sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

As cinco mentiras.

Tenha Muito Cuidado Com As Seitas!

As cinco mentiras das seitas

Disse Jesus Cristo: “Ninguém vos engane” (Mt 24,4).

Caso você seja abordado por alguém na rua, ou receba um telefonema agradável de uma pessoa simpática, e essa pessoa lhe pareça confiável e proponha uma "conversa sobre a Bíblia," ou lhe façam "uma pergunta sobre a Bíblia," ou tentem lhe presentear um belo livro, ou lhe convidem para ir a algum lugar "estudar a Bíblia...," considere-os suspeitos. Não aceite nenhum convite para participar de reunião, culto e festividade em seitas. Obedeça a exortação de São João Apóstolo que diz: “Se alguém vem até vós sem ser portador desta doutrina (ortodoxa), não o recebais em casa, nem o saudeis” (2 João v. 10).

O cristão que não tiver um conhecimento religioso correto e profundo é fácil ser atraído por uma seita. Leve em consideração que você está falando com um representante de uma organização religiosa da qual você nada sabe. Esses representantes são pessoas bem preparadas, condicionadas e sabem exatamente o que devem falar e o que devem evitar. Eles apenas tentarão enganá-lo.

Primeira mentira: Habitualmente eles não gostam de dizer com clareza qual a organização que eles representam. Se perguntarmos sobre sua doutrina eles darão respostas evasivas como "somos cristãos"!

Porém, a distinção nas doutrinas não é uma questão secundária! Existem centenas de organizações religiosas que se dizem cristãs, mas praticam e seguem pontos de vistas totalmente diferentes e incompatíveis com a religião cristã. Cada seita interpreta a Bíblia conforme a sua doutrina. Os Mórmons, por exemplo, acrescentam o "Livro dos Mórmons" às Escrituras Sagradas, que é repleto de ideias fantásticas. As Testemunhas de Jeová negam a imortalidade da alma e alteram citações da Bíblia. Os Adventistas têm os livros da profetisa Ellen G. White. Os espíritas negam a ressurreição e ensinam a heresia da reencarnação e tendo como fundamento os livros de Allan Kardec. Esses e muitos outros sectários não acreditam na Santíssima Trindade e negam a Divindade de Cristo. É de máxima importância informar que Jesus Cristo não é o centro das atenções para seitas. É muito importante não somente aceitar a Bíblia, mas também não distorcer o seu sentido como eles o fazem. As seitas são fundamentalistas na interpretação da Bíblia e têm outros livros “ditos sagrados” como regra de fé e doutrina. Os tais são considerados da mesma inspiração da Bíblia ou até mesmo superiores às Sagradas Escrituras.

Eles não gostam de comentar sobre o nome do fundador e a história de sua seita. Qualquer organização tem um início e toda religião tem seu fundador. A Igreja de Cristo foi fundamentada há 2000 anos, permaneceu imutável até os dias de hoje e continuará existindo até o fim dos séculos. Como se originaram as seitas? A seita Testemunhas de Jeová foi originada há mais de 100 anos pelo comerciante Charles Taze Russel (1852-1916); a Ciência Cristã foi fundada no século XIX pela senhora Mary Baker Eddy (1821-1910); os Mórmons tiveram início em 1830 com o Joseph Smith (1805-1844). Os Adventistas do Sétimo Dia é de 1844, tendo como fundador o camponês William Miller (1782-1849). Toda seita tem seu início, porém, não lhe será revelado, porque os sectários não gostam e tem vergonha por motivos de escândalos de dizer que sua falsa igreja foi originada por uma pessoa pecadora há cem ou duzentos anos atrás. Todas essas seitas têm suas origens nos Estados Unidos. Essa é a principal característica das seitas em relação à Santa Igreja Ortodoxa e a Católica Romana.

