sábado, 31 de agosto de 2013

Comunismo leva à miséria de todos - matematicamente comprovado.

QUALQUER SEMELHANÇA NÃO SERÁ MERA COINCIDÊNCIA....

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza, ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."

Todas as notas serão concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos,buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela e o Brasil e Argentina, que estão chegando lá... .."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Síria.

Uno de nuestros colaboradores nos ha enviado una carta que hemos traducido del italiano. En ella un sacerdote sirio nos cuenta la realidad de lo que viven los cristianos en Siria.

Asombrosamente, la desinformación de lo que está pasando en Siria llega hasta el punto de que muchos y muy reconocidos medios de radio y prensa supuestamente cristianos en España, parecen estar bastante a favor de que Obama ataque y destruya al ejército sirio, como respuesta al supuesto uso de gases letales por parte de este, sin siquiera esperar a ver qué dicen los investigadores de la ONU desplazados a la zona. Si Occidente ataca al ejército sirio, los cristianos serán exterminados y su sangre caerá en la medida de sus culpas sobre cada locutor y cada articulista conscientemente defensor del bombardeo de Siria.

Al menos, nos queda la satisfacción de que el Gobierno de España se muestra reacio a la intervención.

Que Dios nos perdone a todos por no hacer más de lo que hacemos por nuestros hermanos y por el pueblo de Siria (Puedes entrar en este enlace y pedirle a Obama que detenga su ataque sobre Siria)


El ejército sirio que quiere destruir el mahometano Obama, defiende e incorpora cristianos

Los rebeldes que apoya occidente (EUA, Inglaterra y Francia) violan y asesinan a los cristianos

"Los terroristas islámicos han secuestrado a 200 mujeres cristianas, para ser violadas hasta la muerte. "

Es la trágica denuncia del sacerdote sirio Nader Jbeil:

Queridos amigos,

Os escribo con gran pesar y con el corazón herido profundamente por la ola de violencia de los terroristas musulmanes que sacude todos los días a Siria y que también golpea al Líbano.

Prueba de ello es el reciente ataque terrorista de Beirut, donde un coche bomba colocado por los rebeldes islámicos ha matado a más de cuarenta civiles y otros cinco resultaron heridos.

El miedo y el horror es visible a los ojos de todos nosotros. Todo cabe en la espiral dramática de la sangre, donde cientos de personas inocentes pierden la vida todos los días.

Esto, queridos amigos, es sólo una gota en el océano de la violencia que todos los días se ven obligados a soportar nuestros hermanos cristianos .

En Siria, una noche de este agosto en Homs, en la aldea cristiana de Marmarita donde hay un santuario dedicado a la Virgen, los terroristas de Jabhat islámico Nusra Front, escondidos ocupan el antiguo castillo por ser una posición estratégica y desde allí, han consumado una nueva masacre.

Indecibles atrocidades contra civiles inocentes que se convierten en víctimas de los sacrificios en la vorágine de la violencia cometida por estos sanguinarios " bestias " : treinta y cinco cristianos muertos, no se sabe el número de heridos y más de doscientas mujeres (especialmente las niñas) secuestradas , literalmente arrastradas y forzadas a la esclavitud en el pueblo de Der Zor, bastión terrorista de Jabhat al Nusra Front.

El destino de cada uno de ellas está marcado por la violencia y la crueldad con la que serán torturadas y violadas hasta la muerte, que acogerán como liberación ante tanta maldad.

La continuación de la violencia en la ciudad de Damasco, donde incluso hoy en día los terroristas islámicos bombardearon el barrio cristiano y quemaron otra iglesia, siempre dirigiendo sus ataques al "corazón" de los cristianos que no dejaron su patria para poder defender lo más sagrado que tiene todo ser humano, el derecho a la dignidad humana y de profesar libremente su fe.

El objetivo es destruir a cualquier precio, los lugares que durante dos mil años han sido la "cuna" del cristianismo, y que todos se sometan a la ley del Islam, como ya ha ocurrido en Afganistán.

Ya no es un lugar seguro para nuestros hermanos cristianos, día tras día sólo hay dolor y las lágrimas de las madres desesperadas a las que les matan sus niños y secuestran sus hijas, de los ancianos que viven en silencio este horror son impotentes frente a tanta crueldad y la devastación, y de los padres que sufren impotentes porque no pueden defender a sus familias y darles un refugio seguro.

Amigos, asisto todos los días a imágenes de atrocidades como las que os he contado, que quedan impresas en mi mente, y mi corazón está lleno de angustia, les pido a ustedes que se unan a nosotros en la oración ferviente y constante al Inmaculado Corazón de María, nuestro mediador con Dios porque la semilla de la paz mora en cada corazón.

Así que vuelvo a preguntar por su apoyo, ya ha hecho mucho, pero me pide que lo haga aún más, necesitamos que cada poco de ayuda que cada uno de ustedes nos pueden dar, ayuda económica y asistencia material , por favor, no dejes que mi desatendido llorar, que es la voz de miles de gritos desgarradores de los que ahora vive sólo entre el dolor y las lágrimas y todo perdido.

Que el Señor te bendiga y a ti y a tus familias. Su hermano en Cristo.

Padre Nader Jbeil

Director de Radio Sawt en Sama (Siria)

Fuente: Cruz de San Andrés
Visto en: Tradición y Patria

Sansão e os cabelos longos.

OS CABELOS DE SANSÃO



Qual a explicação da perda das forças de Sansão, ao serem cortados os seus cabelos?



A cabeleira de Sansão era, segundo um costume israelita, símbolo da consagração (nazireato) deste varão ao Senhor. Conservar a cabeleira, portanto, vinha a ser em Sansão sinal de amor e devotamento a Javé. Enquanto Sansão era cioso de seus cabelos (cioso de seu voto de nazireato), o Senhor lhe concedia auxílio e forças extraordinárias para debelar os filisteus, inimigos de Israel — missão esta que Deus mesmo atribuíra a Sansão.



Aconteceu, porém, que o valente guerreiro, vencido pela paixão, revelou o seu segredo a uma mulher, dando ocasião a que lhe cortassem os cabelos; por esse feito, ele violou o seu voto ou a fidelidade ao Senhor e desmereceu a proteção que lhe era dada; tomou-se então incapaz de lutar, sucumbindo finalmente nas mãos dos adversários.



Não se julgue, portanto, que eram os cabelos como tais que faziam a força de Sansão.



Veja-se, a propósito, E. Bettencourt, "Para entender o Antigo Testamento" 226-231.





Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

Jonas e a baleia.

JONAS NO VENTRE DA BALEIA



Como interpretar o fato de Jonas ter passado três dias no ventre da baleia e ser devolvido com vida?



A história narrada pelo livro de Jonas pode ser interpretada como fato genuíno. Neste caso, admitir-se-á que Deus tenha produzido milagrosamente os fenômenos aí descritos. Nenhum deles é absurdo em si mesmo; por conseguinte, a Infinita Potência Divina pode muito bem ter derrogado às leis da natureza a fim de os suscitar. Pergunta-se, porém, se há ligação entre tantos e tão retumbantes milagres e a finalidade a ser por eles atingida, ou seja, a conversão de Nínive.



Considerando que pouco digna de Deus seria tal "ostentação" de poder, bons exegetas modernos julgam que a história de Jonas é uma parábola, ou seja, narrativa fictícia imaginada a fim de incutir uma lição religiosa ou moral'; apenas se poderia afirmar que Jonas existiu, foi personagem real. O autor do livro teria concebido tal enredo para censurar de maneira viva o particularismo ou nacionalismo religioso de grupos judaicos posteriores ao exílio (séc. 6.° a.C.), representados por Jonas e sua mentalidade, e recomendar uma concepção larga, universalista, do Reino de Deus: Javé quer não somente a salvação de Israel, mas também a de Nínive e a de todos os povos.



