sexta-feira, 7 de março de 2014

Dicionário da Violência contra Homens e Meninos de A a Z.

DISCRIMINAÇÕES CONTRA HOMENS E MENINOS
Essa lista ficou maior do que o esperado e ainda está em construção, com links partidos, etc.
Quando eu comecei a pesquisar discriminações contra os Direitos Humanos dos Homens e Meninos, notei que há mais do que se pensa e que a maioria das pessoas nem nota, porque ou não aprendemos a notar, ou aprendemos a não notar, a ignorar ou a justificar. Comecei a compilar essa lista depois de ver a feita pelo Tom Martin, (do site www.sexismbusters.com), porque gostei do formato (de A a Z)
O objetivo desta lista é compilar, não de forma sistemática, mas razoavelmente extensiva, para futura referência e/ou artigos e estudos de quem quiser. Não é nosso objetivo estimular a visão vitimista de que só um dos sexos é ou foi discriminado e só é uma “classe privilegiada”. O objetivo é a referência para discussão e ação contra as discriminações contra os homens.
Se você está atento aos direitos dos homens e meninos e à desconsideração por eles, você pode ajudar a ampliar, detalhar ou referenciar melhor os itens da Lista.
Obrigado!
Aldir Gracindo
DISCRIMINAÇÕES CONTRA HOMENS E MENINOS (A – Z)
A
Abandono afetivo e financeiro: No Brasil, nos países Europeus e todos os outros de que se sabe, mães que não queiram ficar com seus filhos podem entrega-los para adoção, sem necessitar consultar o pai, que não precisa sequer saber que tem um filho. A adoção pode ser feita pela mulher sem cobranças e por vezes (p. ex., na França) anonimamente e a única preocupação do Estado é com o bem-estar dela. Isso é feito diariamente pelas mulheres que não simplesmente abandonam os filhos com vizinhos e nos semáforos. A percepção cultural, não se admite a mesma prerrogativa para os homens.
Abandono afetivo presente: Crianças podem sofrer o abuso do desprezo, da violência física e desmoralização. É uma violência silenciosa que as crianças, quando adultas, por cultura, tentarão justificar ou mascarar as memórias negativas das mães, para mascarar o trauma infantil [1], o que mantém (e é mantido) pelo mito do amor materno (ver Mito do amor materno), que é antiquíssimo (“Porque pode existir um filho ruim, mas nunca uma mãe má” – Adi Shankara, Índia, em “Canto implorando perdão da Deusa”, aprox. 700 a.C.). Os papéis tradicionais aproximavam da criança a mulher, criando uma percepção da mãe como amorosa e nutridora, e afastavam o homem, que passou a ser visto como distante, e até ameaçador. Por isso, alguns assuntos são tabu, como as mães agredirem mais os filhos e matarem as próprias crianças mais de 2x mais que os pais – quantas vezes você já ouviu isso ser discutido?
Abandono afetivo: Só homem pôde ser condenado a indenização, mesmo com tanto abandono de crianças com vizinhos, nas ruas, nos semáforos, nas praças. [1], [2], [3]…
Aborto (1): Defendido como um “direito da mulher”, “direito reprodutivo”, por grupos feministas. Mesmo que o aborto seja traumático e um ato de desespero ou irresponsabilidade, com implicações morais e psicológicas para a maioria dos homens e mulheres, por se relacionar com a questão da proteção à vida. Os mesmos membros de grupos pró-aborto defendem a proteção incondicional e sacralidade da vida animal desde o ovo (como as tartarugas)e mesmo vegetal, mas não a humana, se estiver em contradição com a supremacia feminina. Se o homem, quiser “abortar” a paternidade, isso é inadmissível – o conceito de Direitos reprodutivos é para homem; para homens, RESPONSABILIDADES reprodutivas.
Aborto (2): Homens são preconceituosamente retratados como amplos responsáveis pelos abortos, como estupradores, “co-estupradores” (“cultura do estupro”) ou simplesmente pela relação sexual. A ideologia de gênero considera o sexo um direito da mulher e uma responsabilidade (inclusive criminosa) do homem.
Aborto (3): Os que, por consciência ética, moral, de saúde ou visão espiritual, defendem que eles em qualquer caso (ou em nenhum caso) devam ser realizados, são tratados como escravizadores dos corpos das mulheres, de sua livre sexualidade e autodeterminação a serviço do “Patriarcado”.
Academia – normalmente é conivente com o dogma do “patriarcado cultural”, “machismo estrutural” ou da “opressão masculina”, que culpa os homens por todas as dificuldades individuais, universais e históricas dos homens e das mulheres. [1], [2], [3], [4] [4.1]…
Acusações falsas contra homens raramente desembocam em processo. São, em vez disso, “descriminalizadas”. [5]
Acusações falsas contra homens: estimuladas e apoiadas pelos meios de comunicação e feministas. [5]
Agressão relacional: pessoas do sexo feminino usam influência de grupo como forma de agredir. Há pouquíssima e pesquisa e ações contra, apesar do mal causado. [link]
Álcool e estupro: só os homens podem ser presos se uma mulher se embebedar com eles e depois alegar estupro.