Segunda mentira: Aqueles que lhe cercam fazendo questionamentos religiosos e impressionam pela sua amabilidade, educação e tato, perseguem um objetivo que por ora é ocultado: eles desejam atrair você para a sua seita e não falar "de amigo para amigo" ou aprender algo sobre a fé verdadeira. A maioria das seitas é estruturada de tal forma que seus membros sejam incumbidos ativamente de atrair um número cada vez maior de adeptos. O prestígio e a promoção hierárquica recebida por eles dentro da seita, via de regra, depende do número de novos adeptos que eles conseguem trazer para ela. Porém, por enquanto isso lhe é ocultado. Essa é a terrível prática do proselitismo.

Terceira mentira: Os sectários conhecem vários trechos da Bíblia de cor e possivelmente lhe farão perguntas colocando você num beco sem saída. Perguntarão por exemplo: se é possível rezar em qualquer lugar por que então a necessidade de construirmos templos de pedra? Ou ainda: se as Escrituras Sagradas proíbem a reverência aos ídolos, porque nós reverenciamos as imagens? Ou: para que Deus precisa de nossos rituais?

Não se acanhe se você não conhecer as respostas. Para tudo existem respostas. Porém, o objetivo deles é colocar você em um beco sem saída e provocar-lhe dúvidas. A astúcia dos sectários consiste em fazer perguntas a pessoas leigas no assunto, perguntas estas que exigem um conhecimento básico da História da Igreja e das Escrituras Sagradas. Não permita, portanto, que eles lhe pressionem com questões pré-formuladas com o objetivo de abalar a sua fé na verdade da Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica.

Quarta mentira: Essas seitas têm as mais diversas denominações, cujo objetivo é atrair o maior número possível de adeptos. As denominações dadas por elas podem fazer você perder a razão. Exemplos: "Torre Guardiã ou de Vigia" "Cristãos Evangélicos," "Cristãos de Fé Evangélica," "Igreja de Deus," "Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias," “Igreja de Cristo”, “Igreja do Evangelho”, “Igreja da Família”, “Igreja Missionária”, “Igreja Bíblica”, “Igreja de Cristo de Moscou,” “Igreja de Cristo no Brasil”, “Sociedade Teosófica, “Sociedade dos Irmãos Unidos”, “Igreja da Unificação,” fundo “Maria Século XXI,” etc.”. As seitas sempre se ocultam atrás de fachadas que são vantajosas para elas; oferecem a você cursos para estudo da Bíblia ou da língua inglesa, incutem-lhe esperanças de auxílio material, prometem melhorar a sua saúde, arranjar a sua vida familiar, etc.

Quinta mentira: No primeiro contato você não conhecerá os detalhes da nova doutrina, pois eles ocultarão que a seita é totalmente contrária à Igreja Ortodoxa e Católica. Por exemplo: eles não irão dizer que você deverá queimar as imagens, renegar a história de seu povo, de seus pais e de seus antepassados. As Testemunhas de Jeová não dirão que segundo a doutrina deles todos os sacerdotes ortodoxos e católicos são servos do demônio, ou seja, inicialmente eles não irão dizer que ao ingressar na seita você deverá renegar sua fé e além do mais tornar-se inimigo da Igreja Ortodoxa e Católica. Quem não se precaver de tudo isso e dar crédito a eles deixará de receber os Sagrados Sacramentos da Confissão e da Comunhão e perderá a filiação da experiência salvífica da Igreja verdadeira de dois mil anos.

A Santa Fé Ortodoxa e Católica é adornada por um grupo de milhões de servos de Deus que atingiram uma perspicaz capacidade milagrosa incompatível aos falsos profetas e pregadores sectários. A verdadeira doutrina cristã tem seu fundamento na Santa Tradição, na Sagrada Escritura e no Santo Magistério. As seitas têm como fundamento filosofias, alucinações, costumes e doutrinas meramente humanas, ou seja, homens gananciosos e cismáticos tornaram-se fundadores de impérios religiosos e econômicos. São Paulo Apóstolo chama tais de “lobos vorazes e devoradores” (Atos 20,29). E a sua ordem é categórica: “Afasta-te também destes” (2 Tm 3, 5). O verdadeiro cristão ortodoxo não deve de forma alguma compactuar, participar e ler literaturas das seitas. Se for para ler como forma de estudos e pesquisas para conhecer melhor as suas heresias, deve buscar a orientação de um especialista. Deve-se orar e trabalhar muito pela libertação dos envolvidos pela rede do engano das seitas.

