutero quem, revoltando-se contra o Papa, levantou o princípio do livre exame da Bíblia, afirmando que toda pessoa é livre de interpretar a Escritura como lhe parecer.

Daí a multiplicação de seitas protestantes, cada uma dela arvorando-se como verdadeira igreja. O que leva qualquer pastor a se arvorar como infalível intérprete da palavra de Deus.

Um, por exemplo, é batista, e diz acreditar na divindade de Cristo. Os chamados Testemunhas de Jeová, baseados na mesma Escritura, fundados no mesmo princípio de livre interpretação da Bíblia, concluem que Cristo não é Deus. Quem estaria certo?

Qual das mais de mil seitas — há quem diga que já são dez mil — estaria com a verdadeira interpretação da Bíblia? O protestantismo é uma nova Torre de Babel, na qual cada um se proclama infalível.

Note-se a loucura e a contradição dos "evangélicos": eles afirmam que toda interpretação da Bíblia é livre, e por isso, é também válida. Mas, afirmam, ao mesmo tempo, que a interpretação da Igreja Católica é falsa.

A única coisa em que os protestantes estão de acordo entre si, é no ódio à Igreja Católica. "Vêde como eles odeiam, e como se odeiam", poderia ser dito a respeito deles.

O livre-exame protestante fez da Bíblia um livro-"chicletes", que cada um puxa e estica para onde quer. E não podia ser diferente. Na realidade, cada protestante é, ele sozinho, uma seita, visto que ele crê que é o único intérprete infalível da Bíblia. Negando a autoridade e a infalibilidade de Pedro, o protestantismo, pela afirmação do livre exame, proclama que todo leitor da Bíblia é Papa, e Papa infalível.

A Sagrada Escritura utiliza palavras. Ora, as palavras podem ter vários sentidos.

Manga, por exemplo, significa uma fruta, mas também uma parte do vestuário. Vela significa uma lona para impulsionar um barco, e também um objeto para iluminar.

Essas são palavras equívocas, pois têm vários sentidos, sem relação entre si.

Outras palavras possuem um só sentido. Por exemplo, óculos. Essas são chamadas palavras unívocas.

Há ainda um terceiro tipo de palavras, chamadas análogas. Essas têm vários sentidos com relação entre si. Exemplo, a palavra irmão, a palavra pé, etc.

Pé de mesa é diferente do pé humano, mas é ‘pé’. O pé de um animal é pé também. Mas pé, propriamente, é só o pé humano. Pé de mesa, pé de cavalo, são "pés" por analogia, por semelhança.

Assim, "irmãos", em sentido próprio, são aqueles que foram gerados pelos mesmos pais. Entretanto, o infeliz pastor, quando prega, berra para seus ouvintes: "Irmãos"! , ele não quer dizer que todos os que o estão — “hélas!” — escutando, tenham sido todos gerados pelo mesmo pai, fisicamente falando. Apenas quer dizer que todos se pretendem filhos de Abraão. Na verdade, porém, são irmãos dos fariseus, que liam a Bíblia e mataram a Cristo...

Ora, se a Bíblia —assim como todo livro — faz uso de palavras unívocas, equívocas e análogas, é claro que a interpretação do que está escrito pode variar muito.

Entretanto, Deus é um só, e quis nos comunicar também pela Bíblia, uma só Fé. Há um só Deus, uma só Fé, um só batismo, e, portanto, tem que haver uma só Igreja verdadeira.

Mas como manter a unidade da Fé, se cada um interpretará a Bíblia a seu modo, livremente, como disse Lutero?

Com o livre-exame é impossível a unidade da Fé.

Só a verdade é una, como só Deus é uno.

O erro é múltiplo. E o protestantismo é múltiplo. Logo, os protestantes estão errados.

Se Deus na Bíblia usou palavras unívocas, análogas e equívocas, Ele sabia que isso poderia produzir interpretações variadas e, portanto, erradas.

Além desse problema dos vários tipos de palavras, há ainda o dos quatro sentidos fundamentais da Sagrada Escritura: o literal, o doutrinário, o moral e o místico.

Tudo isso torna a Escritura de difícil interpretação. Para evitar desvios doutrinários, é que Deus haveria deprovidenciar uma solução.

Como Deus não nos pode induzir em erro, Ele deve ter providenciado um meio para evitar que o que Ele nos revelou fosse interpretado livremente e erradamente.