Feminilidade – características majoritariamente femininas são consideradas pelo feminismo teórico como exclusivamente resultado de uma “construção social” feita pelos homens para manter as mulheres em servidão.
Gênero é uma construção social: Masculinidade: características majoritariamente masculinas são consideradas pelo feminismo teórico como exclusivamente resultado de uma “construção social” feita pelos homens para manter as mulheres em servidão.
Alienação parental: homens são muito mais vítimas.
Alistamento compulsório: homens foram escravizados por mais tempo e somente homens foram e são obrigados a ir aos frontes em guerra
Anorexia: culpa falsamente atribuída à “opressão masculina” via padrão de beleza. A taxa de mortalidade falsamente ampliada e mantida por feministas
Apoio financeiro para iniciativas femininas em universidades, mas não para as dos homens.
Aposentadoria: homens se aposentam 5 anos mais tarde e morrem mais cedo no Brasil. Por isso, usufruem 13 anos de aposentadoria, e subsidiam mais de 40% da aposentadoria das mulheres, que usufruem 20 anos aposentadas (média). Isso pela pressuposição de que as mulheres SEMPRE trabalham mais, mas sem evidência disso exceto estatísticas suspeitas
Assassinatos (1): homens são assassinados mais do que mulheres.
Assassinatos (2): Brasil é acusado de campeão de feminicídio, em desconsideração ao fato de que no Brasil, como no restante do mundo, os homens sempre morrem mais.
Assentos: Na Arábia Saudita e outros países, os homens devem ceder seus lugares para as mulheres, entre os fatos ignorados nas teorias da “opressão masculina”.
Ausência paterna: de forma geral a ausência de um dos progenitores é ruim para a criança, mesmo assim encorajada por feministas.
B
Bares, shows, festas, boates, etc.: homens são financeiramente sobrecarregados em favor das mulheres.
Boato do boa-noite cinderela: histeria do estupro criada pela mídia , sem necessidade de evidências. Inexistência de campanhas prevenindo o golpe contra os homens, com fins de violência, assassinato ou roubo.
Boato feminista de que mulheres trabalham mais.
Boato feminista do Dia Internacional da Mulher: A versão errada de que mulheres teriam sido queimadas vivas fazerem greve pedindo melhores condições de trabalho.
Boatos feministas (1): de que principal causa de mortes de afrodescendentes nos EUA seria a agressão pelos próprios companheiros.
Boatos feministas (2): Boato da copa de futebol: informação falsa de que a violência doméstica aumenta 40% em campeonatos esportivos nos EUA e na Inglaterra.
Boatos feministas (3): literatura de Direito registrou o hoax de que a “rule of thumb” originalmente era uma lei da época de Rômulo, de Roma, sobre como os homens deveriam castigar suas mulheres.
Boatos feministas (4): feministas se recusam a retificar informações falsas disseminadas contra os homens.
C
Câncer: homens no Brasil são acometidos 77% mais que as mulheres e o câncer deles é 85% mais mortal [1]. Os investimentos, no entanto, são feitos em espantosa desproporção a prevenção, pesquisa e tratamento do câncer feminino . Pensar em campanha contra o câncer é lembrar de câncer de mama, talvez de colo do útero. Pensar em câncer feminino faz lembrar tragédias, câncer masculino normalmente lembra uma piada. [1]
Caridade: normalmente exageram as estatísticas sobre vítimas femininas para ganho financeiro.
Caso Eloá: propagandeado como evidência do “machismo”, da violência de cada homem e de todos, em vez de comportamento sociopatológico narcisista. O fato de a maioria dos homens envolvidos na situação terem se superado para proteger as vítimas é ignorado.
Caso Pimenta Neves: retratado como “crime de machismo”, em vez de sociopatia; evidência da “cultura machista”, em vez de abuso de poder econômico através de advogados competentes para manipular o Sistema Judiciário.
Cavalheirismo (1): Espera-se que os homens sirvam às mulheres unilateralmente .
Cavalheirismo (2): mesmo com a expectativa social de que homens realizem sirvam às mulheres, isso também é chamado de “machismo”
Certificado de nascimento: o nome do pai é legalmente dispensável.
Civilização: quase tudo que foi inventado e construído foi obra dos homens, que mesmo assim são retratados como autores de uma contribuição negativa para a humanidade e são considerados obsoletos, inúteis e opressores. [20],[21]
Códigos de vestimentas (1): gravatas, comprimento de calças, paletós e sapatos fechados em ambientes corporativos, tribunais e prédios públicos, apenas para homens.
Códigos de vestimentas (2): homens são acusados de oprimir a liberdade das mulheres de se vestir como quiserem, não importando o fato de elas terem mais liberdade do que os homens nisso
Códigos de vestimentas (3): Na cultura atual, o uso de roupas sensuais por mulheres deve ser tratado como LIBERDADE. O olhar do homem, no entanto, é considerado nojento e até estupro e assassinato (teoria feminista) e criminalizado. Se o homem não olhar quando a mulher quer, ele é ridicularizado (“se olhar, tá errado, se não é veado”).