Portanto:

"Permanecei, pois, constantes, irmãos, e conservai as tradições, que aprendestes, ou por nossas palavras ou por nossa carta" (2 Ts 2,14).

"Para que não sejamos mais meninos flutuantes, e levados ao sabor de todo o vento de doutrina, pela malignidade dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro" (Ef 4,14).

“Venho logo! Segura com firmeza o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap 3,11).



Oração Pelos Perdidos

Senhor Jesus Cristo, nosso Deus! Aceita de nós, Teus indignos servos, esta oração fervorosa e perdoa nossos pecados e lembra-Te de nossos inimigos que nos odiaram e ofenderam e não os punas pelos seus atos, mas converte-os com Tua infinita misericórdia, os infiéis à fé verdadeira e à devoção, para que assim se afastem do mal e pratiquem atos de bondade. Protege a todos nós e a Tua Santa Igreja com a Tua Fortaleza contra todo o tipo de mal. Livra-nos do poder dos cruéis materialistas. Deus Todo Misericordioso, escuta Teus fiéis servos que Te invocam nos momentos de amargura e tristeza, dia e noite, e liberta suas vidas do sofrimento. Dá a Teu povo paz e tranquilidade, amor e firmeza e uma gloriosa reconciliação, que redimiste pelo Teu Precioso Sangue. Esteja também presente com aqueles que Te renegaram e com aqueles que não Te procuram, para que nenhum deles pereça, mas todos se salvem e encontrem a verdadeira razão. E que todos, em um só pensamento e com um amor infinito, glorifiquem Teu Santo Nome, Paciente e Bondoso Senhor, pelos séculos dos séculos. Amém.

Pe. Inácio José do Vale

Professor de História da Igreja

Especialista em Ciência Social da Religião



Fontes:

Folheto missionário, n. P43. Editor: Bishop Alexander Mileant, 29/04/2004.

Aquino, F. A. Queiroz de. Falsas Doutrinas - seitas e religiões. 7.ed. Lorena/SP: Cléofas, 2006.

CUIDADO COM OS FALFOS PROFETAS



Vivemos uma era super confusa, principalmente na área religiosa. Muitas religiões e Novos Movimentos Religiosos buscam poder político, econômico e social. Essa ambição terrena causa discórdia na família e na sociedade. O resultado são os escândalos, a corrupção e os crimes.



Milhões e milhões de pessoas envolvidas com seitas estão oprimidas, deprimidas, escravizadas e com lares divididos e outros destruídos.



A nossa mais importante missão na face da terra é amar o bom Deus e expressar esse amor anunciando o Santo Evangelho de Jesus Cristo para libertar todo escravizado por qualquer que seja a prisão. E a pior prisão é a do falso sistema religioso. O cárcere é mental, devido à lavagem cerebral.



O medo, o erro e a ignorância fazem parte da cadeia mental. Pelo condicionamento doutrinário e pela falta de conhecimento dos adeptos, a escravidão é bem segura. A manipulação é forte eficaz e progressiva.



Os fatores que levam a pessoa a ser presa fácil dos líderes sectários são:



1. O Contexto Cultural: ideologia da pobreza. Ser pobre é a garantia do Paraíso. Analfabetismo, assistencialismo, paternalismo e escravagismo.



2. A busca para solução dos problemas da vida: curas, milagres, exorcismo, felicidade, casamento e prosperidade.



3. Fuga do medo: medo da morte, do demônio, do inferno e do feitiço. O medo busca falsamente proteção nos amuletos; daí a dominação pela superstição. Medo e superstição andam juntos para o abismo.



4. Falta de uma consciência crítica: ignorância da realidade social, político, econômica e religiosa.



5. Barganhar com Deus: negociar as coisas sagradas pagando dízimos, ofertas e fazendo sacrifícios para obter graças, bênçãos e vida eterna. A teologia da prosperidade legítima essa negociata. Essa é a prática nefasta das seitas neopentecostais.