Deve haver uma chave para interpretar corretamente a Bíblia.

Ora, pelo Evangelho se conhece que Cristo deu as chaves do reino do Céu (isso é, da Igreja) a Simão Bar Jonas:

"Bem aventurado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi nem a carne, nem o sangue que te revelou isso, mas Deus que está nos céus. E Eu te digo que
TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESSA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA,
E AS PORTAS DOS INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA.
EU TE DAREI AS CHAVES DO REINO DOS CÉUS;
TUDO O QUE LIGARES SOBRE A TERRA, SERÁ LIGADO TAMBÉM NOS CÉUS;
E TODO O QUE DESATARES SOBRE A TERRA, SERÁ DESATADO TAMBÉM NOS CÉUS"
(Mt XVI, 17-19)

Somente havendo um intérprete da Sagrada Escritura, estabelecido pelo próprio Cristo, seria possível haver uma só interpretação da Escritura, uma só Fé e uma só Igreja.

Eis o ponto: que o Papa — sucessor de São Pedro —é infalível em matéria de Fé e de Moral, quando ensina para toda a Igreja, com os poderes dados por Cristo a Pedro, está estabelecido pela promessa de Jesus: “Tudo o que ligares na Terra, será ligado também nos céus, tudo o que desatares sobre a terra, será também desatado nos céus".

Sem o Papa, a leitura da Bíblia vira Babel. Cada um tiraria uma interpretação pessoal da Bíblia, ao passo que a própria Bíblia nos previne, com

São Pedro, ao dizer-nos:

"Nenhuma profecia da Escritura é de interpretação particular" (II Epís. de São Pedro, I, 20).

Ora, os protestantes dizem que respeitam a Bíblia. Como, então, fazem o contrário do que ela manda?

O próprio Jesus Cristo prometeu a Pedro que "as portas do inferno não prevalecerão contra ela" [a Igreja] (Mt. XVI, 18).

Mais ainda: "Eis que estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo" (Mt. XXVIII, 20)

Se Cristo prometeu que as portas do inferno — isto é, as heresias, os erros contra a Moral, e a falsa mística —, jamais prevaleceriam contra a Igreja; Cristo prometeu que estaria com a Igreja "todos os dias, até o fim do mundo", e que "as portas do inferno não prevaleceriam contra Ela".

A título de exemplo, eis em que termos certa vez se manifestou um herege confesso:

"É interessante observarmos que durante os quatro primeiros séculos do cristianismo, não havia nenhum culto, absolutamente nada, que se referisse a Maria. Jesus era absoluto até o quarto século, quando Constantino (me corrija caso tenha me enganado), cristianizou o império romano. Através de um decreto, da noite para o dia, o imperado Constantino obrigou todo o império romano a se tornar cristão. No início do Cristianismo, as pessoas precisavam da fé para se tornarem cristãs".

Cuidemos, primeiro, do erro histórico.

O Imperador Constantino não obrigou ninguém a se tornar cristão. Não houve nenhum decreto acerca disso. Constantino somente determinou o fim das perseguições aos cristãos. Ele mesmo só se fez batizar apenas na hora da morte, e por um Bispo semi-ariano, Eusébio de Nicomédia.

Quem tornou o Cristianismo religião oficial do Império foi Teodósio, no final do século IV. Mas também isso não significava que todos fossemm obrigados a se tornar cristãos. O Estado é que passou a ser oficialmente cristão. Cultos aos ídolos continuaram a existir na Grécia até o século VI.

Da mesma fonte, outra imensa tolice histórica:

"O ídolo romano chamado de SÃO PEDRO, era a imagem de JÚPITER CAPITULINO (Sic !). Isso é SINCRETISMO RELIGIOSO...” .

O nome do deus romano não era CAPITULINO. Era chamado Júpiter Capitolino, porque seu templo estava situado na colina do Capitólio.

Essa identificação de São Pedro, Apóstolo de Cristo, com Júpiter é uma tolice, porque há séculos os romanos adoravam Júpiter no Capitólio. E São Pedro combateu o culto aos ídolos. Nunca houve, depois, essa identificação sincrética

O mesmo ignaro herege saiu-se com esse disparate, em termos doutrinários:

"No início do Cristianismo, as pessoas precisavam da fé para se tornarem cristãs".

