quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

"Santo" Nelson Mandela: a verdade.

O verdadeiro Nelson Mandela

Com os média a transbordar de referências à "grandeza" de Nelson Mandela no dia à seguir à sua morte, um contraponto com o resto da história é sobejamente necessário. No final do texto estão algumas entrevistas em vídeo do missionário Sul-Africano Peter Hammond, que conta a verdadeira história de Mandela.

Caracterizado pelos média como um libertador, Mandela era um Marxista e um terrorista condenado. Hammond diz o seguinte em relação a Mandela:

Nelson Mandela admitiu [tudo] num tribunal aberto e declarou-se culpado de 156 actos de violência pública e terrorismo - e lembrem-se que ele era uma advogado experiente. Ele era o líder da facção terrorista revolucionária do ANC [African National Congress] “Umkhonto we Sizwe.” Ele esteve por trás de diferentes operações: desde a conspiração de colocar bombas numa estação de comboio (que matou mulheres e crianças, e mutilou pessoas), bombas em centros comerciais, ataques a camponeses . . . tantos actos de violência.

Hammond prossegue afirmando que as descrições actuais fazem de Mandela um santo mas nunca dizem o porquê dele ter estado na prisão. Ele foi para prisão por um motivo justo e bom.

Nem mesmo a Amnestia Internacional quis pegar no seu caso porque ele não era um preso político. Ele teve um julgamento justo e uma sentença razoável. Ele teve o seu momento no tribunal e ele não era um preso político mas sim alguém que foi para a prisão por ter levado a cabo actos de violência.

Hammond conta como os crimes que Nelson Mandela levou a cabo na África do Sul, que lhe valeram uma prisão perpétua, seriam suficientes para ele ser receber a pena de morte nos Estados Unidos ou na Grã-Bretanha daqueles dias. Foi o clima político da altura que lhe valeu a libertação, associado ao revisionismo esquerdista que branqueou a sua vida anterior de violência. Se o legado de Mandela nos ensina algo é que a sua vida é um argumento em favor da pena de morte. Quando tais criminosos não são eliminados, há sempre a chance dos poderes políticos futuros serem suficientemente corruptos para os libertar - e os colocar em posições de poder.
À luz da verdade em torno de Mandela, Hammond pode dizer:

Estou surpreso que tantas pessoas o idolatrem e o elevem para uma posição de figura messiânica, o que revela que eles obviamente não conhecem o que ele ensina, o que ele acredita, o que ele faz, ou o seu apoio a alguns dos ditadores Marxistas mais radicais do nosso planeta.

Isto inclui muitos Cristãos:

Muitos Cristãos por ai espalhados idolatram Mandela só porque lhes foi dada informação errada, ou informação incompleta.

Quando Mandela adoeceu há cerca de um ano atrás, os média começaram a preparar a hagiografia que eles estão agora a publicar em torno do terrorista caído. Barack Obama aproveitou a oportunidade para fazer uma viagem até a África do Sul, falando nos direitos humanos em todos os lugares, invocando o nome de Mandela em todas as paragens e louvando o seu trabalho.

Um comentador esquerdista da NPR [órgão de informação estatal Americano] não se conseguiu conter, lamentando o facto de, durante a visita de Obama, Mandela estar demasiado doente para uma sessão fotográfica

O primeiro presidente negro dos Estados Unidos ao lado do primeiro presidente negro da África do Sul seria um momento poderoso.

Ou, como nós poderíamos dizer,"Um cripto-comunista amigo de terroristas ao lado de um comunista terrorista condenado seria um momento revelador."

Pouco depois do ataque terrorista de Boston, Obama declarou que esses actos seriam investigados como actos de terrorismo porque, "Sempre que bombas são usadas para atingir civis inocentes isso constitui um acto de terrorismo."

"Sempre . . . . "

No entanto, esta manhã, enquanto falava da morte de Mandela passados que estavam alguns minutos, o presidente Obama disse:

Perdemos um dos seres humanos mais influentes, corajosos e profundamente bons com quem qualquer um de nós algum dia partilhará tempo durante a sua estadia na Terra.

Há de facto um fosso no discurso público.

E sim, até muitos Cristãos ficarão confusos e encurralados. Muitos encontrar-se-ão encurralados pelo dilema apreendido gerado pela narrativa caiada de Mandela. Se os adversários criticarem-no publicamente, eles correm o risco de serem publicamente associados aos simpatizantes do apartheid e do racismo (tal como os actuais defensores [Americanos] dos direitos estaduais são indevidamente associados à escravatura e ao racismo).

No entanto, dar espaço de manobra a Mandela é dar espaço de manobra à sua ideologia Marxista e ao seu terrorismo. Isto soa como muitas outras decisões em torno do "mal menor" que tantas vezes nos são apresentadas.


Os vídeos que se seguem chegam-nos dum missionário que analisa as coisas duma maneira diferente. Ele fica do lado da verdade em praça pública independentemente do que as pessoas dizem contra ele, ou independentemente do que as pessoas possam tentar fazer contra ele.

Mandela morreu e apresentou-se perante o seu Criador. Veremos se Deus julga o assunto segundo a tese do "mal menor". Se quiserem saber mais acerca do Comunismo de Mandela basta ler o livro que ele mesmo escreveu que fez parte da montanha de evidências usadas contra ele no seu proprio julgamento: "Como Ser um Bom Comunista".

O julgamento de Mandela.

