terça-feira, 31 de julho de 2012

A criação de filhas conservadoras.




(...)Minha filha, a única que eu criei, não teve moleza alguma. Porque? Por que eu me preocupei com ela e queria que ela se tornasse uma adulta funcional, apta a se casar e ser uma boa mãe e esposa, assim como sua biologia demanda.

Pais que pegam leve com suas filhas estão na verdade as machucando, e bons pais sabem disto quase que por instinto. Não confundam pais ruins que se auto proclamam conservadores com bons pais. Eles são pais terríveis. Mesmo se eles odiassem suas filhas eles não fariam pior. Na verdade, da minha geração de pais conservadores, todos eles que conheci usavam o mesmo método para criar suas filhas que eu usei. Será que esses dias fazem parte do passado?

Quando ela começou na faculdade, assumi que provavelmente ela teria que lidar com feministas. Um dia ela veio a mim e me perguntou “Pai, porque você acha que mulheres não devem servir o exército?”

Eu respondi, “imagine comigo que você está no meio de um lugar perigoso e escuro com o seu irmão, e a ambos dão uma M-16 (nota: fuzil automático) carregada para poder sair de lá. Quanto tempo você acha que iria durar lá?”

Ela pensou um pouco e falou, “provavelmente pouco tempo.”

Eu falei “e provavelmente está certa. Agora entenda que você é uma mulher já crescida, grande e forte como deveria ser, e se irmãozinho tem apenas 11 anos e é magrinho. Agora imagine como ele estará quando tiver 18 anos?”

Ela pensou mais um pouco, deu um grande sorriso e falou “obrigado, pai. Eu queria entender.”

Não queria ser cruel, então não falei q se desse a ela um fuzil carregado e a ele apenas uma faca, ela também não ia durar muito mais que ele. Mas, ela entendeu logo de primeira.

Eu nunca ouvi uma única palavra feminista da boca dela, nunca. Nem uma.

Ela é uma cristã, uma que leva a sério a religião. Tempos atrás, eu a dei o livro “Eu? Obedecê-lo?“. É um livro escrito por uma esposa de um pastor batista (1), com a permissão dele, para ensinar mulheres cristãs porque é pro próprio bem delas se submeter a seus maridos. Ela se casou em 1997, e me falou, o que confirmei com seu marido, que eles nunca tiveram uma única discussão nesses últimos 15 anos. Quando eles tem que tomar uma decisão, se eles não conseguem se decidir ela fala, com clareza “Você é o marido. Eu farei da forma que você decidir, já que você é o responsável por nós.”. Ela andou observando e percebeu que quase sempre quando os dois discordam em algo, ele realmente estava certo e ela errada. E, nas raras vezes que ele tinha errado, era algo sem muita importância. Ela me falou “em troca disto, eu tenho paz em minha casa!”

A maioria das mulheres não querem saber de paz em suas casas. Elas querem é lutar, brigar e discutir, e depois se separam porque o marido era um canalha, que vivia brigando com ela por coisas bobas. [/sarcasmo]

Enfim, é assim que um bom pai cria suas filhas, evitando que ela seja uma princesinha perversa que não serve para nada e é incapaz de casar e manter este casamento.


FONTE: http://canal.bufalo.info (Não apoiamos certas opiniões escritas nesse website, mas concordamos com a maioria delas no tocante ao feminismo e à misandria.)

(1)Nota da Confraria: algo que os católicos "esqueceram", já que assumiram a religião maçônica do Concílio Vaticano II.

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