sábado, 21 de dezembro de 2013

Refutando os argumentos das mulheres indecentes

Refutando os argumentos das mulheres indecentes


"O Padre Bruno Pelegia, Sacerdote Católico, Teólogo e Doutorado em Sagrada Teologia Complementar explica:

Ficamos felizes por ver, aqui e ali, senhoras e raparigas que não precisam que lhes digam para seguir estas normas. Mas àquelas que estão longe destas normas de sensatez, eu, como ministro de Deus, peço-lhes que prestem atenção à minha súplica: Não podem manter uma consciência íntegra sendo, ao mesmo tempo, tão inconscientes!
Não diga, Que mal tem a forma como me visto? Por que não seria possível ser esta uma pergunta ingênua? Quem a faz deve suspeitar que o fato de expor o corpo feminino do modo como o faz pode ser terrivelmente provocador.
Não diga, Aqueles que me veem desta maneira não são forçados a pecar! Podemos admiti-lo. Mas não deveremos nós, sempre que pudermos, reduzir as ofensas que o Nosso Divino Senhor recebe? Ai de nós se somos indiferentes neste ponto! Ai de nós se, com tal indiferença, a nossa conduta alicia os outros ao pecado! Sabemos que alguns homens de alma sã resistirão totalmente a essas mulheres provocadoras e não só não pecarão como ganharão mérito. Outros, porém, sendo fracos, consentirão no que lhes é proibido; e segundo as Sagradas Escrituras, por tê-los atraído desnecessariamente ao mal, terá parte também no seu pecado (Mat. 18:7).
Não diga, Todas as outras raparigas se vestem desta maneira! Admitimos o triste fato de que muitas são assim levianas. Mas, mesmo que todas as raparigas o fossem, não deveria segui-las como um exemplo. Não se considera capaz de tomar decisões sensatas nos seus assuntos pessoais? Então se tem a liberdade, o privilégio e o dever moral de procurar a virtude e o Céu, por que e para que seguir o 'rebanho' inconscientemente? 'Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que seguem por ele. Como é estreita a porta e quão apertado é o caminho que conduz à Vida, e como são poucos os que o encontram!' (Mat. 7:13-14). Deixe que o seu sentido de responsabilidade e de integridade a distingam do 'rebanho'.
Não diga, Não pretendo ser maldosa. Eu posso até acreditar nisso. Mas o prejuízo moral que está a causar vestindo-se sem se importar com as consequências é um mal pelo qual será responsável.
Não diga, Acho que devo andar na moda e ser atual. Porque existem muitas mulheres e raparigas bem formadas que, usando um pouco de desembaraço, acabam por vestir-se com charme e com uma modéstia cheia de encanto. Mas, cuidado com um estilo que, seduzindo os homens inclinados a morais corruptas, serve apenas a vaidade e o diabo, e será uma trágica decepção. Não importa como mudam as modas e os gostos: a lei moral nunca muda.
Não diga, Muitas vezes é difícil avaliar se um vestido é modesto ou não. Ora reflita: se alguém suspeita que um prato de comida está envenenado, não o serve a ninguém, com medo de que faça mal. Então, ainda com muito mais sensatez se deve sentir segura se, ponderando, tiver qualquer suspeita de que a sua forma de vestir poderá ser uma fonte de mal. Uma consciência íntegra não reconhecerá o pecado como o maior dos danos?
Não diga, Recuso-me a ser fanática e hipócrita! Por que, como pode ser errado agir de acordo com uma consciência íntegra que lhe diz que uma ofensa contra Deus Todo-Poderoso é, verdadeiramente, o maior dos males? Um fanático e um hipócrita é uma pessoa que finge odiar o pecado e amar a Deus quando na verdade não se importa nada com isso; mas se eu lhe peço para se importar com tudo isto, como pode ser algo errado? Retidão - que muitas vezes requer suor, lágrimas e coragem - nunca é o mesmo do que fanatismo e hipocrisia. E então os Santos, que lutaram corajosamente contra a imodéstia, terão sido fanáticos e hipócritas?
Não diga, Os homens apreciam-me mais assim. Isso pode ser verdade para os homens que preferem um pouco de prazer em vez da amizade de Deus, mas já não é verdade para os homens que vivem de acordo com uma consciência reta. Além disso, lembre-se que é a Deus que um dia terá de prestar contas, não aos homens.
Não diga, O que é bonito é para se ver! Eu poderia contrapor dizendo que 'quando a beleza física é por demais mostrada, perde o seu encanto'. Além disso, há uma beleza física que não pode ser exposta sem daí advir uma atração que tenta os homens a satisfações proibidas. Por outro lado, se pensa na beleza que há em mostrar as pernas, porque é que nunca pensou na beleza que existe em mostrar uma modéstia Cristã e uma solicitude para o bem das almas?
Não diga, Mas eu tenho calor! Claro que consegue aguentar o calor quando quer. Com certeza uma boa consciência é digna de um pouco deste tipo de sofrimento: muitas almas boas fazem o sacrifício de aguentarem o calor de bom grado, com a intenção de oferecer essa penitência a Deus. Mas - é triste dizê-lo - algumas raparigas e senhoras durante o tempo quente vão escassamente vestidas à Santa Missa e a outras reuniões da igreja; e, no entanto, elas mesmas vestem-se com modéstia quando trabalham num escritório onde recebem todo o tipo de clientes, ou quando são professoras, ou quando trabalham em salões de venda onde devem atender todo o tipo de fregueses.
Não diga, Há problemas e pecados bem maiores do que estes. Sim, é verdade. Alguns pecados são mais graves que outros (João 19:11). Mas mesmo os mais pequenos de todos não deixam de ser pecados. Para merecer ir para o Inferno, não é preciso ser-se um criminoso 'com a cabeça a prêmio'! E eu tenho milhentas razões para a impedir de ir para lá. Eu mesmo irei para lá, se não tentar salvar os outros de lá caírem.
- Jovem, não deixe que nada nem ninguém a engane quanto ter uma consciência sã e privando-a do seu destino eterno! Se pretende ser Cristã de fato e não apenas de nome, se quer ajudar e não impedir a ação da Graça para reformar as consciências, se amanhã não quer sentir remorsos nem o peso da culpa, então redobre os esforços para se vestir segundo a modéstia mariana.
...para poder mostrar-se como uma mulher Cristã e não como uma mera armadilha para homens;
... para poder elevar-se e inspirar um amor casto, e não incitar a prazeres proibidos."

Referência:
THE FATIMA NETWORK. Modéstia no vestuário. Disponível em: http://old.fatima.org/port/modestport.htm Acesso em: 15 out. 2013.

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