Concursos públicos no Brasil: Onde os homens tem mais sucesso, isso é atribuído a discriminação; onde as mulheres tem sucesso, é considerado competência. A presença cada vez menor dos homens nos cursos universitários e quase total nos horários socialmente privilegiados, como o horário da manhã nos cursos de Direito e cursos para concursos, não é notada, se não for comemorada (ver daltonismo de gênero). [1]
Condições nas prisões: consideradas muito piores nas masculinas que nas femininas.
Condução de veículos: homens denegridos como causadores de acidentes, mas são mais confiáveis por quilômetro dirigido do que as mulheres. A quantidade maior de graves ser causada por homens se deve principalmente ao fato dos homens dirigirem MUITO mais que as mulheres.
Contracepção: mulheres têm uma série de métodos efetivos, homens apenas um, se tanto ; há desinteresse público, privado e feminismo entre o homem e mais meios na
Corão: decreta que as mulheres são mais frágeis, por isso devem ser providas pelos homens.
Cotas: usadas somente se for para corrigir desigualdades desfavoráveis a mulheres
Cultura da Princesa: garotas sendo ensinadas a esperar tratamento especial
Custódia dos filhos: somente 7% na Inglaterra é dos pais, 10,9% no Brasil, o que independe da vontade dos pais. A legislação atual poderá mudar isso aos poucos.
D
Daltonismo de gênero: Cegueira seletiva surgida da tradição e aprofundada pela ideologia de gênero Na verdade, O HOMEM, QUANDO CAÍDO, É INVISÍVEL (ex., vê-se que a maioria dos congressistas é homem, mas não se vê que quase todo ser humano pendurado atrás do caminhão de lixo, quase todos os que morrem defendendo a vida de outros (muitas vezes é esse o trabalho deles), dos mendigos, é homem; a violência contra o homem é vista com mais banalidade). E for visto, é com desprezo. E a ideologia de gênero apenas aprofundou isso ao justificar o sofrimento do homem como “consequência do ‘machismo’”.
Decisões financeiras: tradicional e contemporaneamente, as mulheres preferencialmente decidem sobre gastos e aquisições dentro dos casamentos
Deficiência no tratado internacional: Mulheres são consideradas mais deficientes, com base na teoria do “machismo estrutural”. Devem receber atendimento especial na eliminação das discriminações (só as contra elas)[Preâmbulo, d], consideradas mais em risco [q], tratamento especial [Art. 16, 5], redução da pobreza [28, b], reconhecimento específico das “múltiplas discriminações” [Art. 6, 1] desenvolvimento, avanço e poder [6, 2], legislação e políticas específicas [16, 5], particularmente assegurado o acesso a programas de proteção social e redução da pobreza [28, 2, b] (Dec. 6.949, de 25/08/2009. Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, Nova York, EUA, 30 de março de 2007.)
Delegacia da mulher: Onde evidências não valem mais que a versão da mulher e nenhuma violência contra homem é demais. [1]
Dependência química: homens sofrem mais, parcialmente devido ao stress extra das auto-exigências e exigências sociais. Em são culpabilizados por isso, através da teoria do “machismo cultural”.
Dia internacional da mulher celebrado oficialmente, por vários países, dia internacional do homem ignorado [99] ou atacado por ideólogos da teoria do “machismo estrutural”.
Dicionário (2) windows: Versões anteriores do Windows word não conheciam a palavra andrologia, só ginecologia. Hoje, o word conhece andrologia; e misoginia… mas não misandria.
Dicionários (1): misandria definida como “ódio ou desprezo”, misoginia, como “ódio, desprezo e desconfiança”. Não se deve desconfiar de uma mulher, mas deve-se desconfiar de homem?
Direito a alimentos (2): Homens são desproporcionalmente mais alvo de prisão
Direito a alimentos: pais que negam suporte financeiro são mais criticados, mesmo que as mães sejam piores pagadoras [99]
Discurso da “Inferioridade” do XY: sem base científica, aceitável só quando aplicável aos homens
Discurso de supremacia feminina: considerado como “empoderamento”, justiça, não chauvinismo.
Doenças: homens são mais acometidos pela maioria delas, recebem menos investimento e menos tratamento
Dogma da opressão: onipresente na academia, mídia e instituições
E
Educação primária: propaganda misândrica é introduzida, há poucos professores homens (estigmatizados como pedófilos), modelo concebido para meninas [] com apoio do Estado, devido a lobby de múltiplos grupos e cultura “anti-machista”.
Educação secundária e preconceito: homens opressores x mulheres vítimas faz parte do ensino secundário
Educação superior: 59% das formações para as mulheres, 41% para os homens e a distância é crescente.
Empregos: mito de que as mulheres são mantidas fora do mercado de trabalho pelo machismo. [60]
Encontros: a maioria das mulheres espera dinheiro e presentes dos homens [27].