« Há apenas um meio de abreviar a agonia assassina da velha sociedade e as dores de parto ensanguentadas da nova sociedade, simplificando-as, concentrando-as, apenas um meio: o terrorismo revolucionário »

Karl Marx

O ex-líder do ANC confessou em tribunal a sua opção pela violência:

« The avoidance of civil war had dominated our thinking for many years, but when we decided to adopt violence as part of our policy, we realized that we might one day have to face the prospect of such a war. This had to be taken into account in formulating our plans. We required a plan which was flexible and which permitted us to act in accordance with the needs of the times; above all, the plan had to be one which recognized civil war as the last resort, and left the decision on this question to the future. We did not want to be committed to civil war, but we wanted to be ready if it became inevitable.


Four forms of violence were possible. There is sabotage, there is guerrilla warfare, there is terrorism, and there is open revolution. We chose to adopt the first method and to exhaust it before taking any other decision. »

Nelson Mandela, Declaração durante o Julgamento de Rivonia, África do Sul, 20 de Abril de 1964.

http://www.rfksafilm.org/html/speeches/mandela.php

«Evitar a guerra civil tinha dominado o nosso pensamento por muitos anos, mas quando decidimos adoptar a violência como parte da nossa política percebemos que um dia teríamos de enfrentar a perspectiva dessa guerra. Isto teve que ser tido em conta na formulação dos nossos planos. Precisávamos de um plano que fosse flexível e nos permitisse agir de acordo com as necessidades do momento, acima de tudo, o plano tinha de ser um que reconhecesse a guerra civil como última opção e deixasse uma decisão sobre essa questão para o futuro. Nós, não queríamos tomar a decisão da guerra civil, mas quisemos estar prontos caso ela se tornasse inevitável.

Quatro formas de violência eram possíveis. Existe a sabotagem, existe a guerrilha, existe o terrorismo e existe a revolução aberta. Optámos por adoptar o primeiro método e esgotá-lo antes de tomar qualquer outra decisão. »

A justificação de Mandela não convenceu o tribunal e percebe-se facilmente porquê. Estando acusado de organizar e recrutar tantos meios de destruição e desordem, não foi boa ideia confessar que via o terrorismo como forma de luta possível (um santo de um homem!), mas preferiu reservá-lo para mais tarde e apostar primeiro numa forma de violência mais branda e simpática, a sabotagem (conta-me histórias...).

Ninguém acreditou que as estratégias terroristas de Mandela fossem apenas parte do tal "plano flexível" para enfrentar uma guerra esperada mas não desejada. Sabotagem, guerrilha, terrorismo e revolução aberta, foram apenas jogos de palavras de uma defesa desesperada. A acusação via os réus como "indivíduos sem escrúpulos em recorrer ao terrorismo e ao massacre com a intenção de criar um estado de caos e anarquia." E pior, para Mandela e seus amiguinhos, a acusação tinha provas. Nomeadamente, do plano de acção "Operação Mayibuye"

Já sobre Mandela ter dito, na mesma declaração, que a sua organização não ambicionava uma guerra civil entre brancos e africanos, mas sim uma África do Sul pacífica e multi-racial, provas da acusação demonstraram o contrário:

Panfleto do ANC, 1963.

LISTEN, WHITE MAN!
Five Whites were murdered in the Transkei, another hacked at death at Langa…Sabotage erupts every other week throughout the country, not here, not there. The Whites are turning vicious and panicky…At this rate, within a year or two South Africa will be embroiled in the second, bloodier, more furious, Algerian war.
SABOTAGE AND MURDERS MULTIPLIED LAST YEAR. SABOTAGE AND MURDER WILL NOT CEASE.
YOU now face an indefinitely long future of terror, uncertainity and steadily eroding power. You will keep a gun at your side, now knowing whom to trust. Perhaps the street-cleaner is a saboteur, perhaps the man who makes your tea at the office has a gun…You will never be safe and you will never be sure.
YOU WILL HAVE LAUNCHED A WAR YOU CANNOT WIN.

Resultado, o juiz não foi na conversa,

« Eu ouvi muito durante o decorrer deste caso sobre a humilhação da população não-branca. Os acusados (...) todos eles líderes da população não-branca, disseram-me que estiveram inteiramente motivados pelo desejo de resolver essas humilhações. Não estou, de modo algum, convencido de que os motivos dos acusados foram tão altruístas como eles desejam levar o Tribunal a crer. Pessoas que organizam uma revolução normalmente planeiam tomar o poder, e a ambição pessoal não pode ser excluída como motivo »

Sentencing Statement of Justice Quartus de Wet in the Trial of Nelson Mandela (Rivonia Trial)

Uma coisa é defender os direitos humanos, outra, distinta e incompatível, é querer instaurar um regime comunista. O regime sul-africano da época cometeu muitas injustiças contra a população africana, mas condenar o terrorista Nelson Mandela não foi uma delas.

Mesmo a Amnistia Internacional, que agora tanto o estima, à época não encontrou motivos para conceder a Mandela o estatuto de "prisioneiro de consciência".
O recurso à violência foi a razão.

http://speakingtruthtoamnesty.blogspot.pt/2012/01/document-when-amnesty-international.html

Só em 2008, por "vergonha" politicamente correcta, os EUA retiraram este criminoso da sua lista de terroristas.

Nelson Mandela não foi preso por causa das suas crenças e oposição ao apartheid. Foi preso por ser criminoso.

Mas verdade seja dita, entre pretos ou brancos, o ANC não discrimina os alvos da sua violência:

http://www.youtube.com/watch?v=Sf39waktLVQ

http://en.wikipedia.org/wiki/Necklacing
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Feitos do Umkhonto we Sizwe, braço-armado do ANC, quando era liderado na prisão por um tipo que não renunciava à violência, mesmo quando lhe ofereciam a libertação em troca, preferindo aguardar mais uns anos até lhe oferecerem a saída sem condições.

Fontes: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/12/o-verdadeiro-nelson-mandela.html
http://oarquivoreaccionario.blogspot.pt/2013/07/o-julgamento-de-nelson-mandela.html
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