Ulteriores observações encontram-se no livro de E. Bettencourt, "Ciência e Fé na história dos primórdios"-, 3.a ed. pg. 257-266





Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Católicos e a Bíblia.

ATITUDE DIANTE DA BÍBLIA



E. VIEIRA (Rio de Janeiro) pergunta: "Qual a atitude do católico diante da Bíblia? Enquanto, por um lado, se percebe um movimento incentivando a leitura da Sagrada Escritura, por outro lado, há quem aconselhe reserva nesta leitura. Diante de tais dúvidas que deve fazer o católico?"



A atitude do católico perante a Bíblia há de ser francamente favorável.

Com efeito, que é a Bíblia senão a Palavra de Deus que tomou a forma de palavra humana para servir à nossa santificação, para preparar e estender a Encarnação do Verbo? A Bíblia é um sacramental, e um dos mais ricos sacramentais. Por conseguinte, só se pode conceber que o católico muito a estime e procure assiduamente desfrutar o seu conteúdo. É, de resto, o que têm inculcado insistentemente os Sumos Pontífices recentes (inclusive S. S. Pio XII na encíclica Divino Spiritu, 1943); a leitura dos Santos Evangelhos tem sido mesmo enriquecida de indulgências.



Há certamente passagens obscuras e de interpretação difícil, principalmente no Antigo Testamento. Disto, porém, não se segue que se deva fechar a Bíblia aos fiéis, A solução está, antes, em promover a instrução ou formação bíblica dos cristãos, comunicar-lhes a mentalidade bíblica, mostrar a mensagem religiosa essencial da Palavra de Deus, ensinar- lhes algumas normas de interpretação, a fim de que possam voltar sua atenção para o que o Livro Sagrado quer realmente dizer, e desviá-la de pormenores aos quais os hagiógrafos, eles mesmos, não entendiam dar senão importância secundária; em suma, a fim de que aprendam a ver as passagens obscuras como Deus mesmo as vê.



Em conclusão, só se pode recomendar a leitura, da Bíblia; feita com espírito de fé e caridade; tome-se uma tradução fiel aos originais e, se possível, percorra o leitor previamente uma breve introdução nos sagrados livros. O que ele não conseguir por seu preparo humano, ele o poderá obter como resposta do Espírito Santo (o Mestre interior) às suas disposições sobrenaturais.





Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

REGRAS DE DIREÇÃO ESPIRITUAL.

Regras da Direção Espiritual: fixar objeto e colaboração entre diretor e dirigido.

I. Objeto (princípios gerais).

Direção:

a) descobrir as causas dos pecados:

1. inclinações e hábitos pessoais (que se tem ou a adquirir),
2. tentações,

b) para descobrir os remédios:

1. virtudes opostas aos defeitos;
2. virtudes comuns a todos;
3. virtudes especiais a cada tipo de pessoa;
4. meios para as praticar – “exercícios práticos corporais”;
5. “exercícios espirituais” – oração, exame particular, devoções;
6. vocação – A) a escolher ou, B) se escolhida, avançar nos deveres particulares de cada estado.

II. Aplicação: o diretor espiritual deve conhecer

a) vida passado do dirigido:

1. faltas habituais,
2. esforços tentados para corrigir-se,
3. resultados obtidos;

b) disposições presentes:

1. inclinações e repugnâncias,
2. tipo de vida,
3. tentações que experimenta X táticas para vencê-las,
4. virtudes necessárias e meios para adquiri-las – exercícios corporais e espirituais.

III. Programa de Direção (explicar o que fazer e como).

1. Santificar ações comuns e oferecê-las a Deus em espírito de fé.
2. Purificar a alma pela Penitência e a Mortificação.
3. Exercícios de Humildade.
4. Exercícios de Caridade para com o próximo.
5. União com Nosso Senhor Jesus Cristo.
6. Desenvolver força de caráter (convicções e valores a partir dos quais agir).
7 Apostolado: formar almas de escol para ajudar a Igreja.


FONTE: condensado a partir de “A Vida Espiritual Explicada e Comentada”, Adolph Tanquerey, p. 298-299.

Estigmas de São Francisco - final.

Como um nobre cavaleiro, devoto de São Francisco,
foi certificado da morte e dos estigmas de São Francisco.

Um nobre cavaleiro de Massa de São Pedro, que se chamava monsior Landolfo e que era muito devoto de São Francisco e finalmente recebeu de suas mãos o hábito da Ordem Terceira, foi deste modo certificado da morte de São Francisco e de seus estigmas gloriosos.

Porque, estando São Francisco perto da morte, entrou nesse tempo o demônio em uma mulher daquele castelo e a atormentava cruelmente, e com isso fazia-a falar à letra tão sutilmente que vencia todos os homens sábios e letrados que vinham disputar com ela. Aconteceu que, indo embora dela, o demônio deixou-a livre dois dias e, quando voltou, no terceiro dia, afligia-a mais cruelmente do que antes. Quando ouviu isso, monsior Landolfo foi procurar a mulher e perguntou ao demônio que morava nela por que tinha ido embora dois dias e, depois, quando voltou, atormentava-a mais asperamente do que antes.

O demônio respondeu: “Quando a deixei, foi porque eu com todos os meus companheiros, que estão nesta região, nos reunimos e fomos muito fortes à morte do mendigo Francisco para disputar com ele e tomar sua alma. Mas, como ela estava cercada e defendida por uma multidão de Anjos maior do que a nossa e foi levada por eles diretamente para o céu, e nós fomos embora confundidos, eu estou tirando o atraso e fazendo a esta pobre mulher o que perdi em dois dias”.

Então monsior Landolfo esconjurou-o da parte de Deus que tinha que dizer o que havia de verdade na santidade de Francisco, que ele dizia que tinha morrido, e de Santa Clara, que estava viva. O demônio respondeu: “Vou te dizer, queira ou não, o que é verdade. Deus Pai estava tão indignado contra os pecados do mundo que parecia querer pronunciar em breve a sentença definitiva, exterminando-os do mundo se não se corrigissem. Mas Cristo seu Filho, orando pelos pecadores, prometeu renovar sua vida e sua paixão em um homem, Francisco o pobrezinho mendigo, por cuja vida e doutrina reconduziria, de todo o mundo, muitos para o caminho da verdade e da penitência. E então, para mostrar ao mundo que ele tinha feito isso em São Francisco, quis que os estigmas da paixão – que ele havia imprimido em seu corpo durante a vida – fossem agora vistos por muitos e tocados na sua morte.

De maneira semelhante, a Mãe de Cristo prometeu renovar sua pureza virginal e sua humildade em uma mulher, isto é, na Irmã Clara, de tal modo que, por seu exemplo, ela arrancaria muitos milhares de mulheres de nossas mãos. E assim, por essas promessas, Deus Pai, apaziguado, adiou sua sentença definitiva”.

Então, monsior Landolfo, querendo saber ao certo se o demônio, que é abrigo e pai da mentira, estava dizendo a verdade nessas coisas, especialmente sobre a morte de São Francisco, mandou um seu fiel donzel a Assis, para saber em Santa Maria dos Anjos se São Francisco estava vivo ou morto. Chegando lá, o donzel encontrou com certeza como o demônio tinha dito e, quando voltou, assim referiu a seu senhor, que justamente no dia e na hora que o demônio tinha dito, São Francisco tinha passado desta vida.
Para louvor de Jesus Cristo e do pobrezinho Francisco. Amém.