Enfermagem: jovens discriminados, professores excluídos. [95]
Ensino superior: pais mais dispostos a pagar pelo das filhas do que dos filhos.
Escravidão oficial: Nos EUA, nas prisões privadas []
Especialidade médica: Para a saúde feminina, ginecologistas. Para a masculina, especialistas em uretra (urologistas) masculinas e femininas – andrologistas são raros.
Política e ideologia: Esquerda – socialismo e marxismo priorizam a discriminação contra as mulheres, são entusiastas da burogamia, dirigismo estatal, reengenharia social, apoio do Estado a amigos do governo, etc. A ideologia de gênero é de origem marxista. [69]
Política e ideologia: Direita – os conservadores protegem prioritariamente as mulheres, tem políticas de resultados misândricos como “tolerância zero”, “guerra às drogas”, penas mais pesadas, pena de morte, mais prisões, apoio do estado a amigos do governo, etc. O antigo cavalheirismo []
Estereótipos idiotizados dos homens: onipresentes em series, programas e anúncios televisivos. [82]
Estudos de gênero: hiper-foco nas mulheres, questões relativas aos homens são ignoradas, homens são visto exclusiva e falsamente como malfeitores sistemáticos, universais e históricos. [57]
Estudos masculinos: falsamente retratados como anti-mulheres e anti-igualdade. [82.5] [82.6]
Estupro de estudantes: sensacionalista e artificialmente ampliadas por feministas educadores, setores do governo e mídia [115]
Estupro masculino: comumente tratado como uma piada pela mídia [xx]
Estupro: homens brasileiros iniciam a vida sexual, em media, aos 14 anos, as mulheres, aos 16 [XX]. Garotos ainda são vistos como sortudos se escolhidos como parceiros sexuais de professoras [XX]. Abuso sexual de crianças do sexo masculino desprezada, especialmente se a perpetradora for mulher.
Execuções: homens são desproporcionalmente alvo dos governos. [46]
Expectativa de vida: menor para os homens, o que é uma realidade mundial. [80] E eles são culpabilizados por isso, via teoria do “machismo privilegiador”.
F
Feminismo (1ª onda): exigiu o acesso maior da mulher às profissões mais prestigiosas, mas não os trabalhos mais degradantes, perigosos, insalubres e pesados. Até hoje, +- 95% dos que se submetem a situações piores para o sustento próprio e da sua família são homens: mineradores, soldados, policiais, seguranças, limpadores de esgoto, construtores de estradas, trabalhadores que necessitam viajar e permanecer isolados das famílias, quem trabalha nos piores períodos, pessoal de apoio a vôo nos aeroportos (cujo trabalho invariavelmente causa danos ortopédicos), trabalhadores em indústrias químicas (que inalam gases que debilitam a saúde e causam sofrimento), motoristas de ônibus, caminhões e trens, lixeiros, atendentes de controle de zoonoses, etc., etc.
Feminismo (1ª onda): sufragistas queriam o direito a voto para as mulheres, mas não a obrigação do alistamento militar – para votar, homens deviam e devem se alistar. No Brasil, até hoje, para ter CPF os homens são obrigados a se alistar. Hoje, grupos do movimento feminista defendem a não-obrigatoriedade do alistamento, sabendo que em caso de guerra, as mulheres não irão voluntariamente para um sacrifício que nunca lhes foi exigido (onde o serviço de bombeiro é voluntário, 99% são homens). Ironicamente, isso é chamado de “igualdade feminista”.
FEMINISMO E MEMES: “Cultura do estupro”:
FEMINISMO E MEMES: “Ensinem os homens a respeitar, não as mulheres a temer”. Não, os homens também devem ser respeitados. Grupos feministas usam essa frase contra os quem ousar, com ou sem razão, sugerir qualquer atitude que mulheres devam tomar para prevenir a violência sexual contra elas. Tem a mesma lógica de dizer “não me ensine a trancar a porta, ensine OS HOMENS a não roubar casas”. Além de ilógico e irresponsável, é uma propaganda de ódio aos homens, pois faz junção entre CRIME DE ESTUPRO e HOMENS, como um todo.
FEMINISMO E MEMES: “O mata, o feminismo nunca matou ninguém”: Não é verdade.
FEMINISMO E MEMES: “Se os homens pudessem engravidar, o aborto seria um sacramento”: Slogan pró-aborto feminista inventado por Florince Nightingale na campanha que por fim garantiu nos EUA a legislação entre as mais liberais do mundo em relação ao aborto – atribuindo ao egoísmo coletivo, violento e opressor dos homens a autoria da cultura, religião e moral em tudo que não estiver em conformidade com as determinações do movimento feminista (teoria do “Patriarcado cultural” transformada em propaganda). A verdade é que quem quer sacralizar o aborto são as feministas abortistas, não importando consequências, e elas irão difamar os homens e mulheres entre elas e seu objetivo.