INTELIGÊNCIA DOS LÍDERES



“O herege é ovelha na lã raposa nas entranhas e lobo nas obras”.

São Bernardo de Claraval (1090-1153), abade e Doutor da Igreja



O grande Bispo e Doutor da Igreja Santo Agostinho de Hipona (354-430) nos esclarece com categoria que os líderes heréticos são dotados de uma inteligência extraordinária: “Não penses que as heresias são fruto de mentes obtusas. É necessário uma mente brilhante para conceber e gerar uma heresia. Quanto maior o brilho da mente, maiores as suas aberrações.”



Escreve o ilustre professor e escritor Dr. Felipe Aquino: “A história das heresias na vida da Igreja confirma o quanto Santo Agostinho tem razão. Os hereges sempre foram ‘brilhantes’ ao defender os seus erros, e por isso lograram grande êxito muitas vezes” (1).



O Doutor Angélico Santo Tomás de Aquino (1225-1274), comentando a passagem de Evangelho de São João sobre o Bom Pastor diz a respeito do mercenário que foge diante do lobo: “fugit non mutando loco, sed subtrahendo solatium, refugiens scilicet gregis solicitudinem”, isto é, “foge, não mudando de lugar, mas retirando o auxílio e recusando sua solicitude ao rebanho.” Entenda-se, não mudando necessariamente de lugar, embora a fuga e simples seja igualmente uma atitude de mercenário, na maioria dos casos.



E o que é lobo? O lobo, diz Santo Tomás, no mesmo comentário, pode-se interpretar de três maneiras: o demônio, o herege e o tirano.



Logo, ficar do lado do lobo, negar auxílio e solicitude em defender o rebanho, consiste em ficar do lado de um desses três ou dos três ao mesmo tempo.



Nosso Senhor resistiu a esses três inimigos do rebanho, enfrentando o demônio no deserto e no Calvário; os fariseus, nas disputas doutrinais, afirmando e provando a sua divindade; e o tirano, no caso de Pôncio Pilatos, que preferiu o seu bem próprio a salvar Jesus Cristo das mãos das autoridades de sua época. O tirano, com efeito, é aquele que governa procurando não o bem de seus súditos, mas o seu interesse pessoal.



Os lobos (At 20, 29), os cães (Fl 3,2; Ap 22,15), falsos profetas (Mt 24,11), falsos apóstolos (2Cor 11,13-15), falsos doutores (2 Pd 2,1), sedutores malignos (2 Jo vv. 7-11) estrelas errantes e homens da luxúria (Judas vv 12-16), estes são pregadores, pastores e apóstolos de Satanás (2Cor 11,13-15), falsificadores da Palavra d Deus (2 Cor 2,17), cismáticos que não tem o Espírito Santo da comunhão (Judas v.19).



A inteligência dos lobos-mercenários (Jo 10,13-13) é tremenda para criar empresas religiosas, seitas, heresias e congêneres. Esses lobos são devoradores impiedosos de ovelhas e bodes. Segundo o profeta Isaías “são pastores gulosos, incapazes de compreender. Todos seguem o seu próprio interesse.” (Is 56,11).



O Papa João Paulo II disse na Conferência de Santo Domingo (outubro de 1992): “o Documento final descreve com clareza e precisão essas seitas e movimento, mostrou suas características e modos de atuar, deixou claro os interesses políticos e econômicos envolvidos na sua expansão em todo o continente... (Conclusões do IV CELAM, mm. 139-152)”.





FALSOS PREGADORES



Disse Jesus: “atenção para que ninguém vos engane” (Mt 24,4).