Como o Papa Gregório IX, duvidando dos estigmas de São Francisco,
foi esclarecido sobre eles.

Deixando de falar de todos os milagres dos sagrados santos estigmas de São Francisco, que podem ser lidos em sua legenda, para concluir esta quinta consideração devemos saber que o papa Gregório IX, duvidando um pouco da chaga do lado de São Francisco, como ele contou posteriormente, apareceu-lhe uma noite São Francisco e, levantando um pouco o braço direito, descobriu a ferida do peito e lhe pediu uma vasilha.

Ele mandou busca-la. São Francisco fez com que fosse posta embaixo da ferida do peito e para o Papa pareceu que ela estava sendo enchida até a boca de sangue misturado com água, que saía da dita ferida. E daí em diante foi-se embora toda a sua dúvida. E depois, ele, a conselho de todos os Cardeais, aprovou os sagrados santos estigmas de São Francisco. E disso deu aos frades um privilégio especial com a bula pendente (o selo). E ele fez isso em Viterbo, no décimo primeiro ano de seu papado. No décimo segundo ano, deu um outro mais copioso.

Também o papa Nicolau III e o papa Alexandre (IV) deram a respeito generosos privilégios, pelos quais se poderia contra quem negasse os estigmas de São Francisco como se fosse um herege.

Baste isso quanto à quinta consideração dos gloriosos estigmas de nosso ai São Francisco. Que Deus nos dê a graça de seguir sua vida neste mundo, de maneira que, por seus estigmas gloriosos, mereçamos ser salvos com ele no paraíso.
Para louvor de Jesus Cristo e do pobrezinho Francisco. Amém.

sábado, 10 de agosto de 2013

Pelagianismo: heresia reeditada pelo clero "conciliar".

O perigo real do pelagianismo.

Apresentamos a seguir a tradução de um sermão pronunciado por um sacerdote “em plena comunhão” sobre o perigo do pelagianismo na Igreja pós-conciliar.

11º domingo depois de Pentecostes

“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e a graça que Ele me deu não tem sido inútil.”