FEMINISMO E MENTIRAS: ESTUPRO: Feministas encomendaram pesquisas incluindo “fazer amor inebriada” como se fosse estupro, para inflar artificialmente as estatísticas de violência contra a mulher para acima da violência em zonas de guerra. [1]
FEMINISMO E MENTIRAS: VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: Feministas encomendaram pesquisas incluindo “
FEMINISMO E MENTIRAS: TRABALHO: “As mulheres eram proibidas de trabalhar pelos homens.” Especialmente antes da 2ª Guerra Mundial, nem homens, nem mulheres pensavam que as mulheres deviam trabalhar, porque as condições de trabalho eram muito penosas. Trabalho era obrigação, não privilégio. As mulheres somente começaram a trabalhar em condições melhores que as dos homens, sempre que possível, e somente depois que o “Patriarcado” finalmente e gradualmente liberou as mulheres de estarem presas por afazeres domésticos.
Ferimentos genitais infligidos aos homens: retratados como piada pela mídia. [59] ou até comemorados.
G
Gripe masculina: ignorada, embora descoberta a maior suscetibilidade dos homens. [83]
GUERRAS: É comum se ler que as guerras são feitas pelos homens, enquanto as mulheres os “pacificam”, “civilizam”. As guerras são feitas pelas sociedades, inteiras, não só pelos homens – no entanto, são os homens que devem ir matar e morrer nelas. A 1ª e 2ª Guerras mundiais, por exemplo, tiveram uma ampla mobilização social para suas realizações. Alguns líderes políticos, como Adolf Hitler, foram eleitos propondo exatamente uma solução violenta para problemas sociais. Guerras são em última análise fruto do medo de todo grupo social. Poder-se-ia considerar que são os homens que “pacificam” e “civilizam” as mulheres, já que eles vão para as guerras, permitindo-lhes uma vida de paz e segurança. É mais justo ainda se considerar que homem e mulher desenvolveram mecanismos sobreviver envolvendo tanto violência quanto paz e civilidade.
H
Hipergamia:: homens devem promover melhoria de vida para as mulheres através do casamento ou relacionamento. Fenômeno cultural mundial. Tão real para as mulheres quanto a atratividade da beleza delas para os homens. [1]
Hipergamia é tabu: exceto quando o assunto é abordado de forma elogiosa às mulheres ou depreciativa aos homens.
Maturidade: mito de que os homens tem menos que as mulheres. Se baseia em propagandear os comportamentos e gostos femininos como distintivos (como gostar de moda, tagarelar aleatoriamente, exibir a beleza do corpo, etc.) e os dos mais masculinos como infantis (como gostar de esportes, artes marciais e carros, gostar de ver a beleza do corpo feminino) – exceto quando esses gostos são invertido, aí a avaliação da “maturidade” se inverte.
Histeria do estupro universitário: linhas de denúncias patrocinadas, mesmo que virtualmente não recebam ligações [11]
Historiografia e daltonismo de gênero: mostra os homens como maioria entre os aprox. 2% ostensivamente visíveis no topo das sociedades, mas não mostra a maioria esmagadora dos homens na base da pirâmide social (escravos construindo pirâmides, trabalho forçado, prisioneiros, chacinados facilmente (p. ex., no relato do androcídio na narrativa bíblica de Moisés e Jesus), etc.
Historiografia: mulheres generalizadas no papel de vítimas dos homens, versão parcial e repleta de mitos.
Homem “de verdade” [3]: “Mulher de verdade”, a “Amélia”, da MPB, é retratada como símbolo da expectativa de submissão da mulher, quando a música tratava de uma mulher que foi companheira em tempos muito difíceis.
Homen “de verdade”: um recurso de linguagem que presume que critérios de outras pessoas vão definir se o homem é “realmente” homem, restando ao homem provar que está à altura do que os outros querem.
Homem “de verdade” [2]: A expressão “mulher de verdade” é rejeitada, graças a décadas de propaganda feminista.
I
IDEOLOGIA DE GÊNERO: Criação do feminismo de 2ª onda, considera todos os homens como uma classe privilegiada às custas das mulheres, sistemática, universal e historicamente. Graças ao movimento feminista, orienta a abordagem acadêmica dos assuntos homem-mulher, historiografia, legislação penal, legislação de família, políticas públicas, tratados internacionais, guarda dos filhos, programas públicos contra a pobreza, educação de crianças, tratamento de homens e mulheres pela mídia, pelas obras de ficção (novelas, romances, comédias, seriados), Psicologia e Psicoterapia, relacionamentos afetivos, etc. Graças a isso, qualquer problema dos homens é atribuído ao “machismo” e qualquer problema das mulheres, também ao “machismo” (ou “Patriarcado”) – em outras palavras, qualquer vantagem ou desvantagem da mulher ou do homem pode ser vista como “privilégio masculino” ou “privilégio feminino”, a depender da interpretação do observador.
