terça-feira, 9 de novembro de 2010

Islã: a violência islâmica, inimiga da civilização.

Bill Warner: Center for the Study of Political Islam, 10 de setembro de 2010
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Tradução: DEXTRA

Ao lado: Muhammad conquista Meca - janeiro de 630 d.C.

Um dos argumentos usados com mais frequência que se ouvem na defesa do Islam é que a Bíblica é tão violenta quanto o Corão. A lógica funciona assim. Se o Corão não é mais violento do que a Bíblia, então, para que nos preocuparmos com o Islam? O argumento é que o Islam é a mesma coisa que o Cristianismo e o Judaísmo. Isto é falso, mas esta comparação é muito popular, já que permite a alguém que não sabe nada sobre a real doutrina do Islam falar sobre ela. "Veja, o Islam é como o Cristianismo, os cristãos são tão violentos quanto os muçulmanos." Se isto for verdade, então você não precisa aprender nada sobre a real doutrina islâmica.

Entretanto, este não é um argumento teológico. É um argumento político. Este argumento não tem a ver com o que se passa num templo religioso, mas com o que se passa no mercado das idéias.

Agora, a doutrina do Islam é mais violenta do que a Bíblia? Só há um meio de provar ou refutar a comparação, que é medir as diferenças de violência no Corão e na Bíblia.

O primeiro ítem é a definição de violência. A única violência que importa para alguém de fora tanto do Islam quanto do Cristianismo ou do Judaísmo é o que elas fazem com o "outro," a violência política. Caím matar Abel não é violência política. Violência política não é matar um cordeiro ou fazer um sacrifício animal. Observe, entretanto que um vegano ou um membro da [ONG protetora dos animais] PETA consideram estas últimas ações como violentas, mas não são violência contra eles.

O próximo ítem é comparar as doutrinas tanto quantitava quanto qualitativamente. A violência política do Corão é chamada de "lutar pela causa de Alá," ou jihad.

Temos que fazer mais do que medir a jihad no Corão. O Islam tem três textos sagrados: Corão, Sira e Hadith, a Trilogia Islâmica. A Sira é a biografia de Muhammad. O Hadith são suas tradições - o que ele fez e disse. A Sira e o Hadith formam a Suna, o modelo perfeito de todo o comportamento islâmico.

O Corão é o menor dos três livros, a Trilogia. Ele é apenas 16% do texto da Trilogia. Isto significa que a Suna é 84% do conteúdo verbal dos textos sagrados do Islam. Esta estatística sozinha tem grandes implicações. A maior parte da doutrina islâmica é sobre Muhammad, não Alá. O Corão diz em 91 ocasiões diferentes que Muhammad é o perfeito modelo de vida. É muito mais importante saber sobre Maomé do que sobre o Corão. Esta é uma notícia muito boa. É fácil compreender uma biografia de um homem. Para conhecer o Islam, conheça Muhammad.

Acontece que a jihad ocorre em grande proporção em todos os três textos. Aqui está uma tabela sobre os resultados:

[Quantidade de texto dedicada à jihad: Trilogia Completa, Hadith, Sira, Corão]

É muito significativo que a Sira dedica 67% de seu texto à jihad. Muhammad teve uma média de um episódio de violência a cada 6 semanas durante os últimos 9 anos de sua vida. A jihad foi o que tornou Muhammad bem sucedido. Aqui está uma tabela do crescimento do Islam.


[Crescimento do Islam: Na vertical: Número de muçulmanos; Na diagonal: Religião em Meca, Política, jihad em Medina; Na horizontal: Muhammad começa a pregar o Islam, 13 anos, 23 anos, Morte de Muhammad]

Basicamente, quando Muhammad era um pregador de religião, o Islam cresceu a uma taxa de 10 muçulmanos por ano. Mas quando ele se voltou para a jihad, o Islam cresceu a uma taxa média de 10 000 por ano. Todos os detalhes sobre como fazer a jihad estão minuciosamente registrados. O Corão apresenta o grande sonho da jihad - a conquista do mundo pelo processo político.

Agora vamos à Bíblia hebraica. Quando contamos toda a violência política, descobrimos que 5.6% do texto é dedicada a ela. Não há aconselhamento à violência política no Novo Testamento.

Quando contamos a magnitude de palavras dedicadas à violência política, temos 327 547 palavras na Trilogia e 34 039 palavras na Bíblia hebraica. A Trilogia tem 9.6 vezes mais massa verbal dedicada à violência política do que a Bíblia hebraica.

[Palavras dedicadas à violência política: Trilogia Islâmica, Bíblia hebraica, Novo Testamento em
Milhares de Palavras]

O verdadeiro problema vai muito além da medida quantitativa de 10 vezes mais material violento; há a medida qualitativa. A violência do Corão é eterna e universal. A violência política da Bíblia foi para aquele tempo e local particulares. Esta é a imensa diferença entre o Islam e outras ideologias. A violência permanece uma constante ameaça a todas as culturas não-islâmicas, agora e no futuro. O Islam não é semelhante ao Cristianismo e ao Judaísmo em nenhum sentido prático. Além da doutrina do deus único, o Islam é em si mesmo único.

Outra medida da diferença entre a violência que se encontra nos textos judaico/cristãos em relação à do Islam se encontra no uso do medo da violência contra artistas, críticos e intelectuais. Que artista já teve uma pontada de medo de condenar alguma coisa no cristianismo ou no judaísmo? Entretanto, olhe os exemplos dos assassinatos e ameaças políticas violentas contra Salman Rushdie, Theo Van Gogh, Pim Fortuyn, Kurt Westergaard (das charges dinamarquesas sobre Muhammad), e muitos outros. Que artista, crítico ou intelectual nunca teve uma pontada de medo do Islam no que diz respeito à liberdade de expressão? A diferença política na resposta às duas doutrinas é enorme. Os frutos políticos das duas árvores são diferentes como a noite e o dia.

É hora de os assim chamados intelectuais se darem ao trabalho elementar de julgar o Islam por sua real doutrina, ao invés de fazer comparações furadas que constituem afirmações ingênuas. Um raciocínio baseado em fatos deve substituir fantasias que estão baseadas no politacmente correto e no multiculturalismo.


Bill Warner,
Diretor do Centro para o Estudo do Islam Político.

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