Só no início do cristianismo era preciso ter Fé verdadeira para ser cristão? Hoje também isso é necessário. O primeiro requisito para ser cristão é ter Fé. Sem ter Fé em tudo o que Cristo nos ensinou — por exemplo, que a Igreja de Cristo foi fundada sobre Pedro —, ninguém pode ser cristão.

Segundo esse malfadado herege, para ser cristão seria preciso ter uma "experiência com Cristo", "nascer de novo ", "ENTRONIZAR Jesus no coração".

Ora, segundo a acusação estapafúrdia que formula, com a suposta imposição da fé cristã, as pessoas teriam passado a ser cristãs por decreto, ou seja, sem terem tido uma “experiência profunda” com o Senhor.

Na verdade, esse linguajar confunde Fé com "experiência", acrescentando à histórica heresia protestante outra mais recente, a heresia modernista.
E que significa ter uma "experiência com Cristo"?

Por acaso esse Cristo experimental e ecumênico, que concederia a qualquer estouvado de uma seita suburbana o favor de sentir essa estrambótica “experiência”, também daria um diploma de garantia de que a alegada "experiência" se teria dado mesmo com Cristo, e não com o demônio?
“Experiência" mística tão fluida quanto uma promessa do demônio!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Modéstia feminina destruída pela maçonaria (com o aplauso das imbecis que consomem moda).

O PLANO DA MAÇONARIA PARA INFILTRAR A IMODESTIA FEMININA NA IGREJA

reinodemaria.com

Escrito por Colleen Hammond

http://www.colleenhammond.com/blog/

Tradução de Maria do Carmo Bispo, colaboração de um amigo de João Monlevade-MG.

Os maçons aparentemente haviam entendido que as mulheres são as bússolas morais da sociedade. A serpente sabia disso quando se aproximou de Eva. Mesmo Confúcio disse que a mulher é a raiz moral da sociedade e que a cultura só vai se desenvolver na proporção da força moral de suas mulheres.


Assim como os maçons queriam infiltrar as ordens religiosas, também planejaram se infiltrar no mundo da moda. Eles planejaram influenciar as tendências da moda e do estilo das mulheres e crianças começando por envolver seu próprio pessoal na indústria da moda. Foi também o plano Illuminati para formar e controlar a opinião pública através da mídia.

Por essa época, São João Bosco (1815-1888), que viveu em Turim, na Itália, também combateu contra as várias forças do mundo. O Santo recebeu muitas visões na forma de sonhos. O segmento principal de quase todos os sonhos era a importância de manter a inocência e pureza.

A Igreja Católica sempre ensinou que todos os atos de impureza são pecados graves – todos eles! Todo pensamento impuro ou ato impuro é um pecado mortal (contanto que a pessoa perceba que é uma questão grave e faça isso de qualquer jeito). A triste realidade é que hoje, esses pecados graves são revestidos de açúcar e agora incentivados como inocentes (e até “saudáveis”!) “fantasiar”. Imaginem o que São João Bosco iria pensar se ele pudesse assistir canais de uma televisão de hoje ou andar em um shopping durante o tempo quente!

O início do século 20 foi também um momento de grandes mudanças na moda feminina. Em 1910, o Arcebispo de Paris liderou uma campanha contra a moda das mulheres sem recato. Pense sobre isso por um momento! O que as mulheres estavam usando em 1910 que era tão ruim?

Cinco anos depois, a Igreja lançou uma Diretiva Pastoral Geral afirmando que as mulheres devem se vestir decentemente na Missa e que o padre pode recusar-lhes a entrada na Igreja se elas não estiverem vestidas adequadamente.

O fato é que, em comparação com as modas modestas de apenas uma década ou duas antes desta, as novas modas apresentaram uma tendência alarmante para a imodéstia, que foi – considerando todas as coisas, simplesmente inaceitável. Visto da nossa perspectiva, há que se querer saber se os Papas estavam ou não a par do plano dos designers de moda para eles terem soado o alarme sobre as novas modas tão cedo, historicamente falando.

Imagine os estilos muito conservadores desse período anterior ao das melindrosas dos anos 20 que viram saias curtas até os joelhos e vestidos sem mangas. Obviamente, a moda já estava mudando drasticamente, e não para melhor.

Em 13 de maio de 1917, Nossa Senhora de Fátima apareceu a três crianças em Portugal. Ela iria aparecer no dia 13 dos próximos cinco meses e, mais tarde, dizer a uma das crianças, a Beata Jacinta Marto, que “mais almas vão para o inferno por causa dos pecados da carne, do que por qualquer outra razão”. Esta criança inocente podia não entender plenamente o que significava “pecados da carne”, mas o Catecismo de Baltimore nos ensina que esses pecados são do âmbito do Sexto e Nono Mandamentos.