Tradução: T.M. Freixinho – Fratres in Unum.com
Recentemente, alguém mencionou uma antiga heresia chamada pelagianismo. Tenho ouvido essa expressão algumas vezes nos últimos meses e parece que há alguma confusão quanto ao seu uso. Assim, sem fazer qualquer juízo com relação àqueles que estão usando essa expressão, vamos tomar um tempinho nesse domingo para analisar essa antiga heresia. Se fizermos isso bem, talvez nos surpreendamos ao perceber como esse assunto é realmente relevante hoje em dia.
O nome pelagianismo deve-se a um monge austero, muito provavelmente de origem irlandesa, chamado Pelágio. Ele faleceu por volta do ano 418. Não devemos confundi-lo com os dois Papas que tiveram este mesmo nome.
O pelagianismo pode ser concebido simplesmente como a heresia da autoajuda. Ela essencialmente “nega a elevação do homem a um estado sobrenatural, e nega o pecado original. De acordo com os pelagianos, o pecado de Adão afetou os seus descendentes apenas por meio do mau exemplo” (Ott, pp. 222-3). Isso significa que o trabalho salvífico de redenção de Cristo consiste acima de tudo em Seu ensinamento e Seu exemplo de virtude. Para Pelágio, Jesus foi apenas um grande mestre, assim como  Moisés antes Dele. Além disso, “O pelagianismo considerava a graça como algo dentro da capacidade natural do homem.” De acordo com essa visão, o homem tem uma capacidade natural de viver uma vida santa e sem pecado e merecer a felicidade eterna ao exercer a sua vontade livre. Os pelagianos acreditavam que esta capacidade natural era auxiliada por graças externas que nos foram dadas por Deus… coisas como a Lei Mosaica, o Evangelho, o exemplo de virtude estabelecido por Nosso Senhor e Sua Mãe, entre outros. Isso significa que o homem pode alcançar até mesmo a remissão de seus pecados por seu próprio poder, pelo ato de afastar sua vontade do pecado, o que torna o pelagianismo um puro naturalismo.
Para recapitular, o pelagianismo sustenta “(i) que o pecado de nossos primeiros pais não foi transmitido a sua posteridade; [o pecado de Adão feriu apenas a ele mesmo, não a raça humana, e as crianças recém-nascidas estão no mesmo estado que Adão antes de sua queda.] (ii) que Cristo veio ao mundo, não para restaurar algo que havíamos perdido, mas para estabelecer um ideal de virtude, e assim contrabalançar o mau exemplo de Adão; (iii) que podemos, por nossos próprios poderes naturais, e sem qualquer assistência interna de Deus, [fazer o bem que seja agradável a Deus e desta forma] merecer a felicidade da Visão Beatífica” (cf. Apologetics and Catholic Doctrine, Arcebispo Michael Sheehan, p. 456). (iv) a Lei de Moisés é apenas um bom guia para o Céu, tal como o Evangelho. Finalmente, (v) os pelagianos consideravam a morte como algo natural ao homem e não uma consequência do pecado de Adão. Assim, mesmo se Adão não tivesse pecado, ele teria morrido de qualquer maneira.
Esse modo de pensar e agir herético e errôneo foi fortemente refutado pelo Doutor da Graça, Santo Agostinho, bem como por muitos outros, como São Jerônimo, e, finalmente, condenado como herético por diversos Papas e Concílios, mais notadamente o Concílio de Cartago aprovado pelo Papa (418).
Esse Concílio ensinou com autoridade aquilo que professamos ainda hoje, a saber: (i) a morte não sobreveio a Adão por causa de uma necessidade física, mas sim através do pecado. (ii) as crianças recém-nascidas precisam ser batizadas por conta do pecado original. [Observe que o atual Código de Direito Canônico enfatiza que isso precisa ser feito dentro de algumas semanas após o nascimento]. (iii) A graça santificante não serve apenas para o perdão de pecados passados, mas também ajuda a evitar pecados futuros. (iv) A graça de Cristo não apenas revela o conhecimento dos mandamentos de Deus, mas também confere força à vontade para cumpri-los. (v) Sem a graça de Deus não é meramente mais difícil, mas absolutamente impossível realizar boas obras. (vi) Devemos confessar-nos como pecadores, não por humildade, mas em verdade … (cf. Dz. nos. 101-8).
Isso tudo é muito interessante em vista do que tem transparecido durante o último meio século. De fato, após a conclusão desse pequeno estudo, é impressionante ver o quanto o pelagianismo retornou em nossos dias.
Em primeiro lugar, considere que hoje em dia o batismo de crianças muito frequentemente é postergado e adiado por meses e até mesmo anos com pouca ou nenhuma preocupação pela felicidade eterna da criança. Muitas paróquias e padres violam diretamente o Direito Canônico ao disponibilizar batismos aos seus fiéis apenas uma vez por mês, ao passo que a Igreja exige que o batismo deles não seja adiado por mais de uma semana ou duas… e se eles estiverem em perigo de morte, eles deverão ser batizados sem demora, mesmo se não houver um padre disponível. Qual a razão dessa atitude de indiferença com relação ao batismo de crianças? Porque o pensamento predominante hoje em dia é que todas as crianças que morrem na infância, batizadas ou não, vão para o Céu. Na realidade, elas são consideradas como Adão antes da queda! Isso é o pelagianismo. Não é de admirar que tenha havido muitos esforços ao longo das últimas décadas para banir o ensinamento tradicional do Limbo para as crianças, aquele lugar para onde vão as crianças não batizadas.
Por outro lado, segundo a minha experiência, os católicos tradicionais se esforçam com muita diligência para que seus recém-nascidos sejam batizados tão logo possível. Por que? Porque Sua Majestade, Nosso Senhor, Jesus Cristo, ensinou que precisamos nascer da água para sermos salvos. São Paulo disse em Efésios, “Éramos como os outros, por natureza, verdadeiros objetos da ira” (2:3). Porém, somos filhos de adoção renascidos pelas águas do batismo! Minha experiência me diz também que católicos fiéis sempre levam muito a sério a doutrina tradicional do Limbo das crianças. Aqui não há nenhum pelagianismo!
Em segundo lugar, ultimamente cogita-se que até mesmo ateus podem fazer boas obras. Pelágio concordaria porque, conforme ouvimos, ele cria que qualquer homem, crente ou não, batizado ou não, pode fazer o bem. “A raiz dessa possibilidade de fazer o bem – que todos temos – está na criação” (Papa Francisco). Em outras palavras, tudo o que é necessário para ser bom é encontrado na natureza. Claro, Pelágio também acrescentou que o bom exemplo de Cristo, a lei escrita e o Evangelho auxiliam o homem nessa bondade como auxílios externos. É interessante observar como o Papa João XXIII disse no início do Concílio Vaticano: “Hoje em dia… a Esposa de Cristo … considera que Ela atende às necessidades do dia presente demonstrando mais claramente a validade de seu ensinamento ao invés de condenações…” Ele queria ver o Magistério ser “predominantemente pastoral em caráter”… “para ensinar mais eficazmente”… “elevando a tocha da verdade católica” (cf. Concílio Vaticano II: Uma História Nunca Escrita, Mattei, PP. 174-5). Basta ensinar a verdade e as pessoas verão a luz e farão o bem.
Seja intencional ou não, tudo isso inclina-se para o pelagianismo.
Daí depreende-se que Pelágio não seria muito favorável a passar muito tempo em oração. Por que rezar se não precisamos da graça para sermos bons?! Certamente, Pelágio não passaria muito tempo de joelhos rezando o Rosário para ganhar um favor celestial. Qual a razão de ser dos sacerdotes? Quem precisa dos sacramentos? Infelizmente, durante o século passado e ainda hoje em dia, temos tido religiosos e padres que colocam o trabalho na frente da oração. Houve o movimento de padres trabalhadores. Temos visto um crescimento do laicismo… em que o laicato assume diversos papéis dos sacerdotes. Temos visto sacerdotes e religiosos que se tornaram ativistas, indo a muitas reuniões e abrindo cantinas para os pobres, ao mesmo tempo em que negligenciam o ofício divino, suas horas santas e leitura espiritual. Sabendo disso, poucos ficam surpresos com os inúmeros escândalos e perda de vocações. Tudo isso resulta perfeitamente do pelagianismo.
Sim, São Paulo claramente afirmou hoje na epístola, “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e a graça que Ele me deu não tem sido inútil”. Qualquer homem pode fazer uma ação naturalmente boa… digamos, dar uma banana a um amigo em necessidade.
Ainda assim, somente quando a ação é feita com clareza sobrenatural infusa na alma cooperando com uma graça atual dada por Deus para aquela ação particular, ela poderá agradar a Deus e ser-Lhe digna. São Paulo é claríssimo sobre esse ponto: “ainda que eu distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que eu entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria” (1Cor 13:3). Isso é precisamente a razão pela qual os católicos tradicionais se esforçam para oferecer tudo… Isso é precisamente a razão pela qual as almas fiéis rezam o Rosário com frequência … vão a Santa Missa tanto quanto possível, confessam seus pecados frequentemente e usam sacramentais. Eles estão implorando a Deus pela graça de crescer em santidade. Aqui não há pelagianismo. São Padre Pio rezava múltiplos rosários todo dia, até mesmo 30…pedindo a intercessão de Nossa Senhora e auxílio na conversão de pecadores. Certamente, ninguém consideraria esse grande estigmatizado um pelagiano por rezar tantos rosários!
Em terceiro lugar, considere como há algumas décadas se tem cogitado que os judeus não precisam se converter e que eles têm tudo que necessitam na Antiga Lei para serem salvos… como se Nosso Senhor, o Messias, o próprio cumprimento dos tipos e profecias do Antigo Testamento, não tivesse se encarnado para estabelecer a Nova e Eterna Aliança em Seu próprio Sangue. Além disso, muitos judeus não seguem a Antiga Lei, mas sim o Talmude. De qualquer maneira, Pelágio adoraria isso… porque, como ouvimos, afirmamos que a Lei Mosaica é tão boa para ir para o Céu quanto o Evangelho. Mais uma vez, os católicos fiéis acreditam que a Lei Antiga foi cumprida e completada na Nova. Que o Santo Sacrifício da Missa é o único Sacrifício agradável a Deus. Aqui não há pelagianismo.
Em quarto lugar, considere como Pelágio sustentava que a morte era natural ao homem. Ele encontraria muitos de acordo com ele hoje em dia simplesmente porque a teoria da evolução sustenta a mesma coisa. É triste dizer que muitos membros da Igreja neste momento parecem acreditar que as coisas surgiram por evolução. Uma vez que Pelágio concordava muito que o homem afirmasse sua vontade para que as coisas fossem feitas, fico imaginando o que ele acharia hoje em dia sobre o homem interferindo na natureza para forçar a evolução a um novo patamar… da maneira como, por exemplo, estamos fazendo alimentos geneticamente modificados, controles ambientais, e outras áreas.
O católico tradicional, entretanto, tem repulsa pela evolução, sabendo que Deus não criou a morte e a destruição, mas sim que a morte é o salário do pecado. Além disso, o católico fiel sabe que a Igreja deu ensinamentos múltiplos contra a pseudociência da evolução através de Seus ensinamentos sobre a criação. Aqui não há pelagianismo!
Em quinto lugar, a prática da confissão tem diminuído grandemente nos últimos 40 anos. Cada vez menos almas consideram o pecado uma preocupação séria ou um impedimento para o Céu. Todo mundo que morre agora vai para o Céu. Ouve-se com frequência pecadores dizendo: “Deus irá compreender” e “eu não vou fazer isso e novo….” Pelágio ataca novamente. O homem pode superar o pecado por si mesmo. Deus irá compreender!
Todavia, o católico fiel sabe que o pecado é profundamente ofensivo a Deus e somente pode ser apagado pela aplicação do Sangue Precioso de Cristo, mais especialmente disponível na Confissão, e fazendo reparação através de penitência e emenda de vida. Essa é a razão pela qual centenas de pessoas foram até São João Vianney e São Padre Pio… para que esses santos cheios de dons olhassem dentro de suas almas e se certificassem de que não havia mais pecados que precisassem ser removidos.
Finalmente, considere como Pelágio negava que Cristo Nosso Senhor veio para restaurar o que Adão havia perdido, mas sim que Ele veio meramente para dar um bom exemplo. Assim, parece que Pelágio não seria um bom fã de qualquer movimento de restauração, ao passo que o católico fiel anseia para ver o mundo todo sob o reinado social de Cristo Nosso Rei Majestoso e Glorioso. Assim, eles amam a frase que nos foi dada por São Paulo: “Restaurar todas as coisas em Cristo!”
O único ponto que coincide entre o monge Pelágio e os católicos tradicionais é a questão de disciplina e austeridade. Eu queria que isso fosse mais verdadeiro, que os católicos mais tradicionais fossem austeros consigo mesmos… e mais propensos para fazer penitência e atos de reparação. Oh! Como eles iriam agradar a Nossa Senhora, que nos pediu repetidas vezes por quase 200 anos… Penitência! Penitência! Penitência! Para a salvação das almas!
Está claro para mim que a Igreja moderna em seus membros tem se tornado mais pelagiana do que nunca, ao passo que os católicos tradicionais estão buscando manter a linha contra este retorno mais pestilento da heresia…. lutando para não permitir que a graça preciosa que Deus lhes concedeu seja em vão!
[O áudio desse sermão pode ser ouvido aqui: http://www.audiosancto.org/sermon/20130804-Who-are-the-Pelagians.html%5D

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Estigmas de São Francisco.