Igualdade: defesa de benefícios de “igualdade” apenas para mulheres [37]
Impostos: homens pagam mais e recebem menos benefícios
Índia: 98% das denúncias de violência doméstica dão indícios de ser falsas. [70]
Indigência: 80% a 90% dos moradores de rua são homens. [65]
INDIGÊNCIA: Mais de 82% dos moradores de rua são homens, isso acontece no mundo inteiro (Nos EUA, 85%, p. ex.) e representam vidas desperdiçadas e ignoradas por serem de homens. [1] Mendigos são até mesmo queimados por todo o país, mas isso nada disso é considerado violência contra o homem.[2], [3]
Índios Brasileros: os do sexo masculino foram dizimados em números desproporcionalmente maiores.
Infraestrutura: nos EUA, DE 1890 A 1917, 230.000 homens mortos na construção de estradas de ferro. [71]
Iniciativa nos relacionamentos: tida como obrigação dos homens. Se a mulher não gostar da abordagem, é incentivada a agredir os homens de diferentes formas [99]
Iniciativas governamentais: para questões femininas, não para homens. [61]
Iniciativas pró-igualdade: ativamente excluem referências a questões relativas a igualdade e equidade para homens [43]
Inteligência: Homens são maioria entre os gênios atuando em todas as áreas e também a maioria entre os de menor desempenho intelectual; o primeiro fato é considerado discriminação, sexismo; o segundo, não.
Investimentos em saúde: pesquisas sobre doenças para as mulheres recebem mais investimento. [62]
Islamismo e herança: mulher muçulmana não é obrigada a partilhar propriedade, mas os homens são. [72]
Islamismo e heranças: mulheres não devem compartilhar suas heranças com os homens, mas os homens devem. [138]
Islamismo e trabalho doméstico: maridos muçulmanos devem prover empregadas(os) para suas mulheres. [67]
J
Judiciário: há “guia” para juízes favorecerem mulheres e discriminarem homens ao julgar e sentenciar. [75]
L
Leis contra a discriminação feminina discriminam os homens [30]
Liberação masculina: Como sociedade, liberamos as mulheres, mas não os homens, de seus papéis tradicionais. A mulher tem direito de tomar a iniciativa no relacionamento o homem, a expectativa; a mulher tem o direito de trabalhar fora, o homem, a obrigação; a mulher tem o direito de ir às guerras, os homens, a obrigação exigida em lei. Homens ainda são seguranças grátis, ainda se espera que paguem para as mulheres se divertirem à noite, ainda se espera que puxem a cadeira, cedam o lugar, reprimam suas piadas na presença de uma mulher (e nunca debochar delas), mas nunca a delas perto deles (especialmente sobre eles), que se ausentem menos do trabalho para cuidar da saúde (ao mesmo tempo, quando eles não cuidam, chamamos isso de “machismo”), etc., etc.
Linguagem: em diferentes idiomas, termos negativos associados ao gênero masculino, como “corno”, “thug”, etc. [79]
M
“Machismo”: palavra amplamente usada por feministas como forma de associar aos homens a violência, sofrimento, crime, possessividade, toda uma gama de desvios de personalidade, problemas individuais, relacionais e sociais ao sexo masculino. Todos os problemas de homens e mulheres são relacionados ao “machismo”; as soluções, a igualdade, o bem, ao Feminismo.
Manipulação de estatísticas sobre a vitimização da mulher. Ocorre em todos os campos, em todos os níveis [135]
Masculinistas e Movimento dos Direitos dos Homens, questões e ativismo apresentados como anti-mulheres e anti-igualdade [86] e até difamados como perigosos, criminosos [marx cult] e “grupos de ódio” [jtO]
Meio-ambiente: homens culpabilizados pela poluição [44.5]
Mídia: questões do gênero masculino são excluídas [77]
Ministérios e secretarias para a mulher, não para os homens. [88]
Misandria e homofobia: homens culpabilizados e generalizados como homofóbicos devido ao “machismo”.
Misandria e homofobia: os que são mais alvos, e da maior violência (cometida por grupos, pessoas e estados [1], [2]) são os homens [66], inclusive desde a lei mosaica e no islamismo [Levíticus 18:22 (pena de morte por apedrejamento), ...] e ignoram a homossexualidade feminina. Após milênios
Misandria e marketing: associação de marketing em jornais recomenda ataques aos homens [81]
Misandria e racismo: A maioria e as piores vítimas de violência racista são homens []
Misandria e racismo: Homens são falsamente vistos como privilegiados por um “sistema de gênero/classe/raça” pela teoria feminista. Em expectativa de vida, p. ex., a pirâmide é: A pior é do homem negro, acima a mulher negra, em seguida o homem branco e a melhor, a da mulher branca.
Misoginia e machismo: argumento contra qualquer discordância dos homens. [90]
Mito da dupla jornada: estudos que mostram os homens trabalhando mais que são desconsiderados [99] [WF vid]
Mito do amor materno: mulheres são consideradas mais amorosas e imprescindíveis para as crianças, só por serem mulheres. []
Moradia: Homens são discriminados pelo “minha casa, minha vida” entusiasticamente pela Presidente Dilma [1], apesar de serem a maioria dos sem-teto.