As calças apareceram nas passarelas da moda de Paris, em 1920. No ano seguinte, o Papa Bento XV expressou seu choque por causa das mulheres que abraçam as tendências da moda atual e estilos de dança. Ele escreveu: “Não se pode deplorar suficientemente a cegueira de tantas mulheres de qualquer idade e posição. Feitas de bobas por um desejo de agradar, elas não vêem em que medida a indecência de suas roupas choca a cada homem honesto e ofende a Deus. A maioria delas ficaria enrubescida por causa deste tipo de vestuário, como por uma falta grave contra a modéstia cristã. Agora não basta exibir-se em vias públicas, elas não temem cruzar o limiar de igrejas, para assistir ao Santo Sacrifício da Missa, e até mesmo carregar o alimento sedutor das paixões vergonhosas para a mesa eucarística, onde se recebe o Autor da Pureza Celestial. E nem vamos falar das danças exóticas e bárbaras recentemente importadas para os círculos da moda, uma mais chocante que a outra; não se pode imaginar nada mais adequado para banir todos os resquícios de modéstia.” (Carta Encíclica Sacra Propediem, 6 de janeiro de 1921.)

Na década de 1920, os estilos de roupas femininas estavam tomando um visual radical e revolucionário. Pela primeira vez na história, as mulheres refinadas foram vistas vestindo mangas acima do cotovelo e bainhas que rastejavam acima do joelho. Lembre-se da diretiva Maçônica: “Primeiro despir-se até ao cotovelo e, depois, até os joelhos, depois braços e pernas completamente descobertos, mais tarde, a parte superior do tórax, os ombros, etc. etc.”

Em 1928, o Papa Pio XI, escreveu: “Há um esquecimento triste da modéstia cristã, especialmente na vida e no vestuário da mulher”. (Carta Encíclica Redemptor Miserentissimus.)

Católicos mundanos e sociedade secular responderam dizendo que a modéstia no vestir era regulada por “costumes e estilos de tempo, lugar e circunstâncias.” Eles incentivaram as mulheres a ignorar estas declarações da Igreja. Em vez disso, eles disseram, é a sociedade e a cultura que devem ditar o que é modesto e apropriado.

Mas em suas publicações, os maçons tinham revelado o seu motivo e plano. É doloroso repetir a citação seguinte

A religião não teme a ponta da adaga, mas pode desaparecer sob a corrupção. Não vamos nos cansar de corrupção: nós podemos usar um pretexto, como o desporto, a higiene, os recursos da saúde. É necessário corromper, que nossos meninos e meninas pratiquem o nudismo no vestuário. Para evitar muita reação, se teria que avançar de forma metódica: primeiro despir-se até ao cotovelo e, depois, até os joelhos, depois braços e pernas completamente descobertos, mais tarde, a parte superior do tórax, os ombros, etc. etc.” (International Review on Freemasonry, 1928).

Se você olhar para as tendências da moda desde 1928, você pode ver que os estilos têm seguido muito de perto esta estratégia. Naquela época, as roupas já estavam até os cotovelos e joelhos.

O ano de 1928 foi também o início da Cruzada do Papa Pio XI Pela Modéstia. Faz pensar que ele pode ter sabido sobre o plano da Maçonaria. A Cruzada Pela Modéstia começou com uma Carta aos Bispos da Itália (23 de agosto de 1928) e foi dirigida principalmente às escolas administradas pelas irmãs religiosas. Ele falou contra as modas indecentes “que prevalecem hoje em detrimento da boa educação…”

Então, em 12 de janeiro de 1930, a Sagrada Congregação do Concílio (agora chamada de Congregação para o Clero), por despacho do Papa Pio XI, emitiu uma Carta aos Bispos que exortou os bispos, padres, freiras, professores, pais, etc. a insistir na modéstia para os que estão sob seu comando. O documento conclui com estas palavras:

“Donzelas e mulheres vestidas indecentemente estão impedidas de comungar e de atuar como madrinhas nos sacramentos do Batismo e da Confirmação, ainda, se o delito for extremo, podem mesmo ser proibidas de entrar na igreja.”