De um santo frade que teve uma admirável visão de um seu companheiro sendo morto.

Um frade, muito devoto e santo, teve, na província de Roma, esta admirável visão. Tendo morrido numa noite e sido enterrado na manhã seguinte na entrada do capítulo um frade que era seu caríssimo companheiro, no mesmo dia o referido frade recolheu-se em um canto do capítulo, depois da refeição, para pedir devotamente a Deus e a São Francisco pela alma do frade morto que era seu companheiro.

Tendo perseverado na oração com pedidos e lágrimas, de noite, quando todos os outros frades tinham ido dormir, eis que ouviu um grande rumor de alguma coisa que se arrastava pelo claustro. Voltou de repente os olhos, com grande medo, para o sepulcro de seu companheiro. Viu que lá na entrada do capítulo estava São Francisco e, atrás dele, uma grande multidão de frades ao redor do sepulcro. Olhou mais adiante e viu no meio do claustro um fogo com uma enorme chama e que no meio da chama estava a alma de seu companheiro morto. Olhou ao redor no claustro e viu Jesus Cristo andando em volta do claustro com grande acompanhamento de Anjos e Santos.
Olhando tudo isso com grande estupor, viu que, quando Cristo passava na frente do Capítulo, São Francisco se ajoelhou com todos os frades e disse: “Eu te peço, meu caríssimo Pai e Senhor, por aquela inestimável caridade que mostraste pela geração humana na tua encarnação, que tenhas misericórdia da alma daquele meu frade que está ardendo nesse fogo”. Cristo não respondeu nada, mas foi em frente.

Quando voltou uma segunda vez passando na frente do Capítulo, São Francisco também se ajoelhou com os seus frades como antes e rogou desta forma: “Eu te peço, piedoso Pai e Senhor, pela desmesurada caridade que mostraste ao gênero humano quando morreste sobre o lenho da cruz, que tenhas misericórdia da alma daquele meu frade”. E Cristo passava do mesmo jeito e não o ouvia.

Dando a volta ao claustro, voltou pela terceira vez e passou na frente do Capítulo. Então São Francisco, ajoelhando-se como antes, mostrou-lhe as mãos, os pés e o peito e disse assim: “Eu te peço, piedoso Pai e Senhor, por aquela grande dor e consolação que suportei quando me impuseste estes estigmas na minha carne, que tenhas misericórdia da alma daquele meu frade que está naquele fogo do purgatório”.

Coisa admirável! Sendo Cristo rogado nesta terceira vez por São Francisco em nome de seus estigmas, parou imediatamente e olhou para os estigmas, ouviu a prece e disse assim: “A ti, Frei Francisco, eu te concedo a alma do teu frade”. E com isso quis certamente honrar e confirmar os gloriosos estigmas de São Francisco e significar abertamente que as almas de seus frades que vão para o purgatório não são mais facilmente libertadas das penas e levadas para a glória do paraíso que em virtude de seus estigmas, conforme as palavras que Cristo, quando os imprimiu, disse a São Francisco. Por isso, de repente, quando foram ditas essas palavras, o fogo do claustro se dissipou e o frade morto se aproximou de São Francisco e, com ele e com Cristo, toda aquela bem-aventurada companhia gloriosa foi para o céu.

Por esse motivo, este seu companheiro frade, que tinha rezado por ele, vendo-o livre das penas e levado para o paraíso, teve uma alegria enorme. E depois contou direitinho aos outros frades toda a visão, louvando e agradecendo a Deus junto com eles.

Para louvor de Jesus Cristo e do pobrezinho Francisco. Amém.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

CONDENAÇÕES AO HOMOSSEXUALISMO.

O Supremo Magistério da Igreja contém condenações ao homossexualismo?

Além dos Padres da Igreja, dos santos e dos exegetas, cujos ensinamentos gozam de autoridade e integram o patrimônio eclesiástico, há muitíssimos documentos emanados do Magistério infalível da Igreja condenando o homossexualismo. Dentre esses, destaquemos alguns:

3º Concílio Ecumênico de Latrão (1179): "Todos aqueles culpados do vício antinatural - pelo qual a ira de Deus desceu sobre os filhos da desobediência e destruiu as cinco cidades de fogo - se são clérigos, que sejam expulsos do clero e confinados em mosteiros para fazerem penitência; se são leigos, devem ser excomungados e completamente separados dos fiéis" (Cânon 11).

5o. Concílio Ecumênico de Latrão (1512-1517): Este concílio estabeleceu que qualquer membro do clero surpreendido na prática da homossexualidade seja suspenso de ordens ou obrigado a fazer penitência em um mosteiro.

Papa São Pio V (1566): "Tendo posto nossa atenção na remoção de tudo quanto possa de alguma maneira ofender a Divina Majestade, resolvemos punir acima tudo, e sem leniência, aquelas coisas que, com base na autoridade da Sagrada Escritura ou nos mais graves exemplos, são conhecidas por desagradar a Deus e provocar sua ira mais do que outras, isto é: negligência no culto divino, simonia ruinosa, o crime de blasfêmia e o vício libidinoso execrável contra a natureza; por essas faltas, povos e nações são punidos por Deus, com catástrofes, guerras, fome e peste. Quem cometer o nefando crime contra a natureza, que levou a cólera de Deus a cair sobre os filhos da iniquidade, será entregue ao braço secular para ser punido; se for clérigo, será sujeito à mesma pena, depois de despojado do seu ofício"(Bula Cum Primun).

Papa São Pio V (1568): "Aquele horrendo crime, pelo qual as cidades corruptas e obscenas [Sodoma e Gomorra] foram queimadas por condenação divina, nos enche de amarga dor e nos estimula veementemente a reprimi-lo com o maior zelo possível. Com toda razão o 5o. Concílio de Latrão (1512-1517) estabelece que todo membro do clero apanhado na prática do vício contra a natureza, pelo qual a cólera divina caiu sobre os filhos da iniquidade, seja despojado das ordens clericais ou obrigado a fazer penitência em um mosteiro (c.4, X, V, 31). Para que o contágio de tão grande flagelo não se propague com maior audácia valendo-se da impunidade, que é o maior incentivo ao pecado, e a fim de castigar mais severamente os clérigos culpados desse nefando crime que não estejam aterrorizados com a morte da alma, decidimos que eles sejam castigados pela autoridade secular, que faz cumprir a lei. Portanto, com o desejo de adotar com maior vigor o que decretamos desde o início do Nosso Pontificado (Bula Cum Primum), estabelecemos que todo sacerdote ou mebro do clero, seja secular ou regular, de qualquer grau ou dignidade, que cometa esse horrível crime, por força da presente lei seja privado de todo privilégio clerical, ofício, dignidade e benefício eclesiástico; e que, uma vez degradado pelo juiz eclesiástico, seja entregue à autoridade civil para receber a mesma punição que a lei reserva aos leigos que se lançaram nesse abismo"(Bula Horrendum illud scelus).

Catecismo Maior, promulgado pelo Papa São Pio X (1910): A sodomia está classificada em gravidade logo depois do homicídio voluntário, entre os pecados que clama a Deus por vingança. "Desses pecados se diz que clama a Deus por vingança, porque o Espírito Santo assim o diz, e porque a sua iniquidade é tão grave e evidente, que provoca a punição de Deus com os castigos mais severos".

