sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Preservativos e AIDS: a castidade é a melhor política.

Um especialista em AIDS, o norte-americano Malcolm Potts, sustenta que as provas científicas contra a "segurança" do famoso "sexo seguro" baseado em preservativos ou "camisinhas", são esmagadoras. "O HIV" — diz ele — "é 450 vezes menor que o espermatozóide, e tanto os preservativos quanto as luvas cirúrgicas têm normalmente poros de até 5 mícrons, enquanto o vírus da AIDS tem um tamanho de 0.1 de mícron. Por isso, segundo Malcolm Potts, "dizer a uma pessoa envolvida em comportamento de alto risco que use preservativo, é como dizer a um chofer inteiramente embriagado que ponha o cinto de segurança e guie tranqüilo".

Recentemente, dizia Potts que a melhor maneira de testar a convicção de segurança da camisinha, era propor a um médico responsável e especializado em AIDS que ele se submetesse aos mesmos riscos que ele garante aos seus pacientes não existirem, usando ele as mesmas medidas de segurança que recomenda aos "outros".

Algo parecido resolveu fazer a Dra. Theresa Crenshaw, durante o último Congresso Mundial de Sexologia em Heidelberg (Alemanha). A especialista perguntou aos 800 sexólogos presentes: "Se vocês encontrassem o companheiro de seus sonhos e soubessem que tem o vírus da AlDS, quantos de vocês teriam relações sexuais com ele dependendo do uso de preservativos como proteção?"

Nenhum dos presentes no auditório levantou a mão, apesar de a maioria deles ter admitido que já tinham recomendado essa proteção a seus pacientes — informou o Boletim SELAT (Jan/1994, p.8).

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