segunda-feira, 30 de abril de 2012

Santo Agostinho: pena de morte e guerra justa.




"Livro I

Capítulo XXI

Homicídios não considerados criminosos

A mesma autoridade divina estabeleceu, porém, certas exceções à proibição de matar alguém. Algumas vezes, seja, como lei geral, seja por ordem temporária e particular, Deus ordena o homicídio. Ora, não é moralmente homicida quem deve à autoridade o encargo de matar, pois não passa de instrumento, como a espada com que fere. Desse modo, não infringiu o preceito que, por ordem de Deus, fez guerra ou, no exercício do poder público e segundo as leis, quer dizer, segundo a vontade da razão mais justa, puniu de morte criminosos." (p. 51)

Fonte: "A Cidade de Deus", Parte I, Editora Universitária São Francisco, Bragança Paulista, 2003

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