quinta-feira, 10 de maio de 2012

Explica essa, Dilma! Proibição ao aborto diminui mortes de mulheres.


Chile: o aborto foi proibido e a mortalidade feminina diminuiu

Por Orlando Braga.

FONTE: http://abortoemportugal.blogspot.com.br/2012/05/chile-o-aborto-foi-proibido-e.html

“Research from Chile published a few days ago shows that, when therapeutic abortion was banned in 1989 after a long period when it had been legal in that country, there was no increase in maternal mortality. None at all. On the contrary, maternal deaths continued to decline.

via MercatorNet: Chile study challenges the “safe abortion” myth.

O Chile baniu o aborto terapêutico em 1989 e, desde então, não só não aconteceu um aumento da mortalidade ligada à maternidade, como até baixou o número de mortes de mulheres devido à gravidez.

Recorde-se que o argumento segundo o qual o aborto deveria ser legalizado, é o de que “as mulheres morrem devido ao aborto clandestino”, e que “o aborto ilegal é causa de uma maior mortalidade feminina”.

O exemplo do Chile mostra que depois de o aborto terapêutico ter sido banido por lei em 1989, o número de mulheres mortas em ligação com a maternidade baixou de uma forma consistente, porque os serviços médicos de apoio à maternidade têm vindo a ser melhorados naquele país.

Resumindo:

A lei de 1989 que proibiu o aborto no Chile não teve como consequência o aumento de mortes de mulheres em função de problemas ligados à gravidez; pelo contrário, a mortalidade feminina, ligada à gravidez, diminuiu.

A ideia politicamente correcta segundo a qual a liberalização do aborto tem como efeito uma maior segurança da Mulher [o conjunto de todas as mulheres], é falaciosa e non sequitur.

O Chile, onde o aborto terapêutico é proibido, tem hoje a segunda melhor taxa de mortalidade feminina nas Américas com 16 mortes em 100.000 — logo a seguir ao Canadá com 9 mortes em 100 mil —, e tem uma taxa de fertilidade feminina de 1,9 crianças por mulher, já perto da taxa de reposição populacional de 2,1 filhos por mulher.

Mais importante que o aborto legalizado, são os cuidados médicos dedicados e dispensados pelo Estado à maternidade.

STF, PT, Dilma e associados: expliquem isso ao povo brasileiro!

Isso é mais um fruto podre das chamadas "políticas públicas", muito comuns entre as "sociais-democracias" (socialismo disfarçado) e entre meios liberais (ser conservador hoje é pior do que ser leproso).

Por que o clero católico brasileiro (CNBB), defensor desse mesmo socialismo (promotor da "teologia da libertação" e co-fundador do PT) e de atitudes liberais, omisso diante de todos os absurdos que ocorrem neste país, lacaio das autoridades prostituídas, seria contra mais essa barbaridade?

Não é uma contradição (para não dizer uma baita hipocrisia)?

Defendem a podridão do socialismo e até do liberalismo mas acham um absurdo a eutanásia, o aborto? Mas isso não é fruto dessas ideologias, que o clero brasileiro não condena e até promove?

Não se iluda com nossa democracia. O governo age segundo sua própria ideologia, nunca escuta os anseios populares, legisla e julga contra os interesses legítimos da nação.

Na aparição de Nossa Senhora de Fátima, em 1917, ela mesma alertou as pessoas sobre os perigos dos "erros da Rússia" (o socialismo), que seriam espalhados pelo mundo a menos que as pessoas se convertessem e reavivassem a fé católica. Ecumenismo, diálogo inter-religioso, liberalismo, socialismo e outros -ismos são fé católica? Não! Isso está acabando com o catolicismo - e são frutos podres do liberalismo do Concílio Vaticano II, tão adorado e idolatrado pelo clero.

Mas aposto que dia 13 de maio, dia de N. Sra. de Fátima, não será lembrado em nossa paróquia. Tenho certeza que celebraremos o dia da libertação dos escravos com aquele discurso de "opressor x oprimido", bem ao gosto de nossa arquidiocese, seus cursos, sua catequese e suas novenas e círculos bíblicos. Ora, isso é um discurso da dialética marxista! Isso é socialismo!

Teremos moral para condenarmos frutos de ideologias que promovemos? Não!

Não passaremos de fariseus enquanto não acabarmos com tais contradições. A única mobilização que poderemos fazer é dizermos não para isso e nos recusarmos a ser marionetes desse ativismo anticristão, liberal ou socialista. E nos convertermos em espírito e verdade.

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