Tinha Jesus morrido havia poucos anos quando começaram a manifestarem-se os sinais do primeiro vaticínio. Os falsos profetas, os falsos cristos, os falsos apóstolos pularam na Judéia como as serpentes saem das tocas ao chegar a canícula. Antes de Pôncio Pilatos partir para o exílio, surgiu na Samaria um impostor que prometia descobrir os vasos sagrados do Tabernáculo, enterrados por Moisés no Monte Garizim. Os Samaritanos acreditavam que uma tal exumação seria o prelúdio da vinda do Messias, e um numeroso bando armado se reuniu, ameaçador, nesse monte, até ser disperso pelas espadas romanas.



Sob Cuspio Fado, o procurador que governou de 44 a 66, apareceu um certo Teuda que se dizia uma grande personagem e prometia grandes prodígios. Quatrocentos homens o seguiram, mas por fim foi preso e decapitado, e foram exterminados os que tinham acreditado nele. Depois dele, surgiu um hebreu do Egito, que conseguiu reunir quatro mil desesperados e acampou no Monte das Oliveiras, anunciando que a um sinal dele cairiam os muros de Jerusalém. O procurador Félix atacou-o e obrigou-o a fugir para o deserto.



Entretanto, na Samaria, criava nome o famigerado Simão Mago, que fascinava as pessoas com prodígios e feitiços, fazendo-se passar pela “Virtude de Deus”, e a quem todos davam ouvidas.



Vendo os milagres de Pedro, quis tornar-se cristão por imaginar que o Evangelho não passava de um dos muitos mistérios orientais e que bastaria iniciar-se nele para logo adquirir novos poderes. Repelido por Pedro, Simão tornou-se o pai das heresias. Acreditava que de deus procede a Ennoia que encarnara-se em Helena de Tiro, uma cortesã que o seguia por toda a parte; e ter fé nele e em Helena era condição necessária pára a salvação. Com ele aprenderam Cerinto, o primeiro, contra o qual João escreveu o seu Evangelho, e Menandro, que se gabava de ser o salvador do mundo. Um outro, Elksai, confundia o velho e o novo pacto, falava de múltiplas encarnações além da de Cristo e perdia-se com os seus discípulos no estudo da magia e da astrologia. Hegesipo conta que um certo Tebutis, invejoso de Simeão, primeiro bispo de Jerusalém, formou uma seita que reconhecia em Jesus o Messias mas que em tudo o mais permanecia fiel ao antigo judaísmo. Paulo, nas epístolas a Timóteo, previne os “santos” contra Himeneu, Fileto e Alexandre “obreiros fraudulentos disfarçados de apóstolos de Cristo”, que torciam a verdade e espalhavam a má semente das heresias nas primeiras igrejas. Um certo Dositeu atribuía-se o nome de Cristo; um certo Nicolau dava origem, com os seus erros, à seita dos Nicolaítas, condenados por João no Apocalipse; e os Zeladores fomentavam constantes tumultos, asseverando que os Romanos e todos os Pagãos deviam ser expulsos para que Deus voltasse de novo a triunfar com o seu povo (2).



CONCLUSÃO



Para livrar as pessoas do império do falso sistema religioso, os verdadeiros cristãos devem ocupar mais espaço social, meios de comunicação, praticar obras de caridade, viver e pregar toda verdade do Reino de Deus.



Nenhuma ideologia escravocrata, seja ela de qualquer sistema, suporta o poder da verdade libertadora da Boa Nova de Jesus de Nazaré.



Quem busca com sinceridade a verdade para salvação de sua alma, encontra-a com a razão – estudos; com a fé – oração e com a iluminação do Espírito Santo. Este é quem revela toda Verdade da Santíssima Trindade ao coração sedento de amor, paz e justiça. Toda Verdade revelada para a vida com Deus está em Cristo e na Sua Igreja: UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA.



Pe. Inácio José do Vale

Professor de História da Igreja

Especialista em Ciência Social da Religião

E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com





Notas:

(1) Aquino, Felipe Rinaldo Queiroz. Falsas Doutrinas – seitas e religiões, 7ª edição. Lorena: Cléofas, 2006, p.12.

(2) Papini, Giovanni. História de Cristo, 6ª edição. Lisboa: Livros do Brasil, 1929, pp.209 e 210.

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