Código de Direito Canônico de 1917: "Os leigos que tenham sido legitimamente condenados por delitos contra o sexto mandamento, cometidos com menores que não tenham chegado aos dezesseis anos de idade, ou estupro, sodomia, incesto, lenocínio, são ipso facto infames, ademais de outras penas que o Ordinário queira impor-lhes"(Cânon 2357, § 1). O cânon 2358 prevê que clérigos de ordens menores (os que não são ainda subdiáconos ou caima) sejam punidos "até pela dispensa do está clerical". Com relação aos clérigos de ordens mais elevadas (diácono, sacerdote e bispo): "Se cometeram um crime contra o sexto mandamento com um menor de 16 anos de idade, ou cometeram adultério, estupro, bestialidade, sodomia, lenocínio, ou incesto com consanguíneos ou afins, serão suspensos de ordem, declarados infames, privados de qualquer ofício, benefício, dignidade ou cargo que possam ter; e em casos mais graves, serão depostos"(Cânon 2359). 

Congregação para a Doutrina da Fé (1975). Em 29 de dezembro de 1975, em meio ao abandono da moral cristã provocado pela revolução sexual, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé publicou a declaração Persona Humana - Sobre alguns pontos de ética sexual. Denuncia o subjetivismo moral prevalente, que muitos teólogos estavam defendendo com base em uma abordagem pastoral mal orientada, e relembra a doutrina categórica da Igreja e da ética natural, afirmando que todo ato sexual fora do matrimônio é pecaminoso. Consequentemente condena o sexo pré-marial, a coabitação, a masturbação e a homossexualidade (doc. cit., VII, IX). Condena também a conclusão de que uma relação homossexual estável análoga ao matrimônio possa ser justificada: "Não pode ser usado método pastoral que dê justificação moral a esse atos com base em que eles seriam consoantes com a condição de tais pessoas. Pois, de acordo com a ordem moral objetiva, as relações homossexuais são atos desprovidos de uma finalidade essencial e indispensável" (doc. cit., VIII)

Fonte: Livro: Catecismo contra o homossexualismo, Padre David Francisquini - Ed. Artpress, 2011.

Fonte: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/08/o-supremo-magisterio-da-igreja-contem.html#more

Pobreza.

Em 1858, com apenas 23 anos de idade, o seminarista Giuseppe Melchiorre Sarto, futuro São Pio X, foi ordenado sacerdote e designado para a paróquia de Tômbolo, de1.500 almas, no distrito Trentino, na Itália.

Enquanto exercia seu múnus sacerdotal nessa paróquia, veio nela a falecer uma rica senhora, grande benfeitora da Igreja – Isabel Viani –, cujo elogio fúnebre coube ao Pe. Sarto fazer.

O conceito de pobreza evangélica enunciado pelo futuro santo nesse sermão é particularmente digno de nota como reflexo autêntico da doutrina da Igreja. Não podendo transcrever aqui a íntegra de seu belo panegírico, limito-me à parte em que ele trata do conceito de pobreza cristã. Note-se que a falecida era uma senhora muito abastada. O sublinhado é meu.
FONTE: 
http://farfalline.blogspot.com.br/2013/08/a-pobreza-crista-no-ensinamento-de-um.html#more
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“E não estranheis, senhores, se eu vos afirmar que ela foi pobre [...]. No meio de tantas espécies de pobreza que vemos sobre a Terra, não há senão uma digna dos carismas celestes, capaz de conquistar a estima e o amor das almas virtuosas e perfeitas.

“Não pretendo aqui comentar aquela necessária e inevitável falta de bens a que são condenados todos os que nascem em famílias necessitadas nas quais faltam todos os meios de melhorar o seu estado. Essas, para serem dignas de louvor, devem com paciência transformar em virtude a inevitável necessidade.

“Não falo também daqueles que aí vemos errar pelas estradas e que, debaixo de seus farrapos de pobres, escondem riquezas de desejos.

“Falo sim, daqueles que seguem a lei do espírito e da verdade, que não exige o sacrifício material e efetivo de seus bens. Falo sim, daqueles que, na abundância de todas as coisas, renunciam moralmente com o afeto e com a vontade a quanto de bem lhes pode oferecer a Terra.

“Esta é a pobreza que tem origem nos exemplos e na doutrina de Jesus Cristo. Pobreza que, no Sermão da Montanha, obteve, entre as bem-aventuranças, o primeiro lugar e as primeiras honras (*). Pobreza que, com o seu gracioso aspecto, soube cativar a grande alma de Isabel Viani, que durante toda a sua vida não teve um só ato de complacência, e direi melhor, um só olhar para sua grandeza terrena.” (D. Frei Vitorino Facchinetti, O.F.M., Pio X, Editora Vozes, Petrópolis, 1945, p. 73)

Divina Misericórdia: heresias?

Sobre a Irmã Faustina e a devoção à Divina Misericórdia

Estamos pesquisando a respeito, porque sempre nos pareceu estranha essa "irmã" e suas frases que cativam, mas escondem veneno para a alma. Até ganhamos um livro de conhecidos, mas nunca lemos e não conseguindo trocá-lo na livraria... o jogamos fora. Um dia desses recebi um email com um texto escrito por alguém que leu com a razão, não apenas com os olhos (ou o coração...), no qual elencava os trechos "problemáticos". Me incumbi de pesquisar melhor a respeito e até, se necessário, ler o livro, além de aprimorar a tradução, que era sofrível. Me chamou a atenção o fato de que ela pertencia a um convento que nem católico era, mas havia sido excomungado por alguma heresia que não lembro o nome. Pelo menos foi isso que entendi da tradução. Contudo, hoje li este post no blog da Missão Cristo Rei, de um texto pinçado no Borboletas ao Luar, traduzido pela Andrea Patrícia. Publico. Depois veremos...

O texto:

O que devemos pensar da Devoção a Divina Misericórdia.


Resposta do padre Peter R. Scott - traduzida por mim - sobre a Devoção a Divina Misericórdia, de Irmã Faustina Kowalska e os decretos de Roma condenando tal devoção:

Condenada pelo Santo Ofício

Há dois decretos de Roma sobre essa questão, ambos do tempo do Papa João XVIII. A Suprema Congregação do Santo Ofício, numa reunião plenária em 19 de novembro de 1958, tomou as seguintes decisões:

- A natureza sobrenatural das revelações feitas a Irmã Faustina não é evidente.
- Nenhuma festa da Divina Misericórdia deve ser instituída.
- É proibido divulgar imagens e escritos que propagam essa devoção da forma recebida pela Irmã Faustina.

O segundo decreto do Santo Ofício é de 6 de março de 1959, em que foi estabelecido o seguinte:

- A difusão de imagens e textos que promovem a devoção à Divina Misericórdia sob a forma proposta pela mesma Irmã Faustina foi proibida.
- A prudência dos bispos deve julgar quanto à remoção das imagens referidas que já são expostas para veneração pública.

O que havia nesta devoção que impediu o Santo Ofício de reconhecer sua origem divina? Os decretos não o dizem, mas parece que a razão está no fato de que há muita ênfase na misericórdia de Deus como que para excluir a Sua justiça. Nossos pecados e a gravidade da ofensa que eles infligem em Deus são deixados de lado como sendo de pouca importância. É por isso que o aspecto da reparação do pecado é omitido ou obscurecido.

