sábado, 8 de março de 2014

As contradições do feminismo.

No final da década de 1920, o escritor inglês G. K. Chesterton resumia o feminismo como "a confusa ideia de que as mulheres são livres quando servem seus empregadores, mas são escravas quando servem seus maridos".

De fato, a ideologia feminista é um compêndio de contradições. Ela contesta a exploração machista, dizendo que os homens tratam as mulheres como objetos de prazer, para depois defender uma suposta emancipação sexual feminina, alegando que a mulher pode ter quantas relações quiser.

Ela se revolta com a esposa que cuida do lar e educa seus filhos, tachando-a de inimiga dos direitos femininos por se negar a trabalhar fora, mas não se importa com - e às vezes até defende - a prostituta que se submete a satisfazer as perversões de um homem, a troco de algumas notas de reais.

O feminismo se importa com a mulher até descobrir que o sexo do bebê é feminino. Veja-se, por exemplo, o que indica um estudo da Universidade de Oxford, sobre os casos de abortos na Inglaterra, entre os anos de 1969 e 2005: a prática do aborto em mulheres grávidas que rejeitam o sexo do bebê cresceu enormemente, sobretudo quando se trata de nascituros meninas.
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