Mortes em combate: na quase totalidade, homens. Mulheres soldados recebem o mesmo pagamento, mas são mais resguardadas [] Mesmo sofrendo muito mais tortura, mutilação e generocídio, o sofrimento dos homens pode ser ignorado. []
Movimento estudantil: predominantemente, pró-feminismo, tende a rejeitar questões de equidade pró-masculinas. [1]
Mulheres e crianças primeiro: cultura tida como “machista”, mas na prática promovida e usada em políticas, segurança, , emergência e evacuações. [1]
Mutilação genital feminina: Considerada como uma “evidência do machismo e egoísmo dos homens”, graças à propaganda do “Patriarcado”. [1]
Mutilação genital masculina: Circuncisão: 30% da população mundial masculina é circuncidada, o procedimento é doloroso e mutilador, mas as sociedades consideram questão de liberdade religiosa ou procedimento padrão em alguns países. Também é atribuída ao “Patriarcado”. [1]
Mutilação genital: Circuncisão: investimento da ONU em circuncisão em massa de homens em países africanos, com o objetivo declarado, mesmo com resultados duvidosos, de beneficiar a mulher.
N
Nascimentos: riscos exagerados para bloquear requisições de igualdade pelos homens [16]
Noticiários: o gênero da vítima não é mencionado se a vítima é homem [94]
O
OBESIDADE MÓRBIDA CULTURAL: Tradição originada da escassez de alimento [1], mas os homens são responsabilizados e mulheres são consideradas “obrigadas” a engordar (dogma do “Patriarcado”). [2]
Objetificação: normalmente apresentada como algo que só mulheres sofrem [1]
Olhar assassino: Homens são os únicos que matam com o olhar, segundo teoria amplamente divulgada e aceita no meio feminista (o olhar dos homens “objetifica”, “estupra”, “sufoca” e “mata” a mulher, mas nunca o contrário, devido ao “Patriarcado”). [1], [2]…
Opressão: homens são retratados como controladores e opressores, mulheres opressoras são desconsideradas ou elogiadas.
P
“Patriarcado” ou “machismo”, “cultural” ou “estrutural”: é a base teórica ideológica desenvolvida pelo feminismo de 2ª onda. É uma teoria sofisticada, desenvolvida e aplicada a diversas áreas das ciências humanas (Sociologia, História, Psicologia, etc.), através inúmeros trabalhos acadêmicos. Poucas pessoas chegam a questionar que esse teoria é uma teoria imbuída de um conceito e uma visão sobre os homens e a masculinidade semelhante à que os nazistas tinham dos judeus e dos marxistas sobre os que detivesse capital.
Pais: desproporcionalmente afastados do contato com os filhos. [50]
Paternidade e fraude: 30% dos pais que não tem a custódia pagam pelos filhos que não são deles. [102]
Pedofilia e aviões: somente homens são retirados de assentos ao lado de crianças, considerados indistintamente agressores sexuais de crianças em potencial. [3]
Pedofilia: 98% dos pedófilos REGISTRADOS é homem. A pedofilia feminina é amplamente desconsiderada, pouco é denunciada e raramente punida. Notícias de abusos sexuais contra crianças e pubescentes na TV, quando a perpetradora é mulher, tendem a evitar a palavra – Quantas vezes você já viu a palavra “pedófila”, flexionada assim, no gênero feminino? A partir de algumas denúncias, começou-se a investigar a sério a pedofilia feminina entre professoras de jovens e crianças: O resultado foi a chamada “Grande Lista”. [] Michele Elliott realizou uma pesquisa sobre o assunto, percebeu que o assunto é um tabu para a nossa sociedade e que o movimento feminista não apenas é omisso, como há membros que procuram impedir a divulgação do assunto. []
Pedofilia: 98% dos pedófilos registrados são homens, mulheres pedófilas são geralmente ignoradas pela mídia e não costumam ser reportadas. Mulheres pedófilas podem usar objetos e torturar suas vítimas. [99]
Pedofilia: Atuação de feministas contribuem para que a pedofilia feminina seja desconsiderada. [99] Não se houve falar de estudo sobre mulheres pedófilas.
Pedofilia: Homens são presumidos pedófilos pela histeria midiática, embora poucos seres humanos possam ser considerados pedófilos [99], [99], [99]
Pedofilia: Nos EUA, quando passou-se a denunciar professoras que se relacionavem sexualmente com alunos, formou-se uma “grande lista” [99]. Ainda não há estudos sobre babás, empregadas domésticas, religiosas, mães pedófilas. No Brasil,
Pedofilia: Pela presunção social, falsas acusações de pedofilia podem ser usadas contra os homens, causando grande prejuízo [99], [99]
Pensão Alimentícia: desproporcionalmente recai sobre os homens, mesmo quando as mulheres ganham mais [5]
Polícia: homens são mais presos que mulheres, por serem homens. [105]
Preconceito de mídia: fatos escolhidos retratam negativamente os homens em 69% das vezes. [85]
Preconceito jurídico: homens são mais condenados pelos mesmos crimes e com sentenças mais pesadas [xx], [xx]
Preconceito jurídico: Mulheres contam com recursos de defesa judicial exclusivos movidos ao nosso preconceito, mesmo se tratando de crimes violentos e premeditados [99 WF].