A verdadeira imagem da misericórdia de Deus é o Sagrado Coração de Jesus, atravessado pela lança, coroado de espinhos, pingando sangue precioso. O Sagrado Coração de Jesus exige uma devoção de reparação, conforme os papas sempre solicitaram. No entanto, este não é o caso da devoção da Divina Misericórdia. A imagem não tem coração. É um Sagrado Coração sem coração, sem reparação, sem o preço de nossos pecados sendo claramente evidente. É isso que faz com que a devoção seja muito incompleta e nos faz suspeitar de sua origem sobrenatural, independentemente das boas intenções e da santidade pessoal da Irmã Faustina. Esta ausência da necessidade de reparação dos pecados manifesta-se na estranha promessa de libertação de todas as penas temporais devidas aos pecados para aqueles que observam as devoções de domingo às 15h00min. Como tal devoção poderia ser mais poderosa e melhor do que a indulgência plenária, aplicando o extraordinário tesouro dos méritos dos santos? Como não poderia exigir como condição que realizemos uma obra penitencial por nossa própria conta? Como não poderia exigir o distanciamento do pecado, mesmo venial, que é necessário para obter a indulgência plenária?

Presunção nos escritos de Irmã Faustina

O Diário de Santa Maria Faustina Kowalska que foi publicado, também indica muitas razões para questionar seriamente a origem sobrenatural das mais de 640 páginas de volumosas e repetidas aparições e mensagens. A característica de qualquer místico verdadeiro que recebeu graças sobrenaturais é sempre uma humildade profunda, sentimento de indignidade, conscientização e profissão da gravidade de seus pecados. No entanto, esta humildade está estranhamente faltando no diário de Irmã Faustina. Em 2 de outubro de 1936, por exemplo, afirma que o "Senhor Jesus" falou estas palavras a ela: "Agora eu sei que não é pelas graças ou dons que você me ama, mas porque a Minha vontade é mais preciosa para você do que vida. É por isso que eu estou unindo-me a você tão intimamente como com nenhuma outra criatura." (§707, p. 288). Isso dá toda a aparência de ser uma pretensão de ser mais unida a Jesus do que ninguém, até mesmo a Virgem Maria, e certamente mais do que todos os outros santos. Que orgulho acreditar em tal afirmação, e quanto mais afirmar que isso veio do Céu!

Em abril de 1938, Irmã Faustina leu a canonização de Santo André Bobola e foi preenchida com lágrimas e anseios de que a sua congregação pudesse ter seu próprio santo. Em seguida, ela afirma o seguinte: "E o Senhor Jesus me disse: Não chores. Você é essa santa". (§1650, p. 583). Estas são palavras que com toda certeza nenhum verdadeiro santo iria afirmar, mas sim sua pecaminosidade e indignidade de sua congregação. Esta presunção em seus escritos não é isolada. Ela elogia a si mesma em várias ocasiões através das palavras supostamente proferidas por Jesus. Veja esta locução interior, por exemplo: "Amada Pérola de Meu Coração, eu vejo seu amor tão puro, mais puro do que o dos anjos, e tanto mais porque você continua lutando. Por sua causa eu abençoo o mundo." (§1061, p. 400). Em 23 de maio de 1937, ela descreve uma visão da Santíssima Trindade, depois da qual ela ouviu uma voz dizendo: "Diga ao Superior Geral para contar com você como a filha mais fiel na Ordem" (§1130, p. 417). É, portanto, dificilmente surpreendente que a Irmã Faustina tenha alegado ser isenta dos Julgamentos tanto o Particular quanto o Geral. Em 4 de fevereiro de 1935, ela já dizia ouvir uma voz em sua alma: "De hoje em diante, não tema o julgamento de Deus, pois você não será julgada" (§374, p. 168). Adicione a isso a afirmação absurda de que a hóstia por três vezes saltou para fora do sacrário e colocou-se em suas mãos (§ 44, p. 23), de modo que ela mesma teve que abrir o sacrário e colocá-la de volta lá, mostra a história de uma presunção da graça de Deus, que vai além de toda razão, quanto mais como a ação de uma pessoa supostamente favorecida com inúmeras e repetidas graças místicas e sobrenaturais.

Talvez não seja por acaso que o Papa João Paulo II promoveu esta devoção, pois está em grande sintonia com a sua encíclica Dives in Misericordia. Na verdade, a teologia do Mistério Pascal que ele ensinou deixa de lado toda a consideração da gravidade do pecado e da necessidade de penitência, para satisfação à justiça divina e, portanto, da Missa como sendo um sacrifício expiatório, e também a necessidade de ganhar indulgências e fazer obras de penitência. Uma vez que Deus é infinitamente misericordioso e não conta os nossos pecados, tudo isso é considerado sem importância. Este não é o espírito católico. Devemos fazer a reparação pelos nossos pecados e pelos pecados de todo o mundo, como o Sagrado Coração de Jesus pediu repetidamente em Paray-Le-Monial. É a renovação da nossa consagração ao Sagrado Coração e frequentes sagradas horas de reparação que vão trazer a conversão dos pecadores. É desta forma que podemos cooperar para trazer o Seu Reino de Amor Misericordioso, porque esse é o reconhecimento perfeito da santidade infinita da Divina Majestade e completa submissão a suas legítimas demandas. Misericórdia só significa algo quando entendemos o preço da nossa Redenção.

FONTE: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/08/sobre-irma-faustina-e-devocao-divina.html#more

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Os únicos réprobos do mundo: os tradicionalistas.

Comoção entre os tradicionalistas, que parecem os únicos réprobos em todo o mundo.

Por Francisco José Fernández de la Cigoña | Tradução: Fratres in Unum.com* - O Vaticano decidiu intervir na Congregação Religiosa dos Franciscanos da Imaculada. É um poder de Roma que nenhum católico pode negar. Quando a Igreja percebe desvios morais, disciplinares, teológicos, administrativos… deve aplicar, e às vezes aplica, as correções necessárias. E delegam a autoridade no Instituto a um encarregado a quem todos devem submeter-se como se fosse seu superior geral.
Os Franciscanos da Imaculada são uma cisão dos Franciscanos Conventuais ocorrida nos anos setenta do século passado e que, nestes dias de decadência das ordens e congregações religiosas, apresentam um crescimento notável. Afeitos a forma extraordinária da missa, ainda que não a mantenham com exclusividade, aparentemente eram um modelo de ortodoxia, piedade, pobreza, manutenção do hábito religioso, abundância de vocações… O que não estávamos acostumados a ver em muitos outros institutos regulares. Digo aparentemente porque não há registro de desvios. Se houver, não são conhecidos no momento.
Aceito sem problemas que haja alguma dificuldade interna para que Roma adote medidas tão drásticas. Mas muito surpreende que as resoluções romanas vão sempre dirigidas a institutos tradicionais enquanto que os que se encontram em total decadência e em aberta contestação – por parte de alguns de seus membros – à própria Igreja sejam objetos de uma tolerância que há muitos parecerá conivência. Chegou a vez de severas medidas contra os Franciscanos da Imaculada e seria bom, para a própria autoridade de Roma, que nos explicasse a todos a causa de tão drástica intervenção. Que possui, ademais, sanções inexplicáveis, como a de proibir a seus sacerdotes a forma extraordinária da Missa, que, segundo o motu proprio de Bento XVI, está ao alcance e pode ser rezada por qualquer sacerdote católico. De modo que a medida adquire um caráter maldoso dificilmente compreensível, como se fossem também proibidos de rezar o rosário ou expor o Santíssimo, coisas que nada tem a ver com a correção de desvios no Instituto – no caso de eles existirem.
Daí que não poucos tenham pensado que estávamos ante a reação de dois impertinentes personagens: o prefeito da Congregação para os Religiosos e seu secretário, que manifestaram claramente sua ojeriza por uma Missa com a qual durante séculos se santificou a Igreja. E que aproveitaram a ocasião de desautorizar a vontade de Bento XVI, a respeito da forma extraordinária do rito latino, a qual evidentemente os contrariava. Envolvendo, ademais, o Santo Padre em uma medida que parece contradizer todas as suas declarações de respeito a abertura aos demais. Porque não se entende que os tradicionalistas estejam em uma condição muito pior que a dos gays, judeus, muçulmanos, protestantes ou ateus, para com os quais é raro não encontrar alguma manifestação de respeito; ou hoje os grandes inimigos de Deus e de sua Igreja são os tradicionalistas? Nem um louco pensaria tal coisa.
Do confuso Braz de Aviz e Frei Carballo, ainda que se pudesse esperar qualquer coisa pouco afortunada, não se poderia crer que chegariam a tais extremos, que podem superar a incompetência para cair na maldade e prevaricação. Causaram indignação no mundo tradicional, farto de condescendências com todos menos para com eles — devem ser as únicas pessoas no mundo que não merecem consideração e respeito por parte da Igreja. Mesmo sendo, como são, católicos exemplares. Ao menos comparados com muitíssimos outros que são objetos de tolerância sem limites, quando não de conivências mais que duvidosas. Hoje, a medida a respeito dos Franciscanos da Imaculada dá a muitos a impressão de que se trata de um ataque a mais, covarde e traiçoeiro, à Missa Tradicional. Obra de dois personagens rançosos e impertinentes que nada seriam sem o cargo que ocupam. Em minha terra, que é a do frei secretário que, como tal, assina tão preocupante documento, abundam umas árvores que levam o mesmo nome que ele. O fruto do carvalho é a bolota. E a bolota é de má qualidade…
Nosso agradecimento a um caríssimo amigo, futuro Sacerdote do Altíssimo, pela gentileza de providenciar a tradução.

ESCAPULÁRIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO: HISTÓRIA E RITO DE IMPOSIÇÃO.

O Escapulário de São Miguel Arcanjo existe desde o pontificado de Pio IX e foi formalmente aprovado sob o reinado de Leão XIII. 

Em 1880, Leão XIII elevou a então Confraria de São Miguel Arcanjo a Arquiconfraria do Escapulário de São Miguel.

O Escapulário de São Miguel é formado por dois escudos de feltro (um azul "royal" e outro preto) com a imagem de São Miguel Arcanjo dominando o dragão e com a inscrição "Quis ut Deus?" ("quem é como Deus?"), ligados por duas fitas ou cordões preto e azul.

Qualquer sacerdote católico pode abençoar e investir o escapulário (seguindo o rito de imposição). A adesão à Arquiconfraria não exige inscrição formal e se faz pela imposição do escapulário.

Mais detalhes:

Este escapulário se originou sob o pontificado de Pio IX, que lhe deu a sua benção, porém foi formalmente aprovado por Leão XIII. Em 1878, a confraria em honra de São Miguel Arcanjo foi fundada na Igreja de S. Eustáquio em Roma, e no ano seguinte na Igreja de Sant'Angelo em Pescheria (Sancti Angeli no foro Piscium). Em 1880, Leão XIII elevou a categoria de uma Arquiconfraria, que foi expressamente chamado da Arquiconfraria do Escapulário de São Miguel.

Na primeira (Roma- 1878) a confraria recebeu indulgências de Leão XIII por sete anos, o resumo das indulgências da Pia Associação de São Miguel foi aprovado pela ultima vez, por um decreto da Congregação das Indulgências, 28 de março de 1903. O Escapulário é tão associado a confraria que cada membro é investido com ele. A fórmula para abençoar o escapulário, dada no Rituale Romanum foi aprovado pela Congregação dos Ritos em 23 de agosto de 1883.

Em forma externa este escapulário é diferente dos outros, na medida em que os dois segmentos de pano tem a forma de um pequeno escudo, dos quais um é feito de azul o outro de pano preto, e das bandas também uma é azul e a outra preta. Ambas as porções do escapulário contem a representação conhecida do Arcanjo Miguel ao dragão, inscrição: "Quis ut Deus?" Quem como Deus?

Como pode um católico participar da Arquiconfraria do Escapulário de São Miguel?

- Qualquer sacerdote católico pode inscrever o fiel na Arquiconfraria do Escapulário de São Miguel Arcanjo, não precisa o sacerdote pedir autorização de Roma (ou em qualquer outro lugar) porque: "A Sagrada Congregação dos Ritos determinou que qualquer sacerdote pode abençoar o escapulário de São Miguel.


Quanto a adesão a Arquiconfraria, por sua própria constituição, não há inscrição formal necessária. Tudo que é realmente necessário para o sacerdote fazer é seguir as fórmulas para a Benção e Investir deste escapulário, que aparecem no Livro de Bençãos do "Rituale Romanum."


O ESCAPULÁRIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO:





RITO DE IMPOSIÇÃO DO ESCAPULÁRIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO (ABAIXO, FOTOGRAFADO DO "RITUALE ROMANUM", PÁG. *225 EM DIANTE - EM DUAS CÓPIAS PARA MELHOR LEITURA):





sábado, 3 de agosto de 2013

MOSTEIRO DA SANTA CRUZ - NOVA FRIBURGO,RJ: JULHO DE 2013.

 CAMPANÁRIO DA CAPELA.
 MANHÃ: SALA DE AULA.
 SÃO MIGUEL ARCANJO.
 AMANHECER.
 MISSA.
 MISSA
 NOSSA SENHORA NO NICHO.


 ANTIGA HOSPEDARIA.
 CAPELA VISTA DE FORA DO CLAUSTRO.


 VISITANTE LOCAL.


 ASSIM SE CONCELEBRA EM RITO TRIDENTINO: VÁRIAS MISSAS AO MESMO TEMPO.


 MONGE (À DIREITA) EM MEDITAÇÃO.
 BATISMO DO ALAN (DE FOZ DO IGUAÇU-PR).
 RELEVO LOCAL - VISTA DO CLAUSTRO.

 MONGES SE PREPARAM PARA O OFÍCIO.
 O SINO DA COZINHA.
 JARDIM DE ENTRADA.














 SALA DE HÓSPEDES.


 CAPELA DE SÃO MIGUEL (ALAN E ANDRÉ).


 ESCOLA PARA AS CRIANÇAS SOB A DIREÇÃO DAS IRMÃS.


 CAPELA DE SÃO MIGUEL.
 SÃO MIGUEL ARCANJO.
 OFÍCIO DIVINO.


 BÊNÇÃO COM O SANTÍSSIMO SACRAMENTO.



 PALESTRA DO PE. CARDOZO: SANTO CRISTO DA NOGUEIRA...
 ...MILAGROSAMENTE ENCONTRADO JÁ ESCULPIDO DENTRO DUMA NOGUEIRA EM MALLORCA, ESPANHA, EM CUJA NOZ SE ENCONTRAVA A OBRA ABAIXO.


 REFEITÓRIO.



 CELAS DOS MONGES.







 ABAIXO: RITO DE IMPOSIÇÃO DO ESCAPULÁRIO DE SÃO MIGUEL ARCANJO.







 O GRANDE PASSEIO DAS SEGUNDAS-FEIRAS: OCASIÃO PARA CONVERSAR E EXERCITAR O CORPO.
















 ABAIXO, UMA CELA EREMÍTICA BEM FUNCIONAL!




















 POENTE VISTO DA PONTE RIO-NITERÓI.


 INTERIOR DA CELA NO NOVICIADO.






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