sexta-feira, 20 de junho de 2014

Crianças criadas por homossexuais sofrem mais problemas..

Um estudo revela que pessoas criadas por homossexuais sofrem mais problemas

Fonte:
http://ohomossexualismo.blogspot.com.br/

WASHINGTON DC, 14 Jun. 12 / 03:49 pm (ACI/EWTN Noticias).- O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por duplas homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher.

O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de Junho, que a sua pesquisa revela "diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados".

O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de Julho da revista Social Science Research.

De acordo com o documento, as crianças criadas em "lares" homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos económicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.

O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes.

Para Regnerus, a instabilidade no lar é "uma marca" entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem "dirigidos por uma mãe ou um pai".

As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que "nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais".

Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual.

"A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar", disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de Junho.

Regnerus disse que "os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos".

O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto "sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados". Sobre a análise, Regnerus disse que "revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais".

Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de Junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa "é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a actualidade".

O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma "intensa e frequente" crítica, que ele considera como "desproporcionada em relação às limitações do estudo". O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação.

Regnerus descreveu o ataque como "desafortunado" que seu próprio estudo "é de alta qualidade e está sendo difamado".

O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da "ciência normal", que "exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo".

Autoridades admitem que ambiente homossexual não é bom para o desenvolvimento das crianças

Quem diria? Apesar do apoio entusiástico da elite esquerdista, ter uma dupla de practicantes do homossexualismo a fazer o papel de "pai" e "mãe" pode não ser benéfico para as crianças envolvidas. As mentiras em torno deste crime contra a natureza começam a desabar, tal como admite a revista cientifica Social Science Research:

A análise levada a cabo pelo Dr. Loren Marks da "Louisiana State University" verificou que a maior parte da ciência que forma a base do altamente estimado estudo oficial de 2005 - em torno da paternidade de pessoas do mesmo sexo levado a cabo pela American Psychological Association (APA) (http://www.apa.org/pi/lgbt/resources/parenting-full.pdf) - não resiste ao escrutínio.

Isto é uma forme elegante de dizer que o estudo levado a cabo pela APA é uma fraude científica. [Sempre bom chamar os bois pelos nomes.]

O mais recente estudo levado a cabo pelo sociólogo e professor da "University of Texas", Mark Regnerus, fornece evidências convincentes de que existem inúmeras diferenças no bem estar emocional e social entre os jovens adultos criados por mulheres que se encontram num relacionamento lésbico e aqueles que cresceram numa família nuclear.

O Dr. Marks reviu os estudos publicados entre 1980 e 2005 citados pelo sumário oficial de 2005 da APA que assegurou que "Nenhum estudo verificou que as crianças de pais [sic] lésbicas ou gays possuem algum tipo de desvantagem de forma significativa quando comparadas com os pais heterossexuais."

Para chegar a esta conclusão absurda mas politicamente correcta, a elite esquerdista teve que recorrer a estudos defeituosos e/ou imperfeitos.

Dos 59 estudos referenciados no sumário da APA, mais de 3/4 basearam-se em amostras pequenas, não-aleatórias e não-representativas, que não incluíam indivíduos ou famílias pertencentes a minorias étnicas; mais de metade não tinha um grupo heterossexual com quem se comparar ; e poucos examinaram os resultados que se estendiam para além da idade infantil, tais como pobreza intergeracional, realizações educacionais, e criminalidade, que são os focos-chave dos estudos em torno de crianças de pais divorciados, pais que voltaram a casar e coabitantes.

Por outras palavras, "A ausência de dados de elevada qualidade deixa as questões mais importantes por responder," concluiu Marks.

O Professor Regnerus levou a cabo um estudo mais profissional e, como seria de esperar, os resultados foram bastante diferentes - e totalmente anti-politicamente correctos:

Segundo o que ele apurou, as crianças de mulheres em relacionamento homossexual eram significativamente diferentes - quando jovens adultos - em 25 das 40 medidas de resultado (63%) quando comparadas com as crianças que cresceram com os seus pais biológicos.

Por exemplo, eles reportaram níveis de rendimento significativamente inferiores, maior dependência da assistência estatal, menores níveis de empregabilidade, pior saúde mental e física, pior qualidade no relacionamento com o parceiro actual, e níveis mais elevados de consumo de tabaco e criminalidade.

Se as autoridades querem mesmo saber o que pode acontecer às crianças que são usadas como adereços nos "casamentos" homossexuais, o melhor que têm a fazer é perguntar aos rapazinhos que Frank Lombard e o seu parceiro homossexual adoptaram, abusaram sexualmente e que cujo corpo eles venderam a outros sodomitas.

Estudo científico revela que as crianças adquirem a homossexualidade por aculturação e educação
Fonte

Uma das bandeiras da propaganda gayzista protagonizada pelo activismo gay da ILGA, da Ex-aequo e outras organizações patrocinadas pelo governo de José Sócrates, é o slogan segundo o qual “a homossexualidade não se pega” e que, portanto, as crianças podem perfeitamente ser educadas por duplas de gays, e o homófobo é “lélé da cuca”.

O argumento segundo o qual “a homossexualidade não se pega” foi recentemente utilizado pelos gayzistas patrocinados pelos governo de Sócrates e pelo Bloco de Esquerda para defender não só o “casamento” gay como a adopção de crianças por duplas de avantesmas.

Acontece que um estudo recente (PDF) realizado por cientistas ligados ao activismo gay nos Estados Unidos ― e portanto, fora de qualquer suspeita ― demonstrou que as crianças educadas em ambiente familiar homossexual têm de 4 a 10 vezes mais probabilidade de virem a tornar-se homossexuais do que uma criança educada num ambiente familiar normal [heterossexual].

“Research by social scientists, although not definitive, suggests that children reared by openly homosexual parents are far more likely to engage in homosexual behavior than children raised by others. Studies thus far find between 8% and 21% of homosexually parented children ultimately identify as non-heterosexual. For comparison purposes, approximately 2% of the general population are nonheterosexual. Therefore, if these percentages continue to hold true, children of homosexuals have a 4 to 10 times greater likelihood of developing a non-heterosexual preference than other children.”

→ Pro-Homosexual Researchers Conceal Findings: Children Raised by Openly Homosexual Parents More Likely to Engage in Homosexuality

Gostaria que o Dr. Daniel Sampaio, e o outro “psiquiatra de serviço” na Antena 1 ― tão amantes que são da ciência e da “educação sexual” nas escolas que introduza o conceito político de “orientação sexual” ―, comentassem este estudo científico; mas eles nunca o fariam para não terem que se confrontar com as suas próprias incongruências e agendas políticas.

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