Instruções detalhadas sobre a modéstia no vestuário das mulheres tinham sido emitidas em 24 de setembro de 1928, pelo Cardeal-Vigário (Vigário Geral), do Papa Pio XI, em Roma, o Cardeal Basilio Pompili:

“Recordamos que um vestido não pode ser chamado de decente se é cortado mais que a largura de dois dedos sob a cova da garganta, se não cobre os braços pelo menos até os cotovelos, e se mal chega até um pouco abaixo dos joelhos. Além disso, os vestidos de materiais transparentes são impróprios…”

O Papa Pio XII (1939-1958) continuou a Cruzada Pela Modéstia durante seu pontificado. Numa alocução de 22 de maio de 1941 para as meninas católicas durante a II Guerra Mundial, ele pediu-lhes para não cair em modismos que tinham sido, até então, usados somente por “mulheres de virtude duvidosa.” Suas palavras são um lembrete de que a Igreja é sempre consciente da salvação das almas.

“O número de fiéis e mulheres piedosas… Aceitando seguir certas modas ousadas, quebram, pelo seu exemplo, a resistência de muitas outras mulheres a tais modas, que poderão ser a causa da ruína espiritual para elas. Enquanto estes estilos provocativos permanecem identificados com as mulheres de virtude duvidosa, boas mulheres não se atrevem a segui-los, mas uma vez que estes estilos são aceitos por mulheres de boa reputação, mulheres decentes logo seguem o seu exemplo, e são arrastadas pela maré até um possível desastre.”

Os bispos canadenses continuaram na primavera de 1946, desta vez, advertindo os homens a usar camisas em público, mesmo na praia e para evitar calças apertadas.

Naquele verão de 1946, o primeiro biquíni aportou orgulhosamente nas passarelas de Paris. Coco Chanel voltou à cena fashion em 1954 e reintroduziu suas criações da década de 1930.

Naquele verão, o Papa Pio XII disse: “Agora, muitas meninas não vêem nada de errado em seguir certos estilos desavergonhados, assim como muitas ovelhas. Elas certamente enrubesceriam se pudessem adivinhar a impressão que elas causam e os sentimentos que despertam em quem as vê”. (Alocução às Filhas de Maria Imaculada, 17 de julho de 1954.)

O Papa Pio XII advertiu as mulheres que, se determinados estilos eram uma ocasião de pecado para os outros, era o seu dever não usá-los. Ele também alertou as mães para ter certeza que seus filhos estavam vestidos com modéstia. Sua admoestação atemporal soa como se pudesse ter sido escrita hoje!

“O bem da nossa alma é mais importante do que o nosso corpo, e nós temos que preferir o bem-estar espiritual de nosso próximo ao nosso conforto corporal… Se certo tipo de vestimenta constitui uma ocasião grave e imediata de pecado, e põe em perigo a salvação de sua alma e de outros, é seu dever desistir de usá-lo…

”Ó mães cristãs, se vocês soubessem o que um futuro de ansiedades e perigos, de dúvidas depressivas, de mal suprimida vergonha vocês preparam para seus filhos e filhas, deixando-os imprudentemente acostumados a viver escassamente vestidos e fazê-los perder o senso de pudor, vocês teriam vergonha, e temeriam o dano que vocês estão causando a vocês mesmas, os danos que vocês estão causando a essas crianças, a quem o Céu confiou a vocês para serem educadas como cristãs”. (Alocução às Meninas da Ação Católica, 22 de maio de 1941.)

Tragicamente, algumas mães de hoje estão permitindo que suas filhas vistam-se como uma “prostituta chique”. Os pais tornaram-se insensíveis aos modismos de hoje? Eles foram enganados pela indústria da moda? Manipulados por querer que seus filhos sejam “populares”?

Seja qual for a razão, um comentador vai direto ao ponto:

”A triste verdade é que muitas garotas pré-adolescentes e adolescentes de hoje se vestem como prostitutas… Como tantas meninas acabam parecendo objetos sexuais? Como? Porque os pais deixam…

“Encare os fatos: a maioria dos jovens entre 12 e 16 anos de idade não têm acesso a muito dinheiro a menos, claro, que seus pais lhes dêem… E geralmente é a mãe que leva alegremente suas queridinhas ao shopping para um dia de compras. Encare isso: as meninas se vestem de acordo com o que suas mães permitem.