Preconceito jurídico: programa “pai presente”, no final, tem enfoque somente nas OBRIGAÇÕES dos pais, não nos direitos deles, nem na importância da presença deles com os filhos – e constrange publicamente possível pai de criança. []
Presentes de casamento: ainda se espera que os homens comprem jóias, etc. [44]
Presentes de casamento: cultura e religiões insistem que os homens devem pagar para casar. [84] Onde havia o dote (família da noiva pagar para contribuir para o sustento da filha que se casaria, isso foi tornado ilegal)
Presidente da República feminista, grosseira e mal-educada como jamais se admitiria que fosse com mulheres, apesar de dever sua chegada à presidência a um homem. [1]
Progresso de gênero: homens costumam ser apresentados como contrários. [58]
Prostituição: só os clientes masculinos criminalizados, aliciadoras e cafetinas ignoradas. [111]
Psicologia: feminilização da psicologia fast-food tem padrões de comportamento feminino, emocional, foco no processo como referencial de equilíbrio emocional, rejeitando características masculinas como razão e foco na solução.
R
Retórica feminina de vingança apoiada pelas narrativas da mídia [52]
S
Segregação sexual: culturas e feminismo consideram o gênero masculino predatório deais para a integração social [xx]
Segurança grátis: papel esperado de um homem por qualquer mulher
Sexismo: mulheres podem ser 4 vezes mais sexistas que os homens, mas o feminism apenas admite o sexismo masculino [SS]
Stalking: para homens que cometem o “assédio romântico”, são requisitadas penas mais graves. Para mulheres, há o MADA.
Suicídio x depressão: homens cometem mais em todas as idades. [129] No entanto, as pesquisas, investimentos, campanhas e mídia têm foco no direito das mulheres a uma vida feliz. [xx], [XX]
T
Táticas de intolerância aos homens: formas em que os homens são assediados moralmente quando requerem igualdade [8]
Tênis: homens têm que disputar 5 sets, mulheres, 3.
Trabalho (3) sociedade não aceita quando os homens morrem menos: Na Colúmbia Britânica, o alto nível de falências de empresas que realizavam trabalhos pesados levou os homens ao desemprego, consequentemente reduzindo a quantidade de homens feridos. Houve reação imediata, como se mulheres estivessem se acidentando mais []
Trabalho e deslocamento: homens viajam mais longe para trabalhar. [99]
Trabalho e horário de atendimento médico: homens trabalhadores são obrigados a cuidar menos da saúde [32]
Trabalho e horas excessivas: Homens trabalham mais. Pesquisas indicam 60% dos homens trabalhando mais de 60 horas por semana. [97]
Trabalho em meio-período: homens recebem 4% menos que as mulheres [101]
Trabalhos (2)mortais: Mortos devido ao trabalho são homens em até 98% das vezes.
Trabalhos mortais: fatalidades no trabalho chegam a ser 98% de homens [US Bureau of labor statistics, US Department of Labor, 2011. OSHA (Occupational Safety & Health Administration,www.osha.gov/oshastats/commonstats.html)]
V
Violência contra crianças: homens comumente mostrados como agressores, mulheres agridem mais e matam mais que 2x mais [15]
VIOLÊNCIA doméstica 1) Demonização: campanhas retratam o homem invariavelmente como agressor violento, sem se importar se isso atinge aos homens, à imagem dos pais e dos filhos. Não só não importa se a esmagadora maioria dos homens não o faz, a propaganda coloca “os homens”, coletivamente, como perpetradores.
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 2) . Estudos mostram que de forma geral, as informações propagandeadas sobre violência doméstica não são corretas. [1]
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA 3) Ademais, elas usam armas, veneno, surpresa e premeditação, compensando perfeitamente a predominante desvantagem física. E uma coisa que não se menciona sobre Violência Doméstica é que mulheres matam 2x mais seus filhos do que homens [35].
Violência doméstica e abrigos: abrigos só para mulheres.
Violência doméstica: homens são os únicos a ser afastados
VIOLÊNCIA POR PROCURAÇÃO: As inúmeras formas de violência justificável ou não (guerra, policial, execuções, defesa da dignidade alheia, defesa da integridade física alheia, etc., etc.). Por cultura, são os homens que deverão comete-la e também recebe-la. E eles serão depois vistos como os maiores responsáveis pela violência. [1]
Trabalho (piores): homens trabalham mais longe, realizam os trabalhos não só mais pesados perigosos, insalubres (física, mental e emocionalmente) e penosos. Essa é uma das razões pelas quais os homens vivem menos e pior. Os trabalhos piores, mas imprescindíveis para a sociedade, são realizados em 95% por homens (wf)
Violência: Homens, se agredidos moral ou fisicamente por mulheres, são penalizados se revidarem.
Z
Zero: número de livros sobre Direitos dos Homens que a maior parte das pessoas tenha lido ou até saiba a respeito. [1]

FONTE: http://www.direitosdoshomens.com/sexismoaaz/

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