”Eu pensava que as mães deveriam supostamente proteger suas filhas, ensiná-las a valorizar a si mesmas e seus corpos. Que chance tem uma menina de manter intacta a inocência da infância, quando a mãe que está conduzindo-a a loja e pagando as tangas, as micro-saias, o jeans de cós baixo e os decotes profundos?

“E quando os pais começaram a deixar suas preciosas meninas vestirem-se como “damas da noite”? Olá, tem alguém aí fora?”(Rebecca Hagelin, “America’s little girls… or tramps?” (Meninas dos Estados Unidos… ou prostitutas?), World Net Daily, 4 de março de 2005.)

Então, vamos voltar à década de 1950.

O Papa Pio XII reconheceu que as mulheres são a fibra moral da sociedade, e ele sabia que a cultura iria implodir se a modéstia não fosse posta em prática. “A sociedade revela o que é pelas roupas que veste”, disse Pio XII, em 29 de agosto de 1954. “… Um modo indigno, indecente de se vestir tem prevalecido”, sem distinção de qualquer lugar, “em praias, resorts no campo, nas ruas, etc. O vício necessariamente segue a nudez em público…”.

O Papa não foi o único que tinha algo a dizer sobre a espiral descendente da moda.

A roupa cotidiana estava usando cada vez menos material, e ir à praia era um passatempo relativamente novo que estava ganhando popularidade. Em 1959, o Cardeal Pla y Daniel, arcebispo de Toledo, Espanha, afirmou:

“Um perigo especial para a moral é representada por banhos públicos nas praias… O banho misto entre homens e mulheres, que é quase sempre uma ocasião próxima de pecado e um escândalo, deve ser evitado.”

O cardeal foi simplesmente ecoando e reforçando o que sabiam os imperadores romanos há dois mil anos: natação mista leva à promiscuidade. Isso é um longo caminho de onde nossa cultura está hoje, não é?!

O Cardeal Siri, de Gênova, Itália, escreveu uma carta, em 1960, chamada . Ele expressou a preocupação de que pelo uso de calça comprida, as mulheres estavam imitando e competindo com os homens. Sua preocupação era que isso provocaria nas mulheres as atitudes mentais de um homem, e iria alterar os gestos da mulher, atitudes e comportamento.

O santo Padre Pio recusou às mulheres o acesso ao confessionário se os seus vestidos fossem muito curtos. Na porta da igreja estava esta mensagem:

“Por desejo explícito do Padre Pio, a mulher deve entrar no confessionário vestindo saias, pelo menos, vinte centímetros abaixo do joelho. É proibido emprestar um vestido longo na igreja para usá-lo no confessionário.”

Como um autor comentou, enquanto os estilistas tinham saias subindo para mais de vinte centímetros acima do joelho, o Padre Pio alertou as mulheres para manter suas saias vinte centímetros abaixo do joelho.

Mais recentemente, o Catecismo da Igreja Católica tinha uma série de coisas a dizer sobre a modéstia no vestir e no comportamento. Essas passagens são as mais pertinentes:

“A pureza exige o pudor, uma parte integrante da temperança. O pudor preserva a intimidade da pessoa. Significa recusar-se a revelar o que deveria permanecer oculto. É ordenada para a castidade, cuja sensibilidade é testemunho. Ele orienta como se olha para os outros e se comporta em relação a eles, em conformidade com a dignidade das pessoas e sua solidariedade. (2521). O pudor protege o mistério das pessoas e do seu amor…. A modéstia é decência. Inspira a escolha da roupa. (2522). O pudor inspira um modo de vida que torna possível resistir às seduções da moda e das ideologias dominantes. (2523). As formas tomadas pelo pudor variam de uma cultura para outra. Em toda parte, entretanto, a modéstia existe como uma intuição da dignidade espiritual própria do homem. Esta nasce com o despertar da consciência de ser um sujeito. Ensinar a modéstia às crianças e aos adolescentes significa despertar neles o respeito pela pessoa humana. (2524). “

Podemos ver que ao longo dos anos, a Santa Madre Igreja tem achado por bem educar e alertar os fiéis sobre as tendências da moda e sobre a gravidade da imodéstia e do comportamento e vestuário indignos.

Temos a evidência de que a moda hoje é o resultado de um planejamento por parte daqueles cujo objetivo é a destruição total da sociedade cristã. Mas também temos sido avisados a respeito de qual caminho tomar. Cabe a nós usar o nosso livre arbítrio e decidir o que fazer para as nossas famílias e a nós mesmos.
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